SLASH - MADE IN STOKE(COMPLETO)

Made in Stoke é o segundo álbum ao vivo (CD e DVD) do guitarrista Slash , em parceria com o vocalista Myles Kennedy.O show foi gravado na sua cidade natal Stoke-On-Trent Assista

SLASH E MYLES KENNEDY ELEITOS OS MELHORES DO ANO PELA LOUDWIRE MUSIC AWARDS 2012

Slash e Myles Kennedy ganharam em duas categorias na Loudwire Music Awards 2012! . Confira

GUITAR WORLD: EDDIE VAN HALEN, O MELHOR GUITARRISTA DE TODOS OS TEMPOS

Eddie Van Halen foi eleito o maior guitarrista de todos os tempos pela publicação estadunidense Guitar World.Confira a lista

STEVE VAI: OUÇA THE STORY OF LIGHT

Ouça o novo álbum de Steve Vai, "The Story Of Light". O trabalho sairá pela Favored Nations Entertainment, o selo que Vai abriu em 1999.".Ouça

BON JOVI: "BANDA APRESENTA MÚSICAS DO NOVO DISCO"

Foi ao ar na sexta-feira (25 DE JANEIRO), a apresentação da banda Bon Jovi, no BBC Radio Theatre, em Londres. Ouça

SLASH - APOCALYPTIC LOVE: OUÇA O ÁLBUM COMPLETO

Apocalyptic Love é o segundo álbum solo de estúdio do guitarrista. Slash começou a trabalhar em seu segundo álbum solo em junho de 2011, quando ainda estava na turnê de seu primeiro álbum solo. Ouça
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sábado, 2 de junho de 2012

Rush: Lifeson comenta canções do novo álbum

Alex Lifeson comentou todas as faixas de Clockwork Angels no site Music Radar.Confira abaixo o texto traduzido para vocês.

Caravan
"Gosto muito dessa canção por ter um grande riff e algumas coisas peculiares no teclado. Foi bom rever a faixa e remixá-la para o álbum com os ouvidos descansados. Conversamos sobre uma regravação, mas não havia muito sentido - ficamos felizes com as performances e com o som. Achamos que poderíamos remixá-la para que ela pudesse se ligar mais ao álbum. A perspectiva mudou um pouco. 'É divertido' - pessoas dizem para mim. 'Eu ouço partes novas na canção. Vocês a regravaram?' Isso é criado pela mudança da ênfase nos instrumentos". 

 BU2B 
"Eu adoro o peso de BU2B. É forte no estilo Zeppelin antigo, traz um grande riff de blues. O refrão é muito forte e o sentimento das letras anuncia o que está por vir. Sobre as guitarras, usei uma Les Paul 1959 e uma Tele. Essa é uma das canções onde eu criei camadas de guitarra. Existem ali provavelmente seis camadas de guitarra. Eu gravei uma nova abertura que não estava na versão que lançamos anteriormente. Comecei a brincar e a compor alguma coisa no meu quarto de hotel. Eu tinha algumas guitarras – um dos meus modelos Axcess e uma Martin emprestada da Guitar Center – e um microfone. 

Havíamos conversado sobre fazermos um pouco disso. Dessa forma, deixei o microfone preso na sacada, que gravou alguns sons de fundo: a manhã de Los Angeles, os carros passando, coisas assim. Com as portas da sacada abertas, toquei um pouco de violão, e depois Geddy realizou os vocais. Brincamos com alguns efeitos e criamos a peça. Foi tudo feito de forma espontânea em apenas alguns minutos no meu quarto".

Clockwork Angels 
"Eu só estava brincando em casa e aquilo acabou se transformando numa peça bem longa. A maior parte dela é o que Clockwork Angels acabou se tornando. Geddy e eu gostamos de trabalhar em um único dia. Nós geralmente não trazemos mais nada pro momento, nem nos referimos às jams das passagens de som. Ficamos apenas animados por começarmos algo novo. Mas eu tinha aquilo que fiz flutuando, então dei uma cópia a ele, e ele gostou muito e viu um grande potencial. Fizemos novos arranjos e desenvolvemos um pouco mais algumas partes nos versos. A partir dali, a música veio. Eu amo o dedilhar nos versos, eles são muito ativos. 

