SLASH - MADE IN STOKE(COMPLETO)

Made in Stoke é o segundo álbum ao vivo (CD e DVD) do guitarrista Slash , em parceria com o vocalista Myles Kennedy.O show foi gravado na sua cidade natal Stoke-On-Trent Assista

SLASH E MYLES KENNEDY ELEITOS OS MELHORES DO ANO PELA LOUDWIRE MUSIC AWARDS 2012

Slash e Myles Kennedy ganharam em duas categorias na Loudwire Music Awards 2012! . Confira

GUITAR WORLD: EDDIE VAN HALEN, O MELHOR GUITARRISTA DE TODOS OS TEMPOS

Eddie Van Halen foi eleito o maior guitarrista de todos os tempos pela publicação estadunidense Guitar World.Confira a lista

STEVE VAI: OUÇA THE STORY OF LIGHT

Ouça o novo álbum de Steve Vai, "The Story Of Light". O trabalho sairá pela Favored Nations Entertainment, o selo que Vai abriu em 1999.".Ouça

BON JOVI: "BANDA APRESENTA MÚSICAS DO NOVO DISCO"

Foi ao ar na sexta-feira (25 DE JANEIRO), a apresentação da banda Bon Jovi, no BBC Radio Theatre, em Londres. Ouça

SLASH - APOCALYPTIC LOVE: OUÇA O ÁLBUM COMPLETO

Apocalyptic Love é o segundo álbum solo de estúdio do guitarrista. Slash começou a trabalhar em seu segundo álbum solo em junho de 2011, quando ainda estava na turnê de seu primeiro álbum solo. Ouça
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sábado, 22 de dezembro de 2012

Lokaos Rock Show - entrevista Zakk Wylde

Dani Buarque, entrevistou o guitarrista Zakk Wylde para o Lokaos Rock Show.
Ele falou sobre Brasil, Black Label Society, Ozzy, ensaio com Guns N' Roses, reunião com o Pantera e muito mais.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Zakk Wylde e Andreas Kisser: vídeo de participação no Altas Horas - (08/12)

Como haviamos comunicado, o guitarrista Zakk Wylde concedeu uma entrevista a Andreas Kisser no programa de ontem(08/12) do Altas Horas. 
Confira abaixo a mini entrevista do guitarrista. Eles também tocaram uma versão de "Red House", do Jimi Hendrix.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Zakk Wylde no Altas Horas - 08/12

O guitarrista norte-americano Zakk Wylde provocou momentos de risos e constrangimento durante a gravação do programa Altas Horas, da TV Globo, na tarde de quinta-feira (22/11), em São Paulo. 
Entrevistado por Andreas Kisser, do Sepultura, ele "dedurou" o brasileiro por farras feitas durante uma turnê do Sepultura com Ozzy Osbourne, em 1991. "Você foi muito gentil na época, colocando à disposição todas as suas guitarras, pedais, seu equipamento. Mostrou para a gente e disse: usem o que quiserem", disse Kisser, recordando ter conhecido o músico norte-americano naquele giro, no início da década de 1990.

"Além de prostitutas e drogas", devolveu um bem humorado Wylde, arrancando risos da plateia. Kisser riu da brincadeira, mas, em inglês, chamou a atenção do colega, lembrando que sua mulher, Patrícia Kisser, estava no estúdio. Os dois, então, acenaram para ela.

A entrevista completa do guitarrista vai ao ar no Altas Horas na madrugada de 8 de dezembro, a partir da 1h50, na TV Globo. 

Texto: Terra Música

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Slash e Zakk Wylde: vídeos de jam em Buenos Aires

Zakk Wylde (Black Label Society e Ozzy Osbourne) se juntou a Slash (ex-Guns N' Roses, Velvet Revolver) no palco para uma jam nesta noite de sábado, 17 de novembro, no Estádio Cubierto Malvinas Argentinas, em Buenos Aires, Argentina. 
Após o show, o vocalista de Slash, Myles Kennedy, twittou, "Zakk Wylde fez uma jam conosco esta noite, em Buenos Aires. Esse cara detona nas escalas. O Black Label Society foi incrível também".

 Zakk twittou: "Um grande carinho por Slash e companhia. É sempre ótimo ver você e ouví-lo acabando com tudo meu irmão!!! Obrigado a Slash e Myles and The Conspirators por permitir que me juntasse a eles!!!. Grandes pessoas...Grandes momentos".

 Slash twittou: "Muito obrigado a Zakk pela jam conosco esta noite. Foi uma honra e um privilégio ;)". 

Confira mais abaixo imagens ​​em vídeo gravadas por fãs durante a performance.

domingo, 8 de julho de 2012

Black Label Society: novas datas anunciadas no Brasil

O Black Label Society, banda liderada pelo guitarrista Zakk Wylde, retorna ao Brasil em novembro com a turnê “Order of the Black 2012” em suporte ao seu ultimo disco “Order of the Black” lançado em 2010. 

Devido ao grande sucesso obtido nos shows do ano passado o grupo promete apresentações ainda maiores com grandes sucessos da carreira, as datas já estão confirmadas e anunciadas pela produtora Top Link Music, responsável pela turnê em toda América Latina.

Os valores dos ingressos e serviços completos dos shows.Esta será a primeira vez do Black Label no Rio, tocando como artista principal. 

Wylde formou a banda em 1998, e o grupo já teve como baixista Robert Trujillo, que hoje está no Metallica. Além de Wylde, o grupo tem hoje em sua formação o baxista John DeServio, o guitarrista Nick Catanese e o baterista Chad Szeliga. A primeira vez que tocaram no Brasil foi em 2008, como abertura para o show de Ozzy e ano passado levaram os fãs ao delírio com shows em diversas cidades do Brasil. 

 16/11 - Buenos Aires (Argentina) Local: Teatro Flores
 17/11 - Buenos Aires (Argentina) Local: Estadio Malvinas Argentinas
 20/11 - Porto Alegre (Brasil) Local: Opinião Bar
 22/11 - Goiânia (Brasil) Local: Sol Music Hall
 23/11 - Fortaleza (Brasil) Local: Siará Hall
 24/11 - Rio de Janeiro (Brasil) Local: Vivo Rio 
 25/11 - São Paulo (Brasil) Local: HSBC

sábado, 23 de junho de 2012

Zakk Wylde: “estou a disposição pra assumir lugar de Dimebag no Pantera”

Em resposta aos fãs através de seu canal oficial do YouTube, Zakk Wylde comentou mais uma vez a possibilidade de se reunir ao Pantera no lugar de Dimebag Darrell, em um tributo especial.

