SLASH - MADE IN STOKE(COMPLETO)

Made in Stoke é o segundo álbum ao vivo (CD e DVD) do guitarrista Slash , em parceria com o vocalista Myles Kennedy.O show foi gravado na sua cidade natal Stoke-On-Trent Assista

SLASH E MYLES KENNEDY ELEITOS OS MELHORES DO ANO PELA LOUDWIRE MUSIC AWARDS 2012

Slash e Myles Kennedy ganharam em duas categorias na Loudwire Music Awards 2012! . Confira

GUITAR WORLD: EDDIE VAN HALEN, O MELHOR GUITARRISTA DE TODOS OS TEMPOS

Eddie Van Halen foi eleito o maior guitarrista de todos os tempos pela publicação estadunidense Guitar World.Confira a lista

STEVE VAI: OUÇA THE STORY OF LIGHT

Ouça o novo álbum de Steve Vai, "The Story Of Light". O trabalho sairá pela Favored Nations Entertainment, o selo que Vai abriu em 1999.".Ouça

BON JOVI: "BANDA APRESENTA MÚSICAS DO NOVO DISCO"

Foi ao ar na sexta-feira (25 DE JANEIRO), a apresentação da banda Bon Jovi, no BBC Radio Theatre, em Londres. Ouça

SLASH - APOCALYPTIC LOVE: OUÇA O ÁLBUM COMPLETO

Apocalyptic Love é o segundo álbum solo de estúdio do guitarrista. Slash começou a trabalhar em seu segundo álbum solo em junho de 2011, quando ainda estava na turnê de seu primeiro álbum solo. Ouça
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quinta-feira, 7 de março de 2013

Jimi Hendrix - People, Hell & Angels.


Jimi Hendrix - People, Hell & Angels tem 12 músicas ''inéditas''. As faixas foram gravadas entre 1968 e 1970. 

Nesta terça-feira (5) foi lançado em todo mundo o álbum póstumo de Jimi Hendrix, "People, hell & angels", com 12 músicas 'inéditas' gravadas entre os anos de 1968 e 1970. O disco é o resultado da colaboração entre a Experience Hendrix LLC com a Legacy Recordings, uma divisão da Sony Music Entertainment.

Clique aqui e confira as 12 músicas do novo álbum. Ouça:  

1. "Earth Blues"
2. "Somewhere"
3. "Hear My Train a-Comin"
4. "Bleeding Heart"
5. "Let Me Move You"
6. "Izabella"
7. "Easy Blues"
8. "Crash Landing"
9. "Inside Out"
10. "Hey Gypsy Boy"
11. "Mojo Man"
12. "Villanova Junction Blues"

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Slash - “Apocalyptic Love World Tour 2012”

A turnê de Slash "Apocalyptic Love World Tour 2012" iniciou-se dois meses antes do lançamento do seu mais recente álbum, no dia 23 de Março em Toronto, Canadá. 

A partir daí, até à sua conclusão, Slash, Myles Kennedy e The Conspirators (Slash, Myles Kennedy, Todd Kerns, Brent Fitz, Frank Sidoris) visitaram 21 países em seis continentes.

Durante a turnê de quase 9 meses promovendo o disco "Apocalyptic Love", tocaram 14 das 15 músicas do álbum versão deluxe, deixando apenas "We Will Roam" de fora dos set lists. Abaixo você encontrará algumas estatísticas da tour deste ano.

Onde eles tocaram?: um total de 112 concertos em 105 cidades. 
Inglaterra, Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Chile, França, Holanda, Canadá, Líbano, Luxemburgo, México, Nova Zelândia, Estados Unidos, Alemanha, Escócia, Suécia, Suíça, Uruguai, Venezuela, Itália.

O que eles tocaram?: Um total de 43 músicas de seis álbuns, oito covers e 2 solos.

Appetite For Destruction (Guns N' Roses): 
"It's So Easy", "Mr. Brownstone", "My Michelle", "Nightrain", "Out Ta Get Me", "Paradise City", "Rocket Queen", "Sweet Child O' Mine", "Welcome to the Jungle", "You're Crazy"

 Use Your Illusion II (Guns N' Roses): 
"Civil War"

 Slash (Slash):
"Back From Cali", "By the Sword", "Doctor Alibi", "Ghost", "Nothing to Say", "Promise", "Starlight", "Watch This", "We're All Gonna Die"

 Apocalyptic Love (Slash): "Anastasia", "Apocalyptic Love", "Bad Rain", "Carolina", "Crazy Life", "Far and Away", "Halo", "Hard & Fast", "No More Heroes", "Not For Me", "One Last Thrill", "Shots Fired", "Standing in the Sun", "You're a Lie"

It's Five O' Clock Somewhere (Slash's Snakepit):
"Beggars & Hangers On"

Ain't Life Grand (Slash's Snakepit): "Been There Lately", "Just Like Anything", "Mean Bone", "Speed Parade" 

Contraband (Velvet Revolver): "Dity Little Thing", "Fall to Pieces", "Slither", "Sucker Train Blues"

Outros (covers e solos):
"Communication Breakdown" - Led Zeppelin 
"Mississippi Queen" - Mountain
"Nice Boys" - Rose Tattoo
"Oh Canada" - Calixa Lavallée 
"Rise Today" - Alter Bridge
"School's Out" - Alice Cooper
"Simple Man" - Lynyrd Skynyrd 
"Strangehold" - Ted Nugent 
"Blues Jam" - Guitar Solo
 "Godfather Theme - Guitar Solo 
"Only Women Bleed - Intro

Curiosidades:
 O menor público (1.100 pessoas): Phoenix Concert Theatre, Toronto (Canadá)
O maior público (21.000 pessoas): Estádio Malvinas Argentinas, Buenos Aires (Argentina)

 Bandas de abertura:
Black Label Society, Edguy, Foxy Shazam, Ginger Wildheart, Lovehammers, Porn Queen, Tremonti 

Artistas convidados: Angry Anderson, Gilby Clarke, Alice Cooper, Lemmy Kilmeister, Duff McKagan, Andrew Stockdale, Mark Tremonti, Zakk Wylde