E as pontes são tão sonhadoras que nos levam para outro lugar. Há também uma seção blues na parte mediana que vem do nada, que dá bastante ênfase à letra. E então ela simplesmente cai naquele lindo e crescente arpejo. Essa parte me dá arrepios todas as vezes. Perto do fim, existe uma harmonia vocal realizada por Geddy que soa quase como uma oração. Ele cantou isso em uma das outras partes, e aquilo fica flutuando por ali. Acho que Nick é o responsável por isso. Ele disse, 'Ei, veja isso'. Nós ouvimos e pensamos, 'Oh, temos que ter isso aqui'. É bem bacana, especialmente porque você não sabe de onde vem".
The Anarchist 
"Acho que The Anarchist foi uma das primeiras canções que escrevemos para o disco, há poucos anos. Até agora a resposta tem sido bem forte, algo que eu realmente não esperava. É uma canção que vem na sua cara, uma parte poderosa de toda a suíte. Se você ouvir a demo e a versão final verá que estão muito próximas, embora com algumas diferenças. Nick nos levou a pensar sobre uma linha melódica instrumental que daria a identidade da música. O resto é praticamente o mesmo da demo. Tem uma influência oriental, algo que já visitamos antes, coisa que sentimos e gostamos muito. A maneira com que Nick e Neil se aproximaram sobre os arranjos de bateria foi ótima. Normalmente, depois de escrevermos tudo, fazemos cópias das músicas para Neil com baterias programadas ou metrônomos, de modo que ele consiga alguns pontos de referência os quais ele pode querer usar ou desenvolver. 

Assim, ele passa as músicas metodicamente, trabalhando em seus arranjos de bateria, memorizando o que vai tocar. É preciso passar aquilo mais ou menos durante um mês, e depois disso partimos para a gravação. Dessa vez Nick disse, 'Quero gravar no primeiro dia. Vamos colocar a musica para tocar, e você irá aprender enquanto estiver tocando. Faremos um monte de takes e veremos onde vai'. Acho que foi uma forma incrivelmente desafiadora de trabalho para Neil, pois ele é o tipo de pessoa que necessita constantemente de novos desafios na vida. Ele realmente toca como um louco no disco – ele está livre, muito livre. É claro, ele tem seu trabalho facilitado por ter que aprender a tocar tudo ao vivo".

Carnies 
"Eu amo o riff de abertura e os harmônicos legais. Tem um pouco de Hendrix ou Robin Trower. Os refrões são fortes. O clima festivo e os sons são bem diferente dos versos e da ponte. A subida para a ponte me faz lembrar algo, não sei o que. Vários momentos do álbum soam assim: eles me fazem lembrar de alguma coisa, mas não consigo dizer qual música ou de quando é. No entanto isso é algo muito legal – pessoas gravitando em torno das canções. Pegue Bryan Adams, por exemplo. Várias de suas composições trazem essa qualidade. Ele utiliza melodias de outras canções e é sempre muito bem sucedido. Você pode ouvir sua música e se sentir confortável com a familiaridade, familiarizado com ele. Acontece o mesmo com essa canção. Ela me leva de volta aos Beatles, mas nós não pegamos um disco deles e dissemos, 'Vamos fazer isso'! Mesmo assim há algo nos refrões que lembram os anos 60". 

Halo Effect 
"Acho que fomos numa direção diferente com Halo Effect. Lembro que estávamos no nosso pequeno estúdio – tínhamos três ambientes diferentes onde coisas aconteciam ao mesmo tempo – quando peguei o violão e comecei a tocar. Quando Geddy iniciou pronunciando a letra tivemos o estalo: ele começou a tocar também, e fomos desenvolvendo a música a partir dali. A canção é realmente sobre as decisões emocionais que fazemos e que não funcionam. Muitas vezes, em um relacionamento – você acha que vê algo a mais que, na verdade, não está lá. 