Todos estão me questionando sobre isso, o que é legal. Amo Vinnie Paul. Vi Rex em janeiro e foi bom encontrá-lo. Também conheço Phil Anselmo. Vamos colocar da seguinte maneira, se eles estiverem a fim e o convite me for feito, será uma honra celebrar a vida e grandeza de Dime. Sei que ele também gostaria e estaria rindo disso. Mas depende da banda. Sempre estarei à disposição, sem dúvidas”.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Black Label Society: de volta ao Brasil em Novembro

Depois do sucesso em 2011 a banda Black Label Society volta ao Brasil em novembro para duas apresentações confirmadas até o momento e a promessa de passar por outras cidades do Brasil.

As datas confirmadas são 24 de novembro no Rio de Janeiro – Vivo Rio e 25 de novembro em São Paulo no HSBC Brasil. A atual turnê do Black Label Society promove o 8º disco de estúdio da banda, "Order of the Black", lançado em 2010. Wylde formou a banda em 1998, e o grupo já teve como baixista Robert Trujillo, que hoje está no Metallica.

 Além de Wylde, o grupo tem hoje em sua formação o baxista John DeServio, o guitarrista Nick Catanese e o baterista Chad Szeliga. A primeira vez que tocaram no Brasil foi em 2008, como abertura para o show de Ozzy e ano passado levaram os fãs ao delírio com shows em diversas cidades do Brasil. Ainda não foram divulgados os serviços completos dos shows confirmados, no entanto a Top Link music anunciou em seu twitter oficial que as vendas para esses dois shows se iniciam nessa sexta feira.

 Fonte:Whiplash

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Ozzy Osbourne: Zakk revela como serão os shows com Slash e Geezer Butler

O comandante do Black Label Society e ex-guitarrista da banda de Ozzy Osbourne, Zakk Wylde, falou sobre a vindoura turnê ‘Ozzy And Friends’ – que substitui a maioria da planejada turnê do Black Sabbath depois do imprevisto do câncer de Tony Iommi – em uma nova entrevista para o site The Nervous Breakdown.

É o lance do Ozzy e Amigos”, ele explica. “Gus G., Blasko e Tommy Clufetos vão vir e tocar algumas músicas, daí eu entro com Blasko e Tommy e nós acabamos tocando um monte de coisa daquela era de quando eu estava com o Patrão, desde ‘No Rest For The Wicked’ passando por tudo que eu fiz com ele.

Daí Geezer Butler entra e nós tocamos um monte de coisas do Sabbath e no fim, Slash e todo mundo – Geezer, Slash, Gus – todos tocamos ‘Paranoid’.

Leia a entrevista completa no The Nervous Breakdown

sexta-feira, 16 de março de 2012

Zakk Wylde: "Randy Rhoads estava a frente de todos"

Como o 30º aniversário da morte do guitarrista Randy Rhoads se aproximando, o MusicRadar.com conversou com Zakk Wylde que falou sobre o impacto que o falecido guitarrista causou sobre ele - e como se sentiu em substituir seu herói.

MusicRadar.com: É difícil de acreditar que já faz 30 anos desde que Randy morreu?
É verdade. Mas a grandeza de Randy está no fato de que todos ainda se lembram dele. Sempre que eu fico junto dos meus colegas, não deixamos de falar sobre Randy Rhoads. Vamos dizer que ele precisou ir até a taberna de Deus, pois o bom Senhor precisava dele.

Vamos dizer que ele apenas se afastou de tudo e regressou aos seus ensinamentos, ele era uma cara que não se importava com a fama ou de tocar em lugares grandes. Ele ainda é uma lenda pelo que fez nesses dois primeiros discos de Ozzy Osbourne. Ele fez em dois álbuns o que a maioria dos caras não conseguem fazer em 20. Isso é memorável.

MusicRadar.com: Antes você teve uma chance de fazer um teste para Ozzy,você estudou o modo de como Randy Rhoads tocava?
Oh, com certeza! Sem dúvida, estudei ele. Ele tinha técnica incrível e poderia fazer todas as coisas na guitarra que são surpreendentes. Suas escalas - Incríveis!

sexta-feira, 2 de março de 2012

Zakk Wylde: manual para sobreviver em turnês

Será lançado no dia 10 de abril através de William Morrow, uma editora da HarperCollins Publishers, o mais novo guia de como sobreviver em grandes turnês.

O livro conta a trajetória de um Zakk que fez de suas turnês uma viagem de excessos, compartilha o que realmente se passa por dentro de uma turnê, dá dicas de boa higiene, preparações para o show e etiqueta pós-show.

Também apresenta um roteiro de Zakk Wylde para o sucesso no negócio da música, planejamento de turnês e dicas exclusivas para o aspirante a ser um músico de Heavy Metal como os melhores métodos para sobreviver a um mosh pit.

Zakk já está se aquecendo para 2012. Em uma entrevista no início do ano com o Live-Metal.Net, Wylde falou sobre o que está preparando para o novo ano.

Alguns trabalhos já estão sendo feitos para mostrar o outro lado de Mr. Wylde. Um DVD acústico ao vivo, ou em suas palavras um DVD "unblackened". Então, o que os fãs podem esperar, Zakk?

"Nós vamos ter provavelmente uma semana de ensaios com a parte de cordas, slide guitar, e backing vocals, mas ainda vai ter solos elétricos e coisas do tipo. Não será apenas violões, bateria suave ou qualquer coisa assim. Vai ser algo mais completo".

Outro projeto é um livro infantil chamado "Bringing Metal to the Children" (Levando o Metal para as crianças). O próprio Zakk assina este projeto. "É basicamente uma livro da estupidez. Eu e Eric Hendrikx, (co-autor) fomos quem escreveu a coisa toda, nós nos divertimos muito escrevendo um pouco dessas coisas. Muitas das situações são realmente reais. Sou eu falando sobre vários fatos reais que realmente aconteceram e retratam sobre o quanto é ridícula a indústria da música".

"O negócio é assim, você tem pôsteres de Jimmy Page na parede assim como de Randy Rhoads, Eddie Van Halen, Jimi Hendrix, Frank Marino, Robin Trower, todos esses caras que eu curto, você pratica e pratica até que seu dedos e suas mãos começam a sangrar, tudo para melhorar sua habilidade, e muitas vezes tudo isso te leva a nada. É como se você acordasse de repente. Mas é assim que funciona a indústria da múisca".