Set list médio:
01. Halo - (Slash, Apocalyptic Love)
02. Nightrain - (Guns N' Roses, Appetite For Destruction)
03. Ghost - (Slash, Slash)
04. Standing in the Sun - (Slash, Apocalyptic Love)
05. Back From Cali - (Slash, Slash)
06. Been There Lately - (Slash's Snakepit, Ain't Life Grand)
07. Mr. Brownstone - (Guns N' Roses, Appetite For Destruction)
08. Rocket Queen - (Guns N' Roses, Appetite For Destruction)
09. One Last Thrill - (Slash, Apocalyptic Love)
10. Not For Me - (Slash, Apocalyptic Love)
11. Doctor Alibi - (Slash, Slash) [Todd Kerns no vocal]
12. Out Ta Get Me - (Guns N' Roses, Appetite For Destruction) [Todd Kerns no vocal]
13. No More Heroes - (Slash, Apocalyptic Love)
14. Starlight - (Slash, Slash)
15. Godfather Theme - (Guitar Solo)
16. Anastasia - (Slash, Apocalyptic Love)
17. You're a Lie - (Slash, Apocalyptic Love)
18. Sweet Child O' Mine - (Guns N' Roses, Appetite For Destruction)
19. Slither - (Velvet Revolver, Contraband)
20. Fall to Pieces - (Velvet Revolver, Contraband)
21. Paradise City - (Guns N' Roses, Appetite For Destruction)

Informações:GunsNRoses.com.pl

sábado, 24 de novembro de 2012

Ouça o álbum de Steven Adler (com participação de Slash)

Back From The Dead", o álbum debut da Adler, a nova banda liderada pelo ex-baterista do Guns, Steven Adler, está disponível para streaming na íntegra na RollingStone.com. 

Programado para ser lançado nos Estados Unidos em 26 de novembro pela New Ocean Media, o CD foi gravado em Los Angeles com o produtor Jeff Pilson e foi mixado por Jay Ruston. O disco tem 11 faixas, passando por rocks cheios de adrenalina ("Back From The Dead", "Own Worst Enemy", "Another Version Of The Truth") a hinos de rock de arena ("Good To Be Bad", "Blown Away") e baladas poderosas, cheias de coração ("Waterfall", "Just Don't Ask").

O álbum trás como aparições especiais o guitarrista e ex-colega de Guns N' Roses Slash e o guitarrista de Rob Zombie/ex-Marilyn Manson, John 5.

"Back From The Dead" track listing: 
01. Back From The Dead
02. Own Worst Enemy
03. Another Version Of The Truth 0
4. The One That You Hated
05. Good To Be Bad (featuring John 5)
06. Just Don't Ask (featuring Slash)
07. Blown Away
08. Waterfall
09. Habit
10. Your Diamonds
11. Dead Wrong

OUÇA O ÁLBUM COMPLETO: 
http://www1.rollingstone.com/hearitnow/player/adler.html

domingo, 18 de novembro de 2012

Yngwie Malmsteen: capa e tracklist do novo álbum

O guitarrista Yngwie Malmsteen divulgou a capa e o título do novo álbum, Spellbound, previsto para ser lançado no dia 5 de dezembro.
Uma das surpresas foi que o guitarrista sueco anunciou que será o vocalista do seu novo álbum , já que não contou com os vocais de Tim Ripper Owens, por motivos de força maior.

Setlist:
01. Spellbound
02. High Compression Figure
03. Let’s Sleeping Dog Lie
04. Repent
05. Majestic 12 Suite 1,2 & 3
06. Electric Duet
07. Nasca Lines
08. Poisoned Mind
09. God Of War
10. Iron Blues
11. Turbo Amadeus
12. From A Thousand Cuts
13. Requiem For The Lost

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Guns N' Roses: Appetite for Destruction (Letras Traduzidas)

Lançado no dia 21 de julho de 1987, Appetite for Destruction vendeu 15 milhões de cópias só nos Estados Unidos - transformando-se em um dos álbuns de estreia de maior venda da história.

É um dos mais importantes lançamentos da história do rock por trazer canções que se tornaram clássicas e são populares até hoje como "Welcome to the Jungle", "Sweet Child O' Mine" e "Paradise City" dentre outras. O álbum foi aclamado pela crítica, que elogiou principalmente as letras variadas e as melodias potentes. _______________________________________________________________________

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Agradecimentos:Whiplash

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Rush: “Clockwork Angels” - 2012

Álbum: Clockwork Angels
Gravadora:Blackbird Studio em Nashville
Data de lançamento: 12 de Junho de 2012
Gênero: Progressive Rock, Hard Rock
Produtor: Rush, Nick Raskulinecz
Faixas: 
1. Caravan 
2. BU2B 
3. Clockwork Angels 
4. The Anarchist 
5. Carnies 
6. Halo Effect 
7. Seven Cities Of Gold
8. The Wreckers
9. Headlong Flight 
10. BU2B2 
11. Wish Them Well 
12. The Garden
Descrição do Álbum: 
Clockwork Angels é o décimo nono álbum de estúdio banda canadense de rock  Rush, lançado em 12 de junho de 2012. O álbum foi gravado em abril de 2010 no Blackbird Studio, em Nashville, Tennesse. Duas músicas que eventualmente aparecem no álbum, "Caravan" e "BU2B", foram liberados para emissoras de rádio, e foram disponibilizadas para compra digital on-line no dia 1° de junho de 2010.  Após o lançamento destas duas canções, a banda embarcou na turnê Time Machine, em 2010 e 2011. A turnê contou com as primeiras apresentações ao vivo de "Caravan" e "BU2B", como parte do set list todas as noites. Clockwork Angels foi concluído após essa turnê. O segundo single do álbum, intitulado "Headlong Flight", foi lançado em 19 de abril de 2012. O álbum estreou em # 1 no Canadá e em # 2 na Billboard 200.
Curiosidades:
A capa do álbum mostra um relógio marcado com símbolos alquímicos em vez de números. Ela exibe a hora como 09:12 (21:12), em referência ao álbum da banda intitulado 2112  . Outros símbolos são incorporados ao nome da banda e ao título do álbum. A arte da capa foi ilustrada por gráficos pelo artista de longa data do Rush, colaborador Hugh Syme.

OUÇA O ÁLBUM COMPLETO:

terça-feira, 11 de setembro de 2012

John Frusciante: Ouça - PBX Funicular Intaglio Zone (2012)

Álbum: PBX Funicular Intaglio Zone  
Gravadora: Record Collection  
Data de lançamento: 25 de setembro de 2012  
Gênero: Alternative Rock
Faixas:
01 - Intro/Sabam
02 - Hear Say 2:52
03- Bike  6:36
03 - Ratiug 10:58
04 - Guitar 17:23
05 - Mistakes 19:55
06 - Uprane 23:49
07 - Sam  28:36
08 - Sum 33:03
09 - Walls and Doors 29 (bonus track)
10 - Ratiug (acapella version) (bonus track)
Descrição do Álbum:
PBX Funicular Intaglio Zone é o décimo sexto álbum solo de John Frusciante. Será lançado logo após o EP Letur-Lefr, mas provavelmente terá uma proposta diferente, visto que o próprio John disse que PBX foi concebido realmente como um álbum, diferente do EP que foi apenas uma seleção de músicas já feitas. Há apenas uma participação no álbum que será, provavelmente, da cantora de R&B Share Watson (Truth Hurts).

