SLASH - MADE IN STOKE(COMPLETO)

Made in Stoke é o segundo álbum ao vivo (CD e DVD) do guitarrista Slash , em parceria com o vocalista Myles Kennedy.O show foi gravado na sua cidade natal Stoke-On-Trent Assista

SLASH E MYLES KENNEDY ELEITOS OS MELHORES DO ANO PELA LOUDWIRE MUSIC AWARDS 2012

Slash e Myles Kennedy ganharam em duas categorias na Loudwire Music Awards 2012! . Confira

GUITAR WORLD: EDDIE VAN HALEN, O MELHOR GUITARRISTA DE TODOS OS TEMPOS

Eddie Van Halen foi eleito o maior guitarrista de todos os tempos pela publicação estadunidense Guitar World.Confira a lista

STEVE VAI: OUÇA THE STORY OF LIGHT

Ouça o novo álbum de Steve Vai, "The Story Of Light". O trabalho sairá pela Favored Nations Entertainment, o selo que Vai abriu em 1999.".Ouça

BON JOVI: "BANDA APRESENTA MÚSICAS DO NOVO DISCO"

Foi ao ar na sexta-feira (25 DE JANEIRO), a apresentação da banda Bon Jovi, no BBC Radio Theatre, em Londres. Ouça

SLASH - APOCALYPTIC LOVE: OUÇA O ÁLBUM COMPLETO

Apocalyptic Love é o segundo álbum solo de estúdio do guitarrista. Slash começou a trabalhar em seu segundo álbum solo em junho de 2011, quando ainda estava na turnê de seu primeiro álbum solo. Ouça
LINK 1 LINK 2 LINK 3 LINK 4 LINK 5 LINK 6
Mostrando postagens com marcador Steve Vai. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Steve Vai. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Steve Vai: “The Crying Machine” - Live In Where the Wild Things Are

Performace do guitarrista Steve Vai, da música The Crying Machine , Live In Where the Wild Things Are(2009)

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Steve Vai: guitarrista fala sobre novo álbum

Anthony Morgan, do MetalForcesmagazine.com, recentemente conduziu uma entrevista com o virtuoso guitarrista Steve Vai. Alguns trechos desta conversa podem ser lidos abaixo:

Sobre seu novo álbum, “The Story Of Light”: 
Steve: “Eu estava querendo fazer um disco conceitual, mas talvez algo mais fora do comum do que os típicos discos conceito. Eu tinha esta história que era bem esotérica e profunda. Eu pensei ‘Por que não conto esta história com uma série de uns três discos?’ Durante este feito, eu decidi fazer com que as músicas indicassem personalidades, personagens e elementos da história. Eu não queria dar tudo de mão beijada, porém, então as músicas não estão na ordem certa para revelar a história.”

“Para desvendar os elementos da história, você deve ler as notas de rodapé e escutar com cuidado as letras. Este tipo de coisa foi pensado para não ficar martelando as pessoas com histórias esotéricas quando eles só querem realmente ouvir a música. Após eu lançar os três discos, que são mais ou menos as parcelas desta história, eu pensei que talvez pudesse fazer uma embalagem com 4 discos. Eu poderia pegar os três já lançados e colocar as músicas na ordem correta. Eu talvez colocasse as letras em algumas das músicas instrumentais e lançar com um outro disco narrado, ou músicas adicionais. Desta forma você poderia ouvir a história do começo ao fim de uma forma bem linear, e seria algo completamente diferente dos discos instrumentais que eu normalmente faço.”

Sobre a faixa “No More Amsterdam”, com a vocalista convidada Aimee Mann:
Steve: “Eu estava indo para a Berklee College of Music e Aimee também, nós de fato freqüentamos a escola juntos, e vivíamos no mesmo prédio, com algumas portas de distância um do outro. Minha namorada naquela época (Pia Maiocco), que agora é minha esposa, era a melhor amiga de Aimee, então, através dos anos, eu sempre tinha a música de Aimee em minha casa. Eu sempre gostava muito quando ela lançava algo. Eu tinha esta música chamada ‘Innerness’ e ela era uma bela faixa acústica. Eu queria descrever a história de uma forma que fosse cantada por duas pessoas, um homem e uma mulher. É a história de um cara olhando para um lago e ele vê em seu reflexo o seu anjo da guarda, como a voz de sua consciência. Eles então têm uma conversa. Eu escrevi a primeira linha, mas então tive um bloqueio criativo. Foi um aviso de que eu precisava fazer outra coisa. Eu contei a minha esposa, Pia, sobre isto e ela então ela disse: ‘Por que você não chama Aimee?’ De início eu pensei: ‘Steve Vai e Aimee Mann? Isso é uma música muito contrastante’, por mais que eu amasse o que ela fazia. Ela é como uma poetisa e sua voz é bem forte e confiante. Esta música era tão doce que eu achei que ela não fosse ter interesse. Então nós entramos em contato e ela realmente gostou da ideia. Trabalhar com ela foi uma linda experiência. [...] Ema escreveu todas as letras e a chamou de “No More Amsterdam”. Tudo isto soa muito bem com a história. [...]”