Portanto, a canção deveria ser doce e pesada ao mesmo tempo. Precisávamos desses dois contrastes. Acho que acertamos em cheio. Há um grande som acústico nela, e a seção do solo é algo bem diferente para nós. É do tipo frívola e brilhante, como se você estivesse com borboletas voando no seu estômago, da mesma forma como se sente quando está apaixonado por quem não deveria".
Seven Cities Of Gold 
"Então entramos nessa. Tudo começou na fase de composições antes do estúdio, exatamente quando estávamos recuperando o atraso revendo as coisas na casa de Geddy em setembro. Tínhamos algumas músicas, mas queríamos conseguir escrever mais algumas coisas antes de entrar novamente no estúdio em outubro. Passamos a primeira semana apenas bebendo café e pensando que talvez não estivéssemos prontos para gravar. Eu me lembro de descer as escadas e não fazer nada durante alguns dias, somente bebendo café e conversando. Então tivemos o que chamamos de 'os bons seis minutos'. Isso é tudo o que você precisa, de uns bons seis minutos por dia. Dali, a música decolou.

Começamos a comentar a coisa toda, o que é muito legal. A canção é muito cinematográfica. Você pode ouvir o perigo da cidade grande e a aproximação ao nosso viajante. Quando Neil vem e quebramos o riff, você está lá – você está na cidade com toda sua emoção, oportunidades e problemas. A canção tem uma grande arrogância mesmo. Eu a descobri exatamente da maneira que imaginava. Adoro o final, com a guitarra gritando e cuspindo com você deixando a cidade". 

The Wreckers 
"Eu e Geddy trocamos os instrumentos durante a composição, mas, quando fomos gravar, voltamos para eles. Estávamos influenciados pelas composições um do outro, o que eu penso ser um grande testemunho sobre como trabalhamos. Foi uma experiência muito agradável, produtiva. Foi uma luta para que os versos encaixassem. A acústica era muito doce, mas não se saía bem. Havia um contraste que não parecia amplo o suficiente. Então, depois de muito trabalho, chegamos com uma levada rápida e colocamos os harmônicos, o que criou um belo momento. Essa canção contrasta com o som de um sinal de perigo: não aceitar tudo ao pé da letra. Tenha cuidado. 

Coisas que possam parecer tão boas podem vir a ser exatamente o oposto. Há uma sessão mediana onde todo o estrago está feito – estou tentando explicar sem entrar na história – que veio de uma de nossas jams de passagens de som. Uma vez que temos as cordas e os pedais de baixo, esse momento da canção se torna muito visual. The Wreckers traz uma sensação pop. Não é pesada, mas esta emocionalmente ligada a uma presença forte do rock. Os versos são um dos meus momentos favoritos de toda a carreira do Rush".

Headlong Flight
"Começamos com alguns riffs que se tornaram uma longa e ótima jam. Deve ter levado horas. Havia um milhão de partes voando ao redor, todas na mesma tecla. Depois dividimo-la em pedaços, tirando coisas que gostamos e transferindo para outro lugar. Quando ouvimos pensamos, 'Oh meu Deus, temos algo muito legal acontecendo aqui! Devemos torná-la instrumental?' Por fim, decidimos que neste disco, pela primeira vez em muito, muito tempo, não teríamos uma instrumental. Acho que a musica casa muito bem com a letra. Há trechos que são extremamente dinâmicos. Acima de tudo, tivemos que tocar como loucos. Queríamos uma canção onde pudéssemos esticar ao vivo, como fazemos com Working Man. Diminuímos um pouco o trecho mediano. Originalmente havia mais coisas acontecendo, mas pensamos que estávamos exagerando, então reduzimos. Mas há mais do que o suficiente lá".
BU2B2 
"Esse momento é parte integrante da história de Neil, ele realmente queria ter esse trecho lá dentro. O problema foi não sabermos como abordá-lo musicalmente. Geddy havia feito os vocais com algumas outras coisas que havíamos escrito, mas ele não estava feliz com aquilo, nem eu. Decidi ficar até tarde da noite, retirei toda a música e fiquei apenas com o vocal. Escutei um monte de vezes e então criei algo mais rítmico – era menos musical, mas que acrescentava muita tensão. No momento de desenvolvê-la, os violões que eu havia feito originalmente foram substituídos por cordas. Colocamos alguns pedais de baixo e coisas do tipo, mas mantivemos tudo muito simples no final. É como um pequeno capitulo". 

