
SLASH - MADE IN STOKE(COMPLETO)

SLASH E MYLES KENNEDY ELEITOS OS MELHORES DO ANO PELA LOUDWIRE MUSIC AWARDS 2012

GUITAR WORLD: EDDIE VAN HALEN, O MELHOR GUITARRISTA DE TODOS OS TEMPOS

STEVE VAI: OUÇA THE STORY OF LIGHT

BON JOVI: "BANDA APRESENTA MÚSICAS DO NOVO DISCO"

SLASH - APOCALYPTIC LOVE: OUÇA O ÁLBUM COMPLETO
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Rock and Roll Hall of Fame: “Rush e Deep Purple indicados”
* Albert King
* Chic
* DEE PURPLE
* Donna Summwe
* Heart
* Joan Jett & The Blackhearts
* Kraftwerk
* The Marvelletes
* The Meters
* N.W.A.
* Pauk Butterfiels Blues Band
* Procol Harum
* Public Anemy
* Randy Newman
* RUSH
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Rush: “Clockwork Angels” - 2012

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Rush: começa hoje a nova Clockwork Angels Tour
Postado por Universo Rock'n Roll às 11:32 1 comentários
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Rush In Rio - Rio de Janeiro - 23/11/2002
Artista: Rush
Ano/Data: 23 de Novembro de 2002
Local: Estádio do Maracanã
Cidade: Rio de Janeiro
País: Brasil
Line-up: Geddy Lee/ Alex Lifeson/ Neil Peart
"Distant Early Warning"
"New World Man"
"Roll the Bones"
"Earthshine"
"YYZ"
"The Pass"
"Bravado"
"The Big Money"
"The Trees"
"Freewill"
"Closer to the Heart"
"Natural Science"
Parte 2
"One Little Victory"
"Driven"
"Ghost Rider"
"Secret Touch"
"Dreamline"
"Red Sector 'A'"
"Leave That Thing Alone" "O Baterista"
"Resist"
"2112"
"Limelight"
"La Villa Strangiato"
"The Spirit of Radio"
"By-Tor and the Snow Dog"
"Cygnus X-1"
"Working Man"
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Rush promete levar orquestra em sua próxima turnê
Postado por Universo Rock'n Roll às 13:56 0 comentários
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Rush: “Neil Peart ainda tem aulas de bateria”
Não é exagero afirmar que ’11 em cada 10′ bateristas reconhecem que Neil domina como poucos a arte de tocar tal instrumento. Porém, muitas pessoas não sabem que Peart continua tendo aulas de bateria.
Confira uma performace de Neil Peart:
Fonte: Cifra Club
Postado por Universo Rock'n Roll às 19:52 0 comentários
Marcadores: Baterias, Entrevistas, Neil Peart, Rush
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Rush: Lifeson comenta canções do novo álbum
Alex Lifeson comentou todas as faixas de Clockwork Angels no site Music Radar.Confira abaixo o texto traduzido para vocês.
Fonte original(em inglês) desta matéria: Music Radar
Fonte: Rush - Fã Clube BR
domingo, 6 de maio de 2012
Rush: Classic Rock Prog revela detalhes do novo álbum
O site Power Windows disponibilizou um artigo dedicado ao Rush e seu novo álbum de estúdio, “Clockwork Angels”, publicado no mês de abril/2012 pela revista britânica Classic Rock Presents Prog. Angels Are Go! revela ótimos detalhes sobre algumas faixas do novo trabalho dos canadenses.
Peart afirma que o solo de Lifeson em The Garden eram "algumas gravações feitas casualmente reunidas em uma performance improvisada que permanece como meu favorito". "O público já ouviu as faixas de abertura ao longo da turnê Time Machine, o primeiro single Caravan e seu lado b BU2B, que foram escritas no início do processo. The Wreckers foi o resultado de Lee e Lifeson trocando os instrumentos durante as sessões de gravação e, "uma vez que gravávamos", diz Peart, "era o mesmo que voltar no tempo".
Peart também se tornou fascinado por tradições antigas. "Aprendi sobre todo um conjunto de hieróglifos em ruínas para elementos e processos como 'capítulos' líricos que se reuniram, decidindo escolher um símbolo para representar cada um deles". Podemos observar esses símbolos no relógio presente na capa do álbum.