Sobre o andamento de seu álbum e conceito: 
Steve: “Eu tenho músicas escritas e certas histórias estruturadas, mas eu não acho que vai ser meu próximo álbum de estúdio. Há outros projetos que eu quero fazer, e eu quero evoluir minha percepção de interesses na vida antes de realmente entrar nisso. Se estiver no meu destino viver para fazê-lo, eu espero conseguir [risos]. O projeto final é na verdade uma quadrilogia.”

Você pode ler a entrevista completa, em inglês, na matéria da Metal Force: http://www.metalforcesmagazine.com/site/feature-steve-vai-11-12/

terça-feira, 16 de outubro de 2012

John Frusciante em show de Steve Vai - 11/10/12

Foto publicada no twitter de Greg Wurth (produtor musical) com o título "Steve Vai, John Frusciante e eu nos divertindo após o show". Steve Vai tocou dia 11/10 (quinta-feira) no Club Nokia em Los Angeles.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Steve Vai: “Building The Church” - Live In Where the Wild Things Are

Performace do guitarrista Steve Vai, da música Building The Church, Live In Where the Wild Things Are(2009) * Em breve disponibilizaremos o show completo - Live In Where the Wild Things Are(2009)!

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Steve Vai: “The Story Of Light” - 2012

Álbum: The Story Of Light
Data de lançamento: 14 de agosto de 2012
Gênero: Hard Rock, Rock, Rock Instrumental
Gravadora: Favored Nations
Produtor: Steve Vai
Faixas
01. The Story of Light 
02. Velorum
03. John the Revelator
04. Book of the Seven Seals
05. Creamsicle Sunset
06. Gravity Storm
07. Mullach A’tSi
08. The Moon and I
09. Weeping China Doll
10. Racing the World
11. No more Amsterdam
12. Sunshine Electric Raindrops
Descrição
The Story of Light é o décimo-sexto álbum de estúdio do guitarrista virtuoso estadunidense Steve Vai.O álbum foi lançado no dia 14 de Agosto com o selo Favored Nations Entertainment; porém, desde o dia 23 de Maio de 2012, o disco ficou em pré-venda no site oficial do músico.

Felizmente, Vai acertou muito mais do que errou em sua longa carreira. Seu álbum anterior “Real Illusion: Reflections” (2005), por exemplo, foi muito bem recebido e deu início a uma trilogia que ganhou agora o segundo capítulo: “The Story of Light”. Obcecado por assuntos cósmicos, equilíbrio espiritual e natureza, o guitarrista se esforça para que esses elementos apareçam em suas canções. Desse modo, é preciso entender que para Vai é natural coverizar “John The Revelator”, de Blind Willie Johnson, com o coral gospel Beverly McClellan. E como se isso não fosse suficiente, emendá-la a “Book of the Seven Seals”, que mais parece uma mistura de black music gospel com musical da Broadway.

Quem não se assustar com essas surpresas durante a audição pode encontrar pérolas como a emocional “Weeping China Doll”, o belo tema “Sunshine Electric Raindrops” e “The Moon and I”, na qual Vai canta e faz um solo de tirar o fôlego. Ele também canta em “No More Amsterdam” e existem outras pequenas participações especiais e intervenções de voz, mas este é basicamente um álbum instrumental. A competente banda que o acompanha, aliás, é formada por Dave Weiner (guitarra), Jeremy Colson (bateria), Philip Bynoe (baixo) e Deborah Hensen (harpa, vocal e teclado).

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Steve Vai: ouça o novo álbum - “The Story Of Light”

Ouça o novo álbum de Steve Vai, "The Story Of Light", previsto para ser lançado no dia 14 de Agosto. O trabalho sairá pela Favored Nations Entertainment, o selo que Vai abriu em 1999.

As doze músicas presentes no trabalho continuam a narrativa cósmica e conceitual que começou com o álbum de 2005, "Real Illusions: Reflections".Apesar do álbum ser em sua maior parte instrumental, ele possui vocalistas convidados.

"The Story Of Light" conta a história de uma homem enlouquecido pelo sofrimento, entrelaçado com tragédia, revelação, iluminação e redenção.

Segundo Vai: “Eu estou sempre procurando pela sabedoria, eu busco equilíbrio espiritual e a música é uma grande parte disso. Eu sou obcecado por essas idéias por anos.” "The Story Of Light" é o décimo sexto álbum da carreira do guitarrista. "

O novo disco de Steve Vai, pode ser conferido no link abaixo: 
http://music.aol.ca/new-releases-full-cds#/4

terça-feira, 24 de julho de 2012

Steve Vai: ouça a inédita “John The Revelator”

"John The Revelator", uma nova canção do virtuoso guitarrista e compositor visionário, Steve Vai, está disponível para streaming no site da RollingStone.com.


A faixa é um clássico do blues-gospel de 1930, que sofreu pequenas mudanças sendo acrescentada uma camada de rock pesado. "John The Revelator" estará no novo álbum solo do guitarrista, "The Story Of Light", que está agendado para ser lançado em 14 de agosto.

