SLASH - MADE IN STOKE(COMPLETO)

Made in Stoke é o segundo álbum ao vivo (CD e DVD) do guitarrista Slash , em parceria com o vocalista Myles Kennedy.O show foi gravado na sua cidade natal Stoke-On-Trent Assista

SLASH E MYLES KENNEDY ELEITOS OS MELHORES DO ANO PELA LOUDWIRE MUSIC AWARDS 2012

Slash e Myles Kennedy ganharam em duas categorias na Loudwire Music Awards 2012! . Confira

GUITAR WORLD: EDDIE VAN HALEN, O MELHOR GUITARRISTA DE TODOS OS TEMPOS

Eddie Van Halen foi eleito o maior guitarrista de todos os tempos pela publicação estadunidense Guitar World.Confira a lista

STEVE VAI: OUÇA THE STORY OF LIGHT

Ouça o novo álbum de Steve Vai, "The Story Of Light". O trabalho sairá pela Favored Nations Entertainment, o selo que Vai abriu em 1999.".Ouça

BON JOVI: "BANDA APRESENTA MÚSICAS DO NOVO DISCO"

Foi ao ar na sexta-feira (25 DE JANEIRO), a apresentação da banda Bon Jovi, no BBC Radio Theatre, em Londres. Ouça

SLASH - APOCALYPTIC LOVE: OUÇA O ÁLBUM COMPLETO

Apocalyptic Love é o segundo álbum solo de estúdio do guitarrista. Slash começou a trabalhar em seu segundo álbum solo em junho de 2011, quando ainda estava na turnê de seu primeiro álbum solo. Ouça
LINK 1 LINK 2 LINK 3 LINK 4 LINK 5 LINK 6
Mostrando postagens com marcador Rush. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rush. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Rush: comunicado oficial sobre o R&R Hall Of Fame

O Rush divulgou em seu site comunicado a respeito da sua posse no Rock and Roll Hall of Fame. Eis a nota bem humorada em tradução livre
Terça-feira, 11 de dezembro de 2012 -  Rock and Roll Hall of Fame 

"Estamos honrados em tomar posse no Rock and Roll Hall of Fame. Nós 3 estamos especialmente gratos por nossos fãs leais cujo apoio e dedicação foram longe até tornar isso possível. 
P.S. E agradecimentos especiais a nossas mães por votarem 6000 vezes!" 

Alex, Geddy, & Neil

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Rock and Roll Hall of Fame: “Rush e Deep Purple indicados”

O Rush e o Deep Purple estão entre os 15 finalistas para posse no Rock And Roll Hall Of Fame na seleção de 2013. 

Pela primeira vez o público terá a chance de votar juntamente com artistas, historiadores e integrantes da indústria da música e do corpo de eleitores do Rock Hall. A partir de agora até o dia 5 de dezembro os fãs podem votar pelo RollingStone.com nos indicados que gostariam de ver empossados. Os cinco artistas mais votados irão formar uma "cédula de votação dos fãs" que contará como uma das mais de 600 cédulas que determinam a seleção de 2013.

Os resultados serão anunciados em meados de dezembro. O evento do dia 18 de abril de 2013 ocorrerá no Nokia Theater, em Los Angeles, marcando a primeira vez que a cerimônia ocorrerá nessa cidade desde 1993. A HBO gravará o show para transmissão em data posterior.

"A definição do 'rock and roll' tem diferentes significados para diferentes pessoas, mas por mais ampla que as classificações possam ser, todas elas partilham um amor em comum pela música" declarou Joel Peresman, Presidente e CEO da Rock And Roll Hall Of Fame Foundation. "Nesse ano nós orgulhosamente por mais uma vez reunimos uma fantástica lista de grupos e artistas que alcançam todo os gêneros do 'rock and roll'."

Em um comunicado oficial, o Rush declarou: "Estamos honrados por estar entre os indicados para o Rock And Roll Hall Of Fame desse ano. Estamos especialmente emocionados pelos muitos, muitos fãs dedicados para quem essa indicação é tão importante".

Os artistas são aptos à inclusão no Rock And Roll Hall Of Fame 25 anos após o lançamento de sua primeira gravação.

Indicados para o Rock And Roll Hall Of Fame de 2013: 
* Albert King
* Chic
* DEE PURPLE
* Donna Summwe
* Heart
* Joan Jett & The Blackhearts
* Kraftwerk
* The Marvelletes
* The Meters
* N.W.A.
* Pauk Butterfiels Blues Band
* Procol Harum
* Public Anemy
* Randy Newman
* RUSH

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Rush: “Clockwork Angels” - 2012

Álbum: Clockwork Angels
Gravadora:Blackbird Studio em Nashville
Data de lançamento: 12 de Junho de 2012
Gênero: Progressive Rock, Hard Rock
Produtor: Rush, Nick Raskulinecz
Faixas: 
1. Caravan 
2. BU2B 
3. Clockwork Angels 
4. The Anarchist 
5. Carnies 
6. Halo Effect 
7. Seven Cities Of Gold
8. The Wreckers
9. Headlong Flight 
10. BU2B2 
11. Wish Them Well 
12. The Garden
Descrição do Álbum: 
Clockwork Angels é o décimo nono álbum de estúdio banda canadense de rock  Rush, lançado em 12 de junho de 2012. O álbum foi gravado em abril de 2010 no Blackbird Studio, em Nashville, Tennesse. Duas músicas que eventualmente aparecem no álbum, "Caravan" e "BU2B", foram liberados para emissoras de rádio, e foram disponibilizadas para compra digital on-line no dia 1° de junho de 2010.  Após o lançamento destas duas canções, a banda embarcou na turnê Time Machine, em 2010 e 2011. A turnê contou com as primeiras apresentações ao vivo de "Caravan" e "BU2B", como parte do set list todas as noites. Clockwork Angels foi concluído após essa turnê. O segundo single do álbum, intitulado "Headlong Flight", foi lançado em 19 de abril de 2012. O álbum estreou em # 1 no Canadá e em # 2 na Billboard 200.
Curiosidades:
A capa do álbum mostra um relógio marcado com símbolos alquímicos em vez de números. Ela exibe a hora como 09:12 (21:12), em referência ao álbum da banda intitulado 2112  . Outros símbolos são incorporados ao nome da banda e ao título do álbum. A arte da capa foi ilustrada por gráficos pelo artista de longa data do Rush, colaborador Hugh Syme.

OUÇA O ÁLBUM COMPLETO:

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Rush: começa hoje a nova Clockwork Angels Tour

O power-trio canadense Rush inicia hoje, 07 de setembro de 2012, a Clockwork Angels Tour. Depois de 433 dias longe dos palcos, quando fechava a turnê anterior Time Machine (2010-2011) na cidade de Seattle, Washington (EUA), a banda retorna em seu novo show na cidade de Manchester, New Hampshire.
A turnê, prevista para abranger 38 datas em 2012, ocorrerá entre os Estados Unidos e Canadá. Após uma pausa prolongada, o Rush retoma as apresentações em maio de 2013, cumprindo 10 datas pela Europa. A banda prometeu liberar mais datas, que provavelmente serão anunciadas no fim da primeira perna. Ainda não temos quaisquer datas confirmadas para a América do Sul / Brasil, somente uma declaração de Lifeson na entrevista para a revista brasileira Roadie Crew de agosto:

"Há sempre uma chance de voltarmos ao Brasil. Nós nos divertimos tanto todas as vezes que tocamos aí! O Brasil é um país incrível. Saímos aqui da América do Norte com uma ideia do que encontraremos aí. No entanto, deparamo-nos com a paixão dos brasileiros pela música que é algo ainda maior do que qualquer um pode imaginar. É incrível! Só vivendo isso para entender. Despeço-me torcendo para que, no decorrer da turnê de Clockwork Angels, provavelmente em 2013, nós retornemos e toquemos novamente para vocês". 

