SLASH - MADE IN STOKE(COMPLETO)

Made in Stoke é o segundo álbum ao vivo (CD e DVD) do guitarrista Slash , em parceria com o vocalista Myles Kennedy.O show foi gravado na sua cidade natal Stoke-On-Trent Assista

SLASH E MYLES KENNEDY ELEITOS OS MELHORES DO ANO PELA LOUDWIRE MUSIC AWARDS 2012

Slash e Myles Kennedy ganharam em duas categorias na Loudwire Music Awards 2012! . Confira

GUITAR WORLD: EDDIE VAN HALEN, O MELHOR GUITARRISTA DE TODOS OS TEMPOS

Eddie Van Halen foi eleito o maior guitarrista de todos os tempos pela publicação estadunidense Guitar World.Confira a lista

STEVE VAI: OUÇA THE STORY OF LIGHT

Ouça o novo álbum de Steve Vai, "The Story Of Light". O trabalho sairá pela Favored Nations Entertainment, o selo que Vai abriu em 1999.".Ouça

BON JOVI: "BANDA APRESENTA MÚSICAS DO NOVO DISCO"

Foi ao ar na sexta-feira (25 DE JANEIRO), a apresentação da banda Bon Jovi, no BBC Radio Theatre, em Londres. Ouça

SLASH - APOCALYPTIC LOVE: OUÇA O ÁLBUM COMPLETO

Apocalyptic Love é o segundo álbum solo de estúdio do guitarrista. Slash começou a trabalhar em seu segundo álbum solo em junho de 2011, quando ainda estava na turnê de seu primeiro álbum solo. Ouça
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sábado, 28 de julho de 2012

“God Bless Ozzy Osbourne” (2011) - Completo legendado

O documentário God Bless Ozzy Osbourne”,foi co-produzido por Jack Osbourne, filho do lendário vocalista Ozzy Osbourne.

God Bless Ozzy Osbourne é o primeiro documentário que conta a história da tortuosa e emocionalmente opressiva jornada de um grande ícone até alcançar a sobriedade, o que Ozzy considera sua maior conquista. Durante o documentário, Ozzy relembra sua juventude perturbada, o começo de sua carreira com o Black Sabbath e o impacto da fama e de seus vícios em seu casamento.

Com entrevistas com os irmãos e as irmãs do cantor, além de Jack, Kelly, Aimee e Sharon Osbourne, God Bless Ozzy Osbourne é um filme sobre a inebriante corrida ao sucesso e a redenção causada pelo distanciamento daquilo que mais colaborou para que Ozzy se tornasse um astro bem-sucedido.

O filme também traz algumas performances ao vivo e cenas raras de bastidores. “Este é o retrato mais honesto de meu pai. Eu o montei para contar a verdade - independente de como sairá cru - e acho que nós conseguimos isso”, disse Jack Osbourne. 

Com imagens inéditas cavadas de arquivos e entrevistas com Tomy Lee, Henry Rollins e outros, God Bless é o primeiro documentário que leva os espectadores para dentro da mente e da psique de uma figura cultural lendária e eterna.

God Bless Ozzy Osbourne  - Legendado

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Ozzy Osbourne: “A porta está aberta para Bill Ward”

Tony Iommi, Ozzy Osbourne e o baixista Geezer Butler falaram sobre seu novo álbum em uma entrevista para NME.com no fim de semana.Ozzy não descartou a possibilidade de Bill Ward retornar ao Black Sabbath, caso as partes cheguem a um acordo Os três músicos estão trabalhando com o produtor Rick Rubin.
 “A porta ainda está aberta. Os pedidos dele eram irracionais. Mas não haveria nada melhor que tê-lo tocando”, declarou o Madman.

Iommi acrescentou: "Tentamos fazer de tudo com Bill e no momento nada está acontecendo",disse o guitarrista. "Nossas advogados estão lidando com seus advogados.Nós realmente não temos contato com Bill.Tudo que aconteceu foi através de seus advogados."

Quando questionado de como seria o nome do novo registro, Ozzy deixou escapar o que pode ser uma pista. "O próximo ano, o de 2013, é um bom indício do que vamos chamar nosso álbum", coloca o madman, evasivo. 

Agora é só esperar para saber que tal referência seria esta. Na mesma oportunidade, Osbourne disse que não sabe, inclusive, se todas as 15 canções já feitas vão estar no novo álbum.

sábado, 2 de junho de 2012

Black Sabbath: Ozzy confirma que já tem 15 músicas prontas

Em uma reportagem feita pelo semanário britânico “New Musical Express”, o líder do Black Sabbath, Ozzy Osbourne, disse que o grupo já tem 15 músicas prontas. 

Osbourne disse: "Nós escrevemos cerca de 15 músicas até agora, se eles vão entrar em um álbum (Não sei) .Só continuamos escrevendo. Eu estava tentando organizar: onde estaríamos agora musicalmente se tivéssemos ficado juntos "

 Na mesma entrevista, o baixista Geezer Butler comentou o processo de trabalho com o produtor Rick Rubin. “Ele nos colocou sentados, pôs o primeiro disco para tocar e disse: ‘imagine que estamos em 1969 e vocês acabaram de fazer isso. O que fariam depois?”, disse o baixista, revelando que a sonoridade do álbum deve ser mesmo “old schooll”.

 Já o guitarrista Tony Iommi disse que show do grupo realizado no dia 19, em Birmingham, serviu pra lhe dar força para continuar a luta contra o câncer.

"Foi ótimo passar pelo que eu passei ao longo do ano passado foi como viver em um mundo diferente - estar no palco e conseguir a reação dos fãs é simplesmente fantástico. "

Conforme noticiado antes, o baterista Tommy Clufetos, da banda solo de Ozzy Osbourne, substitui Bill Ward, que não chegou a um acordo com os demais integrantes. Além do show do Download, na Inglaterra, no domingo, dia 10, o Black Sabbath toca em agosto, no Lollapalooza, em Chicago, nos Estados Unidos.

As demais datas marcadas na Europa estão sendo preenchidas pelo projeto “Ozzy & Friends”, por causa do tratamento de Tony Iommi. O show tem a participação de Ozzy Osbourne, do baixista Geezer Butler, de Slash e Zakk Wylde, entre outros. Já as gravações do álbum de inéditas, o primeiro em 33 anos, não foram interrompidas.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Ozzy Osbourne: Zakk revela como serão os shows com Slash e Geezer Butler

O comandante do Black Label Society e ex-guitarrista da banda de Ozzy Osbourne, Zakk Wylde, falou sobre a vindoura turnê ‘Ozzy And Friends’ – que substitui a maioria da planejada turnê do Black Sabbath depois do imprevisto do câncer de Tony Iommi – em uma nova entrevista para o site The Nervous Breakdown.