O título sairá pela Favored Nations Entertainment, o rótulo do próprio Vai, fundado em 1999. O vasto e expressivo trabalho que conta com 12 canções, continua um arco narrativo conceitual e cósmico, que começou com o lançamento do mais recente álbum do músico, o aclamado "Real Illusions: Reflections" de 2005.

Para ouvir a faixa "John The Revelator", acesse o link abaixo: http://www.rollingstone.com/music/news/song-premiere-steve-vai-john-the-revelator-20120724

Embora "The Story Of Light" é em grande parte instrumental, o álbum contém vocalistas, incluindo a cantora e compositora Aimee Mann - dueto com Vai em "No Amsterdam More", música a qual co-escreveu. Beverly McClellan, aparece em "John Revelator", uma faixa inspirada pelo  cantor de blues Blind Willie Johnson. Outros destaques incluem a faixa-título (que abre o álbum), "Storm Gravity", "The Moon And I", e "Velorum".

"The Story Of Light" segue a jornada de um homem enlouquecido pela dor, entrelaçando tragédia, revelação, iluminação e redenção. "Estou sempre em busca de conhecimento, eu sou um buscador espiritual de equilíbrio e música é uma grande parte disso", diz Vai. "Eu fui obcecado com esses tipos de ideias para o ano."

sábado, 7 de julho de 2012

Joe Satriani & Steve Vai - “O auge da guitarra”

Entrevista feita com os dois guitarristas virtuoses juntos, em um hotel no Rio, na passagem do G3 pelo Brasil, no final de 2004. 
Um foi professor do outro. Separados, são dois grandes ícones da guitarra, sinônimo de perfeição, apuro técnico e muita sensibilidade. Juntos, como super heróis, eles convidam um terceiro guitarrista, e sob a alcunha de G3 saem pelo mundo fazendo inesquecíveis jam sessions. Eles são Joe Satriani e Steve Vai, que já duelaram, em pleno palco, com Yngwie Malmsteen, Eric Johnson, Kenny Wayne Shepherd e Michael Schenker, entre outros.

 No final de 2004 , a dupla esteve no Brasil junto com o veterano Robert Fripp, que, como tal, teve que suar a camisa para acompanhá-los. Ao mesmo tempo, enquanto Satriani já tocava as músicas que estão no  álbum, “Is There Some Love In Space?”, Steve Vai se preparava para lançar o primeiro disco de músicas inéditas em cinco anos, “Real Illusions: Reflections”, que saiu no final de fevereiro nos Estados Unidos.

Flagramos a dupla na manhã do dia do show que eles fariam no Rio, e conversamos sobre como funciona o G3, o mito de que guitarristas são egocêntricos, e, claro, sobre os trabalhos individuais de ambos. Confira: 

Como vocês formaram o G3? 
Joe Satriani: Eu tinha a ideia de fazer jams sessions com outros guitarristas. Depois de reclamar durante algum tempo com os nossos empresários, decidimos fazer algo, criando nosso próprio festivalzinho, no qual poderíamos fazer jams todas as noites.

Você teve a ideia e chamou o Steve, ou vocês estão juntos desde o começo? 
Satriani: Começou comigo e outros músicos que tinham o mesmo empresário que eu. Guardamos a ideia por um tempo, até que chegássemos num consenso de como a coisa deveria ser. A primeira pessoa que chamamos foi o Steve, e ele ficou em todas as formações.

Como vocês definem a formação do G3? 
Satriani: Depende muito de quem está disponível. Às vezes chamamos pessoas diferentes e as coisas também funcionam. Talvez, um dia, podemos fazer um G4. O Robert Fripp deu essa sugestão de voltarmos a este formato, que fizemos em 97, quando ele abriu o show, e Steve e eu fizemos o G3, com o Kenny Wayne Shepherd.

Em geram dizem que guitarristas são egocêntricos. Como vocês lidam com isso quando tocam juntos?
Steve Vai: Isso é uma generalização. O G3 é uma grande oportunidade que nós temos de tocar com outros músicos, é uma inspiração, porque isso me empurra a dar o máximo de mim. Quando eu vou para o palco com outros guitarristas, seria um idiota se tentasse competir, porque todos têm seus próprios estilos e a razão de eles serem bons é porque construíram esses estilos.

 Entre os caras que já tocaram com vocês, qual foi o mais difícil de trabalhar?
Vai: Eu não tive dificuldades com ninguém. Uma das coisas sobre este projeto é que o G3 não é só habilidade em tocar guitarra e trazer o que aprendeu com o tempo, mas a habilidade em improvisar.

Satriani: Nunca tivemos nenhum tipo de problema com os integrantes. Em geral, se há problemas, é porque um ou outro não tem o que precisa para fazer o show, então é o trabalho dos produtores checar se todos têm o que precisam. Somos nós que o convidamos, é nossa responsabilidade nos certificarmos se ele está à vontade. Todos são diferentes, especialmente se for um músico que não está acostumado a tocar com outras pessoas. Steve e eu estamos acostumados com isso, e ainda assim soa estranho tocar com um guitarrista que não teve a experiência de tocar com outros músicos.