Por enquanto, confiram a lista de shows já definidos: Clockwork Angels Tour - 2012 

07 de setembro | Manchester, New Hampshire (EUA) - Verizon Wireless Arena 
09 de setembro | Washington, DC (EUA) - Jiffy Lube Live 
11 de setembro | Pittsburgh, Pennsylvania (EUA) - CONSOL Energy Center 
13 de setembro | Indianapolis, Indiana (EUA) - Bankers Life Fieldhouse 
15 de setembro | Chicago, Illinois (EUA) - United Center 
18 de setembro | Detroit, Michigan (EUA) - Palace of Auburn Hills 
20 de setembro | Columbus, Ohio (EUA) - Nationwide Arena 
22 de setembro | St. Louis, Missouri (EUA) - Scottrade Center 
24 de setembro | Minneapolis, Minnesota (EUA) - Target Center 
26 de setembro | Winnipeg, Manitoba (Canadá) - MTS Center 
28 de setembro | Saskatoon, Saskatchewan (Canadá) - Credit Union Center 
30 de setembro | Edmonton, Alberta (Canadá) - Rexall Place 
10 de outubro | Bridgeport, Connecticut (EUA) - Webster Bank Arena 
12 de outubro | Philadelphia, Pennsylvania (EUA) - Wells Fargo Center 
14 de outubro | Toronto, Ontário (Canadá) - Air Canada Center 
16 de outubro | Toronto, Ontário (Canadá) - Air Canada Center 
18 de outubro | Montreal, Quebec (Canadá) - Bell Centre
20 de Outubro | Newark, Nova Jersey (EUA) - Prudential Center 
22 de outubro | Brooklyn, Nova York (EUA) - Wells Fargo Center 
24 de outubro | Boston, Massachusetts (EUA) - TD Garden 
26 de outubro | Buffalo, Nova York (EUA) - First Niagra Center
28 de outubro | Cleveland, Ohio (EUA) - Quicken Loans Arena 
30 de outubro | Charlotte, Carolina do Norte (EUA) - Time Warner Cable Arena 
01 de novembro | Atlanta, Georgia (EUA) - Verizon Wireless Ampitheater 
03 de novembro | Tampa, Flórida (EUA) - 1-800-ASK-GARY Ampitheater 
13 de novembro | Seattle, Washington (EUA) - Key Arena 
15 de novembro | São José, Califórnia (EUA) - HP Pavillion 
17 de novembro | Anaheim, Califórnia (EUA) - Honda Center 
18 de novembro | Los Angeles, Califórnia (EUA) - Gibson Ampitheater 
23 de novembro | Las Vegas, Nevada (EUA) - MGM Grand 
25 de novembro | Phoeniz, Arizona (EUA) - US Airways Center 
28 de novembro | Dallas, Texas (EUA) - American Airlines Center 
30 de novembro | San Antonio, Texas (EUA) - AT&T Center 
02 de dezembro | Houston, Texas (EUA) - Toyota Center 

Clockwork Angels Tour - 2013 

22 de maio | Manchester, Inglaterra - Arena 
24 de maio | Londres, Inglaterra - O2 Arena 
26 de maio | Birmingham, Inglaterra - LG Arena 
28 de maio | Sheffield, Inglaterra - Motorpoint Arena 
30 de maio | Glasgow, Escócia - SECC 
02 de junho | Amsterdã, Holanda - Ziggo Dome 
04 de junho | Colônia, Alemanha - Arena 
06 de junho | Berlin, Alemanha - O2 Arena 
08 de junho | Sölvesborg, Suécia - Sweden Rock Festival 
10 de junho | Helsinki, Finlândia - Hartwell Arena

A turnê Clockwork Angels já traz um sabor todo especial. Em junho desse ano o guitarrista Alex Lifeson afirmava em entrevista para a Billboard.com que o Rush cairia na estrada com uma pequena orquestra de cordas de apoio, algo inédito na carreira da banda: "Nossa intenção é levar cordas para a estrada. Será algo diferente para nós, e mal posso esperar para ouvir".

domingo, 15 de julho de 2012

Rush In Rio - Rio de Janeiro - 23/11/2002

Rush in Rio é um DVD ao vivo da banda canadense Rush, lançado em 2003, porém gravado, durante a apresentação do dia 23 de Novembro de 2002 no Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro. Os extras incluem um documentário da turnê, as opções de multi-ângulo de visualização para certas músicas e behind-the-scenes.

O repertório do show no Maracanã passeou por todos os ciclos e fases do Rush, com músicas desde seu primeiro álbum, auto-intitulado, até  o Vapor Trails. Muitos clássicos, como Subdivisions, Red Barchetta e Fly by Night, acabaram ficando de fora, mesmo num repertório de quase três horas de duração.

Mas, outros hits foram incluídos no set list, como a inesquecível Tom Sawyer - para muitos, não os fãs, a música do seriado Profissão Perigo (McGyver) -, logo na abertura, Closer To The Heart, Limelight, YYZ e The Spirit of Radio.

Entre os destaques do show estão, além dos grandes clássicos, a seqüência com a bela Leave that thing alone (instrumental do álbum Counterparts, de 1993), O Baterista - solo de 10 minutos de Neil Peart, sem dúvida o maior baterista do mundo, e Resist, em que o baixista-tecladista-vocalista Geddy Lee e o guitarrista Alex Lifeson, munidos de violões, fazem uma versão acústica para a balada do álbum Test for Echo (1996).
Live In Rio - Rio de Janeiro, Brasil - 23/11/2002

Artista: Rush
Ano/Data: 23 de Novembro de 2002
Local: Estádio do Maracanã
Cidade: Rio de Janeiro
País: Brasil
Line-up: Geddy Lee/ Alex Lifeson/ Neil Peart
Setlist
Parte 1 
"Tom Sawyer"
"Distant Early Warning"
"New World Man"
"Roll the Bones"
"Earthshine"
"YYZ"
"The Pass"
"Bravado"
"The Big Money"
"The Trees"
"Freewill" 
"Closer to the Heart"
"Natural Science" 

Parte 2 
"One Little Victory"
"Driven"
 "Ghost Rider"
"Secret Touch" 
 "Dreamline" 
 "Red Sector 'A'" 
 "Leave That Thing Alone"  "O Baterista" 
 "Resist"
 "2112"
 "Limelight"
 "La Villa Strangiato"
 "The Spirit of Radio"
 "By-Tor and the Snow Dog"
 "Cygnus X-1"
 "Working Man"

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Rush promete levar orquestra em sua próxima turnê

Com o objetivo de trazer inovação aos próximos shows,Alex Lifeson afirma em entrevista para a Billboard.com que a banda Rush contará com a participação de uma orquestra de cordas em sua próxima turnê, “Clockwork Angels”. 
Rush trará orquestra de cordas em sua nova turnê

Com Clockwork Angels, seu primeiro álbum de estúdio em cinco anos, o Rush planeja uma turnê que irá surpreender muitos fãs.