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Ozzy Osbourne: "Eu nunca demiti Zakk Wylde"

A lenda do heavy metal Ozzy Osbourne concedeu uma entrevista à revista Goldmine em 2010 falando sobre o álbum Scream e recorrentes dúvidas de fãs. Confira trechos da entrevista abaixo.

Sobre o álbum, "Scream":
"Eu nunca gastei tanto tempo em uma gravação. Nós começamos por volta de um ano e meio atrás. Digo, nós não fizemos durante um ano e meio todos os dias. Nós íamos, trabalhávamos um pouco, então faziamos outra coisa e voltávamos para isso".

Sobre o que os músicos de hoje tem que enfrentar:
"Eu fiquei chocado quando descobri o que novas bandas tem que fazer agora quando assinam com uma gravadora. Eles tomam parte do dinheiro da publicidade, das concessões, das turnês. É tipo, ridículo. Ao mesmo tempo eu tive muita sorte em ter a minha carreira. Eu tive muita sorte.

Eu estou apenas entediado, sabe. As pessoas dizem 'Você está se aposentando?' mas é o seguinte, eu não estou ficando mais novo. E se o público começar a diminuir e ficar fraco, então eu vou ver isso como um sinal de que é hora de pendurar o microfone. eu não quero ir de arenas para bares, sabe?"

Sobre a razão de sua longevidade [profissional]:
"Eu não sei. Eu particularmente não quero saber. Mas eu sou grato. Eu estava pensando sobre o Journey,ou alguma banda do tipo... Eles costumavam encher estádios de futebol. Algumas bandas acabam tocando em pequenos clubes. Eu não posso fazer isso."

Sobre o guitarrista Zakk Wylde:
"Não mudou muita coisa, além do fato de que eu achava estar começando a soar como, hmm... como se chama a banda dele? A banda do Zakk. Black Label Society. Eu comecei a soar como a banda dele.

"Eu não quero que ninguém pense por um minuto que eu o despedi. Eu nunca o despedi. Ele nunca saiu. Não tinha nada para se deixar. Porque tudo o que ele estava fazendo era sua apresentação e a minha. Isso meio que nos fez bater de frente um com o outro. Mas eu tive que deixar passar."

Sobre o guitarrista Gus G.:
"Apenas dei a Gus uma chance, porque houve um tempo em que Zakk era um cara novo. Jake E. Lee foi um novato. Randy Rhoads foi um novato. Dei a ele uma chance; apenas dêem uma olhada nele. Não esperem por Zakk, porque ele não é Zakk."

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Black Label Society - "In This River"

"In This River" é uma música da banda de heavy metal Black Label Society, lançada em seu sexto álbum de estúdio, Mafia, de 2005.

Completamente performada pelo guitarrista, vocalista e pianista Zakk Wylde (que também escreveu e produziu a música), foi lançada como o terceiro single do álbum e alcançou o 32° lugar na lista Billboard Hot Mainstream Rock Tracks. A canção também tem backing vocals feitos por Ozzy Osbourne, para quem Zakk Wylde toca guitarra há anos.

O vídeo da música "In This River" apresenta os personagens da infância de Wylde e Darrel ao andar de bicicleta juntos e mergulhar em um rio. No final do vídeo, apenas a versão adulta de Wylde emerge, simbolizando a morte de Darrell. Wylde explica que "O rio é uma metáfora para a vida em geral, todas as besteiras que você lida como um ser humano que cresce acima.

Dedicatória à Dimebag Darrell
Um censo comum é de que Zakk escreveu a música como um tributo para seu grande amigo "Dimebag" Darrell Abbott (guitarrista formador das bandas Pantera e Damageplan), que foi morto em dezembro de 2004. De fato, ele escreveu a música muitos meses antes do incidente, e subsequentemente começou a dedicar a música à Dimebag. Na dedicatória, Zakk explica que ele "estava olhando as letras, e disse 'cara, essa tem que ser a música do Dime', então nós só fizemos uma canção do Dime e o clipe foi feito a respeito disso". Essa música é realmente emocionante e se tornou grande. Todo mundo a ama - Vinnie Paul (irmão de Dimebag), Rita (namorada de Dimebag). Isso é tudo a respeito da memória de Dimebag e não há um olho que não lacrimeje toda vez que você vê isso. Zakk também sempre declara que toda vez que ele fizer um show ele vai tocar "In This River" e "isso nunca vai deixar o setlist da Black Label.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Zakk Wylde: guitarrista fala sobre quase ter entrado no GN'R em 1990 e sobre participação em shows de 2011

Em entrevista ao site da Gibson.com, o guitarrista Zakk Wylde falou sobre quase ter entrado para o Guns N' Roses, e como foi ensaiar com a banda, além de falar sobre Axl Rose, e também de sua recente aparição no palco do GN'R, nos dias 08 e 11 de Dezembro para tocar a música Whole Lotta Rosie do AC/DC.

Poderia ter sido uma das colaborações mais interessantes da história do rock, Zakk Wylde como membro do Guns N' Roses. E além disso, poderia ter havido uma "Dream Team" (equipe dos sonhos) de guitarras Les Paul.

Isto quase aconteceu em meados dos anos 90'. O espaço de guitarrista estava disponível no Guns N' Roses após a saída de Izzy Stradlin. Como o estado de Gilby Clarke ainda era indefinido, e o amigo de Axl, Paul 'Huge' Tobias, que não sabia se estava ou não na banda. Enquanto isso ocorria, o papel de Zakk Wylde com o Ozzy Osbourne havia se encerrado, logo que em 1992 a turnê "No More Tours" havia se acabado.

Então, o que seria um duo de guitarra de Zakk/Slash no contexto do Guns N' Roses?
"Soou como a maneira que eu eu escrevo e faço os riffs, misturada com a maneira como que os caras escrevem, você sabe o que eu quero dizer", disse Wylde. "Teria sido assim, quando eu estava tocando com Slash e os outros caras, e se eu estivesse na banda, sempre havia apenas um cara que tocaria os solos de 'November Rain' e 'Sweet Child O' Mine' e todos aqueles clássicos. Eu não ia fazer nada ali. Mas no futuro material que estávamos escrevendo, poderia ter sido legal!, porque eu amo a maneira que Slash toca, e além do mais que sou amigo dele. Poderia ter sido muito legal, mas o problema era que com estes caras não havia nada concreto, os solos eram puro ensaios que não nos levaria a lugar nenhum".
Slash deixou a banda definitivamente em 1996, para se dedicar ao seu projeto, o Slash's Snakepit, enquanto Duff McKagan e Matt Sorum terminariam suas relações com a banda em 1997, com meses de diferença. O Guns N' Roses reapareceu em 2001, com novos integrantes, Buckethead e Robin Finck, mas Wylde não iria esperar uma outra chamada do Guns N' Roses. E Ozzy também já estava seguindo seu próprio caminho.

