SLASH - MADE IN STOKE(COMPLETO)

Made in Stoke é o segundo álbum ao vivo (CD e DVD) do guitarrista Slash , em parceria com o vocalista Myles Kennedy.O show foi gravado na sua cidade natal Stoke-On-Trent Assista

SLASH E MYLES KENNEDY ELEITOS OS MELHORES DO ANO PELA LOUDWIRE MUSIC AWARDS 2012

Slash e Myles Kennedy ganharam em duas categorias na Loudwire Music Awards 2012! . Confira

GUITAR WORLD: EDDIE VAN HALEN, O MELHOR GUITARRISTA DE TODOS OS TEMPOS

Eddie Van Halen foi eleito o maior guitarrista de todos os tempos pela publicação estadunidense Guitar World.Confira a lista

STEVE VAI: OUÇA THE STORY OF LIGHT

Ouça o novo álbum de Steve Vai, "The Story Of Light". O trabalho sairá pela Favored Nations Entertainment, o selo que Vai abriu em 1999.".Ouça

BON JOVI: "BANDA APRESENTA MÚSICAS DO NOVO DISCO"

Foi ao ar na sexta-feira (25 DE JANEIRO), a apresentação da banda Bon Jovi, no BBC Radio Theatre, em Londres. Ouça

SLASH - APOCALYPTIC LOVE: OUÇA O ÁLBUM COMPLETO

Apocalyptic Love é o segundo álbum solo de estúdio do guitarrista. Slash começou a trabalhar em seu segundo álbum solo em junho de 2011, quando ainda estava na turnê de seu primeiro álbum solo. Ouça
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terça-feira, 4 de setembro de 2012

“Tony Iommi fala dos últimos momentos de Dio”

Em sua biografia, Iron Man – My Journey Through Heaven And Hell With Black Sabbath (Homem de Ferro – Minha Jornada pelo Céu e Inferno com o Black Sabbath), Tony Iommi relata seus últimos momentos com Ronnie James Dio.

Adeus a um querido amigo. 

Enquanto estávamos na última turnê, Ronnie estava sofrendo em silêncio. Ele me disse poucas vezes: “Eu estou tendo um problema com meu estômago. Eu continuo indo ao banheiro e estou tomando estes antiácidos. 

Eu falei várias vezes para ele: “Você quer fazer um check-up?” 

Ele dizia: “Sim, quando nós terminarmos eu serei obrigado a ir”. 

Ele lutou por causa disso. Ele realmente se entregou totalmente até o fim. Ele não estava bem, mas ele ainda fazia os shows, e se apresentava como de costume. Após ele finalmente ter feito o check-up, alguém disse a Ralph Baker (empresário de Tony) o que estava acontecendo e na volta ele me ligou para me dizer que Ronnie tinha câncer no estômago. Foi horrível ouvir isso. Eu liguei para Ronnie e nós ficamos comovidos. Após um tempo as coisas melhoraram. Ele disse: “Eu estou lutando contra isso. Eu estou um pouco melhor”.  

Ele estava muito otimista em relação a tudo isso, ele tinha uma grande atitude. Ele foi ao hospital e depois de um tempo eles disseram: “Acho que nós o tiramos”. 

As coisas pareciam boas, então nós organizamos outra turnê na Europa, algo como vinte shows do meio de Junho até o meio de Agosto de 2010. Mas então nós recebemos a terrível notícia de que o câncer tinha se espalhado para o fígado de Ronnie. Era isso; uma vez que acontece é muito difícil. 

 Eu falei com ele um dia: “Eu espero ansioso para fazer esta turnê”. Mas Ronnie disse: “Bem, eu não sei como vai ser. Eu não sei se eu vou fazê-la.

Ele teve uma queda muito rápida. Fico agradecido de Geezer e Glória estarem em Los Angeles. Eles realmente ficaram próximos a Ronnie e sua esposa, Wendy, e eu fui vê-lo no hospital várias vezes. Geezer estava lá até o fim. Eu realmente não pude me despedir apropriadamente de Ronnie. Eu recebi um telefonema dizendo que ele não teria muito tempo e eu disse a Ralph: “É melhor irmos”. “Vamos agendar um voo”. Mas a próxima ligação dizia: “É tarde demais”. 

Isso foi rápido. Eu acho que a última coisa que eu recebi dele foi um texto. Ele se comunicava assim comigo, porque algumas vezes ele não conseguia ligar. Falar o deixava muito cansado, porque ele estava muito doente. Ele foi bravo até o fim. Alguns dias antes do funeral Maria e eu fomos vê-lo na capela. Ele estava deitado no caixão e quando o vi eu fiquei devastado. Vê-lo daquele jeito era muito difícil. Realmente foi um golpe para mim quando ele partiu. Quando alguém próximo a você morre, você sempre procura uma razão .