Wish Them Well 
"Nós sempre adoramos a letra, mas essa foi uma canção difícil de desvendar. A primeira versão que tínhamos era bem diferente da original. Ela era um pouco mais etérea, com delays a la The Edge – até demais. Nós a descartamos e começamos a trabalhar em outra coisa completamente diferente, que também foi descartada – simplesmente não funcionava. Isso acontece às vezes, você sabe quando está forçando a barra. Após as duas primeiras versões, buscamos uma abordagem totalmente nova, com as quatro diretas e muito tradicionais progressões de acordes. Esse formato era bem adequado às letras. Foi desafiador, uma forte afirmação, e tinha bastante empenho, o que a tornava interessante. No entanto ainda é muito básica em sua entrega, o que eu acho que foi bom devido a toda complexidade do disco. Eu adoro a maneira como a guitarra soa. É vasta e clássica... um som terrível vindo de um Marshall. Rick Chycki é um engenheiro fantástico".

The Garden 
"The Garden foi uma das primeiras músicas que surgiram para Clockwork Angels. Na verdade Geddy compôs a maior parte. Ele trabalhou um pouco nela à noite, e no dia seguinte eu ouvi sua abertura de baixo e o verso. A ideia era a mantermos simples e sincera. O sentimento foi muito sobre estarmos no fim, sendo uma retrospectiva, então deveria haver uma doçura para ela. Nick ficou um pouco cauteloso sobre a canção ficar muito doce, no entanto. A demo era bem acústica. Havia trechos de piano, assim como cordas, e tudo era bem leve. Nick queria endurecê-la um pouco. 

Caminhamos mais entre as pontes e refrão – ela não tem os dedilhados tranqüilos dos versos – e desenvolvemos todo o trecho mediano. O solo é um dos meus favoritos. Ele é muito adequado para todo o restante da canção. Quando o ouvi, meus olhos se encheram de lágrimas. Há algo nele que me arrebata, a maneira com que se encaixa com todo o resto. O refrão de fechamento se mantém crescendo, crescendo e crescendo, até chegar no instante final. Foi uma ótima maneira de se terminar um disco".

Fonte original(em inglês) desta matéria: Music Radar 
Fonte: Rush - Fã Clube BR

sábado, 31 de março de 2012

John Frusciante: Shadows Collide With People - 2004

Álbum: Shadows Collide With People
Gravadora: Warner Bros.
Data de lançamento: 24 de Fevereiro de 2004
Gênero: Experimental Rock, Indie Rock, Alternative Rock
Faixas: 
01 - Carvel
02 - Omission
03 - Regret
04 - Ricky
05 - Second Walk
06 - Every Person
07 - –00Ghost27
08 - Wednesday's Song
09 - This Col
10 - Failure33 Object
11 - Song to Sing When I'm Lonely
12 - Time Goes Back
13 - In Relief
14 - Water
15 - Of Before
16 - Cut-Out
17 - Chances
18 - 23 Go In To End
19 - The Slaughter

Descrição do Álbum: 
Shadows Collide With People é o quarto álbum de John Frusciante. Ele foi gravado durante a época de gravação do álbum By The Way (Red Hot Chili Peppers) e contém as músicas mais "acessiveis" de John contando com guitarras alternativas e baladas folks, sendo o album mais caro de John a ser produzido, foi gasto cerca de 300 mil dólares para ser feito.

Curiosidades:
- Quando John foi perguntado sobre as "musicas com numeros" ele explicou que o 27 é sua idade na pior fase de sua vida, o 33 é a idade que ele estava no momento da gravação e 23 a idade de Josh Klinghoffer no momento da gravação do album.
- Se você tiver um ouvido muito bom, poderá ouvir John dizendo "1,2,3,4" logo depois da introdução de Every Person.
- A música Ricky é inspirada em Ricky Nelson, músico e ator.
- O álbum ficou em 196º lugar na Billboard, 96º lugar na Holanda, 54º lugar na Alemanha e em 28º lugar na Finlândia.