É o lance do Ozzy e Amigos”, ele explica. “Gus G., Blasko e Tommy Clufetos vão vir e tocar algumas músicas, daí eu entro com Blasko e Tommy e nós acabamos tocando um monte de coisa daquela era de quando eu estava com o Patrão, desde ‘No Rest For The Wicked’ passando por tudo que eu fiz com ele.

Daí Geezer Butler entra e nós tocamos um monte de coisas do Sabbath e no fim, Slash e todo mundo – Geezer, Slash, Gus – todos tocamos ‘Paranoid’.

Leia a entrevista completa no The Nervous Breakdown

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Ozzy Osbourne: "Eu nunca demiti Zakk Wylde"

A lenda do heavy metal Ozzy Osbourne concedeu uma entrevista à revista Goldmine em 2010 falando sobre o álbum Scream e recorrentes dúvidas de fãs. Confira trechos da entrevista abaixo.

Sobre o álbum, "Scream":
"Eu nunca gastei tanto tempo em uma gravação. Nós começamos por volta de um ano e meio atrás. Digo, nós não fizemos durante um ano e meio todos os dias. Nós íamos, trabalhávamos um pouco, então faziamos outra coisa e voltávamos para isso".

Sobre o que os músicos de hoje tem que enfrentar:
"Eu fiquei chocado quando descobri o que novas bandas tem que fazer agora quando assinam com uma gravadora. Eles tomam parte do dinheiro da publicidade, das concessões, das turnês. É tipo, ridículo. Ao mesmo tempo eu tive muita sorte em ter a minha carreira. Eu tive muita sorte.

Eu estou apenas entediado, sabe. As pessoas dizem 'Você está se aposentando?' mas é o seguinte, eu não estou ficando mais novo. E se o público começar a diminuir e ficar fraco, então eu vou ver isso como um sinal de que é hora de pendurar o microfone. eu não quero ir de arenas para bares, sabe?"

Sobre a razão de sua longevidade [profissional]:
"Eu não sei. Eu particularmente não quero saber. Mas eu sou grato. Eu estava pensando sobre o Journey,ou alguma banda do tipo... Eles costumavam encher estádios de futebol. Algumas bandas acabam tocando em pequenos clubes. Eu não posso fazer isso."

Sobre o guitarrista Zakk Wylde:
"Não mudou muita coisa, além do fato de que eu achava estar começando a soar como, hmm... como se chama a banda dele? A banda do Zakk. Black Label Society. Eu comecei a soar como a banda dele.

"Eu não quero que ninguém pense por um minuto que eu o despedi. Eu nunca o despedi. Ele nunca saiu. Não tinha nada para se deixar. Porque tudo o que ele estava fazendo era sua apresentação e a minha. Isso meio que nos fez bater de frente um com o outro. Mas eu tive que deixar passar."

Sobre o guitarrista Gus G.:
"Apenas dei a Gus uma chance, porque houve um tempo em que Zakk era um cara novo. Jake E. Lee foi um novato. Randy Rhoads foi um novato. Dei a ele uma chance; apenas dêem uma olhada nele. Não esperem por Zakk, porque ele não é Zakk."

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Black Sabbath: banda cancela turnê; Ozzy & Friends

Notícias bombásticas da reapresentação do Black Sabbath: a banda acaba de anunciar que só vai tocar no Download Festival nesse verão (do hemisfério Norte). O Black Sabbath  revelou que cancelou a grande maioria de sua turnê planejada para a Europa nesse meio de ano.

“O Sabbath teve que colocar alguns planos de molho devido à batalha de Tony Iommi com o linfoma”, diz uma declaração no Facebook da banda. “No momento, o Black Sabbath irá tocar apenas um show nesse verão, que será no domingo, 10 de Junho no Download Festival, na Inglaterra”.

Então, de modo a não deixar organizadores de fãs na mão, Ozzy Osbourne agora preencherá a maioria das datas programadas para o Black Sabbath (tanto festivais como shows avulsos), numa turnê chamada Ozzy & Friends.

Esses shows "nunca antes vistos" da Ozzy & Friends terão aparições especiais de músicos como Geezer Butler (que se juntará a Ozzy para um set especial do Black Sabbath como sinal de respeito ao amigo Tony Iommi) e o colaborador de longa data de Ozzy, Zakk Wylde. Além disso, Ozzy será acompanhado do grande amigo Slash em alguns shows, e outros "convidados especiais" deverão pipocar pela turnê em pontos separados ao longo do caminho.

Enquanto isso, Tony Iommi continua a fazer grandes progressos e anseia poder voltar à estrada. O Black Sabbath continua a escrever e a gravar no Reino Unido para seu vindouro álbum. Mais informação sobre tais datas e a gravação do Black Sabbath devem vir em breve.

As datas de 2012 são:

Black Sabbath
Domingo 10/6 Donnington UK Download Festival

Ozzy & Friends
23/5 Helsinki, Finland Hartwall Arena
25/5 Stockholm, Sweden Stadium
27/5 Jelling, Denmark Jelling Festival
29/5 Bergen, Norway Bergen Calling Festival
31/5 Oslo, Norway Spektrum
2/6 Malmo, Sweden Malmo Stadium
4/6 Dortmund, Germany Westfalenhalle
6/6 Prague, Czech Rep O2 Arena

15/6 Vitoria, Spain Azkena Rock Festival
17/6 Clisson, France Hellfest
22/6 Dessel, Belgium Graspop Metal Meeting
24/6 Milan, Italy Gods of Metal Festival
26/6 Vienna, Austria Stadthalle
28/6 Belgrade, Serbia USCE Park
1/7 Athens, Greece Rockwave Festival - Terra

Confira o anúncio da banda: Facebook Oficial- Black Sabbath

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Zakk Wylde: guitarrista fala sobre Guns N' Roses e Ozzy

O guitarrista do Black Label Society concedeu uma entrevista ao site Livre Metal falando sobre vários assuntos. Um deles é sobre o "Príncipe das Trevas" e sua relação com o Guns N' Roses em 92. Veja abaixo um trecho da entrevista.