Geddy Lee e Alex lifeson inicialmente trabalharam juntos na música em um estúdio de porão, às vezes com Lifeson entregando a Peart duas demos de uma melodia - uma com uma bateria eletrônica ilustrando as idéias ritmicas e outra na base de click tracks. "Alex havia reunido um conjunto de idéias que acabaram se tornando a maior parte da canção Clockwork Angels", diz Peart. "Assim que ouvi sua sensação ritmica, que era tão diferente para nós, minha resposta foi 'Quero tocar isso!'"
Postado por Universo Rock'n Roll às 11:46 0 comentários
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Rush: assista o lyric vídeo de "Headlong Flight"
Enfim temos a liberação do mais novo single do Rush, Headlong Flight. A chegada da canção do álbum Clockwork Angels se deu antes do previsto, no site da Rolling Stone.
"No final de 2011, meu professor de bateria, Freddie Gruber, lembrava dos seus 84 anos de uma vida longa e cheia de aventuras, rodeado de amigos e ex-alunos", diz Peart. "Muitas vezes ele balançava a cabeça e dizia, 'Eu vivi uma grande aventura. Gostaria de poder fazer tudo de novo'. Este não é um sentimento que eu compartilho sobre o passado, fico feliz em não ter de fazer tudo de novo. Mas enquanto trabalhava nas letras de Headlong Flight, a última canção escrita para o Clockwork Angels, eu tentava resumir a vida do meu personagem aventureiro com minha própria ambivalência colorida dos versos, enquanto as palavras de Freddie inspiravam o refrão 'I wish that I could live it all again.'".
Fonte: Rush-Fã Clube Brasil
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Rush: ouça o novo single, "Headlong Flight"
A música, que faz parte do novo álbum do grupo, “Clockwork Angels”, estreia nas rádios americanas e do Canadá nesta quinta, dia 19. É a primeira faixa do álbum à vir à tona desde “Caravan” e “BU2B”, que saíram em 2010.
* http://www1.rollingstone.com/hearitnow/player/rush.html
Postado por Universo Rock'n Roll às 15:27 2 comentários
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Rush: Clockwork Angels anunciado oficialmente!
Anúncio oficial da data de lançamento, capa e tracklist do novo álbum do Rush, além de trecho de 30 segundos da nova canção.
Somente o power-trio canadense para nos empolgar tanto em apenas 30 segundos! E a investida conceitual, seguindo os títulos das canções, de fato foi experimentada novamente por eles. E a 'visita' ao antigo Rush setentista é clara nesse trecho, nos lembrando a canção Bastille Day, do álbum Caress of Steel, de 1975.
1. Caravan
2. BU2B
3. Clockwork Angels
4. The Anarchist
5. Carnies
6. Halo Effect
7. Seven Cities Of Gold
8. The Wreckers
9. Headlong Flight
10. BU2B2
11. Wish Them Well
12. The Garden
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Rush: possível arte de encarte e letra do novo single
O lançamento oficial está previsto para o dia 19.
Dessa forma, as especulações em torno da canção continuam. Dessa vez, um membro do Rush Forum disponibilizou o que poderá ser a parte interna do encarte de Clockwork Angels dedicada a nova canção, que revela também sua letra.
A bonita arte mostra algumas engrenagens sombrias que formam uma espécie de relógio com um pêndulo, trabalho que pode ser perfeitamente assinado pelo artista gráfico da banda, Hugh Syme, e que se encaixam perfeitamente com o conceito de Clockwork Angels.É possível conferir o que poderá ser a letra deste trabalho, que lembra as investidas líricas fantásticas ao antigo Rush:
Letra:
Bound to the earth in a headlong flight,
Toward a city I do not know,
Winding through the void of night
With stars above and fire below
Beneath my feat a rumbling shell,
Deeper still a molten shell,
The souls within its blinding breath,
Are charred into a shriveled death.
I stoke the fire of the big steel wheels,
Navigate through celestial fields
What is the fate to which I fly?
What does it mean to live and die?
A perilous path on which I tread
The Watchmaker casts ????
Into the dream that sweeps them on
A mystery still where the have gone.
Some days were dark, some nights were bright,
I wish I could live it all again.
Fonte: Rush Fã-Clube Brasil
Postado por Universo Rock'n Roll às 15:38 0 comentários
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Rush: conheça a possível capa de "Clockwork Angels"
Enfim, estamos conhecendo a possível capa do próximo álbum de estúdio do Rush, Clockwork Angels, e do tourbook de sua digressão. As imagens foram publicadas pelo blog Rush Is A Band e possivelmente são oficiais.