"Nossa intenção é levar cordas para a estrada".Orquestrações, arranjadas por David Campbell, marcam várias canções em Clockwork Angels, e Lifeson diz que o Rush irá contratar uma pequena orquestra de cordas, de oito ou dez partes, para recriar esses números e também adicionar outras canções da banda. "Será algo diferente para nós, e mal posso esperar para ouvir".

Lifeson diz que a produção da próxima turnê está ainda em "fase de planejamento", mas promete: "Será um novo show. Um novo espetáculo com uma nova iluminação, com tudo novo. Eu diria que é uma extensão evolutiva do que a turnê Time Machine de 2010/2011 foi, mas que estamos definitivamente renovando e que trará vários vídeos novos". 

"O set list está bastante fluido atualmente", relata Lifeson. "Estamos retirando e colocando canções constantemente, e essa sempre é a maneira que acontece antes de começarmos os ensaios. Ainda há um monte de coisas antigas que queremos tocar, e temos algumas ótimas canções do passado listadas. Detestaríamos ter que retirá-las para adicionar mais de Clockwork Angels.

Confira a entrevista completa (em inglês): Billboard.com

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Rush: “Neil Peart ainda tem aulas de bateria”

Ao longo de quase quatro décadas, o músico Neil Peart é o baterista do Rush, power trio expoente do rock progressivo.

 Não é exagero afirmar que ’11 em cada 10′ bateristas reconhecem que Neil domina como poucos a arte de tocar tal instrumento. Porém, muitas pessoas não sabem que Peart continua tendo aulas de bateria.
 Em entrevista ao site da Rolling Stone, Neil explicou os motivos pelos quais ainda estuda como tocar “batera”. 

O que é um mestre senão um estudante? É preciso aprimorar e explorar as possibilidades em sua profissão. Estou nessa posição e certamente não a subestimo. Consegui ser um baterista profissional. Consequentemente, há a responsabilidade de me dedicar a isso o tempo todo, mesmo quando não estou em turnê. Preciso me manter em forma. É uma alegria e sou grato por isso”, disse ele. 

 Confira uma performace de Neil Peart:
Fonte: Cifra Club

sábado, 2 de junho de 2012

Rush: Lifeson comenta canções do novo álbum

Alex Lifeson comentou todas as faixas de Clockwork Angels no site Music Radar.Confira abaixo o texto traduzido para vocês.

Caravan
"Gosto muito dessa canção por ter um grande riff e algumas coisas peculiares no teclado. Foi bom rever a faixa e remixá-la para o álbum com os ouvidos descansados. Conversamos sobre uma regravação, mas não havia muito sentido - ficamos felizes com as performances e com o som. Achamos que poderíamos remixá-la para que ela pudesse se ligar mais ao álbum. A perspectiva mudou um pouco. 'É divertido' - pessoas dizem para mim. 'Eu ouço partes novas na canção. Vocês a regravaram?' Isso é criado pela mudança da ênfase nos instrumentos". 

 BU2B 
"Eu adoro o peso de BU2B. É forte no estilo Zeppelin antigo, traz um grande riff de blues. O refrão é muito forte e o sentimento das letras anuncia o que está por vir. Sobre as guitarras, usei uma Les Paul 1959 e uma Tele. Essa é uma das canções onde eu criei camadas de guitarra. Existem ali provavelmente seis camadas de guitarra. Eu gravei uma nova abertura que não estava na versão que lançamos anteriormente. Comecei a brincar e a compor alguma coisa no meu quarto de hotel. Eu tinha algumas guitarras – um dos meus modelos Axcess e uma Martin emprestada da Guitar Center – e um microfone. 

Havíamos conversado sobre fazermos um pouco disso. Dessa forma, deixei o microfone preso na sacada, que gravou alguns sons de fundo: a manhã de Los Angeles, os carros passando, coisas assim. Com as portas da sacada abertas, toquei um pouco de violão, e depois Geddy realizou os vocais. Brincamos com alguns efeitos e criamos a peça. Foi tudo feito de forma espontânea em apenas alguns minutos no meu quarto".

Clockwork Angels 
"Eu só estava brincando em casa e aquilo acabou se transformando numa peça bem longa. A maior parte dela é o que Clockwork Angels acabou se tornando. Geddy e eu gostamos de trabalhar em um único dia. Nós geralmente não trazemos mais nada pro momento, nem nos referimos às jams das passagens de som. Ficamos apenas animados por começarmos algo novo. Mas eu tinha aquilo que fiz flutuando, então dei uma cópia a ele, e ele gostou muito e viu um grande potencial. Fizemos novos arranjos e desenvolvemos um pouco mais algumas partes nos versos. A partir dali, a música veio. Eu amo o dedilhar nos versos, eles são muito ativos. 

E as pontes são tão sonhadoras que nos levam para outro lugar. Há também uma seção blues na parte mediana que vem do nada, que dá bastante ênfase à letra. E então ela simplesmente cai naquele lindo e crescente arpejo. Essa parte me dá arrepios todas as vezes. Perto do fim, existe uma harmonia vocal realizada por Geddy que soa quase como uma oração. Ele cantou isso em uma das outras partes, e aquilo fica flutuando por ali. Acho que Nick é o responsável por isso. Ele disse, 'Ei, veja isso'. Nós ouvimos e pensamos, 'Oh, temos que ter isso aqui'. É bem bacana, especialmente porque você não sabe de onde vem".
The Anarchist 
"Acho que The Anarchist foi uma das primeiras canções que escrevemos para o disco, há poucos anos. Até agora a resposta tem sido bem forte, algo que eu realmente não esperava. É uma canção que vem na sua cara, uma parte poderosa de toda a suíte. Se você ouvir a demo e a versão final verá que estão muito próximas, embora com algumas diferenças. Nick nos levou a pensar sobre uma linha melódica instrumental que daria a identidade da música. O resto é praticamente o mesmo da demo. Tem uma influência oriental, algo que já visitamos antes, coisa que sentimos e gostamos muito. A maneira com que Nick e Neil se aproximaram sobre os arranjos de bateria foi ótima. Normalmente, depois de escrevermos tudo, fazemos cópias das músicas para Neil com baterias programadas ou metrônomos, de modo que ele consiga alguns pontos de referência os quais ele pode querer usar ou desenvolver. 

Assim, ele passa as músicas metodicamente, trabalhando em seus arranjos de bateria, memorizando o que vai tocar. É preciso passar aquilo mais ou menos durante um mês, e depois disso partimos para a gravação. Dessa vez Nick disse, 'Quero gravar no primeiro dia. Vamos colocar a musica para tocar, e você irá aprender enquanto estiver tocando. Faremos um monte de takes e veremos onde vai'. Acho que foi uma forma incrivelmente desafiadora de trabalho para Neil, pois ele é o tipo de pessoa que necessita constantemente de novos desafios na vida. Ele realmente toca como um louco no disco – ele está livre, muito livre. É claro, ele tem seu trabalho facilitado por ter que aprender a tocar tudo ao vivo".