Live Metal: Isso aconteceu há um tempo e eu tenho certeza que você falou muito sobre isso, mas voltando em meados dos anos 90, você estava meio que atolado com Axl «Rose» e os caras do Guns N' Roses.O que realmente aconteceu naquela época?
Nós estávamos tocando coisas no local de ensaio e no complexo. Nada realmente estava acontecendo. Eu estava tocando com o chefe «Ozzy» ao mesmo tempo, porque nós gravamos "Ozzmosis". Ozzy dizia, "Zakk, você está tocando com eles? Eventualmente, eu vou ter que saber. Nós vamos começar a fazer essa turnê." Eu dizia, "Claro, eu não iria sair ou fazer qualquer coisa assim." E Ozzy continuava, "Zakk, eu não posso culpá-lo. Se você quer ir tocar com eles, pode ir." Eu respondia, "Claro, Ozzy, eu não vou deixá-lo pendurado. Sem você, eu não poderia sequer falar com os caras". E sem Ozzy, não haveria Black Label. Isso é apenas um fato. Então a coisa toda é, nada estava acontecendo, e então Ozzy só chegou ao ponto em que ele dizia, "Zakk, eu tenho que arranjar outro guitarrista." Eu respondia, "Ozzy, eu não culpo você." Eu sou assim, eu estou sentado aqui, eu não sei se estamos indo ou vindo, ou se nós vamos fazer isso ou não fazer tal coisa.

Portanto, nada estava acontecendo com o chefe. Que é quando Joe Holmes entrou, e Joe é um cara matador. Joe entrou, e depois disso, nada estava acontecendo. Nós estávamos sentados juntos. Eu tinha riffs, mas eu dizia, "Foda-se, eu apenas irei fazer isso sozinho." Tenho que trabalhar, cara. Realmente não importa o quanto de massa você tem. Você pode ser o cara mais rico do planeta. Eu ainda tenho que acordar todo dia sabendo que tem algo acontecendo. Qual é a minha motivação para me levantar?

Leia a entrevista completa (em inglês) no Live Metal (http://www.live-metal.net/interviews_zakk-wylde-2011.html)

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Ozzy: Zakk Wylde foi dispensado por conta de bebedeira


Apesar de os motivos nunca terem sido bem esclarecidos para a dispensa do guitarrista Zakk Wylde da banda de Ozzy Osbourne — em uma ocasião Ozzy alegou que sua banda estava soando demais como o Black Label Society, grupo liderado por Wylde, noutra que simplesmente precisava mudar de guitarrista —, aos poucos a verdade vai tomando forma. Em entrevista à revista inglesa Classic Rock, Ozzy afirmou que estava difícil trabalhar com uma pessoa que a todo momento estava alcoolizada. Confira os principais excertos da entrevista abaixo:

Classic Rock — Há algum material de seu trabalho, ‘Scream’, que saiu das sessões de gravação de ‘Black Rain’ [lançado em 2007] que Zakk tenha composto?
Osbourne — Não. Quando Zakk chegou estávamos começando a compor o novo trabalho, mas ele ainda estava bebendo muito. Até aí, tudo bem. Mas quando você está sóbrio e tem alguém ao seu lado balbuciando coisas sem sentido em seu ouvido, não é legal. Zakk é um grande guitarrista e eu o amo. Adoro o modo como ele toca. Mas, no fim das contas, chegamos a um ponto que tínhamos que encontrar outro guitarrista. Não porque apenas desisti de trabalhar com Zakk, mas para mim era árduo estar ao lado de uma pessoa que bebia com tanta intensidade. Ouvi dizer que ele não tem bebido mais. Não sei se isso é verdade ou não.

Classic Rock — Como estão as coisas entre você e Zakk?
Osbourne — Jamais o criticarei. Somos bons amigos, somos como uma família. Acho até que parcialmente parte desses problemas também foi culpa minha, porque Zakk estava com sua própria banda, em sua própria turnê e me ajudando quando voltava. Em nossa última turnê, ele estava com sua própria banda abrindo o show, e depois estava de volta para fechar a noite com a minha banda e isso é bem difícil de se fazer. Já estava pensando em procurar outro guitarrista, mas sempre adiava tal decisão.

Classic Rock — Em algumas entrevistas você chegou a dizer que sua banda estava soando demais como o Black Label Society.
Osbourne — E muito! Mas isso não é uma surpresa, porque Zakk é o BLACK LABEL SOCIETY. Adoro o modo como ele toca, ele é um dos grandes. Mas o bebida estava começando a afetá-lo demais. Não podia assisti-lo morrer. Em um modo um pouco doente de se ver a situação toda, para mim foi até bom presenciar isso porque era assim que eu estava, e ficando cada vez pior. Acredite em mim, se eu começasse a beber agora você pensaria: ‘Que porra, isso está errado. Tenho que sair daqui!’. Era mais ou menos assim que eu me sentia ao estar próximo do Zakk.

Classic Rock — E o que o fez escolher Gus G.?
Osbourne — Havia alguma coisa nele que brilhou em mim. Ele é um grande músico, e ainda quero gravar alguma coisa do zero com ele, porque muito desse álbum já estava feito quando ele chegou. Há uma parte de Gus que eu ainda desconheço. Nunca trabalhei com ele em tempo integral na estrada. Fizemos alguns shows beneficentes juntos em Los Angeles. Quando você trabalha e vive com uma pessoa na estrada, é quando sempre descobre as merdas estranhas sobre a pessoa.

Classic Rock — O quanto Gus é diferente de Zakk?
Osbourne — São mundos a parte! Zakk é um músico que já se estabilizou por seus próprios méritos. Eu disse ao Gus: ‘Você tem grandes caras para seguir’. Realmente espero que os fãs lhe dêem a devida chance e que se lembrem que em um dado momento Zakk também foi o ‘cara novo’.

Créditos: Whiplash

domingo, 11 de dezembro de 2011

Metallica: 4º show comemorativo reúne Dave Mustaine, Ozzy Osbourne e Geezer Butler

O último show de comemoração dos 30 anos de Metallica contou com as presenças especiais de Bob Rock, Ozzy Osbourne, Geezer Butler, Dave Mustaine, Jason Newsted, Hugh Tanner – o homem que apresentou James Hetfield a Lars Ulrich, Ron McGovney e Lloyd Grant. Ou seja, com exceção do saudoso Cliff Burton, todos os integrantes que passaram pela banda estiveram no palco.