A primeira imagem, que possivelmente será a capa do álbum, retrata nuvens de tempestade em tonalidade vermelha formando espécie de ciclone combinadas ao relógio já familiar, que esteve presente também na arte do single Caravan/BU2B e no material relacionado a última turnê da banda, Time Machine.
O relógio mostra símbolos que representam enxofre, purificação, mercúrio, inverno, zinco, Sol, aquário (zodíaco), essência, Netuno, chumbo, Terra e cobre. É interessante observar que o mesmo marca 9:12 (ou 21:12), numa provável referência ao antológico álbum 2112, de 1976.
Conforme ocorrido na turnê anterior com a execução na íntegra de Moving Pictures, tal fato nos leva a imaginar que os rapazes estão planejando uma nova homenagem, dessa vez para o álbum que trouxe canções magníficas como Subdivisions, New World Man, The Weapon e Losing It, esta última jamais tocada ao vivo.
No dia 19 de abril a banda lança nas rádios o terceiro single de Clockwork Angels, a canção Headlong Flight. O álbum tem lançamento previsto para 23 de maio no Japão
Fonte: Rush Fã-Clube Brasil
Postado por Universo Rock'n Roll às 13:17 2 comentários
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Rush: Neil Peart fala sobre gravação do "Clockwork Angels"
As lendas canadenses do rock, Rush, continuam trabalhando em seu 20º álbum de estúdio, "Clockwork Angels", previsto para o final do ano via Roadrunner Records.
Em um post em seu site oficial, o baterista , Neil Peart, descreveu o ‘Making Of’ do novo álbum da banda canadense.
Enquanto o Alex «Lifeson, guitarra» e o Geddy «Lee, baixo/vocal» estavam terminando a composição e o arranjo em um recinto menor do estúdio, lá na sala grande eu estava trabalhando com o ‘The Mighty Booujzhe’, gravando minhas partes da bateria.
Como nos preparamos para começar a mixagem no ano novo, ainda é cedo demais para dizer qualquer coisa sobre os resultados. (Uma vez descrevi a mixagem como 'o fim da espera', enquanto o Geddy chama de 'a morte da esperança.' A respeito do processo, entretanto, eu não consigo resistir a falar um pouco.
É a segunda vez que trabalhamos com a equipe de produção de Nick 'Booujzhe' Raskulinecz e o engenheiro Rich 'Tweak' Chycki. Começar o trabalho com este nível de confiança nos permite atingir altos patamares, e eu gravei minhas partes de bateria de uma maneira que nunca tinha feito antes.
Até nosso álbum anterior, 'Snakes & Arrows' (2007), meu método foi pegar uma versão demo que o Alex e Geddy fizeram de cada música e tocava junto muitas, muitas vezes. Eu experimentava com ritmos possíveis e decorações e gradualmente os organizava em um arranjo. Nesse ponto, eu começava a gravar meus demos – geralmente com o Alex como engenheiro – e os melhorava com o tempo, com a opinião dos meus colegas de banda e do co-produtor (Booujzhe, no caso).
Atualmente eu tenho trabalhando deliberadamente para me tornar mais improvisativo na bateria, e essas sessões foram uma oportunidade de tentar essa abordagem no estúdio. Eu toquei cada música umas poucas vezes sozinho, checando padrões e preenchimentos que funcionassem, então chamava o Booujzhe. Ele ficava no recinto comigo, encarando minha bateria, com uma partitura e uma baqueta – ele era meu maestro e eu era a orquestra dele. (Posteriormente eu substituí a baqueta por uma batuta de verdade).
As músicas do RUSH tendem a ter arranjos complicados, com batidas ímpares, por todos lados, e nossas últimas músicas não são diferentes (talvez piores – ou melhores, dependendo). Antes, muito do meu tempo de preparação eu passava simplesmente aprendendo tudo isso. Eu não gosto de contar essas partes, mas prefiro tocá-las o suficiente até que eu comece a sentir as mudanças duma forma musical. Tocando uma vez após outra, esses elementos se tornavam a música.
Dessa vez eu passei essa tarefa ao Booujzhe. (E ele adorou!) Eu atacava a bateria, reagindo ao entusiasmo dele, e às sugestões dele entre as tomadas, e juntos construíamos a arquitetura básica daquela parte. A batuta dele me conduzia aos refrões, pontes intermediárias e por aí vai – então eu não tinha de me preocupar com as suas durações. Sem contar e sem infinitas repetições.