Carnies 
"Eu amo o riff de abertura e os harmônicos legais. Tem um pouco de Hendrix ou Robin Trower. Os refrões são fortes. O clima festivo e os sons são bem diferente dos versos e da ponte. A subida para a ponte me faz lembrar algo, não sei o que. Vários momentos do álbum soam assim: eles me fazem lembrar de alguma coisa, mas não consigo dizer qual música ou de quando é. No entanto isso é algo muito legal – pessoas gravitando em torno das canções. Pegue Bryan Adams, por exemplo. Várias de suas composições trazem essa qualidade. Ele utiliza melodias de outras canções e é sempre muito bem sucedido. Você pode ouvir sua música e se sentir confortável com a familiaridade, familiarizado com ele. Acontece o mesmo com essa canção. Ela me leva de volta aos Beatles, mas nós não pegamos um disco deles e dissemos, 'Vamos fazer isso'! Mesmo assim há algo nos refrões que lembram os anos 60". 

Halo Effect 
"Acho que fomos numa direção diferente com Halo Effect. Lembro que estávamos no nosso pequeno estúdio – tínhamos três ambientes diferentes onde coisas aconteciam ao mesmo tempo – quando peguei o violão e comecei a tocar. Quando Geddy iniciou pronunciando a letra tivemos o estalo: ele começou a tocar também, e fomos desenvolvendo a música a partir dali. A canção é realmente sobre as decisões emocionais que fazemos e que não funcionam. Muitas vezes, em um relacionamento – você acha que vê algo a mais que, na verdade, não está lá. 

Portanto, a canção deveria ser doce e pesada ao mesmo tempo. Precisávamos desses dois contrastes. Acho que acertamos em cheio. Há um grande som acústico nela, e a seção do solo é algo bem diferente para nós. É do tipo frívola e brilhante, como se você estivesse com borboletas voando no seu estômago, da mesma forma como se sente quando está apaixonado por quem não deveria".
Seven Cities Of Gold 
"Então entramos nessa. Tudo começou na fase de composições antes do estúdio, exatamente quando estávamos recuperando o atraso revendo as coisas na casa de Geddy em setembro. Tínhamos algumas músicas, mas queríamos conseguir escrever mais algumas coisas antes de entrar novamente no estúdio em outubro. Passamos a primeira semana apenas bebendo café e pensando que talvez não estivéssemos prontos para gravar. Eu me lembro de descer as escadas e não fazer nada durante alguns dias, somente bebendo café e conversando. Então tivemos o que chamamos de 'os bons seis minutos'. Isso é tudo o que você precisa, de uns bons seis minutos por dia. Dali, a música decolou.

Começamos a comentar a coisa toda, o que é muito legal. A canção é muito cinematográfica. Você pode ouvir o perigo da cidade grande e a aproximação ao nosso viajante. Quando Neil vem e quebramos o riff, você está lá – você está na cidade com toda sua emoção, oportunidades e problemas. A canção tem uma grande arrogância mesmo. Eu a descobri exatamente da maneira que imaginava. Adoro o final, com a guitarra gritando e cuspindo com você deixando a cidade". 

The Wreckers 
"Eu e Geddy trocamos os instrumentos durante a composição, mas, quando fomos gravar, voltamos para eles. Estávamos influenciados pelas composições um do outro, o que eu penso ser um grande testemunho sobre como trabalhamos. Foi uma experiência muito agradável, produtiva. Foi uma luta para que os versos encaixassem. A acústica era muito doce, mas não se saía bem. Havia um contraste que não parecia amplo o suficiente. Então, depois de muito trabalho, chegamos com uma levada rápida e colocamos os harmônicos, o que criou um belo momento. Essa canção contrasta com o som de um sinal de perigo: não aceitar tudo ao pé da letra. Tenha cuidado. 

Coisas que possam parecer tão boas podem vir a ser exatamente o oposto. Há uma sessão mediana onde todo o estrago está feito – estou tentando explicar sem entrar na história – que veio de uma de nossas jams de passagens de som. Uma vez que temos as cordas e os pedais de baixo, esse momento da canção se torna muito visual. The Wreckers traz uma sensação pop. Não é pesada, mas esta emocionalmente ligada a uma presença forte do rock. Os versos são um dos meus momentos favoritos de toda a carreira do Rush".

Headlong Flight
"Começamos com alguns riffs que se tornaram uma longa e ótima jam. Deve ter levado horas. Havia um milhão de partes voando ao redor, todas na mesma tecla. Depois dividimo-la em pedaços, tirando coisas que gostamos e transferindo para outro lugar. Quando ouvimos pensamos, 'Oh meu Deus, temos algo muito legal acontecendo aqui! Devemos torná-la instrumental?' Por fim, decidimos que neste disco, pela primeira vez em muito, muito tempo, não teríamos uma instrumental. Acho que a musica casa muito bem com a letra. Há trechos que são extremamente dinâmicos. Acima de tudo, tivemos que tocar como loucos. Queríamos uma canção onde pudéssemos esticar ao vivo, como fazemos com Working Man. Diminuímos um pouco o trecho mediano. Originalmente havia mais coisas acontecendo, mas pensamos que estávamos exagerando, então reduzimos. Mas há mais do que o suficiente lá".
BU2B2 
"Esse momento é parte integrante da história de Neil, ele realmente queria ter esse trecho lá dentro. O problema foi não sabermos como abordá-lo musicalmente. Geddy havia feito os vocais com algumas outras coisas que havíamos escrito, mas ele não estava feliz com aquilo, nem eu. Decidi ficar até tarde da noite, retirei toda a música e fiquei apenas com o vocal. Escutei um monte de vezes e então criei algo mais rítmico – era menos musical, mas que acrescentava muita tensão. No momento de desenvolvê-la, os violões que eu havia feito originalmente foram substituídos por cordas. Colocamos alguns pedais de baixo e coisas do tipo, mas mantivemos tudo muito simples no final. É como um pequeno capitulo". 

Wish Them Well 
"Nós sempre adoramos a letra, mas essa foi uma canção difícil de desvendar. A primeira versão que tínhamos era bem diferente da original. Ela era um pouco mais etérea, com delays a la The Edge – até demais. Nós a descartamos e começamos a trabalhar em outra coisa completamente diferente, que também foi descartada – simplesmente não funcionava. Isso acontece às vezes, você sabe quando está forçando a barra. Após as duas primeiras versões, buscamos uma abordagem totalmente nova, com as quatro diretas e muito tradicionais progressões de acordes. Esse formato era bem adequado às letras. Foi desafiador, uma forte afirmação, e tinha bastante empenho, o que a tornava interessante. No entanto ainda é muito básica em sua entrega, o que eu acho que foi bom devido a toda complexidade do disco. Eu adoro a maneira como a guitarra soa. É vasta e clássica... um som terrível vindo de um Marshall. Rick Chycki é um engenheiro fantástico".

The Garden 
"The Garden foi uma das primeiras músicas que surgiram para Clockwork Angels. Na verdade Geddy compôs a maior parte. Ele trabalhou um pouco nela à noite, e no dia seguinte eu ouvi sua abertura de baixo e o verso. A ideia era a mantermos simples e sincera. O sentimento foi muito sobre estarmos no fim, sendo uma retrospectiva, então deveria haver uma doçura para ela. Nick ficou um pouco cauteloso sobre a canção ficar muito doce, no entanto. A demo era bem acústica. Havia trechos de piano, assim como cordas, e tudo era bem leve. Nick queria endurecê-la um pouco. 