Abaixo confira a versão de Shadows Collide With People em Acústico

Descrição retirada do antigo site oficial do John:

Estou liberando está versão acústica do álbum, porque não há tanta produção como na gravação - Há tantas camadas de diferentes tipos de som, entre outras coisas - Então eu apenas pensei que seria bom para alguns dos meus fãs que preferem um som mais cru e despojado. Vocês vão apenas ouvir as canções em sua forma crua/natural.

Além disso, no último álbum que eu lancei, fiz alguns shows acústicos que foram muito bom naquele momento. Mas eu não estou fazendo isto agora, porque eu estou passando meu tempo gravando. Então eu pensei em tocar na minha sala e colocá-las na internet, para que as pessoas pudessem me ouvir fazendo essas músicas do jeito que eu faria se eu estivesse fazendo um show acústico - JF

Agradecimentos: Universo Frusciante

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Review: Primal Rock Rebellion - Awoken Broken

O Primal Rock Rebellion é um projeto formado por Adrian Smith, guitarrista do Iron Maiden, e Mikee Goodman, vocalista do SikTh. Awoken Broken, disco de estreia da banda, foi produzido pela dupla e acaba de chegar às lojas. Além das guitarras, Adrian assumiu também o baixo, enquanto a bateria conta com Dan Foord, parceiro de Goodman no SikTh.

Awoken Broken é um disco ousado. Pra começo de conversa, não há nada em sua sonoridade que remeta ao Iron Maiden. Aliás, vale dizer que o som do Primal Rock Rebellion está à milhas de distância da banda de Steve Harris. O que se ouve em suas doze faixas é um heavy metal bastante moderno e inovador.

Adrian Smith mostra que, do alto de seus 55 anos de idade, está antenadíssimo com o que anda rolando no heavy metal atual. O álbum é pesado, com muito groove. O trabalho de guitarra é excelente, com Adrian explorando possibilidades que, muitas vezes, irão surpreender os ouvintes.

Do outro lado da moeda, Mikee Goodman entrega vocalizações que, em um primeiro momento, podem causar uma certa estranheza. Dono de um timbre bastante similar ao de Jonathan Davis, do Korn, Mikee de destaca justamente por não seguir o que se espera de um vocalista de heavy metal. Sua performance, extremamente teatral, é repleta de passagens excêntrica que, na maioria das vezes, desembocam em refrões repletos de melodia e com um pé no hard rock.
O momento em que este contraste entre os mundos de Adrian Smith e Mikee Goodman fica claro de maneira indiscutível acontece em “Savage World”, uma faixa em que a introdução cheia de melodia criada pela guitarra de Adrian aponta para um caminho, até as linhas vocais de Goodman surgirem e mudarem totalmente o percurso.

Com absoluta certeza, os fãs mais tradicionais do Iron Maiden terão, em um primeiro momento, um choque com o álbum. Mas, ao ouvir o disco algumas vezes, a recompensa vale a pena, pois Awoken Broken revela-se um álbum excelente, com grandes composições como “No Place Like Home”, “I See Lights”, “Tortured Tone” (a minha preferida), “White Sheet Robes”, a pesadíssima faixa-título, “Search for Bliss” e a balada “Mirror and the Moon”, que fecha o play.

Awoken Broken é um trabalho bastante inovador e com doses generosas de experimentalismo. Nele, Adrian Smith demonstra que seu universo artístico não se resume apenas ao Iron Maiden - pelo contrário, é muito maior do que os caminhos que a banda lhe permite explorar. Em Mike Goodman ele encontrou não apenas o parceiro perfeito para essa aventura, mas também um vocalista com personalidade forte que acrescentou muito ao resultado final do Primal Rock Rebellion.

Indiscutivelmente, um grande disco!
O disco será lançado nos EUA no dia 17 de abril através da Spinefarm Records.