Postado por Universo Rock'n Roll às 23:05 2 comentários
Marcadores: Baterias, Neil Peart, News, Rush
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Rush - Beyond The Lighted Stage (Documentário)
"Beyond the Lighted Stage" conta a história do trio formado por Geddy Lee, Alex Lifeson e Neil Peart como ela nunca foi contada antes. De forma reverencial, músicos como Kirk Hammet, Mike Portnoy, Gene Simmons, Vinnie Paul e inúmeros outros mostram como o Rush os influenciou de maneira definitiva.
Estruturado em capítulos, "Beyond the Lighted Stage" conta a trajetória do Rush de forma cronológica, desde o nascimento de seus integrantes até o último disco de estúdio do grupo, "Snakes & Arrows", de 2007. Dois momentos emblemáticos chamam a atenção. O primeiro acontece quando a banda, em franca ascensão devido à boa repercussão dos discos "Rush" (1974) e "Fly by Night" (1975), viu a sua carreira ser ameaçada pela péssima recepção, tanto por parte da crítica (que sempre os ignorou, diga-se de passagem) quanto de sua própria gravadora, do álbum "Caress of Steel", terceiro disco do grupo, um intrincado manifesto hard prog lançado em setembro de 1975. Como consequência, o grupo começou a tocar em lugares menores e a receber uma grande pressão da Mercury, seu selo, que exigia um single de sucesso.
Fiéis aos seus instintos e acreditando cegamente em sua música, Lee, Lifeson e Peart não cederam, e, no lugar do single requerido, entregaram um álbum baseado em ficção científica, cuja faixa-título era uma suíte de sete partes com mais de vinte minutos de duração! O resultado, o disco "2112" (1976), foi aclamado pelos fãs e deu carta branca para o Rush seguir os caminhos artísticos que bem entendesse em sua carreira.
O outro ponto crucial aconteceu em 4 de julho de 1997, quando o grupo estava na estrada promovendo o álbum "Test for Echo" e recebeu a notícia de que a filha de Neil Peart, Selena, então com 19 anos, havia falecido em um acidente de carro. Buscando forças para se recuperar da tragédia, Neil e sua esposa Jaqueline mudaram-se para a Califórnia, onde menos de um ano depois, em junho de 1998, Jaqueline faleceria vitimada por um câncer fulminante.
Repentinamente sem chão e vendo a sua vida desmoronar diante de seus olhos, Peart pegou a sua moto e viajou desesperadamente e sem rumo por mais de 90 mil quilômetros. Geddy Lee, Alex Lifeson e as demais pessoas próximas ao grupo eram tranquilizados por postais enviados periodicamente por Peart das mais variadas partes do continente americano. Nesse momento a banda esteve seriamente próxima do fim, mas foi reativada pelo próprio baterista, que quando se sentiu pronto propôs à dupla restante o retorno das atividades do conjunto, resultando no álbum "Vapor Trails", de 2002.
"Beyond the Lighted Stage" é um filme emocionante do início ao fim, e mostra uma banda nua e livre de qualquer artifício como poucas vezes se viu. O Rush dá uma aula de integridade artística, respeito aos fãs e fé inabalável em seus princípios. Além disso, traz um segundo DVD repleto de material extra, onde o destaque são vídeos raros com a participação de John Rutsey.
Postado por Universo Rock'n Roll às 19:19 0 comentários
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Rush: segundo Geddy Lee, novo álbum sai no início de 2012
Segundo o baixista da banda Rush, Geddy Lee, em uma entrevista concedida à “Rolling Stones”, o trio retomou às composições para o novo álbum há três semanas, com o lançamento previsto para o início de 2012.
Quando perguntado sobre a similaridade das novas músicas com as do álbum anterior, “Snakes & Arrows”, Geddy Lee respondeu:
“Acho que é um pouco diferente do ‘Snakes & Arrows’. Não está terminado ainda, então é difícil dizer exatamente como soa, mas eu acho que o caminho de ‘Caravan’ e ‘BU2B’ (músicas avulsas lançadas no ano passado e que devem fazer parte do novo álbum) é o que estamos seguindo”, afirmou.
Postado por Universo Rock'n Roll às 12:50 0 comentários
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Ultimate Classic Rock: os dez melhores álbuns do Rush
Com 18 álbuns na carreira, até agora, escolher os "melhores" é um tema muito debatido entre os fãs do trio canadense. Nisso o site Ultimateclassicrock.com, analisou alguns dos melhores trabalhos da banda em uma lista dos 10 melhores álbuns do RUSH:
O impacto inicial do álbum anterior, "Vapor Trails" sofreu devido a problemas de qualidade de som, mas se você comparar "Test For Echo" e "Snakes And Arrows, dará empate. No final, a emoção contínua de "Snakes And Arrows" vence. O primeiro single "Far Cry" trás uma confiança, que sem dúvida, que fez o Rush voltar.