Curiosidades:
- As gravações de PBX são de 2011.
- A arte da capa foi feita pelo John.
- Antes de lançar o disco, John disponibilizou a música Walls and Doors para download grátis, que para ele foi “a canção que apontou o caminho de PBX ” mas por ela ter sido gravada sete meses antes do resto do disco, acabou ficando de fora.
- PBX Funicular Intaglio Zone será lançado no Japão em 12 de setembro, na América do Norte em 25 de setembro e no resto do mundo em 24 de setembro.
- Assim como o EP Letur-Lefr, o LP PBX estará disponível em vinil, CD, cassete e em formatos de 32 bits, FLAC e MP3 digital. Fonte: Universo Frusciante

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Steve Vai: “The Story Of Light” - 2012

Álbum: The Story Of Light
Data de lançamento: 14 de agosto de 2012
Gênero: Hard Rock, Rock, Rock Instrumental
Gravadora: Favored Nations
Produtor: Steve Vai
Faixas
01. The Story of Light 
02. Velorum
03. John the Revelator
04. Book of the Seven Seals
05. Creamsicle Sunset
06. Gravity Storm
07. Mullach A’tSi
08. The Moon and I
09. Weeping China Doll
10. Racing the World
11. No more Amsterdam
12. Sunshine Electric Raindrops
Descrição
The Story of Light é o décimo-sexto álbum de estúdio do guitarrista virtuoso estadunidense Steve Vai.O álbum foi lançado no dia 14 de Agosto com o selo Favored Nations Entertainment; porém, desde o dia 23 de Maio de 2012, o disco ficou em pré-venda no site oficial do músico.

Felizmente, Vai acertou muito mais do que errou em sua longa carreira. Seu álbum anterior “Real Illusion: Reflections” (2005), por exemplo, foi muito bem recebido e deu início a uma trilogia que ganhou agora o segundo capítulo: “The Story of Light”. Obcecado por assuntos cósmicos, equilíbrio espiritual e natureza, o guitarrista se esforça para que esses elementos apareçam em suas canções. Desse modo, é preciso entender que para Vai é natural coverizar “John The Revelator”, de Blind Willie Johnson, com o coral gospel Beverly McClellan. E como se isso não fosse suficiente, emendá-la a “Book of the Seven Seals”, que mais parece uma mistura de black music gospel com musical da Broadway.

Quem não se assustar com essas surpresas durante a audição pode encontrar pérolas como a emocional “Weeping China Doll”, o belo tema “Sunshine Electric Raindrops” e “The Moon and I”, na qual Vai canta e faz um solo de tirar o fôlego. Ele também canta em “No More Amsterdam” e existem outras pequenas participações especiais e intervenções de voz, mas este é basicamente um álbum instrumental. A competente banda que o acompanha, aliás, é formada por Dave Weiner (guitarra), Jeremy Colson (bateria), Philip Bynoe (baixo) e Deborah Hensen (harpa, vocal e teclado).

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Steve Vai: ouça o novo álbum - “The Story Of Light”

Ouça o novo álbum de Steve Vai, "The Story Of Light", previsto para ser lançado no dia 14 de Agosto. O trabalho sairá pela Favored Nations Entertainment, o selo que Vai abriu em 1999.

As doze músicas presentes no trabalho continuam a narrativa cósmica e conceitual que começou com o álbum de 2005, "Real Illusions: Reflections".Apesar do álbum ser em sua maior parte instrumental, ele possui vocalistas convidados.

"The Story Of Light" conta a história de uma homem enlouquecido pelo sofrimento, entrelaçado com tragédia, revelação, iluminação e redenção.

Segundo Vai: “Eu estou sempre procurando pela sabedoria, eu busco equilíbrio espiritual e a música é uma grande parte disso. Eu sou obcecado por essas idéias por anos.” "The Story Of Light" é o décimo sexto álbum da carreira do guitarrista. "

O novo disco de Steve Vai, pode ser conferido no link abaixo: 
http://music.aol.ca/new-releases-full-cds#/4

terça-feira, 24 de julho de 2012

Steve Vai: ouça a inédita “John The Revelator”

"John The Revelator", uma nova canção do virtuoso guitarrista e compositor visionário, Steve Vai, está disponível para streaming no site da RollingStone.com.


A faixa é um clássico do blues-gospel de 1930, que sofreu pequenas mudanças sendo acrescentada uma camada de rock pesado. "John The Revelator" estará no novo álbum solo do guitarrista, "The Story Of Light", que está agendado para ser lançado em 14 de agosto.

O título sairá pela Favored Nations Entertainment, o rótulo do próprio Vai, fundado em 1999. O vasto e expressivo trabalho que conta com 12 canções, continua um arco narrativo conceitual e cósmico, que começou com o lançamento do mais recente álbum do músico, o aclamado "Real Illusions: Reflections" de 2005.

Para ouvir a faixa "John The Revelator", acesse o link abaixo: http://www.rollingstone.com/music/news/song-premiere-steve-vai-john-the-revelator-20120724

Embora "The Story Of Light" é em grande parte instrumental, o álbum contém vocalistas, incluindo a cantora e compositora Aimee Mann - dueto com Vai em "No Amsterdam More", música a qual co-escreveu. Beverly McClellan, aparece em "John Revelator", uma faixa inspirada pelo  cantor de blues Blind Willie Johnson. Outros destaques incluem a faixa-título (que abre o álbum), "Storm Gravity", "The Moon And I", e "Velorum".