Enquanto isso, escute um preview de todas as faixas que aparecerão no álbum"

Agradecimentos: Collector´s Room

sábado, 11 de fevereiro de 2012

GN'R: Review das músicas de “Appetite For Destruction”

Review das músicas do álbum Appetite For Destruction do Guns N' Roses
Lançado no dia 21 de julho de 1987, Appetite for Destruction vendeu 15 milhões de cópias só nos Estados Unidos - transformando-se em um dos álbuns de estreia de maior venda da história.

É um dos mais importantes lançamentos da história do rock por trazer canções que se tornaram clássicas e são populares até hoje como "Welcome to the Jungle", "Sweet Child O' Mine" e "Paradise City" dentre outras. O álbum foi aclamado pela crítica, que elogiou principalmente as letras variadas e as melodias potentes.

Welcome To The Jungle

Antes do Guns N' Roses, Axl passou uma noite em um pátio de escola do Queens: "Uma pessoa me disse: 'Você está na selva! Você vai morrer!', que virou o tema da letra."

It's So Easy

Duff McKagan e West Arkeen (amigo da banda) criaram esta faixa - uma das poucas canções do Guns N' Roses que o Velvet Revolver toca com regularidade.

Nightrain

"Estávamos indo a pé para o clube Troubadour, bebendo uma garrafa de vinho Night Train", diz Steven Adler. "Estávamos naquele momento: 'Vira tudo, seu porra!'."

Out Ta Get Me

Axl Rose colocou para fora sua paranóia no que Slash chamou de "a grande afirmação anarquista do Guns N' Roses".

Mr. Brownstone

Ao se mudar de um apartamento do Guns, Axl Rose encontrou a letra no quarto de Stradlin - que travava sua luta contra a heroína.

Paradise City

A única faixa que tem sintetizador em destaque. "Estávamos na Rumbo Recorders e Axl disse: 'Podemos experimentar uma coisa?'", conta o produtor Mike Clink.

My Michelle

Rose e Michelle Young, amiga da banda, estavam indo a um show quando "Your Song", do Elton John, começou a tocar no rádio. Young disse que sempre quis ter uma música escrita para ela.

Think About You

"É sobre Monique Lewis, com quem todos nós saímos", explica Tracii Guns. "Axl tem uma tatuagem dela no braço."

Sweet Child O' Mine

A música surgiu por acidente, de uma seqüência de guitarra que Slash classifica como um "exercício pessoal meio idiota".

You're Crazy

Também conhecida como "Fucking Crazy". Nesta música, Axl Rose adicionou uma palavra para homenagear uma menina que o atacara com uma garrafa de cerveja.

Anything Goes

Da banda pré-Guns N' Roses de Axl, a Hollywood Rose. No começo, o Guns não queria gravar a faixa.

Rocket Queen

Uma música sórdida de sexo que fica delicada, em parte porque Axl Rose queria fechar o álbum com uma mensagem de esperança.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

RHCP: Review das músicas de “I'm With You”

Review das músicas do novo álbum do Red Hot Chili Peppers: “I'm With You”.
Artigo da revista Italiana La Repubblica XL que faz um breve review e apresenta um panorama de algumas das canções do álbum I'm With You.

No novo álbum, o décimo da carreira, os fãs irão reconhecer a poesia de Anthony Kiedis e Flea, mas já na primeira audição, eu pude sentir este trabalho coletivo e atraente. A guitarra de John Frusciante não está mais lá. E Josh Klinghoffer funciona muito bem. Música por música, aqui estão minhas impressões do álbum:

Monarchy of Roses:

Dark, rock, funk e pop. Um autêntico clássico "rickrubinata" e todo o seu esplendor. Além disso, ele é o produtor do RATM, Slipknot, Mars Volta, Metallica, AC/DC, Aerosmith, SOAD, Mick Jagger e até mesmo Adele é um tipo que você pode confiar!

Factory of Faith:

Ao estilo antigo. Começa com um mega baixo de Flea + Bateria de Chad & Josh. Ritmo, a energia e falas. Com referências e "proezas esportivas" Sugiro que faz referencia a recuperação de Anthony, aos 12 passos para aqueles que sofrem de dependência:

"All my life i was / Swinging for the fence / I was looking for the multiples / Never playing good defense / We Were gunnin 'for the glitter / Every hot and heavy hitter."