Metallica foi formado quando Ulrich se mudou para Los Angeles e colocou um anúncio em um jornal local chamado The Recycler procurando outros músicos com quem tocar. O anúncio foi respondido pelos guitarristas James Hetfield e Hugh Tanner da banda Leather Charm . Metallica foi formada oficialmente em outubro de 1981 e primeira gravação da banda foi "Hit The Lights" para a compilação "Metal Massacre" .

Esse foi o setlist apresentado:
- Orion
- Through The Never
- Ride The Lightning
- The God That Failed
- Sanitarium
- Rebel Of Babylon (inédita – Death Magnetic sessions)
- Blackened (com fãs)
- Dirty Window (com Bob Rock)
- Frantic (com Bob Rock)
- Sabbra Cadabra (com Geezer Butler)
- Iron Man (com Ozzy Osbourne e Geezer Butler)
- Paranoid (com Ozzy Osbourne e Geezer Butler)
- King Nothing (com Jason Newsted)
- Whiplash (com Jason Newsted)
- Motorbreath (com HughTanner)
- Phantom Lord (com Dave Mustaine)
- Jump In The Fire (com Dave Mustaine)
- Metal Militia (com Dave Mustaine)
- Hit The Lights (com Dave Mustaine, Ron McGovney e Lloyd Grant)
- Seek and Destroy (todos)

Vídeos da apresentação:




E mais uma música inédita do Metallica foi disponibilizada para os fãs da banda, "Rebel Of Babylon", outra que não saiu no álbum "Death Magnetic", e que foi apresentada pela primeira vez na noite do dia 10 de dezembro, no quarto e último show exclusivo para os fãs clubes em comemoração aos 30 anos de banda, em Fillmore, São Francisco.

Fotos da apresentação:

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Ozzy Osbourne - Live at Budokan (2002)

Live at Budokan é um DVD lançado por Ozzy Osbourne em 25 de Junho de 2002. Foi gravado no Budokan Hall em 15 de Fevereiro do mesmo ano em Tóquio, Japão. Além disso, o DVD apresenta a música "Suicide Solution" e solo de guitarra de Zakk Wylde de acompanhamento. Esta foi cortada do CD por restrições de tempo.

Setlist:
1.I Don't Know
2.That I Never Had
3.Believer
4.Junkie
5.Mr. Crowley
6.Gets Me Through
7.Suicide Solution (apenas no DVD)
8.No More Tears
9.I Don't Want To Change The World
10.Road To Nowhere
11.Crazy Train
12.Mama In Coming Home
13.Bark At The Moon
14.Paranoid

Vídeo da Apresentação:

terça-feira, 1 de novembro de 2011

God Bless Ozzy Osbourne: um trágico herói abençoado

A audácia em se produzir um documentário de pouco mais de uma hora e meia para traduzir em imagens e depoimentos detalhes de uma vida pública de mais de 40 anos pode se tornar uma tarefa ingrata para alguns produtores, mas não para quem vive ao lado dessa pessoa. Jack Osbourne, filho de Ozzy Osbourne, conduziu com competência God Bless Ozzy Osbourne, trazendo ao público um Ozzy talvez desconhecido por muitos.

Levando sua história a extremos, o documentário relata muito além de um showbizz que o rock and roll é capaz de proporcionar. Mostra verdades que até mesmo o próprio Ozzy se sente incomodado em ver, como o exemplo de pai que foi durante grande parte de sua vida. Uma rotina de bebedeiras e uso de drogas fez com que praticamente abandonasse seus filhos do primeiro casamento. Jessica e Louis escancaram em depoimentos todas as presepadas do pai no início de sua carreira do Sabbath, que se agravaram principalmente com a morte do pai de Ozzy, seguindo da sua demissão do Sabbath e o trágico acidente que vitimou Randy Rhoads – narrado com intensa emoção por Rudy Sarzo.

Jack, Kelly e Aimee, filhos do segundo casamento, corroboram com o discurso e trazem à tona um Ozzy Osbourne entregue completamente ao vício quase que 24 horas por dia. No seriado The Osbournes é evidente através da sua fala e caminhar a dependência química do músico, que se agravou após o câncer de Sharon.

Companheiros de estrada, como Tommy Lee e membros do Black Sabbath também falam sobre os exageros de Ozzy durante as turnês, mas de uma forma um pouco mais bem humorada.

O filme também leva Ozzy Osbourne no lugar onde nasceu e conta um pouco sobre a desolada e empobrecida classe trabalhadora da cidade industrial de Aston, na Inglaterra, lugar em que nasceu o Black Sabbath. "Um monte de garotos se voltaram para o crime, mas eu não era muito bom nisso", revela Ozzy em uma entrevista sincera, intercaladas entre as imagens de edifícios bombardeados em Birmingham.
Ao invés disso, ele descobriu a música depois de ouvir “She Loves You”, dos Beatles. Logo em seguida nasceu o Black Sabbath. O documentário tece em entrevistas francas com seus companheiros de banda, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward e detalha a gênese do grupo e do heavy metal. Certamente, seu impacto pode ser sentido mais ainda quando ninguém menos que Sir Paul McCartney exclama que a escuridão "não tinha sido tratada até que Black Sabbath começou a lidar com ela".

Por outro lado, o filme mostra uma multidão raivosa na América do Sul. A câmera segue sua jornada a partir do camarim para o palco com uma intimidade intensa. Os cineastas permitem que os telespectadores vejam o mundo através dos olhos de Ozzy, e isso é um dos elementos mais marcantes do filme.

No entanto, a história de Ozzy ensina muito, e ele faz isso sem nunca esconder nada. Analisados com um toque de humor em algumas ocasiões, mas na maior parte do tempo uma “lente dura” escancara uma espécie de herói trágico. Ozzy pode ter mudado a cara da música, mas ainda assim ele é apenas um homem, que erra como todos os outros. Este é um dos documentários mais honestos e fascinantes já feitos. Ozzy estabeleceu um novo padrão para a música, e God Bless Ozzy Osbourne faz o mesmo para o cinema.

Fonte: Ozzy Brasil

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Ozzy Osbourne: "não sou qualificado para dar conselhos sobre nada"

No novo livro de Ozzy Osbourne, "Trust me, I'm Dr. Ozzy" (Acredite em mim, eu sou o Dr. Ozzy), ele fala sobre alguns segredos por trás da sua sobrevivência.

