GN'R e RHCP: NOITE INESQUECÍVEL NO R&R HALL OF FAME

Uma noite inesquecível em Cleveland. Talvez só uma frase assim para definir a emoção da premiação que ontem, dia 14 de Abril de 2012, entrou para a história da música. Confira

JOHN FRUSCIANTE: LETUR LEFR EP & PBX FUNICULAR INTAGLIO ZONE LP (2012)

John Frusciante confirmou pessoalmente através de seu site oficial que ele vai lançar dois novos projetos em 2012!Confira

SLASH:ASSISTA O VIDEOCLIPE DE YOU'RE A LIE

Slash divulgou em seu perfil no twitter o lançamento do clipe de "You're A Lie", single do álbum "Apocalyptic Love", segundo álbum solo do guitarrista. O clipe foi filmado no início de abril no Lote 28 no Universal Studios, na Califórnia Assista

RUSH:OUÇA HEADLONG FLIGHT

Enfim temos a liberação do mais novo single do Rush, Headlong Flight. A chegada da canção do álbum Clockwork Angels é a primeira faixa do álbum à vir à tona desde “Caravan” e “BU2B”, que saíram em 2010. Ouça

BLACK LABEL SOCIETY DE VOLTA AO BRASIL EM NOVEMBRO

Depois do sucesso em 2011 a banda Black Label Society volta ao Brasil em novembro para duas apresentações confirmadas até o momento e a promessa de passar por outras cidades do Brasil. Confira

SLASH:ASSISTA O NOVO CLIPE DA MÚSICA GOTTEN

Como muitos sabem o clipe serve para promover a associação LAYN (Los Angeles Youth Network), não tendo ligação com o novo álbum 'Apocalyptic love'.Confira
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domingo, 3 de junho de 2012

RHCP: Blood Sugar Sex Magik - Guitar Tracks

Blood Sugar Sex Magik quinto álbum de estúdio da banda Red Hot Chili Peppers lannçado no dia 24 de setembro de 1991. Foi produzido por Rick Rubin e é o primeiro trabalho da banda lançado pela Warner Bros. Records.

Parte instrumental da guitarra de Blood Sugar Sex Magik.

Fonte: Universo Frusciante

sábado, 2 de junho de 2012

Rush: Lifeson comenta canções do novo álbum

Alex Lifeson comentou todas as faixas de Clockwork Angels no site Music Radar.Confira abaixo o texto traduzido para vocês.

Caravan
"Gosto muito dessa canção por ter um grande riff e algumas coisas peculiares no teclado. Foi bom rever a faixa e remixá-la para o álbum com os ouvidos descansados. Conversamos sobre uma regravação, mas não havia muito sentido - ficamos felizes com as performances e com o som. Achamos que poderíamos remixá-la para que ela pudesse se ligar mais ao álbum. A perspectiva mudou um pouco. 'É divertido' - pessoas dizem para mim. 'Eu ouço partes novas na canção. Vocês a regravaram?' Isso é criado pela mudança da ênfase nos instrumentos". 

 BU2B 
"Eu adoro o peso de BU2B. É forte no estilo Zeppelin antigo, traz um grande riff de blues. O refrão é muito forte e o sentimento das letras anuncia o que está por vir. Sobre as guitarras, usei uma Les Paul 1959 e uma Tele. Essa é uma das canções onde eu criei camadas de guitarra. Existem ali provavelmente seis camadas de guitarra. Eu gravei uma nova abertura que não estava na versão que lançamos anteriormente. Comecei a brincar e a compor alguma coisa no meu quarto de hotel. Eu tinha algumas guitarras – um dos meus modelos Axcess e uma Martin emprestada da Guitar Center – e um microfone. 

Havíamos conversado sobre fazermos um pouco disso. Dessa forma, deixei o microfone preso na sacada, que gravou alguns sons de fundo: a manhã de Los Angeles, os carros passando, coisas assim. Com as portas da sacada abertas, toquei um pouco de violão, e depois Geddy realizou os vocais. Brincamos com alguns efeitos e criamos a peça. Foi tudo feito de forma espontânea em apenas alguns minutos no meu quarto".