"The Story Of Light" segue a jornada de um homem enlouquecido pela dor, entrelaçando tragédia, revelação, iluminação e redenção. "Estou sempre em busca de conhecimento, eu sou um buscador espiritual de equilíbrio e música é uma grande parte disso", diz Vai. "Eu fui obcecado com esses tipos de ideias para o ano."

sábado, 21 de julho de 2012

Guns N' Roses: 25 anos do “Appetite For Destruction”

É difícil acreditar que já se passaram 25 anos desde que o primeiro álbum do Guns N' Roses Appetite for Destruction foi lançado; Axl, Slash, Duff, Izzy e Steven, foram estas pessoas que com este disco, mudaram para sempre a história musical, se tornando o disco de estreia mais vendido da história. 
Seu orçamento total foi de 370 mil dólares e desde sua estréia à até hoje, foram vendidos cerca de 30 milhões de cópias do disco em todo o mundo. O Appetite for Destruction, apesar de ser hoje esse grandioso álbum, estreou na 182ª posição da Billboard 200 em 29 de agosto de 1987. O álbum só alcançou o número 1 nas paradas no dia 24 de setembro de 1988 onde ficou por quatro semanas no topo, e um total de 147 semanas na Billboard 200.

* Em 1989 a Rolling Stone classificou o Appetite for Destruction como o 27º Melhor Álbum dos anos 80'. Mais tarde, a revista classificou o álbum como o 61º na lista dos 500 maiores álbuns de todos os tempos.
* Em 2001, a revista Q nomeou o álbum como um dos 50 maiores álbuns de todos os tempos. Em 2004, esta mesma revista nomeou o AFD como um dos maiores álbuns clássicos do rock de sempre.
* Em 2002, a Pitchfork Media classificou o álbum na 59ª posição de seu Top 100 Álbuns da década de 80'.
* Em 2003, a VH1 nomeou o Appetite como o 42º Melhor Álbum de todos os tempos.
* Ele foi classificado na 18ª posição dos 100 Melhores Álbuns da revista Spin, de 1985 - 2005.
* Em 2006, a Kerrang! classificou o álbum como o nº 1 na lista dos melhores álbuns de rock.
* O álbum foi classificado na 32º posição dos 200 definitivos álbuns, desenvolvida pelo NARM, a National Association of Recording Merchandisers [em português a Associação Nacional de comerciantes de gravação]
* Em 2006, a revista Q o elegeu como o 10º melhor álbum dos anos 80' entre 40.
* Em 2006, o album foi o nº 2 na lista da revista Guitar World dos 100 Melhores Álbuns de Todos os Tempos.
* Em 2011, a estação de rádio australiana Triple M listou o Appetite For Destruction na 1ª posição dos 250 álbuns que mudaram a vida.
* Em 2012, a Slant Magazine listou o álbum no 37ª posição em sua lista dos "Melhores álbuns da década de 1980" * Em 2012, a revista Clash adicionou o álbum ao Classic Albums Hall of Fame.
A Capa
Seu titulo é o mesmo de uma ilustração do pintor americano Robert Williams que foi usada como capa original do disco, mas, por ser considerada obscena, foi proibida nos Estados Unidos e em alguns outros países que, inclusive o Brasil, foi editada, ou em alguns lugares foi impressa com o encarte do CD ou o livreto do vinil. Sua substituta trás um crucifixo com caricaturas dos atuais membros daquela época em cada ponta e uma no centro.

1. Welcome To The Jungle
2. It'S So Easy
3. Nightrain
4. Out Ta Get Me
5. Mr. Brownstone
6. Paradise City
7. My Michelle
8. Think About You
9. Sweet Child O'Mine
10. You'Re Crazy
11. Anything Goes
12. Rocket Queen

Créditos: Axl Rose Fã Clube

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Iron Maiden: Steve Harris lançará disco solo em setembro

Steve Harris, baixista, fundador e principal compositor do Iron Maiden, irá lançar seu primeiro disco solo. O músico aproveitou os intervalos entre turnês e compromissos de sua famosa banda para compor British Lion, que chegará às lojas em 24 de setembro.
O álbum é composto por 10 faixas em que Steve e seus colaboradores trabalharam nos últimos anos entre as turnês e lançamentos do Iron Maiden. É um álbum que irá surpreender e deliciar fãs de música ao redor do mundo.

Com uma pegada decididamente heavy rock, esta forte estreia cobre uma ampla variedade de sons; empolgante, melancólico, diretamente indignante e exuberantemente pesado. Com Kevin Shirley capitaneando as mixagens - cujos créditos incluem o Iron Maiden, bem como Led Zeppelin, Journey e Rush entre muitos outros – este é um álbum que vai chamar sua atenção.

 Dos riffs que rugem da abertura "This Is My God" à balada heavy que se segue, "Lost Worlds", que traz os vocais dolorosos de Richard Taylor, é claro que "British Lion" é uma besta no geral diferente do Maiden. 

"Karma Killer", com seu forte lamento, e "Us Against The World", com seu coro denso, monstram o quão longe British Lion levou a força musical de Steve Harris. Apoiadas pelas colossais e líricas melodias de guitarra de David Hawkins, é um aperitivo antes da epicidade, do banquete de riffs de "The Chosen Ones", com sua bravura exagerada. 

"A World Without Heaven", com sete minutos de tirar o fôlego, e cheia de elementos progressivos, sem nunca cair na auto-indulgencia, ilustra perfeitamente a habilidade deste artesão da música para criar climas e manter estes climas. Fortalecidas pelo estilo inimitável de Steve Harris, sem cinismo, há aqui uma vibração fresca que não se encontra na indústria musical totalmente categorizada dos dias de hoje.

E sobre o nome British Lion... “Eu sempre tive orgulho de ser inglês,” explica Steve, “Eu não vejo nenhuma razão para não ter orgulho. É uma grande parte de mim. Não que eu fique agitando bandeiras ou pregando, não é algo político, de forma alguma. É como dar apoio ao seu time de futebol, de onde você veio. Eu acho que isso traz algumas imagens fortes também, e para mim, combina com o som.”

Com o Iron Maiden, Steve Harris se tornou one dos mais bem-sucedidos e reconhecidos músicos britânicos do mundo. Tendo lançado 15 álbuns de estúdio com mais de 85 milhões de cópias vendidas ao redor do mundo, e tocado mais de dois mil shows em 58 países em 35 anos de carreira, ele é uma personalidade global.

E agora com "British Lion", Steve sai da ilustre sombra do Iron Maiden para apresentar um lado diferente de sua visão musical.

Track list de "British Lion": 
1.This Is My God
2.Lost Worlds
3.Karma Killer
4.Us Against The World
5.The Chosen Ones
6.A World Without Heaven
7.Judas
8.Eyes Of The Young
9.These Are The Hands 1
10.The Lesson

terça-feira, 17 de julho de 2012

Foto recente de John Frusciante em estúdio e Pré-venda do EP Letur-Lefr

No dia do lançamento do EP Letur-Lefr, uma foto de John Frusciante em estúdio foi postada no site oficial do guitarrista. A foto foi tirada por Mike Piscitelli.
Já está em pré-venda (em todos os formatos) no site oficial do John o décimo quinto álbum solo lançado por John Frusciante e o primeiro após deixar os Red Hot Chili Peppers. Provavelmente será um álbum baseado na música eletrônica pois foi gravado na mesma época do projeto Speed Dealer Moms, onde sintetizadores eram a base de tudo. 