Baseado na revista Rolling Stones (Estados Unidos), e as colunas do jornal Sunday Times (Inglaterra), o livro é bem humorado e brutamente honesto sobre as lições de vida de Osbourne, um homem cuja suas batalhas contra drogas e álcool tem sido bem documentada. Ano passado o cantor decidiu ter seu DNA mapeado para determinar se a ciência poderia talvez explicar como ele sobreviveu suas quatro décadas de avalanches de drogas e álcool. O "Ozzy Genoma" contém variantes que cientistas jamais teriam encontrado antes. Na verdade, os achados renderam manchetes ao redor do mundo e até deram a Ozzy a oportunidade de se fazer presente em uma conferência de prestígio.


Continuando com o espírito de seu livro anterior, a revista online Noisecreep.com pediu a Ozzy alguns conselhos:


Querido Dr. Ozzy,
Qual foi o conselho mais importante que você deu no seu mais novo livro?
- "Cuidado: Ozzy Osbourne não é um médico profissional qualificado"

Querido Dr. Ozzy,
Que leitor está ganhando lendo seus conselhos nesse novo livro?
- Qualquer um que quer acabar morto ou na cadeia. Sério, embora seja muito divertido ser o Dr. Ozzy - e eu tenho aprendido muito respondendo as perguntas às pessoas - alguém com um problema sério deveria ir a um médico de verdade.

Querido Dr. Ozzy,
Qual foi a coisa mais importante que você aprendeu escrevendo o livro?
- Que as pessoas que escreveram pra mim são mais loucas do que eu sou. Um cara me pediu se ele deveria parar com o hábito de comer doces, porque ele tinha recentemente descoberto que ele tinha colesterol alto. Daí veio uma mulher que queria saber se estava tudo bem ela dormir com o namorado mais novo da mãe dela. Ah, e tinha esse homem que reclamava de chorar toda vez que mijava. Essa realmente me deixou maluco!

Querido Dr. Ozzy,
Se realmente tivesse uma maneira básica para sobrevivência, o que você acha que seria?
- Não fazer NADA que eu tenha feito nos últimos 40 anos. E antes que você me pergunte: Sim, isso inclui morder a cabeça de um morcego.

Querido Dr. Ozzy,
Tem algum conselho que você não é qualificado para dar?
- Eu provavelmente não sou qualificado para dar conselho sobre nada! Surpreendentemente, isso não impediu que as pessoas os pedissem. Eu acho que elas pensam que é porque eu tenho sobrevivido por tanto, eu devo ser um milagre médico. A maioria do que eu falo é um senso comum. E você sabe que a única coisa que me tem me deixado vivo todos esses anos, NENHUM médico pode receitar: Sorte.

Fonte original(em inglês): noisecreep.com

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Entrevista com Ozzy Osbourne para Asylum.co.uk

O Asylum.co.uk conversou com Ozzy Osbourne sobre assuntos triviais. Confira trechos.

Todos já sabemos sobre o incidente com o morcego, mas há algum animal que você definitivamente não comeria?

Na verdade, não como muita carne atualmente. É mais fácil eu morder a cabeça de um alface. É o que acontece quando se chega aos 62 anos. Você come um espeto de carne e fica uma semana sem cagar. Nem comprimidos resolvem o problema. É preciso um par de dinamites para o Príncipe da Escuridão se soltar depois de umas costeletas.

Você ainda possui um belo cabelo. Há algum tratamento que você faz e recomenda?

Sou sortudo com meus genes capilares. Se estiver muito fino e caindo, meu conselho é raspar de uma vez. É uma batalha que você não vencerá.

Uma ressaca, muitos cafés e um vagão lotado. De repente, você está sofrendo um ataque de pânico. Já passou por isso? O que faria?

Soa familiar. Se estivesse nos meus dias de porre, desceria na estação seguinte e tomaria mais umas doses. Isso acabaria me curando. O que explica porque eu tive ressaca contínua durante 40 anos.

Você nasceu em Birmingham, Inglaterra, mas agora vive nos Estados Unidos. Pensa que essa mudança lhe ajudou a manter a forma?

Ainda tenho uma casa na Inglaterra e passo muito tempo lá. O contraste com Los Angeles é inacreditável. Nos Estados Unidos, eles passam o tempo inteiro querendo viver. Não se detonam, como as pessoas fazem na Inglaterra. Por outro lado, se preocupam tanto com isso que acabam esquecendo da vida em si.

Fonte: Blog Van do Halen

domingo, 9 de outubro de 2011

Zakk Wylde: Guitarrista comenta sobre sua relação com Ozzy Osbourne

Em entrevista com o NewsOK.com, Zakk Wylde comentou sobre sua relação com Ozzy Osbourne, que não ficou abalada após a separação de caminhos, ocorrida em 2009.


“Ainda falo com Ozzy. Não tenho nenhum tipo de mágoa, jamais brigamos. Sempre estivemos muito ocupados dando risada. Ele apenas achou que as músicas que estávamos fazendo soavam parecidas demais com o Black Label Society. Se Randy Rhoads ainda estivesse aqui e o material que os dois escreviam começasse a soar como o Quiet Riot, aconteceria a mesma coisa. E não o culpo por pensar assim”.

O guitarrista ainda fez questão de deixar claro que sempre estará à disposição do madman. “Seja para o que for, até para dar banho no cachorro (risos). Mas Gus G é um cara muito legal, além de um guitarrista fantástico. Mamãe e o Chefe (referindo-se a Sharon e Ozzy) já fizeram tudo por mim, o que mais eu poderia pedir? Eles me apresentaram ao mundo e me colocaram no topo. Sempre me convidam para o Ozzfest, então, como não ser eternamente grato?”.

Fonte: Blog Van do Halen

domingo, 10 de julho de 2011

George Lynch: como ele quase entrou pra banda de Ozzy Osbourne

O jornalista Jeb Wright, do site Classic Rock Revisited realizou uma entrevista com o master shredder da guitarra de toda uma geração, GEORGE LYNCH. Alguns trechos traduzidos da entrevista podem ser lidos abaixo.


Jeb: Última pergunta – você realmente fez teste pra banda de Ozzy quando Randy Rhoads também fez?

George: Eu quase entrei por três ocasiões, falando sério. Eu era um dos poucos sendo considerados. A vez mais séria foi quando eles me mandaram de avião até a Escócia e eu excursionei com a banda por um curto período. Eu ensaiei com eles no Texas e daí voltamos pra Los Angeles. Eles tinham mais uma pessoa que eles queriam dar uma olhada, como uma formalidade, e essa pessoa era Jake E. Lee. Eles acabaram escolhendo ele e não a mim.