Caminhamos mais entre as pontes e refrão – ela não tem os dedilhados tranqüilos dos versos – e desenvolvemos todo o trecho mediano. O solo é um dos meus favoritos. Ele é muito adequado para todo o restante da canção. Quando o ouvi, meus olhos se encheram de lágrimas. Há algo nele que me arrebata, a maneira com que se encaixa com todo o resto. O refrão de fechamento se mantém crescendo, crescendo e crescendo, até chegar no instante final. Foi uma ótima maneira de se terminar um disco".

Fonte original(em inglês) desta matéria: Music Radar 
Fonte: Rush - Fã Clube BR

domingo, 6 de maio de 2012

Rush: Classic Rock Prog revela detalhes do novo álbum

O site Power Windows disponibilizou um artigo dedicado ao Rush e seu novo álbum de estúdio, “Clockwork Angels”, publicado no mês de abril/2012 pela revista britânica Classic Rock Presents Prog. Angels Are Go! revela ótimos detalhes sobre algumas faixas do novo trabalho dos canadenses.

"Carnies e Headlong Flight eram 'jams furiosas', e houve uma 'faísca imediata de conexão' com Seven Cities of Gold", diz Alex Lifeson. "Conversamos sobre termos um início estridente relacionado ao meio da sessão 'solo' e, na medida que a música evoluía, assumia um caráter próprio; ao entrar na cidade de ambiente selvagem, uma perigosa experiência sensorial era oferecida".
 Peart afirma que o solo de Lifeson em The Garden eram "algumas gravações feitas casualmente reunidas em uma performance improvisada que permanece como meu favorito". "O público já ouviu as faixas de abertura ao longo da turnê Time Machine, o primeiro single Caravan e seu lado b BU2B, que foram escritas no início do processo. The Wreckers foi o resultado de Lee e Lifeson trocando os instrumentos durante as sessões de gravação e, "uma vez que gravávamos", diz Peart, "era o mesmo que voltar no tempo".
Peart começou a escrever suas idéias a partir do zero ao invés de elaborar idéias que fossem passando em suas anotações (o que ele chama de 'Sucata'). Ele se inspirou nos mais diversos autores, como Voltaire e Cormac McCarthy, com Michael Ondaatje e Joseph Conrad canalizados em The Anarchist e Daphne Du Maurier bem presente em The Wreckers.

Peart também se tornou fascinado por tradições antigas. "Aprendi sobre todo um conjunto de hieróglifos em ruínas para elementos e processos como 'capítulos' líricos que se reuniram, decidindo escolher um símbolo para representar cada um deles". Podemos observar esses símbolos no relógio presente na capa do álbum.

 Geddy Lee e Alex lifeson inicialmente trabalharam juntos na música em um estúdio de porão, às vezes com Lifeson entregando a Peart duas demos de uma melodia - uma com uma bateria eletrônica ilustrando as idéias ritmicas e outra na base de click tracks. "Alex havia reunido um conjunto de idéias que acabaram se tornando a maior parte da canção Clockwork Angels", diz Peart. "Assim que ouvi sua sensação ritmica, que era tão diferente para nós, minha resposta foi 'Quero tocar isso!'"

domingo, 22 de abril de 2012

Rush: assista o lyric vídeo de "Headlong Flight"

Enfim temos a liberação do mais novo single do Rush, Headlong Flight. A chegada da canção do álbum Clockwork Angels se deu antes do previsto, no site da Rolling Stone.

"Headlong Flight foi uma daquelas músicas alegres de se compor e gravar, do início ao fim", diz Geddy. "Alex e eu tivemos uma sessão explosiva no meu estúdio caseiro um dia antes da segunda parte da turnê Time Machine, e eu não revisitei aquela sessão até um ano depois. Alex e eu decidimos que a música seria instrumental e o título original era 'Take That Lampshade Off Yo Head!', mas uma vez que vimos as letras que Neil havia feito, sabia que elas combinavam com o instrumental perfeitamente e foi só uma questão de tempo de fazê-las se encaixarem e compor as linhas melódicas"

"No final de 2011, meu professor de bateria, Freddie Gruber, lembrava dos seus 84 anos de uma vida longa e cheia de aventuras, rodeado de amigos e ex-alunos", diz Peart. "Muitas vezes ele balançava a cabeça e dizia, 'Eu vivi uma grande aventura. Gostaria de poder fazer tudo de novo'. Este não é um sentimento que eu compartilho sobre o passado, fico feliz em não ter de fazer tudo de novo. Mas enquanto trabalhava nas letras de Headlong Flight, a última canção escrita para o Clockwork Angels, eu tentava resumir a vida do meu personagem aventureiro com minha própria ambivalência colorida dos versos, enquanto as palavras de Freddie inspiravam o refrão 'I wish that I could live it all again.'".



Fonte: Rush-Fã Clube Brasil

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Rush: ouça o novo single, "Headlong Flight"

O Rush acaba de divulgar a faixa “Headlong Flight”, primeiro single de seu novo álbum, "Clockwork Angels". Por enquanto a música está disponível apenas no site da Rolling Stone, mas logo deve estar online também em outros sites de streaming e no Universo Rock N' Roll. Para ouvir, clique no link abaixo.

A música, que faz parte do novo álbum do grupo, “Clockwork Angels”, estreia nas rádios americanas e do Canadá nesta quinta, dia 19. É a primeira faixa do álbum à vir à tona desde “Caravan” e “BU2B”, que saíram em 2010.

* http://www1.rollingstone.com/hearitnow/player/rush.html

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Rush: Clockwork Angels anunciado oficialmente!

Anúncio oficial da data de lançamento, capa e tracklist do novo álbum do Rush, além de trecho de 30 segundos da nova canção.

Fãs do Rush, após o lançamento das canções Caravan e BU2B, apresentamos o mais novo trecho de Clockwork Angels, bem como seu tracklist! Ainda não sabemos, mas possivelmente trata-se de Headlong Flight. Pelo anúncio, o álbum só sai em 12 de junho. Mesmo assim este é, definitivamente, um dia histórico para todos os fãs do Rush!

Somente o power-trio canadense para nos empolgar tanto em apenas 30 segundos! E a investida conceitual, seguindo os títulos das canções, de fato foi experimentada novamente por eles. E a 'visita' ao antigo Rush setentista é clara nesse trecho, nos lembrando a canção Bastille Day, do álbum Caress of Steel, de 1975.

1. Caravan
2. BU2B
3. Clockwork Angels
4. The Anarchist
5. Carnies
6. Halo Effect
7. Seven Cities Of Gold
8. The Wreckers
9. Headlong Flight
10. BU2B2
11. Wish Them Well
12. The Garden

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Rush: possível arte de encarte e letra do novo single

O lançamento do novo single do Rush, Headlong Flight, se aproxima cada vez mais. Rumores dão conta de que a canção será enviada para as rádios na próxima quarta feira, dia 11 de abril, data em que alguns apostam que a mesma acabará vazando na rede. 

O lançamento oficial está previsto para o dia 19.
Dessa forma, as especulações em torno da canção continuam. Dessa vez, um membro do Rush Forum disponibilizou o que poderá ser a parte interna do encarte de Clockwork Angels dedicada a nova canção, que revela também sua letra.