 Downloads de álbuns digitais estarão disponíveis no dia de hoje(17). Somente a versão luxo (Deluxe) vem com alta qualidade de resolução de 300dpi. A arte da capa foi feita por John. 

Faixas do EP: 
01 - In Your Eyes
02 - 909 Days
03 - Glowe
04 - FM
05 - In My Light

LETUR-LEFR PREORDER
Fonte: Universo Frusciante

terça-feira, 12 de junho de 2012

Slash - Apocalyptic Love: Ouça o álbum completo

Apocalyptic Love é o segundo álbum solo de estúdio do guitarrista. Slash começou a trabalhar em seu segundo álbum solo em junho de 2011, quando ainda estava na turnê de seu primeiro álbum solo. 

Ao contrário do primeiro álbum, que contou com uma variedade de cantores como Ozzy Osbourne, Kid Rock e Chris Cornell, Apocalyptic Love foi gravado apenas com um, o cantor do Alter Bridge Myles Kennedy. Ouça abaixo o novo álbum do Slash

Álbum: Apocalyptic Love
Data de lançamento: 22 de maio de 2012
Gênero: Hard rock, heavy metal
Gravadora: Dik Hayt
Produtor: Eric Valentine 

1. Apocalyptic Love 0:00 | 2. One Last Thrill 3:28 | 3.Standing in the Sun 6:37 | 4.You're A Lie 10:39 | 5.No More Heroes 14:28 | 6.Halo 18:57 | 7. We Will Roam 22:19 | 8. Anastasia 27:05 | 9. Not for Me 33:17 | 10.Bad Rain 38:38 | 11. Hard & Fast 42:25 | 12. Far and Away 45:28 | 13.Shots Fired 50:40 | 14.Carolina 54:31 |15.Crazy Life 57:50 

sábado, 2 de junho de 2012

Rush: Lifeson comenta canções do novo álbum

Alex Lifeson comentou todas as faixas de Clockwork Angels no site Music Radar.Confira abaixo o texto traduzido para vocês.

Caravan
"Gosto muito dessa canção por ter um grande riff e algumas coisas peculiares no teclado. Foi bom rever a faixa e remixá-la para o álbum com os ouvidos descansados. Conversamos sobre uma regravação, mas não havia muito sentido - ficamos felizes com as performances e com o som. Achamos que poderíamos remixá-la para que ela pudesse se ligar mais ao álbum. A perspectiva mudou um pouco. 'É divertido' - pessoas dizem para mim. 'Eu ouço partes novas na canção. Vocês a regravaram?' Isso é criado pela mudança da ênfase nos instrumentos". 

 BU2B 
"Eu adoro o peso de BU2B. É forte no estilo Zeppelin antigo, traz um grande riff de blues. O refrão é muito forte e o sentimento das letras anuncia o que está por vir. Sobre as guitarras, usei uma Les Paul 1959 e uma Tele. Essa é uma das canções onde eu criei camadas de guitarra. Existem ali provavelmente seis camadas de guitarra. Eu gravei uma nova abertura que não estava na versão que lançamos anteriormente. Comecei a brincar e a compor alguma coisa no meu quarto de hotel. Eu tinha algumas guitarras – um dos meus modelos Axcess e uma Martin emprestada da Guitar Center – e um microfone. 

Havíamos conversado sobre fazermos um pouco disso. Dessa forma, deixei o microfone preso na sacada, que gravou alguns sons de fundo: a manhã de Los Angeles, os carros passando, coisas assim. Com as portas da sacada abertas, toquei um pouco de violão, e depois Geddy realizou os vocais. Brincamos com alguns efeitos e criamos a peça. Foi tudo feito de forma espontânea em apenas alguns minutos no meu quarto".

Clockwork Angels 
"Eu só estava brincando em casa e aquilo acabou se transformando numa peça bem longa. A maior parte dela é o que Clockwork Angels acabou se tornando. Geddy e eu gostamos de trabalhar em um único dia. Nós geralmente não trazemos mais nada pro momento, nem nos referimos às jams das passagens de som. Ficamos apenas animados por começarmos algo novo. Mas eu tinha aquilo que fiz flutuando, então dei uma cópia a ele, e ele gostou muito e viu um grande potencial. Fizemos novos arranjos e desenvolvemos um pouco mais algumas partes nos versos. A partir dali, a música veio. Eu amo o dedilhar nos versos, eles são muito ativos. 

E as pontes são tão sonhadoras que nos levam para outro lugar. Há também uma seção blues na parte mediana que vem do nada, que dá bastante ênfase à letra. E então ela simplesmente cai naquele lindo e crescente arpejo. Essa parte me dá arrepios todas as vezes. Perto do fim, existe uma harmonia vocal realizada por Geddy que soa quase como uma oração. Ele cantou isso em uma das outras partes, e aquilo fica flutuando por ali. Acho que Nick é o responsável por isso. Ele disse, 'Ei, veja isso'. Nós ouvimos e pensamos, 'Oh, temos que ter isso aqui'. É bem bacana, especialmente porque você não sabe de onde vem".
The Anarchist 
"Acho que The Anarchist foi uma das primeiras canções que escrevemos para o disco, há poucos anos. Até agora a resposta tem sido bem forte, algo que eu realmente não esperava. É uma canção que vem na sua cara, uma parte poderosa de toda a suíte. Se você ouvir a demo e a versão final verá que estão muito próximas, embora com algumas diferenças. Nick nos levou a pensar sobre uma linha melódica instrumental que daria a identidade da música. O resto é praticamente o mesmo da demo. Tem uma influência oriental, algo que já visitamos antes, coisa que sentimos e gostamos muito. A maneira com que Nick e Neil se aproximaram sobre os arranjos de bateria foi ótima. Normalmente, depois de escrevermos tudo, fazemos cópias das músicas para Neil com baterias programadas ou metrônomos, de modo que ele consiga alguns pontos de referência os quais ele pode querer usar ou desenvolver. 