De outro lado, com qual dos convidados vocês se identificaram mais?
Vai: Eu me sinto à vontade tocando com o Joe, talvez mais do que com qualquer outro músico com o qual já toquei. É algo que me leva de volta a quando eu tinha aulas de guitarra com ele. Eu nunca toquei com nenhum outro músico que tinha dado tão certo.

Satriani: Eu e o Steve nos sentimos à vontade tocando um com o outro. Estamos num nível de confiança tão bom que podemos tentar empurrar um ao outro tão longe quanto podemos ir, fazendo coisas que não fazíamos antes.

Vocês já sabem quem vai tocar com o G3 depois dessa temporada com o Robert Fripp?
Satriani: Sempre temos dois ou três cenários para o G3. É difícil saber qual vai funcionar. Mas nós ficamos quietos até definirmos tudo.

 Joe, você lançou o álbum “Is There Some Love In Space?” nesse ano, como tem sido a turnê? Satriani: Fizemos alguns shows, com essa mesma banda. Mas a primeira turnê que fizemos foi na Europa, com o G3, com o Robert. Metade do set list já é com o material novo. Depois tocamos com o Deep Purple, nos Estados Unidos. 

Em outubro fizemos a parte da turnê sem bandas de abertura, tocando num show de três horas, quase todo o disco, e algumas músicas obscuras que eu não costumo tocar. Daqui voltaremos ao formato anterior para uma semana e pouco nos Estados Unidos, e depois Austrália e Nova Zelândia.

Você concorda que as músicas desse álbum não são tão velozes como antes? 
Satriani: Às vezes você não quer esse tipo de música mais veloz. Quando eu estava compondo as músicas desse disco, observei o andamento delas, á medida em que ia fazendo. Quando você faz algo rápido, faz sons que talvez nem fiquem tão bons, e pela rapidez não percebe. O disco é definitivamente de rock, mas com um ritmo de “blues rock”, então os andamentos não ficaram tão velozes e nem tão lentos, mas médios. Um bom exemplo é a faixa título. Ela tem um “punch” bem rock, e o solo é bem rápido e interessante, porque a música tem seu próprio andamento. O mesmo aconteceu em “Searching”.

Você cantou em duas músicas, pretende cantar mais de agora em diante? 
Satriani: Eu gravo umas 15 músicas instrumentais e duas ou três com vocais para cada projeto. No final, eu verifico quais ficaram melhores. Se o material cantado fizer parte do grupo das boas músicas, ele deve fazer parte do disco. Nesse caso, todos que estavam envolvidos gostaram das duas músicas com vocal. E encaixou certinho com a ideia que eu tinha que tinha que ser uma espécie de disco de rock misturado com blues elétrico.

Você acha que algumas músicas “pedem” vocais?
Satriani: Eu sempre penso em fazer com que o som da guitarra e as estruturas da melodia soem como vocais. Se eu não consigo, começo a pensar que a música precisa de vocal. Mas eu sempre me surpreendo, quebrando minhas próprias regras. Tudo pode acontecer e dar certo.

Steve, você está para lançar um novo álbum…
Vai: Sai no dia 22 de fevereiro, se chama “Real Illusions: Reflections”. É o primeiro de uma trilogia. O Joe já ouviu, quer falar algo sobre o disco?

Satriani: É um grande álbum e eu estou tentando ouvir de novo, ainda não me familiarizei. Eu gosto do material na parte em que há uma integração entre as partes rítmicas de guitarra e a música como um todo. Há várias músicas em que isso acontece e eu gosto desse tipo de trabalho. Alguns títulos eu ainda não decorei, mas há uma música, “Building The Church”, que é a minha favorita.

O que mais você pode adiantar, Steve?
Vai: São 11 músicas, é um disco do Steve Vai, outro presente de Deus. Acho que se você está na minha posição, você é muito sortudo, pelo fato de estar lançando discos há 20 anos, e as pessoas ainda estão interessadas em ouvir, porque sempre me desenvolvi. E temos a sorte de não precisar de grandes sucessos de rádio para nos manter.

Você não gostaria de comentar algo sobre uma ou outra música? 
Vai: Neste disco eu usei esta banda que está comigo no G3, Jeremy Colson na bateria e Billy Sheehan no baixo. Este disco é bem o tipo de coisa que eu faço, talvez eu esteja indo um pouco mais fundo. Mas eu não sou o tipo de cara que fica descrevendo a música em detalhes.

Publicada na Dynamite 81, de março de 2005.
Fonte: Rock em Geral

sábado, 30 de junho de 2012

Steve Vai: “foto de arsenal de guitarras do músico”

Esse é o estúdio do guitarrista virtuose Steve Vai, que já tocou com bandas e artistas como Alcatrazz, Whitesnake, Frank Zappa e David Lee Roth.
Seu "cantinho de criação", o Harmony Hut (Cabana da Harmonia), está repleto de guitarras de inúmeros modelos. Além deste, o músico de 52 anos tem outro estúdio, o The Mothership(A Nave Mãe).Várias Ibanez JEMs - essas com a "pegada de macaco", com ele mesmo chama - podem ser vistas. O paraíso de qualquer guitarrista, não?