A bonita arte mostra algumas engrenagens sombrias que formam uma espécie de relógio com um pêndulo, trabalho que pode ser perfeitamente assinado pelo artista gráfico da banda, Hugh Syme, e que se encaixam perfeitamente com o conceito de Clockwork Angels.É possível conferir o que poderá ser a letra deste trabalho, que lembra as investidas líricas fantásticas ao antigo Rush:
Letra:
Bound to the earth in a headlong flight,
Toward a city I do not know,
Winding through the void of night
With stars above and fire below

Beneath my feat a rumbling shell,
Deeper still a molten shell,
The souls within its blinding breath,
Are charred into a shriveled death.

I stoke the fire of the big steel wheels,
Navigate through celestial fields
What is the fate to which I fly?
What does it mean to live and die?

A perilous path on which I tread
The Watchmaker casts ????
Into the dream that sweeps them on
A mystery still where the have gone.

Some days were dark, some nights were bright,
I wish I could live it all again.


Fonte: Rush Fã-Clube Brasil

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Rush: conheça a possível capa de "Clockwork Angels"

Enfim, estamos conhecendo a possível capa do próximo álbum de estúdio do Rush, Clockwork Angels, e do tourbook de sua digressão. As imagens foram publicadas pelo blog Rush Is A Band e possivelmente são oficiais.

A primeira imagem, que possivelmente será a capa do álbum, retrata nuvens de tempestade em tonalidade vermelha formando espécie de ciclone combinadas ao relógio já familiar, que esteve presente também na arte do single Caravan/BU2B e no material relacionado a última turnê da banda, Time Machine.

O relógio mostra símbolos que representam enxofre, purificação, mercúrio, inverno, zinco, Sol, aquário (zodíaco), essência, Netuno, chumbo, Terra e cobre. É interessante observar que o mesmo marca 9:12 (ou 21:12), numa provável referência ao antológico álbum 2112, de 1976.

Já a possível capa do tourbook mostra-se bastante interessante, retratando uma parede com algumas rachaduras e com algumas engrenagens surgindo ao fundo numa parte quebrada, estas já conhecidas principalmente pela arte steampunk presente da turnê Time Machine. Na parede surge o nome da banda escrito num estilo 'grafite', o nome do álbum e um curioso logo com as iniciais 'CA' (Clockwork Angels). O fato que nos causa impacto é a presença de um dálmata se deparando com a imagem de um hidrante pintada na parede, uma referência clara ao álbum Signals, de 1982, que este ano completa 30 anos desde o seu lançamento.

Conforme ocorrido na turnê anterior com a execução na íntegra de Moving Pictures, tal fato nos leva a imaginar que os rapazes estão planejando uma nova homenagem, dessa vez para o álbum que trouxe canções magníficas como Subdivisions, New World Man, The Weapon e Losing It, esta última jamais tocada ao vivo.
No dia 19 de abril a banda lança nas rádios o terceiro single de Clockwork Angels, a canção Headlong Flight. O álbum tem lançamento previsto para 23 de maio no Japão

Fonte: Rush Fã-Clube Brasil

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Rush: Neil Peart fala sobre gravação do "Clockwork Angels"

As lendas canadenses do rock, Rush, continuam trabalhando em seu 20º álbum de estúdio, "Clockwork Angels", previsto para o final do ano via Roadrunner Records.

Em um post em seu site oficial, o baterista , Neil Peart, descreveu o ‘Making Of’ do novo álbum da banda canadense.

Estive gravando em Toronto com meus colegas de banda desde meados de outubro até o início de dezembro. Completamos as composições e arranjos para o álbum, 'Clockwork Angels', começamos no fim de 2009 – antes de fazer a pausa para a turnê 'Time Machine', e fazer 81 shows na América do Norte, América do Sul e Europa (grande pausa).

Enquanto o Alex «Lifeson, guitarra» e o Geddy «Lee, baixo/vocal» estavam terminando a composição e o arranjo em um recinto menor do estúdio, lá na sala grande eu estava trabalhando com o ‘The Mighty Booujzhe’, gravando minhas partes da bateria.

Como nos preparamos para começar a mixagem no ano novo, ainda é cedo demais para dizer qualquer coisa sobre os resultados. (Uma vez descrevi a mixagem como 'o fim da espera', enquanto o Geddy chama de 'a morte da esperança.' A respeito do processo, entretanto, eu não consigo resistir a falar um pouco.

É a segunda vez que trabalhamos com a equipe de produção de Nick 'Booujzhe' Raskulinecz e o engenheiro Rich 'Tweak' Chycki. Começar o trabalho com este nível de confiança nos permite atingir altos patamares, e eu gravei minhas partes de bateria de uma maneira que nunca tinha feito antes.

Até nosso álbum anterior, 'Snakes & Arrows' (2007), meu método foi pegar uma versão demo que o Alex e Geddy fizeram de cada música e tocava junto muitas, muitas vezes. Eu experimentava com ritmos possíveis e decorações e gradualmente os organizava em um arranjo. Nesse ponto, eu começava a gravar meus demos – geralmente com o Alex como engenheiro – e os melhorava com o tempo, com a opinião dos meus colegas de banda e do co-produtor (Booujzhe, no caso).

Atualmente eu tenho trabalhando deliberadamente para me tornar mais improvisativo na bateria, e essas sessões foram uma oportunidade de tentar essa abordagem no estúdio. Eu toquei cada música umas poucas vezes sozinho, checando padrões e preenchimentos que funcionassem, então chamava o Booujzhe. Ele ficava no recinto comigo, encarando minha bateria, com uma partitura e uma baqueta – ele era meu maestro e eu era a orquestra dele. (Posteriormente eu substituí a baqueta por uma batuta de verdade).

As músicas do RUSH tendem a ter arranjos complicados, com batidas ímpares, por todos lados, e nossas últimas músicas não são diferentes (talvez piores – ou melhores, dependendo). Antes, muito do meu tempo de preparação eu passava simplesmente aprendendo tudo isso. Eu não gosto de contar essas partes, mas prefiro tocá-las o suficiente até que eu comece a sentir as mudanças duma forma musical. Tocando uma vez após outra, esses elementos se tornavam a música.

Dessa vez eu passei essa tarefa ao Booujzhe. (E ele adorou!) Eu atacava a bateria, reagindo ao entusiasmo dele, e às sugestões dele entre as tomadas, e juntos construíamos a arquitetura básica daquela parte. A batuta dele me conduzia aos refrões, pontes intermediárias e por aí vai – então eu não tinha de me preocupar com as suas durações. Sem contar e sem infinitas repetições. 

sábado, 10 de dezembro de 2011

Rush - Beyond The Lighted Stage (Documentário)

"Beyond the Lighted Stage" conta a história do trio formado por Geddy Lee, Alex Lifeson e Neil Peart como ela nunca foi contada antes. De forma reverencial, músicos como Kirk Hammet, Mike Portnoy, Gene Simmons, Vinnie Paul e inúmeros outros mostram como o Rush os influenciou de maneira definitiva.

Sam Dunn equilibra, com grande habilidade por sinal, sua narrativa entre momentos onde a música é o foco principal com outros onde a relação entre os três integrantes do trio e a equipe que sempre os rodeou passa a ser o assunto dominante. Salta aos olhos a profunda amizade entre Lee e Lifeson, e em como a identificação e admiração mútua serviu de raiz para toda a carreira do Rush. A saída de John Rutsey, o baterista original, devido a sua fraca saúde, e sua substituição pelo espetacular Neil Peart é narrada pelos próprios Geddy e Alex, estupefatos e enfeitiçados pelo talento gigantesco de Peart.