Assim, ele passa as músicas metodicamente, trabalhando em seus arranjos de bateria, memorizando o que vai tocar. É preciso passar aquilo mais ou menos durante um mês, e depois disso partimos para a gravação. Dessa vez Nick disse, 'Quero gravar no primeiro dia. Vamos colocar a musica para tocar, e você irá aprender enquanto estiver tocando. Faremos um monte de takes e veremos onde vai'. Acho que foi uma forma incrivelmente desafiadora de trabalho para Neil, pois ele é o tipo de pessoa que necessita constantemente de novos desafios na vida. Ele realmente toca como um louco no disco – ele está livre, muito livre. É claro, ele tem seu trabalho facilitado por ter que aprender a tocar tudo ao vivo".

Carnies 
"Eu amo o riff de abertura e os harmônicos legais. Tem um pouco de Hendrix ou Robin Trower. Os refrões são fortes. O clima festivo e os sons são bem diferente dos versos e da ponte. A subida para a ponte me faz lembrar algo, não sei o que. Vários momentos do álbum soam assim: eles me fazem lembrar de alguma coisa, mas não consigo dizer qual música ou de quando é. No entanto isso é algo muito legal – pessoas gravitando em torno das canções. Pegue Bryan Adams, por exemplo. Várias de suas composições trazem essa qualidade. Ele utiliza melodias de outras canções e é sempre muito bem sucedido. Você pode ouvir sua música e se sentir confortável com a familiaridade, familiarizado com ele. Acontece o mesmo com essa canção. Ela me leva de volta aos Beatles, mas nós não pegamos um disco deles e dissemos, 'Vamos fazer isso'! Mesmo assim há algo nos refrões que lembram os anos 60". 

Halo Effect 
"Acho que fomos numa direção diferente com Halo Effect. Lembro que estávamos no nosso pequeno estúdio – tínhamos três ambientes diferentes onde coisas aconteciam ao mesmo tempo – quando peguei o violão e comecei a tocar. Quando Geddy iniciou pronunciando a letra tivemos o estalo: ele começou a tocar também, e fomos desenvolvendo a música a partir dali. A canção é realmente sobre as decisões emocionais que fazemos e que não funcionam. Muitas vezes, em um relacionamento – você acha que vê algo a mais que, na verdade, não está lá. 

Portanto, a canção deveria ser doce e pesada ao mesmo tempo. Precisávamos desses dois contrastes. Acho que acertamos em cheio. Há um grande som acústico nela, e a seção do solo é algo bem diferente para nós. É do tipo frívola e brilhante, como se você estivesse com borboletas voando no seu estômago, da mesma forma como se sente quando está apaixonado por quem não deveria".
Seven Cities Of Gold 
"Então entramos nessa. Tudo começou na fase de composições antes do estúdio, exatamente quando estávamos recuperando o atraso revendo as coisas na casa de Geddy em setembro. Tínhamos algumas músicas, mas queríamos conseguir escrever mais algumas coisas antes de entrar novamente no estúdio em outubro. Passamos a primeira semana apenas bebendo café e pensando que talvez não estivéssemos prontos para gravar. Eu me lembro de descer as escadas e não fazer nada durante alguns dias, somente bebendo café e conversando. Então tivemos o que chamamos de 'os bons seis minutos'. Isso é tudo o que você precisa, de uns bons seis minutos por dia. Dali, a música decolou.

Começamos a comentar a coisa toda, o que é muito legal. A canção é muito cinematográfica. Você pode ouvir o perigo da cidade grande e a aproximação ao nosso viajante. Quando Neil vem e quebramos o riff, você está lá – você está na cidade com toda sua emoção, oportunidades e problemas. A canção tem uma grande arrogância mesmo. Eu a descobri exatamente da maneira que imaginava. Adoro o final, com a guitarra gritando e cuspindo com você deixando a cidade". 

The Wreckers 
"Eu e Geddy trocamos os instrumentos durante a composição, mas, quando fomos gravar, voltamos para eles. Estávamos influenciados pelas composições um do outro, o que eu penso ser um grande testemunho sobre como trabalhamos. Foi uma experiência muito agradável, produtiva. Foi uma luta para que os versos encaixassem. A acústica era muito doce, mas não se saía bem. Havia um contraste que não parecia amplo o suficiente. Então, depois de muito trabalho, chegamos com uma levada rápida e colocamos os harmônicos, o que criou um belo momento. Essa canção contrasta com o som de um sinal de perigo: não aceitar tudo ao pé da letra. Tenha cuidado. 

Coisas que possam parecer tão boas podem vir a ser exatamente o oposto. Há uma sessão mediana onde todo o estrago está feito – estou tentando explicar sem entrar na história – que veio de uma de nossas jams de passagens de som. Uma vez que temos as cordas e os pedais de baixo, esse momento da canção se torna muito visual. The Wreckers traz uma sensação pop. Não é pesada, mas esta emocionalmente ligada a uma presença forte do rock. Os versos são um dos meus momentos favoritos de toda a carreira do Rush".

Headlong Flight
"Começamos com alguns riffs que se tornaram uma longa e ótima jam. Deve ter levado horas. Havia um milhão de partes voando ao redor, todas na mesma tecla. Depois dividimo-la em pedaços, tirando coisas que gostamos e transferindo para outro lugar. Quando ouvimos pensamos, 'Oh meu Deus, temos algo muito legal acontecendo aqui! Devemos torná-la instrumental?' Por fim, decidimos que neste disco, pela primeira vez em muito, muito tempo, não teríamos uma instrumental. Acho que a musica casa muito bem com a letra. Há trechos que são extremamente dinâmicos. Acima de tudo, tivemos que tocar como loucos. Queríamos uma canção onde pudéssemos esticar ao vivo, como fazemos com Working Man. Diminuímos um pouco o trecho mediano. Originalmente havia mais coisas acontecendo, mas pensamos que estávamos exagerando, então reduzimos. Mas há mais do que o suficiente lá".
BU2B2 
"Esse momento é parte integrante da história de Neil, ele realmente queria ter esse trecho lá dentro. O problema foi não sabermos como abordá-lo musicalmente. Geddy havia feito os vocais com algumas outras coisas que havíamos escrito, mas ele não estava feliz com aquilo, nem eu. Decidi ficar até tarde da noite, retirei toda a música e fiquei apenas com o vocal. Escutei um monte de vezes e então criei algo mais rítmico – era menos musical, mas que acrescentava muita tensão. No momento de desenvolvê-la, os violões que eu havia feito originalmente foram substituídos por cordas. Colocamos alguns pedais de baixo e coisas do tipo, mas mantivemos tudo muito simples no final. É como um pequeno capitulo". 