9. "Roll The Bones" - 1991
O álbum lançado nos anos 90, mostra a banda deixando os teclados mais recuados em relação a guitarra de Alex Lifeson, tendo um merecido destaque. A faixa-título, com letras faladas, lembrando um rap, foi um tanto controverso para o gênero, e pouco esperado em um album do Rush."Roll The Bones", manteve os veteranos do Canadá em terra firme, com um álbum geralmente bem recebido pelos fãs.
8. "Permanent Waves" - 1980
Em "Permanent Waves", a banda começa um quadro mais rádio e amigável de composições. "The Spirit of Radio" aparentemente é um tapinha nas costas em comemoração ao programa de rádio de Toronto, com o mesmo nome. O baterista Neil Peart, explica que existe um sentimento dentro da canção, mas também lamenta os métodos de programação estereotipadas e sem alma que começaram a rondar a rádio, que já foi bem apreciada pelos ouvintes.
7. "Signals" - 1982
Continuando a experimentar a evolução do som dos teclados-pesados que a banda adotou durante os anos 80. Uma das melhores faixas do álbum, "Subdivisions", começou com Neil Peart fazendo os primeiros arranjos na estrada durante a tour do "Moving Pictures".
6. "A Farewell To Kings" - 1977
O quinto álbum de estúdio do Rush, marca "Closer To The Heart" como a primeira canção escrita por alguém de fora da banda, e também considerada um hit no Reino Unido, sendo uma das favoritas entre os fãs. Presente em quase todos os setlists em turnês, com apenas algumas exceções.
5. "Hemispheres" - 1978
Continuando a história, que começou em "A Farewell To Kings", o Rush dedicou todo o lado A de "Hemispheres" para a segunda parte do "Cygnus X-1. Book I", como parte inicial da história em 10 minutos. "Cygnus X-1. Book II Hemispheres", conta com 18 minutos de duração, enriquecendo o seu enredo místico. A faixa épica provavelmente não é o melhor ponto de partida para apresentar um álbum do Rush a um amigo. Mas se o assuto é o talento musical da banda, "The Trees" contribui, como uma bela e rápida canção.
4. "Rush" - 1974
Ouvir o vocal agudo de Geddy Lee em faixas como "Finding My Way", podem gerar algumas contradições entre alguns fãs da banda, que acham que os vocais de Lee são agressivos demais para os seus ouvidos. Mas a partir da estréia do Rush em 1974, a banda já mostrava um som excessivamente polido que eles desenvolveram em 40 anos como uma banda.
3. "Fly By Night" - 1975
O segundo álbum do Rush conta com a estréia de Neil Peart, como novo baterista da banda e letrista principal. Além de Peart, houve uma outra mudança, na maneira de tocar, dando uma direção mais clara ao Rush, que já se mostrava pronto para os desafios que estavam por vir. Badaladas como "By-Tor And The Snow Dog" foi intensionalmente colocada no primeiro lado do disco, pois no vinil, os sinos no final foram prensados nos sulcos após a marca final do lado um. Em toca-discos antigos, até que o braço fosse fisicamente levantado do vinil, os sinos continuariam tocando. Na versão do ‘Archives’, a música é 28 segundos mais longa, já que sinos adicionais foram incluídos.
2. "2112" - 1976
Um dos destaques da turnê de "Test For Echo", foi a execução completa da faixa-título "2112", do quarto álbum do Rush. Muitas vezes erroneamente identificado como um álbum conceitual, porque a faixa-título, dividida em sete partes, nasceu do fracasso comercial do álbum anterior da banda, "Caress of Steel" de 1975. O famoso personagem "Starman" faz sua primeira aparição na contra-capa de "2112".
1. "Moving Pictures" - 1981
"Moving Pictures" é, obviamente, um dos melhores álbuns do Rush, contendo hits como a inegável "Tom Sawyer". O clássico é certamente uma das melhores aberturas que um grande álbum pode ter. Geddy Lee nos proporciona uma bela entrada, com seus vocais. Quem teve a chance de ver a banda tocar o "Moving Pictures" na íntegra, durante a "Time Machine Tour", teve a sensação de que cada centavo valeu a pena ser pago.