Jeb: Eu curto muito os discos em que Jake gostou, mas eu teria amado escutar você tocar com eles.

George: Foi uma excelente escolha. Eles não a basearam na execução musical porque ele não tocava muito bem. Eu tenho falado com ele sobre isso por várias vezes. Foi baseado no visual dele. Ele tinha cabelo até a bunda e vestia couro. Ele tinha um visual fabuloso e ele se mexia muito bem no palco e era isso que eles queriam.

Tommy Aldridge e eu falamos a respeito disso porque ele era contra me ter na banda, o que foi um elemento muito crítico sobre a decisão deles. Tommy disse que eu era muito personalista e não era o tipo de cara que se encaixa bem tocando coisas de outras pessoas, o que é muito verdade. Eu não sou o cara certo pra sentar e tocar em volta de uma fogueira porque eu não conheço outras músicas. Eu só escrevo o meu lance e faço o meu próprio lance.

Eu não tinha onde cair morto e estava vivendo num minúsculo apartamento com meus dois filhos e minha esposa. Eu estava dirigindo um caminhão de entregas. Eu entregava bebida em uma parte muito ruim da cidade.

Fonte: Wiplash

terça-feira, 28 de junho de 2011

Ozzy Osbourne: Conselhos do maior sobrevivente do rock

A Grand Central Publishing marcou para 11 de outubro o lançamento do livro "Trust Me, I'm Dr. Ozzy: Advice From Rock's Ultimate Survivor" ("Confie em mim, eu sou o Dr. Ozzy: Conselhos do maior sobrevivente do rock" em tradução livre), (antes chamado "Ask Dr. Ozzy"), escrito pelo lendário vocalista de heavy metal Ozzy Osbourne e Chris Ayres.

A descrição official do livro é a seguinte: "Questionando se a ciência poderia explicar como ele sobreviveu à sua avalanche de drogas e álcool por 40 anos, Ozzy Osbourne tornou-se uma das pouquíssimas pessoas no mundo a terem todo o seu DNA mapeado em 2010. Foi um processo extremamente complexo que custou $65.000 dólares, mas os resultados foram conclusivos: Ozzy é uma anomalia genética. O 'Genoma Completo de Ozzy' continha variantes que os cientistas nunca haviam encontrado e as descobertas foram apresentadas na prestigiada conferência TEDMED em San Diego – chegando às manchetes no mundo todo. O procedimento foi patrocinado em parte pelo The Sunday Times de Londres, que já havia causado furor internacional ao colocar Ozzy Osbourne como seu astro colunista de saúde. O jornal deduziu que as múltiplas experiências de quase morte de Ozzy, histórico de 40 anos de uso abusivo de drogas, e extrema hipocondria o qualificavam mais do que qualquer outro para o trabalho. A coluna virou sucesso de um dia para o outro, sendo rapidamente selecionada pela Rolling Stone para dar ao seu público global de milhões. Em 'Trust Me, I'm Dr. Ozzy', Ozzy responde a perguntas de leitores com seu humor ultrajante e extrema sabedoria, indo fundo em seu passado para contar histórias de sobrevivência jamais antes publicadas e oferecer orientação que nenhum ser humano saudável deveria seguir. Parte humorístico, parte biografia e parte maus conselhos, 'Trust Me, I'm Dr. Ozzy' incluirá o melhor do material de suas colunas publicadas, respostas a questões médicas de celebridades, tabelas e mais."

Ozzy disse ano passado que sua coluna no Times não deve ser levada a sério. "Não é coisa séria", disse ele. "Quero dizer, eu sou a última pessoa a se pedir conselhos de saúde. Simplesmente, é algo que não foi feito para ser levado a sério. Quero dizer – e eu não a estou fazendo, eu não estou escrevendo a coluna pessoalmente, eu tenho um cara que vem, o cara que fez meu livro, Chris Ayres, está fazendo a coluna. Ele me traz as coisas da coluna e eu só faço piada com elas, sabe. Porque se você acreditar em mim, você vai acabar num manicômio."

Ozzy disse em sua primeira coluna para o Times, "Se as possoas podem aprender pelos meus erros idiotas sem ter de repetir nenhum deles, ou se eles podem obter algum conforto das coisas loucas que a minha família passou ao longo dos anos... isso é mais que o suficiente para mim."

Ozzy acrescentou na coluna, "No fim das contas, eu sou um milagre médico. Quando eu morrer, vou doar meu corpo para o Museu de História Natural."

Em resposta a um leitor da Rolling Stone chamado Hugh do Novo México que perguntou se ele deveria ir a uma daquelas "casas de massagem" supondo que sua namorada jamais ficaria sabendo, Ozzy respondeu, "Uma punheta é algo bem pessoal, e depois de uma vida inteira de prática, a maioria dos sujeitos tem uma preferência bem específica quanto ao tipo de técnica que eles gostam. Então, a não ser que você esteja agindo como um co-piloto e dando instruções a sua massagista espertalhona a cada dois segundos, vai acabar parecendo mais como se ela estivesse arrancando a pele de um coelho morto do que te enlouquecendo com prazeres proibidos. Na realidade, parece para mim que você já tem na sua cabeça que vai ser um desapontamento que vai custar caro. Você também não está se sentindo culpado. Está tudo bem em você dizer ao Dr. Ozzy que não parece errado contratar um par de mãos extra para ajudar no departamento de descabelar o palhaço, mas receio dizer que se você for parecido comigo, sua consciência não vai concordar com isso."

Fonte: Whiplash

sábado, 11 de junho de 2011

Ozzy Osbourne - Life Won't Wait

Scream é o décimo primeiro álbum de estúdio de Ozzy Osbourne e o primeiro após a saida do guitarrista Zakk Wylde da banda e do baterista Mike Bordin.



Letra: Life Won't Wait

I watch it all change
Take the news of the day
And throw it away

Time will kill all the pain
Fate will cure the decay
Of all this blind ambition
The greed bring us together

Stay Strong
Stay True
Be brave
It all comes down to you

Try just to let it go
Know that justice moves slow
But it comes in the end
Rise, the guilty will fall
Stay, they can't take it all

The want the unimportant
It's love they leave behind

Stand up
Aim true
Keep heart
The future looks to you

Every second you throw away
Every minute of every day
Don't get caught in a memory
Life won't wait for you
No, life won't wait for you my friend

I'm watching the change
Who will carry the flame?
It all feels very strange

Dreams that men can be good
Faith to live as we should
And know we're all connected
We give ourselves the power

Stay strong
Stay true
Be brave
It all comes down to you

Every day that you wait
You're falling faster
No slight of hand, no twist of fate
No ever after

When it's gone, it's gone
A fight 'til the bitter end
Life won't wait for you, no
Life won't wait for you, my friend

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Ozzy Osbourne

John Michael Osbourne, conhecido como Ozzy Osbourne (Birmingham, Inglaterra, 3 de dezembro de 1948), é um músico, compositor e vocalista britânico.