Fonte:Whiplash

sábado, 9 de junho de 2012

Steve Vai: detalhes do novo álbum - “The Story Of Light”

Steve Vai lançará seu novo álbum, "The Story Of Light", no dia 14 de Agosto. O trabalho sairá pela Favored Nations Entertainment, o selo que Vai abriu em 1999.
As doze músicas presentes no trabalho continuam a narrativa cósmica e conceitual que começou com o álbum de 2005, "Real Illusions: Reflections".Apesar do álbum ser em sua maior parte instrumental, ele possui vocalistas convidados

"The Story Of Light" conta a história de uma homem enlouquecido pelo sofrimento, entrelaçado com tragédia, revelação, iluminação e redenção. Segundo Vai: “Eu estou sempre procurando pela sabedoria, eu busco equilíbrio espiritual e a música é uma grande parte disso. Eu sou obcecado por essas idéias por anos.”

Você pode fazer a compra do álbum na pré-venda hoje, pelo site: www.vai.com. Essas versões na pré-venda são exclusivas do site, que lhe fornece detalhes completos dos produtos e pedidos disponíveis. Cada tipo de pedido vem com um direito ao download instantâneo de uma música do novo álbum escolhida por Vai. 

 "The Story Of Light" é o décimo sexto álbum da carreira de Steve Vai e o guitarrista fará uma turnê para divulgá-lo começando em 15 de Agosto, com a banda que gravou o álbum: formada por Dave Weiner (guitarra), Jeremy Colson (bateria), Philip Bynoe (baixo) e Deborah Hensen (harpa, vocal e teclado).

Pré-visualização de seu próximo álbum solo - "Gravity Storm"

domingo, 27 de maio de 2012

Steve Vai: “Tender Surrender” - Live In Where the Wild Things Are

Performace do guitarrista Steve Vai, da música Tender Surrender, Live In Where the Wild Things Are(2009)

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

G3: Live in Denver (2003)

G3: Live in Denver é um DVD ao vivo do G3 , a banda em turnê em que Joe Satriani e Steve Vai convidam outro guitarrista para vir turnê com eles. Em 2003, Yngwie Malmsteen foi o escolhido. Junto com este DVD, um álbum duplo-CD foi lançado, G3: Rockin' in the Free World. . O DVD foi gravado no Fillmore Auditorium, em Denver, em 20 de outubro de 2003. Apesar do nome na caixa do DVD, quando tocaram, o título que aparece na tela é "G3: Live From Denver" em vez de "G3: Live in Denver".

Setlist

Joe Satriani
"Satch Boogie"
"The Extremist"
"Starry Night"
"Midnight"
"The Mystical Potato Head Groove Thing"

Steve Vai
"I Know You're Here"
"Juice"
"I'm the Hell Outta Here (Feat. Tony Macalpine)"

Yngwie Malmsteen
"Evil Eye"
"Baroque 'n' Roll"
"Acoustic Guitar Solo"
"Adagio"
"Far Beyond the Sun"
"Amazing speed"

The G3 Jam
"Rockin' in the Free World"
"Little Wing"
"Voodoo Chile (Slight Return)"

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Steve Vai: "eu não coleciono guitarras"

Phillymag.com conversou em 2007, com a lenda da guitarra Steve Vai, que falou sobre a inexistência de uma coleção de guitarras e sua fama mundial, apesar de ausente da mídia.

Phillymag.com: Todo garoto adolescente quer comprar uma guitarra e tocá-la. Por quê?

Vai: “Não são só os garotos adolescentes. São os homens em geral, adultos também. É um instrumento muito expressivo, mais do que os outros. Você pode tocá-la alto e com extrema agressividade – ela pode ser mais agressiva que qualquer outro instrumento, mas pode ser também mais serena. É muito sexy.”

Phillymag.com: Você tem muitas guitarras?

Vai: “Não, eu não coleciono. Eu costumava colecionar molhos picantes, que é um hobby legal. Eles vêm em frascos muito coloridos, e posso coseguí-los em todas as partes do mundo! Mas acho que satisfiz meu desejo por aqueles frascos”.

Phillymag.com: Existe uma certa imagem associada ao Rock N´Roll, uma imagem que você claramente incorporou nos palcos na época do Whitesnake, mas fiquei sabendo que você agora está um cara mais modesto, mais pé-no-chão.

Vai: "Nos anos 80, ser um Rock Star era muito chique. As roupas, o jeito que agíamos, a performance de palco, personagens, eu abracei aquilo tudo e foi muito divertido, legal mesmo. Eu gosto de experimentar com estilos e moda. Todas as minhas roupas são feitas por encomenda e eu as troco três vezes por show. Faz parte da minha performance. Mas não me considero um Rock Star. Eu sou uma pessoa extremamente treinada musicalmente que cria composições com o instrumento".

Phillymag.com: Você tem uma quantidade imensa de seguidores, mas alguns dos músicos que tocam com você são grandes nomes (N.T.: Billy Shehan, Tony MacCalpine) que atuam em grandes projetos. Isso te deixa com ciúmes?