"Esse tempo foi quando Ozzy estava com Holmes na banda, e eu não estava trabalhando em nada", disse Wylde. "Eu tinha todas aquelas canções e eu disse 'Quer Saber? Vou começar a trabalhar com isto. E assim nasceu o Black Label Society. Decidi fazer as coisas solo".
Esta história se terminou em dezembro de 2011 quando o Black Label Society acompanhou o Guns N' Roses na turnê pelos Estados Unidos, e Zakk se juntou a banda para tocar um cover do AC/DC, durante algumas datas.

"Foi incrível, cara" disse Wylde. "A primeira vez que estivemos ali, Axl me disse: 'Quer subir ao palco e tocar? Veja o set list e escolha as canções, como você quiser. ' Eu disse, Whole Lotta Rosie é muito fácil. É umas das músicas que a maioria das pessoas aprende de primeira. Além que eu não precisaria me juntar com a banda para ensaiar, sabe. Não houve tempo para ensaiar as músicas do Guns N' Roses. Então eu disse: Porque não subir no palco e tocar Whole Lotta Rosie? E foi ótimo. Todos os caras da banda são ótimos, e já conhecia alguns deles há alguns anos. Foi ótimo ver de novo o Axl, eu não o via desde 1995, quando ensaiava com eles. E ele esta indo muito bem. Nós damos muitas risadas falando sobre as coisas antigas, mesmo ridículas sobre a música. Falamos de música e da vida em geral. Foi bom por a conversa em dia, e uma maravilha tocar com eles no palco. E os caras da equipe de trabalho são bastante legais, por isso foi um bom momento, cara."

O breve tempo de Wylde no Guns N' Roses em meados dos anos 90 não levou qualquer material para o tão aguardado Chinese Democracy, mas o guitarrista admira o que Rose alcançou com o disco. "Com Axl, acho que o álbum demorou tanto para se lançado, 17 anos entre um disco e outro, é porque se não sente o desejo de lançar algo, não tem que fazer. Você não pode forçar ninguém a fazer algo que não quero fazer!".

Créditos: Axl Rose - Fã Clube

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Zakk Wylde: guitarrista fala sobre Guns N' Roses e Ozzy

O guitarrista do Black Label Society concedeu uma entrevista ao site Livre Metal falando sobre vários assuntos. Um deles é sobre o "Príncipe das Trevas" e sua relação com o Guns N' Roses em 92. Veja abaixo um trecho da entrevista.

Live Metal: Isso aconteceu há um tempo e eu tenho certeza que você falou muito sobre isso, mas voltando em meados dos anos 90, você estava meio que atolado com Axl «Rose» e os caras do Guns N' Roses.O que realmente aconteceu naquela época?
Nós estávamos tocando coisas no local de ensaio e no complexo. Nada realmente estava acontecendo. Eu estava tocando com o chefe «Ozzy» ao mesmo tempo, porque nós gravamos "Ozzmosis". Ozzy dizia, "Zakk, você está tocando com eles? Eventualmente, eu vou ter que saber. Nós vamos começar a fazer essa turnê." Eu dizia, "Claro, eu não iria sair ou fazer qualquer coisa assim." E Ozzy continuava, "Zakk, eu não posso culpá-lo. Se você quer ir tocar com eles, pode ir." Eu respondia, "Claro, Ozzy, eu não vou deixá-lo pendurado. Sem você, eu não poderia sequer falar com os caras". E sem Ozzy, não haveria Black Label. Isso é apenas um fato. Então a coisa toda é, nada estava acontecendo, e então Ozzy só chegou ao ponto em que ele dizia, "Zakk, eu tenho que arranjar outro guitarrista." Eu respondia, "Ozzy, eu não culpo você." Eu sou assim, eu estou sentado aqui, eu não sei se estamos indo ou vindo, ou se nós vamos fazer isso ou não fazer tal coisa.

Portanto, nada estava acontecendo com o chefe. Que é quando Joe Holmes entrou, e Joe é um cara matador. Joe entrou, e depois disso, nada estava acontecendo. Nós estávamos sentados juntos. Eu tinha riffs, mas eu dizia, "Foda-se, eu apenas irei fazer isso sozinho." Tenho que trabalhar, cara. Realmente não importa o quanto de massa você tem. Você pode ser o cara mais rico do planeta. Eu ainda tenho que acordar todo dia sabendo que tem algo acontecendo. Qual é a minha motivação para me levantar?

Leia a entrevista completa (em inglês) no Live Metal (http://www.live-metal.net/interviews_zakk-wylde-2011.html)

domingo, 25 de dezembro de 2011

Zakk Wylde: falando sobre suas memórias de Natal

Steven Rosen da Ultimate-Guitar.com conduziu uma entrevista com Zakk Wylde  falando sobre o Natal. Alguns trechos da conversa seguem abaixo.

Ultimate-Guitar.com: Você já se vestiu de Papai Noel?
Zakk: Não, eu não fiz isso ainda. Nós nunca fizemos isso em minha família, mas fizemos outras coisas para as crianças: levávamos eles para dar cenouras a renas. Agora meus filhos estão na faculdade, mas eles vão se lembrar disso: 'Eu não posso acreditar que meu pai fez isso tantos anos atrás'. Tenho orgulho disso.


Ultimate-Guitar.com: Você acreditava em Papai Noel quando criança?
Zakk: Sim, claro! Era incrível. Meus pais nunca permitiam que matassem o Natal, e sendo um pai agora é sempre incrível passar o Natal com as crianças e tudo mais.

Ultimate-Guitar.com: Você já ganhou uma guitarra de Natal?
Zakk: Não, eu acho que a primeira coisa desse tipo que tive foi um violão ou algo assim. Você sabe, a primeira guitarra é como um carro - você vai comprar qualquer coisa, porque você não conhece quais são os melhores. A menos que você tenha alguém que entenda do assunto para ir com você, um exemplo: "meu sobrinho quer começar a tocar guitarra." E eu fico tip, "Cara, deixe-me ir lá com ele e certifique-se que ele está recebendo realmente uma guitarra decente, pra que depois de uma semana ele não venha dizer: 'essa guitarra é uma merda. Eu não quero tocar guitarra'".