Clockwork Angels 
"Eu só estava brincando em casa e aquilo acabou se transformando numa peça bem longa. A maior parte dela é o que Clockwork Angels acabou se tornando. Geddy e eu gostamos de trabalhar em um único dia. Nós geralmente não trazemos mais nada pro momento, nem nos referimos às jams das passagens de som. Ficamos apenas animados por começarmos algo novo. Mas eu tinha aquilo que fiz flutuando, então dei uma cópia a ele, e ele gostou muito e viu um grande potencial. Fizemos novos arranjos e desenvolvemos um pouco mais algumas partes nos versos. A partir dali, a música veio. Eu amo o dedilhar nos versos, eles são muito ativos. 

E as pontes são tão sonhadoras que nos levam para outro lugar. Há também uma seção blues na parte mediana que vem do nada, que dá bastante ênfase à letra. E então ela simplesmente cai naquele lindo e crescente arpejo. Essa parte me dá arrepios todas as vezes. Perto do fim, existe uma harmonia vocal realizada por Geddy que soa quase como uma oração. Ele cantou isso em uma das outras partes, e aquilo fica flutuando por ali. Acho que Nick é o responsável por isso. Ele disse, 'Ei, veja isso'. Nós ouvimos e pensamos, 'Oh, temos que ter isso aqui'. É bem bacana, especialmente porque você não sabe de onde vem".
The Anarchist 
"Acho que The Anarchist foi uma das primeiras canções que escrevemos para o disco, há poucos anos. Até agora a resposta tem sido bem forte, algo que eu realmente não esperava. É uma canção que vem na sua cara, uma parte poderosa de toda a suíte. Se você ouvir a demo e a versão final verá que estão muito próximas, embora com algumas diferenças. Nick nos levou a pensar sobre uma linha melódica instrumental que daria a identidade da música. O resto é praticamente o mesmo da demo. Tem uma influência oriental, algo que já visitamos antes, coisa que sentimos e gostamos muito. A maneira com que Nick e Neil se aproximaram sobre os arranjos de bateria foi ótima. Normalmente, depois de escrevermos tudo, fazemos cópias das músicas para Neil com baterias programadas ou metrônomos, de modo que ele consiga alguns pontos de referência os quais ele pode querer usar ou desenvolver. 

Assim, ele passa as músicas metodicamente, trabalhando em seus arranjos de bateria, memorizando o que vai tocar. É preciso passar aquilo mais ou menos durante um mês, e depois disso partimos para a gravação. Dessa vez Nick disse, 'Quero gravar no primeiro dia. Vamos colocar a musica para tocar, e você irá aprender enquanto estiver tocando. Faremos um monte de takes e veremos onde vai'. Acho que foi uma forma incrivelmente desafiadora de trabalho para Neil, pois ele é o tipo de pessoa que necessita constantemente de novos desafios na vida. Ele realmente toca como um louco no disco – ele está livre, muito livre. É claro, ele tem seu trabalho facilitado por ter que aprender a tocar tudo ao vivo".

Carnies 
"Eu amo o riff de abertura e os harmônicos legais. Tem um pouco de Hendrix ou Robin Trower. Os refrões são fortes. O clima festivo e os sons são bem diferente dos versos e da ponte. A subida para a ponte me faz lembrar algo, não sei o que. Vários momentos do álbum soam assim: eles me fazem lembrar de alguma coisa, mas não consigo dizer qual música ou de quando é. No entanto isso é algo muito legal – pessoas gravitando em torno das canções. Pegue Bryan Adams, por exemplo. Várias de suas composições trazem essa qualidade. Ele utiliza melodias de outras canções e é sempre muito bem sucedido. Você pode ouvir sua música e se sentir confortável com a familiaridade, familiarizado com ele. Acontece o mesmo com essa canção. Ela me leva de volta aos Beatles, mas nós não pegamos um disco deles e dissemos, 'Vamos fazer isso'! Mesmo assim há algo nos refrões que lembram os anos 60". 