Fonte: Whiplash
Fonte desta matéria(em inglês): ultimateclassicrock.com
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Formação do Rush: Integrantes
Rush é uma banda canadense de rock progressivo formada originalmente em agosto de 1968, na cidade de Toronto, Ontário, composta atualmente pelo baixista, tecladista e vocalista Geddy Lee, pelo guitarrista Alex Lifeson, e pelo baterista e letrista Neil Peart.
Ganhou o apelido "Geddy" de um amigo, aos 12 anos. Isso, porque, sua mãe, por ser judia polonesa, pronunciava seu nome com sotaque bastante carregado. Lee é considerado um dos melhores relacionados ao baixo . Isso porque Geddy não toca como o de costume. Ele praticamente sola o tempo inteiro.Geddy cita como suas principais influências os baixistas John Entwistle, Chris Squire, Jack Bruce, Greg Lake e Paul McCarteney, entre outros.
O guitarrista do Rush é considerado o cientista da banda, pois busca constantemente sonoridades diferentes para expressar sua musicalidade. Extremamente versátil, Alex é competente em riffs, solos e texturas, caracterizando-se por apresentar uma distribuição precisa sobre os tempos e um trabalho rítmico muito elaborado. Junto com Geddy, compõe as músicas do power trio. Lifeson cita como suas influência Jimi Hendrix,Eric Clapton,Jimmy Page,Jeff Beck,Pete Townshend, entre outros.
É considerado o melhor baterista vivo do mundo e um dos melhores bateristas de rock de todos os tempos. No começo da carreira, o estilo de tocar de Peart foi desenvolvido principalmente no Hard Rock de onde tirou a maioria de sua inspiração, de bateristas como Keith Moon e John Bonham. Em suas performances, combina velocidade espantosa, técnica e uma criatividade únicas. Influenciou gerações inteiras de bateristas e obteve a reverência de grandes nomes do jazz. Neil tem o costume de fazer solos experimentais durante os concertos, abordando neles sua história pessoal e da bateria mundial: elementos de rock, jazz, percussão latina e africana são facilmente reconhecíveis.
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Rush: Alex Lifeson lista seus três melhores solos
O guitarrista do RUSH escolheu, sem pestanejar, aqueles que ele considera como seus três melhores solos de guitarra. Abaixo, a lista com os comentários de Lifeson, música por música:
"Adoro a elasticidade deste solo. Pra mim é muito emocionante tocar esta parte da música. A canção é sobre solidão e isolamento e acho que o solo reflete isso. Existe bastante coração nele. É uma coisa de sentimento: você tem que tocar o solo como o sente, caso contrário, soará exagerado. Eu nunca tive esse problema com ‘Limelight’. Na primeira vez em que a toquei em estúdio senti uma verdadeira fixação por ela, eu poderia dizer que era algo especial. Ainda hoje é o meu solo favorito para executar ao vivo. Eu nunca me canso dele. Cada vez em que estou prestes a tocá-lo, respiro fundo e solto o ar na primeira nota. Acho que soa tolo, mas para mim é algo libertador".
2. Kid Gloves (“Grace Under Pressure”, 1984)
"Essa música é do nosso álbum 'Grace Under Pressure'. O que eu gosto neste solo é que ele é o oposto do ‘Limelight’: tem um suingue, um tipo de atitude sensual, um pouco de humor estúpido. Quando eu a toco sinto uma certa confiança, como uma pessoa levada, o que não é de todo o meu jeito na vida real. O engraçado nela é que eu tinha um idéia para o solo e apenas a realizei depois de gravá-la pela primeira vez. Nunca tenho planos em mente quando estou gravando solos. Eu apenas lhes dou asas. O solo de ‘Kid Gloves’ me guiou, é como se ele soubesse o que queria ser e eu me limitei a segui-lo".
3. Freewill (“Permanent Waves”, 1980)
"É um solo muito difícil de se tocar. Acho que sinto um orgulho solitário por isso. Toda vez que eu o faço, fico espantado. É tão frenético e excitante. A parte rítmica também – Geddy e Neil estão por todo o lugar. É provavelmente um dos trechos de música mais ambiciosos que o Rush já fez. Num certo sentido, todos solam ao mesmo tempo. Na gravação eu não tinha nada planejado, estava apenas reagindo ao que os outros rapazes faziam. Basicamente, estava apenas tentando prosseguir! Mas acho que funcionou muito bem. Fiquei bastante contente com ele, e olha que eu normalmente encontro problemas nas coisas que faço".
Postado por Universo Rock'n Roll às 12:03 0 comentários
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