Vai: “Quando deixei aquelas bandas de Rock e decidi fazer a minha música, pensei que não teria nenhum público. E o fato é que posso viajar o mundo e encontrar público em virtualmente qualquer lugar que eu for, incluindo a China, o que é um privilégio extraordinário. Sou um cara com virtualmente zero projeção nas rádios, nunca apareço na [revista] Rolling Stone, nem na MTV, VH1 ou outro canal, e ainda estou tocando por mais de 27 anos. Eu vejo isto e digo ’cara, é melhor você ser grato’”.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

G3: retornando com Satriani, Steve Vai e Steve Lukather

Joe Satriani - fundador do G3 Tour Concept tem sido um herói da guitarra no mundo todo desde seu álbum de 1987 Surfing With The Alien . Ele é reconhecido como um dos guitarristas mais técnicos e respeitado na história do rock.


Sua carreira começou, ensinando alguns dos guitarristas “tops” do rock dos anos 80 e 90, como Kirk Hammet do Metallica e o virtuoso Steve Vai. Depois de um vários álbuns solo aclamado pela crítica, em 1996, Joe Satriani embarcou no primeiro showcase da turnê do G3, que se tornou um sucesso instantâneo.

Tocando ao lado de Joe Satriani, é o seu ex-aluno Steve Vai , virtuoso guitarrista, com mais de 15 milhões de discos vendidos em seu crédito. Steve Vai é aclamado no mundo do rock e além de sua facilidade de tirar o fôlego na guitarra é um músico único . Seu virtuosismo já lhe rendeu doutorados honorários da Berklee College of Music, e mais uma dúzia de indicações ao Grammy. Trabalhando ao lado de nomes como Frank Zappa e David Lee Roth, ele se tornou um nome familiar.

Unido com Joe Satriani & Steve Vai no palco, é Steve Lukather , membro fundador da Toto, que já venderam mais de 30 milhões de discos no mundo inteiro. Steve Lukather vem vindo a fazer registros por 35 anos ou mais, gravou oito álbuns solo.

Saiba mais sobre a turnê do G3 »»

terça-feira, 5 de julho de 2011

Steve Vai

Infância
Enquanto crescia, o jovem Steve começou a se interessar pelos guitarristas famosos da época, como Jimi Hendrix e Jimmy Page o que o levou a aprender a tocar guitarra em 1974. Por indicação de um amigo chamado John Sergio começou a fazer aulas particulares com nada menos que Joe Satriani. O novo aluno logo se destacou. Uma vez, perguntado sobre o aluno Steve Vai, Satriani respondeu:

Cquote1.svgEu pensava comigo: Este cara deve ter um par de músculos extras ou alguns tendões a mais nas mãos!Cquote2.svg

Com Frank Zappa

Steve ficou fascinado com a música de Frank Zappa. Em uma entrevista a revista Guitar Player Norte Americana, Steve disse que inúmeras vezes, telefonou para Zappa tentando contato (sem muito sucesso), contudo, com muita insistência, Frank atendeu o telefone e perguntou o que Steve desejava. Steve disse que não existia ninguém capaz de transcrever em partituras, com tanta perfeição quanto ele, as músicas de Zappa. Então Zappa, curioso, o autorizou e tão logo Steve enviou pelo correio transcrições dos solos de guitarra de Zappa para o próprio, e após encontrar Steve pela primeira vez, Zappa ficou tão impressionado com as habilidades do jovem que o convocou para trabalhar transcrevendo suas intermináveis sequências de rock sinfônico experimental. Nesse estágio de formação de sua carreira, Steve registrou seu talento em faixas como Moggio e Stevie's Spanking.

Enquanto trabalhava para Zappa, Steve viajava com a banda em turnê e tomava parte numa espécie de competição com o público, onde pessoas traziam partituras e Steve tentava lê-las à primeira vista.

O sucesso

Após deixar Zappa em 1982, Steve mudou-se para a Califórnia, onde gravou seu primeiro álbum, Flex-Able, e tocou em várias bandas. Em 1985, ele substituiu Yngwie Malmsteen como guitarrista-solo na banda Alcatrazz, liderada por Graham Bonnet, onde participou da gravação do álbum Disturbing the Peace.

No final de 1985, Steve juntou-se à banda do ex-vocalista do Van Halen, David Lee Roth, e participou de dois álbuns: Eat 'Em and Smile e Skyscrapper. Essa passagem pela banda de David o proporcionou grande fama entre o público de rock, uma vez que David estava em uma guerra declarada contra os membros do Van Halen e Steve era inevitavelmente comparado a Eddie Van Halen.

Em 1986, Steve surpreendeu a todos ao tocar com o ex-membro dos Sex Pistols, John Lydon, em seu grupo Public Image Ltd, em seu álbum Album. Em 1989, Steve seguiu os passos do guitarrista Adrian Vandenberg e gravou com a banda britânica Whitesnake, após Adrian ter machucado seu punho pouco tempo antes do início da gravação do álbum Slip of the Tongue.