Estruturado em capítulos, "Beyond the Lighted Stage" conta a trajetória do Rush de forma cronológica, desde o nascimento de seus integrantes até o último disco de estúdio do grupo, "Snakes & Arrows", de 2007. Dois momentos emblemáticos chamam a atenção. O primeiro acontece quando a banda, em franca ascensão devido à boa repercussão dos discos "Rush" (1974) e "Fly by Night" (1975), viu a sua carreira ser ameaçada pela péssima recepção, tanto por parte da crítica (que sempre os ignorou, diga-se de passagem) quanto de sua própria gravadora, do álbum "Caress of Steel", terceiro disco do grupo, um intrincado manifesto hard prog lançado em setembro de 1975. Como consequência, o grupo começou a tocar em lugares menores e a receber uma grande pressão da Mercury, seu selo, que exigia um single de sucesso.

Fiéis aos seus instintos e acreditando cegamente em sua música, Lee, Lifeson e Peart não cederam, e, no lugar do single requerido, entregaram um álbum baseado em ficção científica, cuja faixa-título era uma suíte de sete partes com mais de vinte minutos de duração! O resultado, o disco "2112" (1976), foi aclamado pelos fãs e deu carta branca para o Rush seguir os caminhos artísticos que bem entendesse em sua carreira.

O outro ponto crucial aconteceu em 4 de julho de 1997, quando o grupo estava na estrada promovendo o álbum "Test for Echo" e recebeu a notícia de que a filha de Neil Peart, Selena, então com 19 anos, havia falecido em um acidente de carro. Buscando forças para se recuperar da tragédia, Neil e sua esposa Jaqueline mudaram-se para a Califórnia, onde menos de um ano depois, em junho de 1998, Jaqueline faleceria vitimada por um câncer fulminante.

Repentinamente sem chão e vendo a sua vida desmoronar diante de seus olhos, Peart pegou a sua moto e viajou desesperadamente e sem rumo por mais de 90 mil quilômetros. Geddy Lee, Alex Lifeson e as demais pessoas próximas ao grupo eram tranquilizados por postais enviados periodicamente por Peart das mais variadas partes do continente americano. Nesse momento a banda esteve seriamente próxima do fim, mas foi reativada pelo próprio baterista, que quando se sentiu pronto propôs à dupla restante o retorno das atividades do conjunto, resultando no álbum "Vapor Trails", de 2002.

"Beyond the Lighted Stage" é um filme emocionante do início ao fim, e mostra uma banda nua e livre de qualquer artifício como poucas vezes se viu. O Rush dá uma aula de integridade artística, respeito aos fãs e fé inabalável em seus princípios. Além disso, traz um segundo DVD repleto de material extra, onde o destaque são vídeos raros com a participação de John Rutsey.

domingo, 30 de outubro de 2011

Rush: segundo Geddy Lee, novo álbum sai no início de 2012

Segundo o baixista da banda Rush, Geddy Lee, em uma entrevista concedida à “Rolling Stones”, o trio retomou às composições para o novo álbum há três semanas, com o lançamento previsto para o início de 2012.

Estamos quase terminando de compor, voltamos a trabalhar nisso há três semanas. Depois de um começo ruim, tivemos um período frutífero em termos de composições. Estou satisfeito com o rumo que o material tem tomado. Acho que há uma ou duas músicas que queremos fazer, e então começamos a gravar. Com sorte, teremos gravado tudo antes do Natal, e acho que o disco sai no primeiro trimestre do ano que vem”, revelou o baixista.

Quando perguntado sobre a similaridade das novas músicas com as do álbum anterior, “Snakes & Arrows”, Geddy Lee respondeu:

 “Acho que é um pouco diferente do ‘Snakes & Arrows’. Não está terminado ainda, então é difícil dizer exatamente como soa, mas eu acho que o caminho de ‘Caravan’ e ‘BU2B’ (músicas avulsas lançadas no ano passado e que devem fazer parte do novo álbum) é o que estamos seguindo”, afirmou.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Ultimate Classic Rock: os dez melhores álbuns do Rush

Com 18 álbuns na carreira, até agora, escolher os "melhores" é um tema muito debatido entre os fãs do trio canadense. Nisso o site Ultimateclassicrock.com, analisou alguns dos melhores trabalhos da banda em uma lista dos 10 melhores álbuns do RUSH:

10. "Snakes And Arrows" - 2007

O impacto inicial do álbum anterior, "Vapor Trails" sofreu devido a problemas de qualidade de som, mas se você comparar "Test For Echo" e "Snakes And Arrows, dará empate. No final, a emoção contínua de "Snakes And Arrows" vence. O primeiro single "Far Cry" trás uma confiança, que sem dúvida, que fez o Rush voltar.

9. "Roll The Bones" - 1991

O álbum lançado nos anos 90, mostra a banda deixando os teclados mais recuados em relação a guitarra de Alex Lifeson, tendo um merecido destaque. A faixa-título, com letras faladas, lembrando um rap, foi um tanto controverso para o gênero, e pouco esperado em um album do Rush."Roll The Bones", manteve os veteranos do Canadá em terra firme, com um álbum geralmente bem recebido pelos fãs.

8. "Permanent Waves" - 1980

Em "Permanent Waves", a banda começa um quadro mais rádio e amigável de composições. "The Spirit of Radio" aparentemente é um tapinha nas costas em comemoração ao programa de rádio de Toronto, com o mesmo nome. O baterista Neil Peart, explica que existe um sentimento dentro da canção, mas também lamenta os métodos de programação estereotipadas e sem alma que começaram a rondar a rádio, que já foi bem apreciada pelos ouvintes.


7. "Signals" - 1982

Continuando a experimentar a evolução do som dos teclados-pesados que a banda adotou durante os anos 80. Uma das melhores faixas do álbum, "Subdivisions", começou com Neil Peart fazendo os primeiros arranjos na estrada durante a tour do "Moving Pictures".


6. "A Farewell To Kings" - 1977

O quinto álbum de estúdio do Rush, marca "Closer To The Heart" como a primeira canção escrita por alguém de fora da banda, e também considerada um hit no Reino Unido, sendo uma das favoritas entre os fãs. Presente em quase todos os setlists em turnês, com apenas algumas exceções.


5. "Hemispheres" - 1978

Continuando a história, que começou em "A Farewell To Kings", o Rush dedicou todo o lado A de "Hemispheres" para a segunda parte do "Cygnus X-1. Book I", como parte inicial da história em 10 minutos. "Cygnus X-1. Book II Hemispheres", conta com 18 minutos de duração, enriquecendo o seu enredo místico. A faixa épica provavelmente não é o melhor ponto de partida para apresentar um álbum do Rush a um amigo. Mas se o assuto é o talento musical da banda, "The Trees" contribui, como uma bela e rápida canção.

4. "Rush" - 1974

Ouvir o vocal agudo de Geddy Lee em faixas como "Finding My Way", podem gerar algumas contradições entre alguns fãs da banda, que acham que os vocais de Lee são agressivos demais para os seus ouvidos. Mas a partir da estréia do Rush em 1974, a banda já mostrava um som excessivamente polido que eles desenvolveram em 40 anos como uma banda.