Halo Effect 
"Acho que fomos numa direção diferente com Halo Effect. Lembro que estávamos no nosso pequeno estúdio – tínhamos três ambientes diferentes onde coisas aconteciam ao mesmo tempo – quando peguei o violão e comecei a tocar. Quando Geddy iniciou pronunciando a letra tivemos o estalo: ele começou a tocar também, e fomos desenvolvendo a música a partir dali. A canção é realmente sobre as decisões emocionais que fazemos e que não funcionam. Muitas vezes, em um relacionamento – você acha que vê algo a mais que, na verdade, não está lá. 

Portanto, a canção deveria ser doce e pesada ao mesmo tempo. Precisávamos desses dois contrastes. Acho que acertamos em cheio. Há um grande som acústico nela, e a seção do solo é algo bem diferente para nós. É do tipo frívola e brilhante, como se você estivesse com borboletas voando no seu estômago, da mesma forma como se sente quando está apaixonado por quem não deveria".
Seven Cities Of Gold 
"Então entramos nessa. Tudo começou na fase de composições antes do estúdio, exatamente quando estávamos recuperando o atraso revendo as coisas na casa de Geddy em setembro. Tínhamos algumas músicas, mas queríamos conseguir escrever mais algumas coisas antes de entrar novamente no estúdio em outubro. Passamos a primeira semana apenas bebendo café e pensando que talvez não estivéssemos prontos para gravar. Eu me lembro de descer as escadas e não fazer nada durante alguns dias, somente bebendo café e conversando. Então tivemos o que chamamos de 'os bons seis minutos'. Isso é tudo o que você precisa, de uns bons seis minutos por dia. Dali, a música decolou.

Começamos a comentar a coisa toda, o que é muito legal. A canção é muito cinematográfica. Você pode ouvir o perigo da cidade grande e a aproximação ao nosso viajante. Quando Neil vem e quebramos o riff, você está lá – você está na cidade com toda sua emoção, oportunidades e problemas. A canção tem uma grande arrogância mesmo. Eu a descobri exatamente da maneira que imaginava. Adoro o final, com a guitarra gritando e cuspindo com você deixando a cidade". 

The Wreckers 
"Eu e Geddy trocamos os instrumentos durante a composição, mas, quando fomos gravar, voltamos para eles. Estávamos influenciados pelas composições um do outro, o que eu penso ser um grande testemunho sobre como trabalhamos. Foi uma experiência muito agradável, produtiva. Foi uma luta para que os versos encaixassem. A acústica era muito doce, mas não se saía bem. Havia um contraste que não parecia amplo o suficiente. Então, depois de muito trabalho, chegamos com uma levada rápida e colocamos os harmônicos, o que criou um belo momento. Essa canção contrasta com o som de um sinal de perigo: não aceitar tudo ao pé da letra. Tenha cuidado. 

Coisas que possam parecer tão boas podem vir a ser exatamente o oposto. Há uma sessão mediana onde todo o estrago está feito – estou tentando explicar sem entrar na história – que veio de uma de nossas jams de passagens de som. Uma vez que temos as cordas e os pedais de baixo, esse momento da canção se torna muito visual. The Wreckers traz uma sensação pop. Não é pesada, mas esta emocionalmente ligada a uma presença forte do rock. Os versos são um dos meus momentos favoritos de toda a carreira do Rush".