Ultimate-Guitar.com: Qual foi o seu presente favorito?
Zakk: Lembro-me em um ponto eu realmente queria que o boneco "Six Million Dollar Man" (risos). Fiquei em cima da minha avó e minha tia, porque elas sabiam que eu queria aquela coisa. Fui até minha avó e eles disseram: "Papai Noel deixou algo aqui para você." Eu abri, e era naquela hora o menino mais feliz do mundo, por que eu tinha o "Six Million Dollar Man”.

Ultimate-Guitar.com: Quando você estava na escola você cantou no coral de natal?
Zakk: Não, eu não participei de coros ou qualquer coisa assim. Ou talvez eu pudesse ter feito no jardim de infância. Mas não quando fui ficando mais velho. Eu tive aulas de música e teoria, mas foi no ensino médio.

Ultimate-Guitar.com: Qual é a sua memória mais selvagem de Natal?
Zakk: Lembro-me de uma turnê com o Ozzy e com Rob Zombie. Tinha um Papai Noel em um crucifixo e depois o crucifixo pegou fogo. Tinha umas tochas de fogo de uns nove metros de altura. E tudo que eu lembro foi que antes de tocarmos "Crazy Train" no final do show, de repente, olhamos para o lado e o cenário todo estava pegando fogo! Eu pensei "Que merda está acontecendo?" E eu perguntava pro pessoal da produção “Porque esta porra de coisa está incendiando o cenário de Natal?” e responderam “Só para ver a porra do olhar de pânico e terror em 'todo mundo”. Hoje me sento à mesa de Matal e fico rindo muito disso!

Leia a entrevista completa no site da Ultimate Guitar:
http://www.ultimate-guitar.com/interviews/interviews/zakk_wylde_democracy_in_the...

Créditos: Whiplash

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Ozzy: Zakk Wylde foi dispensado por conta de bebedeira


Apesar de os motivos nunca terem sido bem esclarecidos para a dispensa do guitarrista Zakk Wylde da banda de Ozzy Osbourne — em uma ocasião Ozzy alegou que sua banda estava soando demais como o Black Label Society, grupo liderado por Wylde, noutra que simplesmente precisava mudar de guitarrista —, aos poucos a verdade vai tomando forma. Em entrevista à revista inglesa Classic Rock, Ozzy afirmou que estava difícil trabalhar com uma pessoa que a todo momento estava alcoolizada. Confira os principais excertos da entrevista abaixo:

Classic Rock — Há algum material de seu trabalho, ‘Scream’, que saiu das sessões de gravação de ‘Black Rain’ [lançado em 2007] que Zakk tenha composto?
Osbourne — Não. Quando Zakk chegou estávamos começando a compor o novo trabalho, mas ele ainda estava bebendo muito. Até aí, tudo bem. Mas quando você está sóbrio e tem alguém ao seu lado balbuciando coisas sem sentido em seu ouvido, não é legal. Zakk é um grande guitarrista e eu o amo. Adoro o modo como ele toca. Mas, no fim das contas, chegamos a um ponto que tínhamos que encontrar outro guitarrista. Não porque apenas desisti de trabalhar com Zakk, mas para mim era árduo estar ao lado de uma pessoa que bebia com tanta intensidade. Ouvi dizer que ele não tem bebido mais. Não sei se isso é verdade ou não.

Classic Rock — Como estão as coisas entre você e Zakk?
Osbourne — Jamais o criticarei. Somos bons amigos, somos como uma família. Acho até que parcialmente parte desses problemas também foi culpa minha, porque Zakk estava com sua própria banda, em sua própria turnê e me ajudando quando voltava. Em nossa última turnê, ele estava com sua própria banda abrindo o show, e depois estava de volta para fechar a noite com a minha banda e isso é bem difícil de se fazer. Já estava pensando em procurar outro guitarrista, mas sempre adiava tal decisão.

Classic Rock — Em algumas entrevistas você chegou a dizer que sua banda estava soando demais como o Black Label Society.
Osbourne — E muito! Mas isso não é uma surpresa, porque Zakk é o BLACK LABEL SOCIETY. Adoro o modo como ele toca, ele é um dos grandes. Mas o bebida estava começando a afetá-lo demais. Não podia assisti-lo morrer. Em um modo um pouco doente de se ver a situação toda, para mim foi até bom presenciar isso porque era assim que eu estava, e ficando cada vez pior. Acredite em mim, se eu começasse a beber agora você pensaria: ‘Que porra, isso está errado. Tenho que sair daqui!’. Era mais ou menos assim que eu me sentia ao estar próximo do Zakk.

Classic Rock — E o que o fez escolher Gus G.?
Osbourne — Havia alguma coisa nele que brilhou em mim. Ele é um grande músico, e ainda quero gravar alguma coisa do zero com ele, porque muito desse álbum já estava feito quando ele chegou. Há uma parte de Gus que eu ainda desconheço. Nunca trabalhei com ele em tempo integral na estrada. Fizemos alguns shows beneficentes juntos em Los Angeles. Quando você trabalha e vive com uma pessoa na estrada, é quando sempre descobre as merdas estranhas sobre a pessoa.

Classic Rock — O quanto Gus é diferente de Zakk?
Osbourne — São mundos a parte! Zakk é um músico que já se estabilizou por seus próprios méritos. Eu disse ao Gus: ‘Você tem grandes caras para seguir’. Realmente espero que os fãs lhe dêem a devida chance e que se lembrem que em um dado momento Zakk também foi o ‘cara novo’.

Créditos: Whiplash

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Guns N' Roses: Zakk Wylde participa de show - Foto

O último show recente do Guns N' Roses contou com o músico do Black Label Society, Zakk Wylde. Zakk e o GN'R tocaram Whole Lotta Rosie do AC/DC, música que está sempre presente nos set lists dos shows da banda.

Antes da dissolução do restante da formação clássica do GN’R na década retrasada, Zakk chegou a ser incluído no quadro de funcionários da banda, colaboração esta que não foi adiante devido ao momento turbulento que o grupo atravessava na época. Segundo Zakk, Axl culpava a estagnação da banda à época ao número de processos aos quais ele respondia e que lhe consumiam tempo demais.