Wish Them Well 
"Nós sempre adoramos a letra, mas essa foi uma canção difícil de desvendar. A primeira versão que tínhamos era bem diferente da original. Ela era um pouco mais etérea, com delays a la The Edge – até demais. Nós a descartamos e começamos a trabalhar em outra coisa completamente diferente, que também foi descartada – simplesmente não funcionava. Isso acontece às vezes, você sabe quando está forçando a barra. Após as duas primeiras versões, buscamos uma abordagem totalmente nova, com as quatro diretas e muito tradicionais progressões de acordes. Esse formato era bem adequado às letras. Foi desafiador, uma forte afirmação, e tinha bastante empenho, o que a tornava interessante. No entanto ainda é muito básica em sua entrega, o que eu acho que foi bom devido a toda complexidade do disco. Eu adoro a maneira como a guitarra soa. É vasta e clássica... um som terrível vindo de um Marshall. Rick Chycki é um engenheiro fantástico".

The Garden 
"The Garden foi uma das primeiras músicas que surgiram para Clockwork Angels. Na verdade Geddy compôs a maior parte. Ele trabalhou um pouco nela à noite, e no dia seguinte eu ouvi sua abertura de baixo e o verso. A ideia era a mantermos simples e sincera. O sentimento foi muito sobre estarmos no fim, sendo uma retrospectiva, então deveria haver uma doçura para ela. Nick ficou um pouco cauteloso sobre a canção ficar muito doce, no entanto. A demo era bem acústica. Havia trechos de piano, assim como cordas, e tudo era bem leve. Nick queria endurecê-la um pouco. 

Caminhamos mais entre as pontes e refrão – ela não tem os dedilhados tranqüilos dos versos – e desenvolvemos todo o trecho mediano. O solo é um dos meus favoritos. Ele é muito adequado para todo o restante da canção. Quando o ouvi, meus olhos se encheram de lágrimas. Há algo nele que me arrebata, a maneira com que se encaixa com todo o resto. O refrão de fechamento se mantém crescendo, crescendo e crescendo, até chegar no instante final. Foi uma ótima maneira de se terminar um disco".

Fonte original(em inglês) desta matéria: Music Radar 
Fonte: Rush - Fã Clube BR

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Slash: Apocalyptic Love - 2012

Álbum: Apocalyptic Love
Data de lançamento: 22 de maio de 2012
Gênero: Hard rock, heavy metal
Gravadora: Dik Hayt
Produtor: Eric Valentine 
Faixas
01. Apocalyptic Love
02. One Last Thrill
03. Standing in the Sun
04. You’re a Lie
05. No More Heroes
06. Halo
07. We Will Roam
08. Anastasia
09. Not for Me
10. Bad Rain
11. Hard & Fast
12. Far and Away
13. Shots Fired
14. Carolina (Deluxe Edition bonus track)
15. Crazy Life (Deluxe Edition bonus track) 
Descrição
Apocalyptic Love é o segundo álbum solo de estúdio do guitarrista.Slash começou a trabalhar em seu segundo álbum solo em junho de 2011, quando ainda estava na turnê de seu primeiro álbum solo.Ao contrário do primeiro álbum, que contou com uma variedade de cantores como Ozzy Osbourne, Kid Rock e Chris Cornell, Apocalyptic Love foi gravado apenas com um, o cantor do Alter Bridge Myles Kennedy, que também apareceu cantando duas canções no primeiro álbum. 

Slash disse que seu segundo álbum seria mais um álbum de colaboração com Kennedy, e disse que não sabia se seria lançado em seu próprio nome ou um nome totalmente novo. Kennedy disse que algumas das letras do álbum são sobre o uso de drogas em seus primeiros anos. Em dezembro de 2011, três canções foram gravadas: "Halo", "Standing in the Sun" e "Bad Rain". Slash descreveu as novas músicas como "muito pesado" e em 06 de fevereiro, a gravação de "Apocalyptic Love" foi terminado. Em 24 de fevereiro foi anunciado que "You're a Lie" seria o primeiro single do álbum e foi lançado para a rádio em 27 de fevereiro.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Slash: o processo de gravação de Apocalyptic Love

O lendário guitarrista Slash convidou o MusiciansFriend.com ao estúdios Barefoot em Hollywood, Califórnia, onde ele estava concluindo seu próximo álbum, "Apocalyptic Love", e deu ao site uma visão de seu equipamento e do processo de gravação. 

 Slash lançará seu segundo álbum solo, "Apocalyptic Love", em 22 de maio através de seu próprio selo, Dik Hayd International, distribuído pela EMI.O "Apocalyptic Love" foi gravado como um disco de performance ao vivo em que a banda se colocou em uma grande sala no Barefoot. A sensação libertadora do "Apocalyptic Love" é evidente ao longo das 13 canções do LP, bem como na genuína química entre Slash e Myles.

 A evolução de sua relação criativa chegou ao ápice desde que os dois reuniram forças pela primeira vez no álbum solo de estréia do Slash de 2010, no qual o frontman do Alter Bridge emprestou seus pulmões para a tropa de veneráveis vocalistas convidados, que incluiu Iggy Pop, Ian Astbury e Ozzy Osbourne. "Eu entrei em contato com ele assim do nada, mandei uma das músicas pra ele em que estava trabalhando a qual acabou mais tarde se tornado a 'Starlight'", disse Slash.

Depois de Myles ter contribuído com suas idéias e mandado a música de volta para o Slash, as forças criativas se solidificaram. "Eu disse ‘Uau, isso é realmente bom’", relembra Slash. "Nos trouxemos o Myles para fazer a faixa e esse cara desprentensioso e de bons modos aparece, semelhante a mim na conduta, meio calado, não explosivo na personalidade. Ele então arrebentou na 'Back from Cali' e foi assim, 'Você gostaria de fazer uma turnê comigo?', eu fiquei tão feliz quando ele aceitou a oferta". Para o vocalista nascido em Spokane, a apresentação foi uma oportunidade de ampliar seu portfolio pessoal, enquanto explorava sinergia musical com um artista que há muito ele admirava. Ao longo dos 18 meses seguintes, Slash com Myles Kennedy e The Conspirators — Myles Kennedy (vocal), Brent Fitz (bateria) e Todd Kerns (baixo) — fizeram turnê pelo mundo pelo álbum, evoluindo até o grupo de rock azeitado que eles são hoje.