Anos 90 e 2000
Em 1990, Steve lançou seu álbum solo Passion and Warfare, largamente aclamado pela crítica mundial. Isto sedimentou sua posição no topo dos guitarristas "virtuosos". Steve recebeu um Grammy em 1993 pela música "Sofa".Após o sucesso de Passion And Warfare, Steve resolveu inovar e em 1993 gravou Sex & Religion com o vocalista Devin Townsend.Com o fim da turnê do Sex & Religion, Steve passou a se dedicar integralmente a outro projeto, que se chamava Fire Coma. Esse projeto era algo realmente grandioso, e tomou quase todo o tempo de Vai em 94 e 96.

Em 1994, Steve foi chamado para compor e tocar no futuro álbum de Ozzy Osbourne, Ozzmosis. O plano era que Steve aparecesse em metade do álbum, e o guitarrista Zakk Wylde na outra metade. Entretanto, Steve pode ser ouvido apenas na faixa My Little Man e na faixa bônus Back On Earth, que apareceu na coletânea The Ozzman Cometh.Em 1995, Steve lançou o EP Alien Love Secrets. Com o sucesso inesperado do álbum, Vai foi convidado por Bon Jovi para abrir a turnê dele. Ainda colhendo os frutos do sucesso de Alien Love Secrets, Steve continuou o processo de criação e gravação de Fire Coma. Com o fim da Relativity Records, Vai se mudou para a Epic/Sony, onde lançou o projeto, que acabou sendo chamado de Fire Garden, em 1996.

Em 96, Steve se juntou ao G3 com Joe Satriani e Eric Johnson. Os shows consistiam em uma apresentação individual de cada um dos músicos e uma jam session entre os três. A turnê foi registrada em 1997, com o lançamento do CD e VHS G3: Live in Concert.Steve Vai lançou um DVD com sua performance no teatro Astoria, em Londres, em dezembro de 2001, onde participaram Billy Sheehan, Tony MacAlpine, Dave Weiner e Virgil Donati.

Em julho de 2002, Steve Vai tocou com a Orquestra Sinfônica Metropolitana de Tóquio no Suntory Hall, na cidade de Tóquio, na estreia mundial da peça Fire Strings, escrita por Ichiro Nodaira, um concerto para guitarra e orquestra de 100 integrantes.Em 2003, Virgil Donati foi substituído pelo baterista Jeremy Colson. Em 2004, Steve Vai estreou a trilha sonora do Halo 2, um jogo para o videogame Xbox. Entre as músicas, destacam-se uma versão pesada de guitarra de Halo 2 Theme, chamada Halo 2 Theme (Mjolnir Mix), e Never Surrender.
Em fevereiro de 2005, Steve estreou uma peça de guitarra e violão que ele escreveu chamada The Blossom Suite com a amiga Sharon Isbin, violonista erudita, no teatro Chatelet em Paris.

Ainda em 2005, foi lançado o álbum Real Illusions: Reflections, e Steve Vai e The Breed (nome pelo qual sua banda era chamada na época) embarcaram numa turnê mundial para divulgação do álbum.No ano de 2007, Steve lançou o álbum duplo Sound Theories acompanhado da famosa Holland Metropole Orkest, gravado ao vivo em 2005. Juntamente com o CD, foi lançado um DVD denominado Visual Sound Theories.No mesmo ano, Steve realizou uma turnê mundial de divulgação do álbum, com sua nova banda denominada String Theories, que conta com a presença da violinista e tecladista Ann Marie Calhoun, o violinista Alex DePue, o baixista Brian Beller, e os antigos membros Dave Weiner(guitarra) e Jeremy Colson (bateria).

Steve Vai continua fazendo shows regularmente, e está produzindo um novo DVD ao vivo, gravado na cidade de Minneapolis com sua nova banda.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Joe Satriani e Steve Vai: juntos em show beneficente

Os lendários guitarristas Joe Satriani e Steve Vai serão destaque em um show beneficente no House of Blues em Hollywood para ajudar o veterano da indústria da música e amigo Cliff Cultreri a pagar despesas médicas.

O show beneficente para Cliff será realizado no domingo, 10 de julho, e trará performances de Satriani e Vai bem como convidados especiais, incluindo Dweezil Zappa, Orianthi, Brendan Small e Tony MacAlpine, entre outros.

Cliff Cultreri é o executivo que descobriu Satriani e Vai, bem como muitos outros artistas populares quando trabalhava na Relativity Records e Koch Entertainment. Hoje ele está sofrendo de doença auto-imune nos tecidos conjuntivos que está atacando simultaneamente seu sistema imunológico, ocorrência de 1 em 100 milhões que causa fortes dores e debilidade física.

Ao longo dos anos Cultreri trabalhou com artistas diversos como Peter Frampton, Megadeth, Anthrax, The Cure, Modern English, e muitos outros.