Abaixo uma foto divulgada pelo próprio Guns N' Roses em seu Facebook e Twitter oficial:

Fonte: Falando de Rock

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Zakk Wylde: “Axl Rose é o ultimo dos grandes frontmen”

O guitarrista e vocalista do Black Label Society concedeu entrevista ao site Music Radar e falou sobre o EP de Natal do grupo e falou:"Basicamente, fui convidado pelo pessoal do iTunes para fazer algo, e eu disse: "Absolutamente. Eu amo o Natal, e  adoro músicas de Natal." Também falou da turnê com o Judas Priest e os futuros shows com o Gunsn N´Roses. Sobre Axl Rose, Zakk disse o seguinte: “Sou amigo de Axl há muito tempo. Ele é o último dos grandes vocalistas. Sério, quem mais está lá? Teve Elvis e Mick Jagger, então veio Jim Morrison e Freddie Mercury, Robert Plant, Ronnie Van Zandt, e é claro que não podemos esquecer Ozzy, David Lee Roth... Depois deles, Axl veio e foi como, Wow! O último grande vocalista, você sabe? Canções incríveis, grande produção. Appetite é um dos maiores registros de todos os tempos. Como frontmen, ninguém conseguiu chegar perto dele desde que ele surgiu”.

domingo, 9 de outubro de 2011

Zakk Wylde: Guitarrista comenta sobre sua relação com Ozzy Osbourne

Em entrevista com o NewsOK.com, Zakk Wylde comentou sobre sua relação com Ozzy Osbourne, que não ficou abalada após a separação de caminhos, ocorrida em 2009.


“Ainda falo com Ozzy. Não tenho nenhum tipo de mágoa, jamais brigamos. Sempre estivemos muito ocupados dando risada. Ele apenas achou que as músicas que estávamos fazendo soavam parecidas demais com o Black Label Society. Se Randy Rhoads ainda estivesse aqui e o material que os dois escreviam começasse a soar como o Quiet Riot, aconteceria a mesma coisa. E não o culpo por pensar assim”.

O guitarrista ainda fez questão de deixar claro que sempre estará à disposição do madman. “Seja para o que for, até para dar banho no cachorro (risos). Mas Gus G é um cara muito legal, além de um guitarrista fantástico. Mamãe e o Chefe (referindo-se a Sharon e Ozzy) já fizeram tudo por mim, o que mais eu poderia pedir? Eles me apresentaram ao mundo e me colocaram no topo. Sempre me convidam para o Ozzfest, então, como não ser eternamente grato?”.

Fonte: Blog Van do Halen

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Zakk Wylde

Zakk Wylde nasceu em 14 de janeiro de 1967 com o nome Jeffery Phillip Wielandt, em Bayonne, Nova Jersey. Seu pai lhe deu o apelido "Flip" devido à seu nome do meio e é assim que sua família e amigos íntimos o chamam até os dias de hoje. Ele teve seu primeiro contato com um violão aos oito anos, mas apenas por um curto período de tempo, devido a sua falta de interesse. Aos 14 anos ele voltou a tocar, tomando lições com LeRoy Wright, filho de seu treinador de futebol americano. Depois disso, ele estudou violão classico em Freehold, NJ e depois com um outro professor em Manhattan.

Ele formou sua primeira banda (Stone Henge) em 1984, tocando músicas do Black Sabbath, Ozzy Osbourne e Rush, eles tocavam principalmente em festas e às vezes em pequenos clubes. Nessa época ele começou a sair com uma colega de sala chamada Barbarannne Caterina, que mais tarde viria a se tornar sua esposa. Nessa época ele possuía em seu quarto, um pequeno altar dedicado à Randy Rhoads.

Após formar-se na Jackson Memorial High School em 1985, Zakk então com 18 anos, trabalhava no supermercado local e tocava em várias bandas. Foi quando ele entrou para a banda Zyris, assumindo o lugar do guitarrista Dave Linsk (que entrou para o Overkill). Na época que entrou para a banda Zyris ele começou a se chamar de Zakari Wyland. Ele pegou o nome do personagem Dr. Zakkary Smith, do seriado de TV "Lost inSpace" (Perdidos no Espaço). Zakk começou a escrever músicas próprias e a banda Zyrys tocava além delas covers de Black Sabbath e Led Zeppelin. Nessa época ele começou a dar aulas de guitarra em Jackson, NJ.

Em 1987, ouvindo no programa de radio Howard Stern Show que Ozzy Osbourne estaria fazendo audições com guitarristas desconhecidos, para encontrar um substituto para Jake E. Lee, ele nem pensou na possibilidade, pensando se tratar apenas de um sonho.

Em um show da banda Zyris, Zakk foi descoberto pelos fotógrafos de rock Mark Weiss e Dave Feld. Impressionado pela performance de Zakk, Dave o abordou e mencionou que Ozzy estava à procura de um novo guitarrista e que eles enviariam um pacote da imprensa à Ozzy. Zakk com a ajuda do amigo Jim Matlosz, gravou uma demo com cinco faixas que foi mandada junto com o material da imprensa à Ozzy Osbourne. A fita continha uma "intro", já mostrando o estilo de som de Zakk, duas faixas de violão erudito, um arranjo de solos e licks no estilo da época e algumas músicas da carreira solo de Ozzy (na verdade só os solos de Randy Rhoads). Após enviar a fita, Zakk foi para casa achando que não conseguiria a vaga na banda de Ozzy. No dia seguinte ele recebeu um telefonema de Sharon Osbourne, perguntando se ele queria entrar na banda. Porém Zakk ainda tinha um contrato com a banda Zyris e o agente da banda, Peter J. queria "vender" Zakk por 60 mil dólares. O agente decidiu entrar na justiça o que quase fez com que Zakk não conseguice o emprego com Ozzy. No final, ele acabou sendo "vendido" por 5 mil dólares.

Em maio de 1987 com 20 anos de idade, Zakk Wylde entrara para a banda de Ozzy Osbourne e mudara oficialmente seu nome para Zachary Phillip Wylde. Ozzy apresentou o novo guitarrista em 15 de dezembro de 1987 no Hard Rock Cafe em Nova Iorque. Zakk fez sua estréia em estúdio em 1988 com o álbum "No Rest For The Wicked" e seu primeiro show com Ozzy foi em uma prisão. Zakk se revelou como um dos mais notáveis jovens guitarristas do metal. Seu estilo agressivo e sua "pegada" o tornaram facilmente reconhecível. Daí surgiu o "sobrenome" Wylde pelo qual era chamado por motivos óbvios.

Um ano após tocar em pequenos clubes de NJ, Zakk viajava o mundo ao lado de Ozzy, tocando nas maiores arenas do globo.