Ozzy, aos vinte anos montou sua primeira banda,o "The Polka Tulk Blues Band" e logo depois apenas Polka Tulk, que mais tarde ganhou o nome de Earth. No repertório, blues e rock com influências das bandas Cream, Blue Cheer e Vanilla Fudge, recebe a alcunha de "Pai do Heavy Metal", sendo assim idolatrado.

E em 1969, após descobrir a existência de uma banda homônima, Anthony ("Tony") Iommi (guitarra), William "Bill" Ward (bateria), John "Ozzy" Osbourne (vocais) e Terence "Geezer" Butler (baixo) decidem adotar outro nome. A idéia surgiu a partir do título de uma história do escritor Dennis Wheatley (que também inspirou a composição de Butler), nascendo então o Black Sabbath.

O nome e a temática do Black Sabbath surgiu quando todos os integrantes andavam pela "cidade natal" da banda. Quando passaram em frente a um cinema no qual estava passando um filme de terror. Ozzy e Tony pensaram "As pessoas pagam para ver isso? Para sentir medo? Pode ser que dê certo" e então puseram o nome do filme na banda e desde então compuseram músicas sobre a morte, o Diabo e coisas do gênero.

Após nove anos junto ao Black Sabbath, o oitavo álbum da banda, “Never Say Die!” (1978), veio para marcar a saída de Ozzy. Decidido a seguir carreira solo, ele forma o Blizzard of Ozz juntamente o guitarrista Randy Rhoads, o baixista Bob Daisley e o baterista Lee Kerslake, sendo que o primeiro álbum, de mesmo nome, foi lançado na Inglaterra em fita demo, no ano de 1980 e nos EUA e no resto do mundo, no ano seguinte, pelo selo Jet Records, da CBS.

O vocal personalíssimo de Ozzy somado ao talento inovador de Randy Rhoads renderam a sétima posição na parada inglesa e a vigésima primeira na norte-americana para os hits “Crazy Train” e “Mr. Crowley”. Impulsionados pelo sucesso nas vendas de seu debute, entre fevereiro e março de 1981, Ozzy e a banda voltaram ao estúdio para a gravação de seu segundo álbum, mas como a turnê do trabalho anterior estava pendente, o já intitulado “Diary of a Madman” acabou feito às pressas. O ensaio do solo de Rhoads na música “Little Dolls”, por exemplo, virou versão oficial. Além do que, nenhum dos integrantes da banda chegou a participar da mixagem final do álbum.

Para a turnê norte-americana - que acabou acontecendo somente um mês e um dia após a gravação do “Blizzard of Ozz” -, Tommy Aldridge (baterista) e Rudy Sarzo (baixo) substituíram Daisley e Lee Kersbglake. Devido a grande venda do álbum - que alcançou 500 mil cópias em menos de cem dias, Ozzy e Sharon decidiram estender a turnê, porém, muitos shows tiveram que ser cancelados, já que pouquíssimos ingressos foram vendidos e o dinheiro arrecadado não foi suficitente nem para pagar a banda.

Com o lançamento do segundo álbum, deu-se início a turnê pela Europa, só que três apresentações depois, Ozzy teve um colapso nervoso e todos retornaram aos EUA para que ele pudesse descansar. Recuperado e com uma super produção de 25 técnicos da Broadway e Las Vegas, recursos de última geração para o palco e seis mil cópias do primeiro álbum sendo vendidas a cada semana, Ozzy voltou à ativa.

Vale destacar que foi nessa época um dos acontecimentos que mais marcou a carreira do artista. Tudo aconteceu quando um fã, durante o show, atirou um morcego ao palco e Ozzy, acreditando se tratar de um artefato de plástico, mordeu a cabeça do animal e acabou tendo que tomar várias injeções anti-rábicas. O medicamento causou-lhe choques anafiláticos, entre outros problemas de saúde. Chegou-se até a ser divulgada a sua morte, que foi desmentida pelo próprio vocalista. Em resposta, Ozzy Osbourne, de forma irônica, disse saber que pessoas podem morrer de raiva após serem mordidas por morcegos, mas que nunca ouviu falar que alguém pode morrer de raiva por ter mordido um morcego. Além disso, a grande repercussão por parte da imprensa sensacionalista levou entidades de proteção aos animais a protestarem contra os shows, inclusive, alguns tiveram que ser cancelados. Mesmo com tantos incidentes, a turnê continuou.

Em meio à ascensão pungente da banda, um fato trágico estava por vir. No dia 19 de março de 1982, durante uma parada na viagem que levaria Ozzy a Orlando (Flórida) para um show, parte da banda decidiu descansar a bordo do ônibus e o motorista, que também tinha licença para pilotar, convidou Jake Duncan e Don Airey para fazer um passeio aéreo e ao aterrissar, estendeu o convite a Randy Rhoads e Rachel Youngblood (maquiadora).

Acredita-se que o piloto, ressentido pelo conturbado divórcio, tenha visto sua ex-esposa entrando no ônibus e decidiu lançar o avião contra o veículo. O ônibus onde estavam Ozzy, sua esposa e outros membros da banda não ficou muito danificado e ninguém ficou ferido, mas o avião explodiu, matando todos os passageiros. Ozzy entrou em profunda depressão com a perda de Randy Rhoads (seu melhor amigo) e decidiu adiar seus planos para o lançamento de um álbum ao vivo com o material gravado durante os shows, optando por uma coletânea de clássicos do Black Sabbath com o guitarrista Brad Gillis (Night Ranger), que ganhou o nome de “Speak of the Devil” nos EUA e “Talk to the Devil”, na Inglaterra.

Livre dos compromissos com a Jet Records, Ozzy assinou contrato com a Epic Records e Sharon decidiu que seria interessante um pouco de publicidade. A idéia inicial era que Ozzy soltasse duas pombas durante um encontro com os executivos da gravadora só que, a despeito dos acontecimentos com o morcego, Ozzy libertou uma das pombas e arrancou a cabeça da outra a dentadas.