 No domingo, 13 de maio, os fãs vão ter um vislumbre adiantado do poder trovejante da banda com a première do show especial "Slash featuring Myles Kennedy Live: Made in Stoke" que irá ao ar pela HDNet às 20:00 do horário local. Slash e sua banda passam por tomadas que abrangem sua carreira de 20 anos com o Guns N' Roses (nove canções do GN'R serão apresentadas) com como canções do Velvet Revolver, Slash's Snakepit e do primeiro álbum solo do Slash. As músicas a serem apresentadas incluem "By The Sword", "Back From Cali", "Slither", "Sweet Child ‘O Mine", "Paradise City" dentre outas que irão reverberar nas estruturas do Victoria Hall em Stoke-on-Trent, Inglaterra, terra natal de Slash, que estará com lotação esgotada. Assista abaixo:

sábado, 31 de março de 2012

John Frusciante: Shadows Collide With People - 2004

Álbum: Shadows Collide With People
Gravadora: Warner Bros.
Data de lançamento: 24 de Fevereiro de 2004
Gênero: Experimental Rock, Indie Rock, Alternative Rock
Faixas: 
01 - Carvel
02 - Omission
03 - Regret
04 - Ricky
05 - Second Walk
06 - Every Person
07 - –00Ghost27
08 - Wednesday's Song
09 - This Col
10 - Failure33 Object
11 - Song to Sing When I'm Lonely
12 - Time Goes Back
13 - In Relief
14 - Water
15 - Of Before
16 - Cut-Out
17 - Chances
18 - 23 Go In To End
19 - The Slaughter

Descrição do Álbum: 
Shadows Collide With People é o quarto álbum de John Frusciante. Ele foi gravado durante a época de gravação do álbum By The Way (Red Hot Chili Peppers) e contém as músicas mais "acessiveis" de John contando com guitarras alternativas e baladas folks, sendo o album mais caro de John a ser produzido, foi gasto cerca de 300 mil dólares para ser feito.

Curiosidades:
- Quando John foi perguntado sobre as "musicas com numeros" ele explicou que o 27 é sua idade na pior fase de sua vida, o 33 é a idade que ele estava no momento da gravação e 23 a idade de Josh Klinghoffer no momento da gravação do album.
- Se você tiver um ouvido muito bom, poderá ouvir John dizendo "1,2,3,4" logo depois da introdução de Every Person.
- A música Ricky é inspirada em Ricky Nelson, músico e ator.
- O álbum ficou em 196º lugar na Billboard, 96º lugar na Holanda, 54º lugar na Alemanha e em 28º lugar na Finlândia.

Abaixo confira a versão de Shadows Collide With People em Acústico

Descrição retirada do antigo site oficial do John:

Estou liberando está versão acústica do álbum, porque não há tanta produção como na gravação - Há tantas camadas de diferentes tipos de som, entre outras coisas - Então eu apenas pensei que seria bom para alguns dos meus fãs que preferem um som mais cru e despojado. Vocês vão apenas ouvir as canções em sua forma crua/natural.

Além disso, no último álbum que eu lancei, fiz alguns shows acústicos que foram muito bom naquele momento. Mas eu não estou fazendo isto agora, porque eu estou passando meu tempo gravando. Então eu pensei em tocar na minha sala e colocá-las na internet, para que as pessoas pudessem me ouvir fazendo essas músicas do jeito que eu faria se eu estivesse fazendo um show acústico - JF

Agradecimentos: Universo Frusciante

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Review: Primal Rock Rebellion - Awoken Broken

O Primal Rock Rebellion é um projeto formado por Adrian Smith, guitarrista do Iron Maiden, e Mikee Goodman, vocalista do SikTh. Awoken Broken, disco de estreia da banda, foi produzido pela dupla e acaba de chegar às lojas. Além das guitarras, Adrian assumiu também o baixo, enquanto a bateria conta com Dan Foord, parceiro de Goodman no SikTh.

Awoken Broken é um disco ousado. Pra começo de conversa, não há nada em sua sonoridade que remeta ao Iron Maiden. Aliás, vale dizer que o som do Primal Rock Rebellion está à milhas de distância da banda de Steve Harris. O que se ouve em suas doze faixas é um heavy metal bastante moderno e inovador.

Adrian Smith mostra que, do alto de seus 55 anos de idade, está antenadíssimo com o que anda rolando no heavy metal atual. O álbum é pesado, com muito groove. O trabalho de guitarra é excelente, com Adrian explorando possibilidades que, muitas vezes, irão surpreender os ouvintes.

Do outro lado da moeda, Mikee Goodman entrega vocalizações que, em um primeiro momento, podem causar uma certa estranheza. Dono de um timbre bastante similar ao de Jonathan Davis, do Korn, Mikee de destaca justamente por não seguir o que se espera de um vocalista de heavy metal. Sua performance, extremamente teatral, é repleta de passagens excêntrica que, na maioria das vezes, desembocam em refrões repletos de melodia e com um pé no hard rock.
O momento em que este contraste entre os mundos de Adrian Smith e Mikee Goodman fica claro de maneira indiscutível acontece em “Savage World”, uma faixa em que a introdução cheia de melodia criada pela guitarra de Adrian aponta para um caminho, até as linhas vocais de Goodman surgirem e mudarem totalmente o percurso.

Com absoluta certeza, os fãs mais tradicionais do Iron Maiden terão, em um primeiro momento, um choque com o álbum. Mas, ao ouvir o disco algumas vezes, a recompensa vale a pena, pois Awoken Broken revela-se um álbum excelente, com grandes composições como “No Place Like Home”, “I See Lights”, “Tortured Tone” (a minha preferida), “White Sheet Robes”, a pesadíssima faixa-título, “Search for Bliss” e a balada “Mirror and the Moon”, que fecha o play.

Awoken Broken é um trabalho bastante inovador e com doses generosas de experimentalismo. Nele, Adrian Smith demonstra que seu universo artístico não se resume apenas ao Iron Maiden - pelo contrário, é muito maior do que os caminhos que a banda lhe permite explorar. Em Mike Goodman ele encontrou não apenas o parceiro perfeito para essa aventura, mas também um vocalista com personalidade forte que acrescentou muito ao resultado final do Primal Rock Rebellion.

Indiscutivelmente, um grande disco!
O disco será lançado nos EUA no dia 17 de abril através da Spinefarm Records.

Enquanto isso, escute um preview de todas as faixas que aparecerão no álbum"

Agradecimentos: Collector´s Room

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Slash: veja provável capa de novo álbum Apocalyptic Love

O site oficial de Slash foi atualizado com a seguinte imagem, provável capa do novo álbum Apocalyptic Love, assinado como Slash, featuring Myles Kennedy & the Conspirators. O site anunciou ainda uma tour americana começando em 3 de maio.

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