3. "Fly By Night" - 1975

O segundo álbum do Rush conta com a estréia de Neil Peart, como novo baterista da banda e letrista principal. Além de Peart, houve uma outra mudança, na maneira de tocar, dando uma direção mais clara ao Rush, que já se mostrava pronto para os desafios que estavam por vir. Badaladas como "By-Tor And The Snow Dog" foi intensionalmente colocada no primeiro lado do disco, pois no vinil, os sinos no final foram prensados nos sulcos após a marca final do lado um. Em toca-discos antigos, até que o braço fosse fisicamente levantado do vinil, os sinos continuariam tocando. Na versão do ‘Archives’, a música é 28 segundos mais longa, já que sinos adicionais foram incluídos.

2. "2112" - 1976

Um dos destaques da turnê de "Test For Echo", foi a execução completa da faixa-título "2112", do quarto álbum do Rush. Muitas vezes erroneamente identificado como um álbum conceitual, porque a faixa-título, dividida em sete partes, nasceu do fracasso comercial do álbum anterior da banda, "Caress of Steel" de 1975. O famoso personagem "Starman" faz sua primeira aparição na contra-capa de "2112".

1. "Moving Pictures" - 1981

"Moving Pictures" é, obviamente, um dos melhores álbuns do Rush, contendo hits como a inegável "Tom Sawyer". O clássico é certamente uma das melhores aberturas que um grande álbum pode ter. Geddy Lee nos proporciona uma bela entrada, com seus vocais. Quem teve a chance de ver a banda tocar o "Moving Pictures" na íntegra, durante a "Time Machine Tour", teve a sensação de que cada centavo valeu a pena ser pago.

Fonte: Whiplash
Fonte desta matéria(em inglês): ultimateclassicrock.com

sábado, 30 de julho de 2011

Formação do Rush: Integrantes

Rush é uma banda canadense de rock progressivo formada originalmente em agosto de 1968, na cidade de Toronto, Ontário, composta atualmente pelo baixista, tecladista e vocalista Geddy Lee, pelo guitarrista Alex Lifeson, e pelo baterista e letrista Neil Peart.


Abaixo veja algumas informações sobre este incrível trio:

Geddy Lee

Nome: Gary Lee Weinrib;
Apelido: Witch,Dirk(entre outros);
Nascimento: 29 de julho de 1953 (58 anos);
Origem:Toronto, Ontário;
País: Canadá,
Instrumentos: Baixo,vocal,teclado;
Período em atividade: 1968-atualmente.

Ganhou o apelido "Geddy" de um amigo, aos 12 anos. Isso, porque, sua mãe, por ser judia polonesa, pronunciava seu nome com sotaque bastante carregado. Lee é considerado um dos melhores relacionados ao baixo . Isso porque Geddy não toca como o de costume. Ele praticamente sola o tempo inteiro.Geddy cita como suas principais influências os baixistas John Entwistle, Chris Squire, Jack Bruce, Greg Lake e Paul McCarteney, entre outros.

Alex Lifeson

Nome: Alexander Zivojinovich;
Nascimento: 27 de agosto de 1953 (57 anos);
Origem: Fernie, Colúmbia Britânica;
País: Canadá; 
Instrumentos: Guitarra;
Período em atividade: 1968-atualmente. 

O guitarrista do Rush é considerado o cientista da banda, pois busca constantemente sonoridades diferentes para expressar sua musicalidade. Extremamente versátil, Alex é competente em riffs, solos e texturas, caracterizando-se por apresentar uma distribuição precisa sobre os tempos e um trabalho rítmico muito elaborado. Junto com Geddy, compõe as músicas do power trio. Lifeson cita como suas influência Jimi Hendrix,Eric Clapton,Jimmy Page,Jeff Beck,Pete Townshend, entre outros.

Neil Peart

Nome: Neil Elwood Peart;
Apelido: The Professor, Pratt;
Nascimento: 12 de setembro de 1953 (58 anos);  
Origem: Hamilton, Ontário;
País: Canadá; 
Instrumentos: Bateria;
Período em atividade: 1973-atualmente;  


É considerado o melhor baterista vivo do mundo e um dos melhores bateristas de rock de todos os tempos. No começo da carreira, o estilo de tocar de Peart foi desenvolvido principalmente no Hard Rock de onde tirou a maioria de sua inspiração, de bateristas como Keith Moon e John Bonham. Em suas performances, combina velocidade espantosa, técnica e uma criatividade únicas. Influenciou gerações inteiras de bateristas e obteve a reverência de grandes nomes do jazz. Neil tem o costume de fazer solos experimentais durante os concertos, abordando neles sua história pessoal e da bateria mundial: elementos de rock, jazz, percussão latina e africana são facilmente reconhecíveis.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Rush: Alex Lifeson lista seus três melhores solos

O guitarrista do RUSH escolheu, sem pestanejar, aqueles que ele considera como seus três melhores solos de guitarra. Abaixo, a lista com os comentários de Lifeson, música por música:


1.  Limelight (“Moving Pictures”, 1981)

"Adoro a elasticidade deste solo. Pra mim é muito emocionante tocar esta parte da música. A canção é sobre solidão e isolamento e acho que o solo reflete isso. Existe bastante coração nele. É uma coisa de sentimento: você tem que tocar o solo como o sente, caso contrário, soará exagerado. Eu nunca tive esse problema com ‘Limelight’. Na primeira vez em que a toquei em estúdio senti uma verdadeira fixação por ela, eu poderia dizer que era algo especial. Ainda hoje é o meu solo favorito para executar ao vivo. Eu nunca me canso dele. Cada vez em que estou prestes a tocá-lo, respiro fundo e solto o ar na primeira nota. Acho que soa tolo, mas para mim é algo libertador".


2. Kid Gloves (“Grace Under Pressure”, 1984)

"Essa música é do nosso álbum 'Grace Under Pressure'. O que eu gosto neste solo é que ele é o oposto do ‘Limelight’: tem um suingue, um tipo de atitude sensual, um pouco de humor estúpido. Quando eu a toco sinto uma certa confiança, como uma pessoa levada, o que não é de todo o meu jeito na vida real. O engraçado nela é que eu tinha um idéia para o solo e apenas a realizei depois de gravá-la pela primeira vez. Nunca tenho planos em mente quando estou gravando solos. Eu apenas lhes dou asas. O solo de ‘Kid Gloves’ me guiou, é como se ele soubesse o que queria ser e eu me limitei a segui-lo".

3. Freewill (“Permanent Waves”, 1980)

"É um solo muito difícil de se tocar. Acho que sinto um orgulho solitário por isso. Toda vez que eu o faço, fico espantado. É tão frenético e excitante. A parte rítmica também – Geddy e Neil estão por todo o lugar. É provavelmente um dos trechos de música mais ambiciosos que o Rush já fez. Num certo sentido, todos solam ao mesmo tempo. Na gravação eu não tinha nada planejado, estava apenas reagindo ao que os outros rapazes faziam. Basicamente, estava apenas tentando prosseguir! Mas acho que funcionou muito bem. Fiquei bastante contente com ele, e olha que eu normalmente encontro problemas nas coisas que faço".

  ©Universo Rock N' Roll - Todos os direitos reservados.

Template by Dicas Blogger | Topo