A história de Culteri com Satriani e Vai é particularmente especial. Ambos guitarristas falaram exclusivamente ao Noisecreep sobre quão grande foi o papel de Cultreri em suas vidas profissionais e pessoais. "Desde que o conheci, eu sabia que ele era minha alma gêmea", disse Satriani. "Quando eu comecei, ninguém curtia 'rock instrumental.' O Cliff foi um mentor para mim, lutando para que eu conseguisse contrato, lutando pelo gênero que eu tocava – ele é o melhor amigo que qualquer artista poderia ter. E no mais ele é um viciado em equipamentos como eu então nós ainda conversávamos o tempo todo sobre guitarra e outros equipamentos. Mas sem ele, eu não sei como o 'Surfing With The Alien' teria saído. Ele simplesmente entendia. Não há ninguém como ele."

Nessa época, Satriani era professor de guitarra de Vai havia dois anos. Uma vez que Cultreri ajudou para que o inventivo trabalho de Vai visse a luz do dia, Vai disse que implorou a ele que ouvisse Satriani também. Satriani ri da lembrança. "Conheço o Steve desde quando ele tinha 12 anos, então nós éramos muito próximos. Ele realmente me fez um favor trazendo o Cliff à minha música. Sabe lá onde eu estaria hoje sem essa ajuda do meu melhor aluno."

Para Vai, era uma jogada óbvia. "O Joe ainda é meu mentor", disse Vai ao Noisecreep. "Tocávamos por horas naquela época, ficávamos fazendo Jam sem parar no quintal dele. Um professor incrível, então eu faria de tudo para ajudar mais pessoas a ouvi-lo."

Quanto a Cultreri, Vai diz que ele nunca conheceu nenhum outro executivo de empresa que sequer chegue perto dele. "O music business tem uma reputação, até certo ponto, verdadeira, graças a um monte de tipinhos realmente mesquinhos que só estão aí pelo dinheiro", disse Vai. "O Cliff era diferente. Ele era totalmente pelo artista e pela música. Ele é tão apaixonado com música que era sempre como estar com outro músico, não com um executivo. Ele está sofrendo tanto hoje. As contas vão se amontoando mas ele continha seguindo em frente, como ele sempre fez. É o amor da música que faz ele prosseguir então para o Joe e eu, isso é uma oportunidade verdadeira de fazer diferença. Nós o amamos, simples assim."

Além desse extraordinário show (que os dois guitarristas disseram que contará com algumas grandes surpresas), Satriani, Vai e outros doaram vários itens para serem leiloados nessa noite. Entre esses itens, está uma guitarra JEM de 20º aniversário assinada por Steve Vai comemorando toda a linha de guitarras Ibanez. Steve usou essa guitarra durante sua String Theories Tour em 2007 e na música indicada ao Grammy 'Now We Run,' que está no DVD vencedor de disco de platina 'Where The Wild Things Are.' Outros itens leiloados incluem uma guitarra Joe Satriani JS1000 de com arte personalizada, uma guitarra Joe Satriani JS1200 autografada por todos os músicos e uma guitarra Paul Gilbert autografada.

Os preços dos ingressos começam em $75 para o público em geral e estão à venda no momento. Um número limitado de pacotes VIP e Platinum VIP estão disponíveis nos sites satriani.com e vai.com.

As portas serão abertas às 19:00 e o show terá início às 20:00.

terça-feira, 31 de maio de 2011

G3 - Guitarristas


G3 é uma turnê musical periódica no qual se reunem três grandes guitarristas da atualidade para apresentarem suas composições solo. É um evento criado pelos guitarristas fenômenos Joe Satriani e Steve Vai, que geralmente participam das turnês. Algumas das turnês incluem gravação ao vivo de um álbum.


Participações:


1996:
Joe Satriani,Eric Johnson e Steve Vai entraram em turne em outubro de 1996. A tour rendeu o DVD/VHS&CD: G3 Live In Concert gravado em novembro de 1996, no Northrop Auditorium em Minneapolis, Minnesota.

2001 e 2002:
Joe Satriani, Steve Vai e John Petrucci saíram em turnê pela América do Norte.

2003:
Joe Satriani, Steve Vai e Yngwie Malmsteen fizeram turnê pela América do Norte e gravaram um dos shows como um álbum ao vivo (G3 Live: Rockin In The Free World).

2004:
Joe Satriani, Steve Vai e Robert Fripp saíram em turnê pela Europa e América do Sul, a qual passou pelo Brasil.

2005:
Joe Satriani, Steve Vai e John Petrucci saíram em turnê pelo Japão e Estados Unidos e gravaram um show em Tóquio, lançando-o como G3: Live In Tokyo.

2006:
Joe Satriani, John Petrucci e Eric Johnson saíram em turnê pela América Latina e Austrália.

2007:
Joe Satriani, John Petrucci e Paul Gilbert começaram no dia 14 Março em Phoenix a turnê pelos Estados Unidos, que se estendeu até o mês de Abril.

Assim como em outras turnês do G3 houve participações de convidados especiais. Os guitarristas Neal Schon (Journey), Gary Hoey, George Lynch (Dokken e Lynch Mob), Billy Gibbons (ZZ Top), Kenny Wayne Shepherd, Robert Fripp (King Crimson) e Brian May (Queen).

Veja abaixo o vídeo da banda, tocando Litlle Wing, do Jimi Hendrix, na turnê de 2003

  ©Universo Rock N' Roll - Todos os direitos reservados.

Template by Dicas Blogger | Topo