Em 1989 Zakk participou junto com Ozzy, no álbum "Make a Diference Foundation", com a música "Purple Haze". Depois do que ele "fez" com a música de Jimi Hendrix, seu lugar nas listas de melhores guitarristas foi garantido.

Em 1990 foi lançado o álbum "Just Say Ozzy", contendo músicas do álbum "No Rest For The Wicked" e grandes sucessos do Black Sabbath. Neste álbum encontra-se a universalmente reconhecida, melhor versão de "Shot in the Dark".

Ainda em 1990 foi gravado o álbum "No More Tears". Nesse álbum se encontram algumas das melhores performances de Zakk Wylde, do super-hit "NO More Tears" até a tenebrosa "Mr. Tinkertrain". O álbum é muito bem feito e balanceado para atender todos os gostos. Zakk se mostrou mais maduro e seu estilo começou a se concretizar.

Na turnê de "No More Tears",que supostamente seriaa última turnê de Ozzy, foi gravado o álbum "Live & Loud", um CD duplo que rendeu um Grammy à banda de Ozzy pela música "I Don´t Want To Change The World".

Em 1991 Zakk participou do álbum "Dweezil Zappa - Confessions" com a música "Stayin Alive" do BeeGees. (mais uma vez, Zakk transformou algo tranquilo em uma tempestade de riffs)

Em 1992, ainda na banda de Ozzy, Zakk formou a banda Lynyrd Skynhead com o baixista James Lomenzo e o baterista Greg DeAngelo. Eles tocavam faziam jams de classic rock, rock "sulista" e covers de bandas como Lynyrd Skynyrd, The Allman Bros e ZZ-Top. A música "Farm Fidlin" gravada por eles para o CD "Guitar's That Rules The world", mostra a versatilidade de Zakk, passando de um amistoso country à uma série de riffs pesados e terminado em um belo blues.

Em primeiro de agosto de 1993 Zakk realizou um show único com o Allman Bros. Band no Great Woods Anphitheatre, em Mansfield, MA. Esse show é uma verdadeira aula de blues. Existem gravações desse show e vale muito à pena conferir.No ínicio de 1994, Greg DeAngelo, foi substituído por Brian Tichi e o nome da banda foi mudado de Zakk Wylde para Pride & Glory. O único álbum da banda foi lançado em meados de 1994. A banda, uma potente mistura de country, rock "sulista", blues e heavy-metal, conseguiu um certo sucesso fazendo turnês com bandas como Lynyrd Skynyrd, Aerosmith, Ted Nugent e Whitesnake. James Lomenzo deixou a banda em novembro de 1994. Faltavem apenas 3 dias para a turnê americana e Zakk convidou seu velho amigo John DeServio (J.D.). O Pride & Glory fez seu último show em 10 de dezembro de 1994, em Los Angeles, CA.

Slash do Guns N Roses tocou com a banda nas músicas "Voodoo Chile" e "Red House". Essa apresentação foi gravada em vídeo mas não foi um lançamento oficial. Um álbum ao vivo supostamente foi gravado, mas nunca chegou às prateleiras. Foi gravado também um vídeo chamado "Fadin Away" em uma das últimas apresentações do Pride & Glory no Japão.

Em 1995 Ozzy Osbourne recontrata a formação da turne "No More Tears" (Zakk Wylde, Randy Castillo e Mike Inez), para a gravação de seu novo álbum. "Ozzmosis" foi lançado ainda em 1995, com o poderoso single "Perry Mason".Porém, Zakk não escreveu todas as músicas do álbum. "My Little Man" foi composta por Steve Vai , e algumas outras faixas foram escritas por vários outros músicos. Durante a gravação de "Ozzmosis", Zakk costumava ir à um restaurante chamado "Brew's" em Nova Iorque. De acordo com Kieran Brew, proprietário do restaurante, ele chegava por volta das 3 horas da manhã, após um dia inteiro no estúdio. Ele tocava e cantava canções que vinha compondo, mas que obviamente não poderiam ser usadas no "Ozzmosis". Esse material mais tarde viria a ser usado no álbum "Book Of Shadows".

Nesse período, Zakk fazia constantes jams com os integrantes do Guns N Roses e várias músicas foram compostas. Zakk estava dividido entre ingressar no Guns N Roses e fazer a turnê com Ozzy. Ele demorou demais para resolver e Ozzy acabou contratando o guitarrista Joe Holmes para a turnê do "Ozzmosis". Logo, Zakk recebeu um recado do Guns N Roses dizendo que seus "serviços" não seriam necessários.

Zakk Wylde resolveu lançar um disco solo com o material que vinha compondo à tempos. Ele covidou James Lomenzo ex-baixista do Pride & Glory, e Joe Vitale, baterista do Joe Walsh and Crosby, Stills & Nash. "Book Of Shadows" foi lançado em 18 de junho de 1996. Nick Catanese, um guitarrista de Pittsburg enviou um e-mail à Zakk querendo saber se ele precisava de um segundo guitarrista. Nick conseguiu o emprego e participou da turnê do "Book Of Shadows". Durante essa turnê, na Califórnia, Zakk conheceu o baterista Phil Ondich. No final da turnê, em Roanoke, Virginia, Zakk encontrou-se novamente com Phil e este lhe entregou uma fita na qual tocava com a banda Raging Slab. Do lado de fora de uma estação de radio local, Zakk tocou uma nova música acústica chamada "Beneath The Tree". Phil Ondich "marcou" o rítmo batendo fortemente as mãos nas pernas. Seu talento foi facilmente reconhecido por Zakk. Existe uma gravação desta rara performance, mas ela nunca foi lançada.

Zakk fez uma turnê no Japão no outono de 1997, com Nick Catanese na guitarra base, Ian Mayo no baixo e Brock Avery na bateria. Um vídeo oficial foi gravado e entitulado "Rock Around The Bay '97". A banda de Zakk também tocou no Jason Becker Benefit em 17 de novembro de 1997.

Nesse mesmo ano,Zakk participou do álbum "Thunderbolt",um tributo ao AC/DC, com a música "Hell Ain't A Bad Place To Be". Ainda em 1997, Zakk participou do álbum "Stairway To Heaven", um tributo ao Led Zeppelin, tocando várias músicas, sempre "ao seu modo".Em 31 de janeiro de 1998, a formação original do Pride & Glory se reuniu para um único show no "Whiskey" em Hollywood, CA. Acredita-se que um vídeo foi gravado, mas este nunca apareceu.Ainda no início de 1998, Zakk Wylde, Mike Inez e Randy Castillo foram recontratados por Ozzy Osbourne, para uma turnê na Nova Zelândia, Austrália e Japão.