Brendan's Death Song:

Uma balada agradável. Em homenagem à Brendan Mullen, um dos primeiros a acreditar no talento da banda, tornando abertos os clubes de LA para a banda como o Bad Brains, Lingerie Club, um dos mais vivos de Los Angeles nos anos 80. Morreu em 2009, é também o autor de seu primeiro livro fotográfico, An Oral/Visual History. Canção de amor, iluminando a sua história, com um Riff de guitarra Kalifornia-style, com Anthony e Josh juntos em um pot-pourri de memórias da banda:

"If i die before I get it done / Take my words and turn theme / Into Signs That Will survive."

Ethiopia:

Reflete a nova espiritualidade da banda. Em vez de drogas e álcool, meditação, injeções de ozônio e não a heroína. Amor pelas crianças e familiares. Respeito e esperança. O Red Hot das antigas (Ótima).

Annie Wants a Baby:

Kiedis relata algumas das etapas de sua vida: pela Cosma Shiva, filha de Nina Hagen, como ele foi expulso da banda, como foi apedrejado, ele iria desaparecer por semanas com uma dose de droga que ele conseguiu vendendo um guitarra autografada pelos Stones:

"She bad to complain mine / But she wasted away theme"

Look Around:

Funk mix, punk, baladas de rock psicodélico e Riffs, a historia dos componetes incluindo uma só do RHCP Flea.

"Please do not look right through me / My Heart Hurts / When you do that to me / Street Life / Out my window / City Made breeze."

The Adventures of Rain Dance Maggie:

Primeiro Single, outra canção de Anthony, pop e jazz + percussão, funk e rock.Um giro de power pop a funky, estilo das antigas do Red Hot Chili Peppers:

"Tic toc The Rock wants you like the '80 's / Sheila Tag boat / memorabilia into Is / Who said there is a crowd / We better get it on the go."

Did I Let You Know:

Versos que descrevem o compromisso social que sempre caracterizou o Red Hot Chili Peppers, Flea começando com o Silverlake Conservatory of Music e para as crianças que querem aprender a tocar, mas não tem condição financeira. Solos de trompete e uma explosão de ar de marcha militar.

"When we envision / Look of division / The planet does / Another Revolution".

Goodbay Hooray:

Desprezível. "Black and White" = a polícia. " No flags to wave" = Eu tenho tocado fundo. "Every dog will have His day " = o pão eu pago mais cedo ou mais tarde.

"Curb your toungue oh wallywag / Because you'we got no flag to wave / Save your breath for the black and white / Every Dog His Day Will have."

Happiness Love Company:

Um som rebelde de L.A. punk rock misturado com o Germs, Black Flag,Weirdos, grupos que têm mostrado o dedo do meio para corporações musicais de rock.

"Start jumping 'cause / We've got something to say / Young lovers keep it pumping / In the Streets of LA."

Police Station:

Uma das melhores. Lenta, emocional, espelhos de uma vida passada. Atenção: para cada canção, escutado todos os artistas, todos podem se identificar com mais ou menos o interior de suas experiências pessoais. Police Station fala da California, quem viveu lá na virada da década de 80 para a década de 90: uma mistura de racismo, Crips & Bloods, Colors (um filme de Dennis Hopper e Sean Penn), a degradação do Skid Row, o primeiro hip-hop e rap, e mais tarde, negros e mexicanos. O que era, e o que tornou-se.

Even You Brutus?:

Bonita! Cheia de sátira e ironia, digna de uma ópera rock, a la Rocky Horror Picture Show. Altamente recomendada.

Meet Me at The Corner:

Outra balada, uma “assinatura” do Red Hot Chili Peppers. Comovente, intensa, vívida.

Dance, Dance, Dance:

Fim digno. Não há outra banda norte-americana que sabe sentir o pulso de L.A., a nossa cidade dos anjos, como The Red Hot Chili Peppers.

Let’s say hello / It’s safe to go / Dance, dance, dance, dance / All night long and all night long.

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