Com Ronnie eu acho que foi um pouco de tudo, realmente. Eu acho que ele não fez o exame cedo o suficiente. Ele desconversava e diria: “Oh, eu farei da próxima vez”. Seus hábitos alimentares não eram muito bons. Ele frequentemente bebia ao invés de comer e em alguns dias ele não comia nada. Eu não sei como ele fazia isso. Ele também comia em horas peculiares, porque ele tinha um estilo de vida realmente diferente de qualquer um na banda. 

Nós íamos para a cama depois dos shows e Ronnie ficava e tomava algumas doses de bebida por algumas horas e então ele parava em um posto e comia às quatro da manhã ou a qualquer hora que pudesse. Quando comia, ele nunca comia vegetais ou qualquer coisa do tipo; ele não comia qualquer coisa saudável. Como eu o conheço há muito tempo, ele sempre foi muito magro. Quando ele estava doente ele perdeu peso e ele realmente não tinha corpo para perder peso. Mas quando eu o vi pela última vez, ele estava renovado, ele parecia bem. Ele parecia como se estivesse adormecido, mas vê-lo ali, partiu meu coração. 

Nós íamos ao High Voltage Festival em Londres com Ronnie. É claro que nós cancelamos a turnê inteira, mas as pessoas que organizaram o festival nos disseram que eles gostariam de fazer um show em tributo à Ronnie. Nós pensamos que seria fantástico. Nós pensávamos em fazê-lo de qualquer maneira, então esta foi a oportunidade ideal. Mas quem iria cantar? Glenn Hughes me veio a mente, porque ele nos conhecia há muito tempo e era amigo de Ronnie. Inclusive houve um memorial privado para os amigos próximos de Ronnie e Glenn cantou “Catch The Rainbow” na capela, uma das canções da velha banda de Ronnie, o Rainbow. 

Houve um memorial novamente no dia seguinte para os fãs em um grande local, e Glenn cantou lá. Então nós pensamos que seria apropriado tê-lo no show. Nós também convidamos Jorn Lande, que poderia cantar as coisas que nós fizemos com o Dio realmente bem. Aquele show foi muito emocional. Ir ao palco com duas pessoas diferentes, e com Wendy Dio ao lado do palco chorando, foi difícil para todos nós. Mas nós queríamos fazer isso por ele. 

 Nós fizemos isso por Ronnie.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Dio: autobiografia do vocalista será lançada em 2013

Em entrevista ao The Blairing Out With Eric Blair Show, Wendy Dio revelou que o livro Rainbow In The Dark: The Autobiography Of Ronnie James Dio, sairá em 2013, via MTV Books. “Tenho que entregar o material dia 15 de janeiro. Estou escrevendo as últimas páginas e juntando todas as fotos. Sairá em um ano e meio”.

Sobre a possibilidade de existir material inédito de Ronnie ainda dos tempos de Black Sabbath, a ex-esposa e empresária confirmou a existência. “Mas isso é outra história, pois há mais três managers envolvidos. Temos que sentar e discutir, mas sei que dará certo, especialmente se for uma ação de caridade”

Com quase cinco décadas de sucesso mundial e as vendas de álbuns para dezenas de milhões de pessoas o homem do, Rainbow, Dio, Black Sabbath, e, mais recentemente, Heaven & Hell, Ronnie James Dio pegou o microfone, subiu ao palco, e liderou um movimento cuja influência repercute até hoje.

Ronnie era uma pessoa muito especial", disse Wendy. "Não só era um vocalista incrível, era um compositor incrível, ele era uma pessoa incrível, como ser humano. Ele amava as pessoas. Ele amava seus fãs. Ele ouvia quando as pessoas falavam com ele. Ele era apenas uma pessoa muito, muito especial. Ele foi levado cedo demais de nós... Eu acho que ninguém nunca disse uma palavra ruim sobre Ronnie.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Doug Aldrich: guitarrista fala sobre David Coverdale e Ronnie James Dio

Jeb Wright, do Classic Rock Revisited, entrevistou o guitarrista Doug Aldrich, Whitesnake/ex-Dio. Seguem abaixo, trechos da conversa.

Classic Rock Revisited: Você se sente confortável quando dizem que é um dos melhores «guitarristas» por aí hoje em dia?
Doug: Jimmy Page e Jeff Beck ainda estão aí tocando pra caramba; eles são os grandes. O Eric Clapton ainda está tocando. Acabamos de perder Gary Moore, que era um dos melhores. E daí você tem o Michael Schenker e o Uli Roth… todos esses daí são mestres da guitarra. Eu agradeço muito o que você está dizendo mas eu na realidade não me sinto à vontade com elogios. Eu sei que há certas coisas que eu faço bem e apenas tento fazê-las no melhor das minhas habilidades. Eu estava trabalhando em uma música com meu camarada Derek Sherinian, que é o tecladista do Black Country Communion. Em dado momento ele vai fazer outro disco solo. O Derek é um músico loucamente talentoso. Nós fizemos essa música e ele a criou e me mandou de volta. Ele veio e estava tentando me fazer tocar uma parte com ele e eu fiquei tipo, "Cara, isso é difícil. Eu não consigo. Eu posso fingir e fazer isso do meu jeito mas eu não consigo fazer como você". Ele não se importou com isso mas isso só mostra que eu tenho de fazer as coisas do meu próprio jeito. Quando eu faço as coisas assim eu consigo segurar as pontas.