Após voltar do Japão, Zakk resolveu gravar um novo álbum de sua carreira solo e convidou o baterista Phil Ontich. Zakk e Phil resolveram mudar o nome da banda para Hell's Kitchen e em maio de 1998 eles gravaram o que viria a ser o álbum "Sonic Brew". Porém, algumas semanas depois, após enfrentar problemas por causa do nome Hell's Kitchen que já havia sido registrado, ficou decidido que o nome da banda seria Black Label Society. A banda precisava de um baixista, então Zakk colocou anúncios em todas as revistas relacionadas a música: "À procura de baixista entre 20 e 30 anos. Preferência para guitarrista disposto a tocar baixo.Se você não desenterrar Cliff Burton, não precisa se dar ao trabalho de nos procurar." Evidentemente, a idéia de encontrar um baixista desconhecido não deu certo e Zakk acabou contratando seu velho amigo J.D. para ser o baixista do Black Label Society.

O Black Label Society realizou seu primeiro show em Tóquio no Japão no dia primeiro de maio de 1999. No dia 4 de maio o álbum "Sonic Brew" foi lançado nos EUA. Após a turnê no Japão o B.L.S. fez uma turnê na Europa, tocando para o maior público desde os tempos de Zakk Wylde com Ozzy. Depois da turnê européia, uma turnê nos EUA foi agendada, mas todos os shows foram calcelados. Nesse período, Zakk estava sendo processado pela Johnny Walker Company (marca de whiskey), por causa da capa do álbum"Sonic Brew", que segundo a empresa era muito parecida com uma garrafa de Johnny Walker Black Label. A banda decidiu mudar a capa e para incentivar os fãs a comprarem o novo álbum, eles gravaram uma faixa bônus entitulada "No More Tears 2000".

Em meados de 1999, Zakk participou ao lado de Dee Snider (Twisted Sister) do álbum "Humanary Stew", um tributo à Alice Cooper, com a música "Go To Hell".Finalmente em Setembro de 1999´o Black Label Society fez sua primeira turnê americana, com a banda Loudmouth abrindo a maioria de seus shows.

Em janeiro de 2000, Zakk e Phil foram para o Rumbo Records, na Califórnia trabalhar no novo álbum "Stronger Than Death". Axl Rose estava no mesmo estúdio durante as gravações e eles saíram juntos inumeras vezes, embora não haja nenhuma contribuição de Axl para o álbum. "Stronger Than Death" foi lançado no Japão em 8 de março de 2000 e nos EUA em 18 de abril deste mesmo ano. J.D. decidiu deixar a banda, para cuidar de interesses pessoais. Ele foi substituído por Steve Gibb, filho de Barry Gibb do BeeGees. Foi realizada mais uma turnê na terra do sol nascente.

Logo após o final da turnê japonesa, a banda viajou para os EUA e começou imediatamente a turnê norte-americana. A banda inteira volrara do oriente doente e exausta. O primeiro show da turnê americana foi marcado por um triste acontecimento. Durante a quinta música, Phil Ondich desmaiou atrás de sua bateria, com fortes dores no estômago, sendo socorrido por Craig Nunenmacher (baterista da banda Crowbar, que abria os shows do Black Label Society), que viria a substituí-lo para que o show não acabasse. Os dois shows seguintes foram cancelados. Após dois dias parada, a banda volta à turnê com alguns de seus melhores shows. Durante a viagem entre Dallas e Houston, a Les Paul Bullseye original, "The Grail" de Zakk caiu de um trailer em algum lugar da estrada entre as duas cidades. Muitos anúncios foram divulgados e uma "gorda" recompensa foi oferecida, mas a guitarra continuou desaparecida. Algumas semanas depois, quando a banda fazia um show no estado de Indiana, Phil teve outro colapso, ainda sofrendo com os problemas no estômago, que só pioravam. A tensão começou a aumentar e uma discussão entre Zakk e Phil, em pleno palco, resultou na saída de Phil Ondich. Craig Nunenmacher, do Crowbar, o substituiu a partir daí, na bateria do Black Label Society.

O álbum ao-vivo "Alcohol Fueled Brewtality Live", gravado em outubro de 2001, foi lançado em 16 de janeiro de 2001. A banda foi incluída no palco principal do "Ozzfest" desse ano. Steve Gibb deixou a banda no meio da turnê, sendo substituido por Mike Inez (Ex-Ozzy/Alice in Chains). Cerca de um mês depois, Mike Inez teve que deixar o Black Label Society por ter obrigações com outra banda, na Califórnia. O encarregado da parte técnica do baixo de Mike Inez, Frey Theiler o substituiu até o fim do "Ozzfest".

Durante o "Ozzfest" 2001, Zakk gravou algumas demos com o baterista Christian Werr, para serem incluídas no próximo álbum de Ozzy Osbourne. Ozzy rejeitou todas as músicas, alegando que elas soavam "muito Black Label". Zakk então guardou o material para o próximo álbum do Black Label Society.

Zakk gravou o novo álbum com Ozzy no verão de 2001, mas Zakk não escreveu nenhuma das músicas do álbum. "Down To Earth" foi lançado no dia 16 de outubro de 2001. A banda de Ozzy e a de Rob Zombie partiram para uma turnê juntas, a "Merry Mayhen Tour". Durante uma apresentação no Japão, foi gravado um álbum duplo, ao vivo, o "Live At Budokan", com algumas das melhores performances de Zakk, incluindo um trecho do lendário solo "Eruption" de Edward Van Halen. Nesse show é possível notar a presença de fãs de Zakk na mesma quantidade que os fãs do próprio Ozzy.

Ainda no ano de 2001, Zakk foi convidado para fazer o papel de "Ghode", guitarrista de uma banda fictícia chamada Steel Dragon (muito boa por sinal) criada para o filme "Rock Star". Sua performance no filme é inesquecível. (Vale muito à pena conferir as músicas da trilha do filme e o próprio filme).

Ao final da turnê com Ozzy, Zakk voltou aos estúdios acompanhado por Craig, para os preparativos para a gravação do novo álbum do Black Label Society, "Deathcore Warmachine Eternal". Devido ao peso dos acontecimentos de 11 de setembro de 2001, Zakk resolveu mudar o nome do álbum para "1919 Eternal". o álbum foi lançado em 5 de março de 2002.

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