No final de 1983, com Jake E. Lee à frente das guitarras, Ozzy grava o “Bark at the Moon”, que apesar das críticas positivas, embarcou nos modismos da época com constantes aparições na MTV e uma turnê com o Mötley Crüe, deixando para trás o classicismo das composições de Randy Rhoads. Muito longe dos palcos, em outubro de 1984, John M. de 19 anos comete suicídio e, de acordo com a polícia, a música “Suicide Solution” ainda tocava em seus fones de ouvido quando o corpo fora encontrado. Dois anos depois, três processos de incitação ao suicídio vieram à tona e, em janeiro de 1986, através de seu advogado Thomas Anderson, a família de John acusou Ozzy de no documentário “Don’t Blame Me”, utilizar uma técnica conhecida como “Hemisync”, que consiste em sincronizar as ondas de ambos os hemisférios cerebrais para se atingir estados alterados de consciência, tornando o ouvinte aberto às sugestões e capaz de vívidas alucinações. O processo durou praticamente um ano e foi arquivado pela Suprema Corte da Califórnia. Curiosamente, a música “Suicide Solution”, escrita após a morte de Bon Scott (vocalista do AC/DC) por hipotermia, após dormir bêbado em seu carro durante uma noite de inverno, adverte sobre os perigos do consumo excessivo de bebidas alcoólicas.

Nesse mesmo ano, Ozzy lança o álbum “The Ultimate Sin” com a substituição de Tommy Aldridge por Randy Castillo e de Bob Daisley por Philip Soussan. Apesar do sucesso da música “Shot in the Dark”, o álbum é considerado medíocre pela maioria da crítica e pelo próprio vocalista. Já em 1987, motivada pelas centenas de cartas de fãs interessados em material inédito do guitarrista, a mãe de Randy Rhoads entra em contato com Ozzy que decide reunir seus arquivos e enviá-los a Max Norman – produtor de seus três primeiros álbuns. O resultado foi o lançamento do tributo a Randy Rhoads (“Tribute”).

Apesar do sucesso, eram freqüentes as discussões entre Lee e Ozzy devido ao péssimo comportamento do vocalista, cada vez mais envolvido com bebidas e drogas. Fatos que levaram a substituição do guitarrista por Zakk Wylde, pouco antes da gravação do “No Rest for the Wicked”. O álbum, por sua vez, obteve críticas excelentes e além do sucesso de “Crazy Babies” e “Breaking All the Rules”, destacou-se a música “Miracle Man”, onde Ozzy critica a hipocrisia de Jimmy Swaggart - pastor evangélico que fazia pregações contra ele em seu programa de TV, e que alguns anos depois foi descoberto frequentando um motel com prostitutas.

No final da década de 80, foi cogitada uma reunião histórica entre Ozzy e Black Sabbath, após uma apresentação em Donington, Inglaterra (apresentação que valeu a saída do vocalista Dio), mas problemas entre Sharon e os empresários do Sabbath impediram uma reunião definitiva.

Em março de 1990, Geezer se juntou a Ozzy para o lançamento do álbum “Just Say Ozzy” que combinava canções do “No Rest for the Wicked” e sucessos do Black Sabbath. O ano seguinte foi de grandes mudanças na vida pessoal do artista, já que Ozzy começou uma árdua batalha contra o alcoolismo. Reflexos dessa iniciativa ficaram nítidos em seu álbum subsequente, “No More Tears”, repleto de baladas (“Mama, I'm Coming Home” e “Time After Time”), letras autobiográficas (“Road to Nowhere”) e discussões sobre assuntos relevantes como, por exemplo, o abuso sexual de crianças ("Mr. Tinkertrain"). Os frutos dessa iniciativa se confirmaram através do Grammy de melhor música para “I Don't Want to Change the World”. Além de surpreender todos com essa nova postura, Ozzy intitulou sua turnê de “No More Tours” (“Sem mais turnês”), o que levou seus fãs a crerem que aquele seria seu último álbum. Em várias entrevistas, ele afirmava que estava cansado das viagens e gostaria de ficar mais com a família. Na época, acompanhado pelo guitarrista Zakk Wylde, o baterista Randy Castillo e o baixista Mike Inez, o "madman" chegou a cancelar shows devido à síndrome de abstinência da bebida. Isso não impediu que algumas apresentações fossem compiladas e transformadas em um álbum duplo (e seu respectivo vídeo), o “Live and Loud”.

Em novembro de 1992, na Califórnia, durante o show que seria um dos últimos da turnê (e da carreira de Ozzy), todos os membros originais do Black Sabbath surpreenderam o público ao entrar no palco e apresentar quatro clássicos: “Black Sabbath”, “Fairies Wear Boots”, “Iron Man” e “Paranoid”. Ao final do espetáculo, um painel de fogos de artifícios explodia na seguinte frase: "I'll be back" ("Eu voltarei"). Um vídeo foi gravado somente com as músicas resultantes da inusitada apresentação dos membros do Sabbath, e a turnê rendeu além de milhares de dólares, presenças ilustres como: Nicolas Cage, Rod Stewart e Vince Neil e, em 1993, Ozzy estava oficialmente aposentado. Em 1992 Ozzy Osbourne ficou nas paradas com a música "Mama, I'm Coming Home".

A aposentadoria não durou muito e, mesmo levando alguns fãs a crer que tudo não havia passado de uma jogada de marketing, Ozzy decidiu reunir novamente sua banda. Em 1995, era lançado o “Ozzmosis”, produzido por Michael Beinhorn. A princípio, Zakk Wylde (ocupado com sua banda Pride and Glory) dividiria seu posto com Steve Vai, só que devido a problemas com a gravadora, apenas a música “My Little Man” tem a participação de Vai. A turnê, por sua vez, levou o sugestivo nome de “Retirement Sucks” - alusão, ou melhor, explicação ao retorno de Ozzy. Zakk foi convidado a participar da turnê, mas por estar negociando com o Guns and Roses acabou sendo substituído por Joe Homes (ex-David Lee Roth). Geezer Buttler também não durou muito (devido a problemas familiares) e deu lugar a Mike Inez.

De volta ao estúdio, Ozzy gravou uma coletânea com seus grandes sucessos (The Ozzman Cometh: Greatest Hits, 1997), além de três músicas inéditas, sendo uma delas “Back on Earth” em parceria com Steve Vai. Não satisfeito, ele decidiu reunir os membros originais do Black Sabbath e gravar um álbum ao vivo, o Reunion lançado em 1998.

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