Headlong Flight
"Começamos com alguns riffs que se tornaram uma longa e ótima jam. Deve ter levado horas. Havia um milhão de partes voando ao redor, todas na mesma tecla. Depois dividimo-la em pedaços, tirando coisas que gostamos e transferindo para outro lugar. Quando ouvimos pensamos, 'Oh meu Deus, temos algo muito legal acontecendo aqui! Devemos torná-la instrumental?' Por fim, decidimos que neste disco, pela primeira vez em muito, muito tempo, não teríamos uma instrumental. Acho que a musica casa muito bem com a letra. Há trechos que são extremamente dinâmicos. Acima de tudo, tivemos que tocar como loucos. Queríamos uma canção onde pudéssemos esticar ao vivo, como fazemos com Working Man. Diminuímos um pouco o trecho mediano. Originalmente havia mais coisas acontecendo, mas pensamos que estávamos exagerando, então reduzimos. Mas há mais do que o suficiente lá".
BU2B2 
"Esse momento é parte integrante da história de Neil, ele realmente queria ter esse trecho lá dentro. O problema foi não sabermos como abordá-lo musicalmente. Geddy havia feito os vocais com algumas outras coisas que havíamos escrito, mas ele não estava feliz com aquilo, nem eu. Decidi ficar até tarde da noite, retirei toda a música e fiquei apenas com o vocal. Escutei um monte de vezes e então criei algo mais rítmico – era menos musical, mas que acrescentava muita tensão. No momento de desenvolvê-la, os violões que eu havia feito originalmente foram substituídos por cordas. Colocamos alguns pedais de baixo e coisas do tipo, mas mantivemos tudo muito simples no final. É como um pequeno capitulo". 

Wish Them Well 
"Nós sempre adoramos a letra, mas essa foi uma canção difícil de desvendar. A primeira versão que tínhamos era bem diferente da original. Ela era um pouco mais etérea, com delays a la The Edge – até demais. Nós a descartamos e começamos a trabalhar em outra coisa completamente diferente, que também foi descartada – simplesmente não funcionava. Isso acontece às vezes, você sabe quando está forçando a barra. Após as duas primeiras versões, buscamos uma abordagem totalmente nova, com as quatro diretas e muito tradicionais progressões de acordes. Esse formato era bem adequado às letras. Foi desafiador, uma forte afirmação, e tinha bastante empenho, o que a tornava interessante. No entanto ainda é muito básica em sua entrega, o que eu acho que foi bom devido a toda complexidade do disco. Eu adoro a maneira como a guitarra soa. É vasta e clássica... um som terrível vindo de um Marshall. Rick Chycki é um engenheiro fantástico".

The Garden 
"The Garden foi uma das primeiras músicas que surgiram para Clockwork Angels. Na verdade Geddy compôs a maior parte. Ele trabalhou um pouco nela à noite, e no dia seguinte eu ouvi sua abertura de baixo e o verso. A ideia era a mantermos simples e sincera. O sentimento foi muito sobre estarmos no fim, sendo uma retrospectiva, então deveria haver uma doçura para ela. Nick ficou um pouco cauteloso sobre a canção ficar muito doce, no entanto. A demo era bem acústica. Havia trechos de piano, assim como cordas, e tudo era bem leve. Nick queria endurecê-la um pouco. 

Caminhamos mais entre as pontes e refrão – ela não tem os dedilhados tranqüilos dos versos – e desenvolvemos todo o trecho mediano. O solo é um dos meus favoritos. Ele é muito adequado para todo o restante da canção. Quando o ouvi, meus olhos se encheram de lágrimas. Há algo nele que me arrebata, a maneira com que se encaixa com todo o resto. O refrão de fechamento se mantém crescendo, crescendo e crescendo, até chegar no instante final. Foi uma ótima maneira de se terminar um disco".

Fonte original(em inglês) desta matéria: Music Radar 
Fonte: Rush - Fã Clube BR

Black Sabbath: Ozzy confirma que já tem 15 músicas prontas

Em uma reportagem feita pelo semanário britânico “New Musical Express”, o líder do Black Sabbath, Ozzy Osbourne, disse que o grupo já tem 15 músicas prontas. 