Classic Rock Revisited: O que você tem a dizer sobre a intensidade do David Coverdale?
Doug: Para mim, honestamente, não estou dizendo isso porque eu trabalho com ele, a primeira vez que ouvi o David Coverdale cantar eu soube que era o tipo de voz que eu queria em um vocalista. Ele tem a maior voz e um tom gigantesco. É tipo como o som do Eddie Van Halen na guitarra, vocalmente – o David é tão especial assim. Na última turnê, nos até cancelamos algumas datas, mas a voz do David está novamente a 100%. Você nunca sabe realmente como alguém é até estar trabalhando com essa pessoa. Tentar captar a voz do David em um microfone pequeno é algo que não dá para acontecer. Eu nunca disse isso antes, mas você pode botar um microfone próximo a um amplificador e conseguir um som do que está se passando, mas você não consegue o som real todo. Quando você ouve o David Coverdale cantar no estúdio, em um microfone, você percebe que voz gigantesca ele tem. O Ronnie James Dio também tinha uma voz gigantesca.


Classic Rock Revisited: Tenho de te perguntar sobre o Ronnie James Dio. Ele foi fundamental em sua carreira quando te contratou para estar na banda dele. Diga-me como foi perder o Ronnie.
Doug: Eu vi que o Heaven& Hell tinha shows marcados para 2010 e pensei que ele estivesse melhor – foi isso que tornou a coisa tão difícil. Eu mantinha contato com o Ronnie mais para falar sobre esportes do que sobre música. Ele amava o New York Giants. Era temporada de jogos quando ele adoeceu. Ele me pediu para fazer uma turnê no final de 2009. Eu disse que se ele pedisse ao David e ele concordasse seria um prazer. Quando ele adoeceu, eu tentava conversar com ele sobre coisas divertidas, como futebol e tal, ao invés de sobrecarregá-lo com perguntas sobre a saúde dele. Eu só perguntava como ele estava e ele dizia, "Essa coisa é um pé no saco mas estou melhor". Eu recebi uma mensagem quando estava fora me dizendo que ele estava muito doente e eu liguei para a Wendy «Dio» na mesma hora e ela me disse que ele não ia aguentar. Eu disse "Estou voltando amanhã. Você acha que ele aguenta até amanhã?" Ela disse "Ele definitivamente quer te ver mas você tem de vir." Eu estava tão preocupado que falei para minha esposa para pegar o bebê e fui ver o Ronnie. Eu agradeço tanto por ter feito isso. Ela disse a ele que nós o amávamos e ele piscou para ela e então sabíamos que ele tinha entendido. Eu não cheguei a dizer adeus pois ele faleceu antes que eu conseguisse chegar lá. Foi uma enorme perda para o metal. Eu tenho muita sorte de tê-lo conhecido e passar um tempo com ele, além de tocar música com ele.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Dio: "excelente cantor e pessoa ainda melhor", diz Doug Aldrich

O guitarrista Doug Aldrich (Whitesnake, Dio) deu uma entrevista ao Oregon Music News. Confira trechos abaixo:

Oregon Music News: Como foi o processo de composição em "Forevermore"? Você e David Coverdale foram os responsáveis?

Doug: David e eu temos muita química. Inicialmente, foi proposto que os integrantes mandassem suas ideias, como foi no álbum anterior ("Good To Be Bad"). Acabou que David e eu demos sequência com as composições do último álbum. Foi muito orgânico e fácil. Escrevemos tudo nos dois álbuns mas não começou assim, simplesmente evoluiu para isso.

Oregon Music News: Você gravou "Killing The Dragon" com Ronnie James Dio. Como foi?

Doug: Incrível, cara. Eu não estaria no Whitesnake se não fosse por Ronnie. Ele me colocou lá. Ele foi muito bom para mim e teve muita fé em mim. Tivemos bons momentos trabalhando em "Killing The Dragon". Não deu certo com o guitarrista anterior e eu fui convidado a me juntar à banda. Fizemos um álbum que, para ele, foi um novo começo. Através de Ronnie e Wendy Dio, soube de David e o resto é história. Sinto muito a perda de Ronnie e estivemos juntos até o fim. Ele ficou triste quando me juntei ao Whitesnake permanentemente mas continuou me chamando para participar em alguns projetos com ele. Eu estava fora do país quando ele faleceu, mas minha esposa e meu filho estiveram no velório. Ele foi um excelente cantor e uma pessoa ainda melhor.

Fonte: Wiplash

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