Osbourne disse: "Nós escrevemos cerca de 15 músicas até agora, se eles vão entrar em um álbum (Não sei) .Só continuamos escrevendo. Eu estava tentando organizar: onde estaríamos agora musicalmente se tivéssemos ficado juntos "

 Na mesma entrevista, o baixista Geezer Butler comentou o processo de trabalho com o produtor Rick Rubin. “Ele nos colocou sentados, pôs o primeiro disco para tocar e disse: ‘imagine que estamos em 1969 e vocês acabaram de fazer isso. O que fariam depois?”, disse o baixista, revelando que a sonoridade do álbum deve ser mesmo “old schooll”.

 Já o guitarrista Tony Iommi disse que show do grupo realizado no dia 19, em Birmingham, serviu pra lhe dar força para continuar a luta contra o câncer.

"Foi ótimo passar pelo que eu passei ao longo do ano passado foi como viver em um mundo diferente - estar no palco e conseguir a reação dos fãs é simplesmente fantástico. "

Conforme noticiado antes, o baterista Tommy Clufetos, da banda solo de Ozzy Osbourne, substitui Bill Ward, que não chegou a um acordo com os demais integrantes. Além do show do Download, na Inglaterra, no domingo, dia 10, o Black Sabbath toca em agosto, no Lollapalooza, em Chicago, nos Estados Unidos.

As demais datas marcadas na Europa estão sendo preenchidas pelo projeto “Ozzy & Friends”, por causa do tratamento de Tony Iommi. O show tem a participação de Ozzy Osbourne, do baixista Geezer Butler, de Slash e Zakk Wylde, entre outros. Já as gravações do álbum de inéditas, o primeiro em 33 anos, não foram interrompidas.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Guns N' Roses: Izzy Stradlin toca com a banda

20 anos depois do Guns N 'Roses – quase – original ter tocado a faixa ’14 Years’ pela última vez ao vivo no dia 31 de agosto de 1991, a faixa voltou  a ser executada – e com seu compositor, Izzy Stradlin com a atual formação da banda no The O2 Arena
Na noite de 31 de maio, Izzy juntou-se a banda de seu antigo parceiro musical e colega de infância, Axl Rose, e mandou o clássico do álbum ‘Use Your Illusion II’ aos londrinos.O guitarrista participou de seis músicas, '14 Years,’ ‘You Could Be Mine,’ ‘Dead Flowers,’ ‘Knockin’ on Heaven’s Door,’ ‘Nightrain’ e ‘Paradise City'.

Stradlin já havia se juntado com o GN'R em alguns shows de 2006. Vale lembrar que este show foi filmado por 25 câmeras em HD e em algumas semana, será liberado na internet para os fãs da banda.

Confira abaixo a música 14 Years tocada junto com Izzy:

quinta-feira, 31 de maio de 2012

#Happy Birthday Universo Rock N' Roll - 1 Ano!

Hoje, 31 de Maio de 2012, o Universo Rock N' Roll completa 1 Ano. Site feito para os fãs que curtem o bom e velho Rock N' Roll.
Um ano de muita dedicação e trabalho pelo que fazemos. Sempre nos esforçando a cada dia, para vocês. fãs do rock!  

 Agradecemos a todos e contamos com vocês para melhorar o site ainda mais!
Já estamos fazendo algumas melhorias em nosso layout e atualizando links e ajustando algumas matérias e artigos para melhor visualização e leitura. Colabore e desfrute no que há de melhor no Universo Rock N' Roll.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Slash: Apocalyptic Love - 2012

Álbum: Apocalyptic Love
Data de lançamento: 22 de maio de 2012
Gênero: Hard rock, heavy metal
Gravadora: Dik Hayt
Produtor: Eric Valentine 
Faixas
01. Apocalyptic Love
02. One Last Thrill
03. Standing in the Sun
04. You’re a Lie
05. No More Heroes
06. Halo
07. We Will Roam
08. Anastasia
09. Not for Me
10. Bad Rain
11. Hard & Fast
12. Far and Away
13. Shots Fired
14. Carolina (Deluxe Edition bonus track)
15. Crazy Life (Deluxe Edition bonus track) 
Descrição
Apocalyptic Love é o segundo álbum solo de estúdio do guitarrista.Slash começou a trabalhar em seu segundo álbum solo em junho de 2011, quando ainda estava na turnê de seu primeiro álbum solo.Ao contrário do primeiro álbum, que contou com uma variedade de cantores como Ozzy Osbourne, Kid Rock e Chris Cornell, Apocalyptic Love foi gravado apenas com um, o cantor do Alter Bridge Myles Kennedy, que também apareceu cantando duas canções no primeiro álbum. 

Slash disse que seu segundo álbum seria mais um álbum de colaboração com Kennedy, e disse que não sabia se seria lançado em seu próprio nome ou um nome totalmente novo. Kennedy disse que algumas das letras do álbum são sobre o uso de drogas em seus primeiros anos. Em dezembro de 2011, três canções foram gravadas: "Halo", "Standing in the Sun" e "Bad Rain". Slash descreveu as novas músicas como "muito pesado" e em 06 de fevereiro, a gravação de "Apocalyptic Love" foi terminado. Em 24 de fevereiro foi anunciado que "You're a Lie" seria o primeiro single do álbum e foi lançado para a rádio em 27 de fevereiro.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

John Frusciante - Letur-Lefr EP & PBX Funicular Intaglio Zone LP (2012)

John Frusciante confirmou pessoalmente através de seu site oficial que ele vai lançar dois novos projetos em 2012! 

 O primeiro é o EP (Letur-Lefr) que contará com cinco faixas e será lançado em 17 de julho e não dia 9 conforme anunciamos   anteriormente. Em setembro ele vai lançar um LP intitulado PBX Funicular Intaglio Zone.

Confira abaixo a tradução na íntegra da notícia postada no site de Frusciante:

 Olá pessoal, Há duas novas gravações de John Frusciante saindo. O primeiro é um EP intitulado Letur-Lefr, e o segundo é um LP intitulado PBX Funicular Intaglio Zone. Eu canto, toco os instrumentos e sou o engenheiro. O EP apresenta alguns amigos nos vocais, principalmente MC's. O LP tem uma característica, e o resto dos vocais são meus.

 Eu considero a minha música como sendo Progressive Synth Pop, que não diz nada o que parece, não descrever minha abordagem básica. Eu combino aspectos de muitos estilos musicais para criar minhas próprias formas musicais por meio de instrumentos eletrônicos.

 As faixas Letur-Lefr são de 2010 e PABX foram feitas em 2011.Letur é uma compilação, uma parte selecionada da músicas que eu fiz esse ano, enquanto PBX foi concebido como um álbum, as músicas foram sendo gravadas em seqüência. As gravações são muito diferentes umas das outras, por isso antes do lançamento do LP, eu vou disponibilizar o download gratuito de uma música chamada Walls and Doors. Esta canção direcionou o caminho para PBX, mas foi gravado 7 meses antes.

 Letur-Lefr será lançado no Japão em 04 de julho, na América do Norte em 17 de julho, e no resto do mundo em 16 de julho. Você pode pré-encomendar o EP, que estará disponível em vinil, CD, cassete e em formato de 32 bits , FLAC e MP3 digital aqui.

 Funicular PBX Intaglio Zone será lançado no Japão em 12 de setembro, na América do Norte em 25 de setembro e no resto do mundo em 24 de setembro. Como Letur-Lefr, PBX Funicular Intaglio Zone estará disponível em vinil, CD, cassete e em formatos de 32 bits, FLAC e MP3 digital.

 Vamos fornecer um link de pré-ordem para PBX em algum dia no início de agosto.

 - Obrigado, John

 Confira um trecho de uma das novas canções do John, chamada Glowe. Faixas de Letur-Lefr:
01 - In Your Eyes
02 - 909 Days
03 - Glowe 04 - FM
05 - In My Light

 John agora também tem uma conta no twitter. (Provavelmente só para divulgação) 

Fonte: Universo Frusciante

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