SLASH - MADE IN STOKE(COMPLETO)

Made in Stoke é o segundo álbum ao vivo (CD e DVD) do guitarrista Slash , em parceria com o vocalista Myles Kennedy.O show foi gravado na sua cidade natal Stoke-On-Trent Assista

SLASH E MYLES KENNEDY ELEITOS OS MELHORES DO ANO PELA LOUDWIRE MUSIC AWARDS 2012

Slash e Myles Kennedy ganharam em duas categorias na Loudwire Music Awards 2012! . Confira

GUITAR WORLD: EDDIE VAN HALEN, O MELHOR GUITARRISTA DE TODOS OS TEMPOS

Eddie Van Halen foi eleito o maior guitarrista de todos os tempos pela publicação estadunidense Guitar World.Confira a lista

STEVE VAI: OUÇA THE STORY OF LIGHT

Ouça o novo álbum de Steve Vai, "The Story Of Light". O trabalho sairá pela Favored Nations Entertainment, o selo que Vai abriu em 1999.".Ouça

BON JOVI: "BANDA APRESENTA MÚSICAS DO NOVO DISCO"

Foi ao ar na sexta-feira (25 DE JANEIRO), a apresentação da banda Bon Jovi, no BBC Radio Theatre, em Londres. Ouça

SLASH - APOCALYPTIC LOVE: OUÇA O ÁLBUM COMPLETO

Apocalyptic Love é o segundo álbum solo de estúdio do guitarrista. Slash começou a trabalhar em seu segundo álbum solo em junho de 2011, quando ainda estava na turnê de seu primeiro álbum solo. Ouça
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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Nirvana e Paul McCartney: ouça faixa inédita tocada no 12/12/12

Com a intenção de arrecadar fundos para as vítimas do Furacão Sandy, que no último mês de outubro devastou a costa oeste dos Estados Unidos, grandes nomes da música se reuniram em um show, na última quarta-feira (12), em Nova Iorque. 
 Artistas como Eric Clapton, Alicia Keys, Kanye West, Roger Daltrey (The Who), Chris Martin (Coldplay) e Michael Stipe (R.E.M.) se apresentaram por mais de seis horas no show “12.12.12″, no Madson Square. Os grandes momentos da noite foram as parcerias, que uniram no mesmo palco grandes nomes da música.

O primeiro encontro histórico foi dos conterrâneos do estado de Nova Jersey, Bruce Springsteen e Jon Bon Jovi. Os músicos dividiram o palco em dois momentos no show e tocaram juntos “Born To Run“, sucesso de Springsteen, e “Who Says You Can’t Go Home?“, da banda Bon Jovi.

Outros músicos que uniram forças para no show beneficente foram Roger Waters e Eddie Vedder. O ex-Pink Floyd convidou o vocalista do Pearl Jam para um dueto em “Comfortably Numb“, canção gravada originalmente por sua antiga banda na voz de David Guilmour.
 Mas momento mais aguardado do evento foi a reunião integrantes remanescentes do Nirvana, Dave Grohl e Kris Novoselic. Junto com o guitarrista Pat Smear (ex-músico de apoio no Nirvana e atualmente integrante do Foo Fighters), os músicos tocaram a canção inédita “Cut Me Some Slack”, com os vocais de ninguém menos que Paul McCartney.

Não foi confirmada a informação divulgada anteriormente de que McCartney cantaria as partes de Kurt Cobain em alguns covers do Nirvana. Ao invés disso foi tocada uma música inédita escrita durante uma jam session. O baixista Krist Novoselic comentou no Twiter que a faixa era uma espécie de mistura entre "Helter Skelter" e "Scentless Apprentice."

Antes de chamar ao palco os remanescentes do Nirvana, Paul McCartney tocou "Helter Skelter", "Let Me Roll It,", "Nineteen Hundred and Eighty-Five" e "Blackbird".

A faixa "Cute Me Some Slack" será usada na trilha sonora do documentário "Sound City" de Dave Grohl.  Confira algumas das performances do histórico show “12.12.12″:

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Roger Waters: próximo álbum já tem nome e faixa pronta

Roger Waters, fundador e ex-baixista da banda progressiva Pink Floyd – finalizou a mega turne The Wall Live, sua obra-prima, sucesso de crítica mundial e segundo ele a obra mais gratificante de sua carreira.

Waters declarou a Rolling Stone de julho que após as 200 apresentaçoes de The Wall está trabalhando em um novo projeto solo, sem nome, mas que já conta com pelo menos uma faixa pronta que será o carro-chefe do álbum: “If I Had Been God”. Isso mesmo, Roger vai falar de religião e diz que já tem maturidade (68) para abordar o tema.

Não seria a primeira vez que a religião apareceria no repertório do Pink Floyd pois em Dark Side e Animals já houve fortes alusões à religião.

Roger dá a entender que vai falar sobre grupos extremistas religiosos e não está nem aí para a crítica – para os fãs será um prato cheio, mas para aqueles que já conhecem o Pink Floyd desde o início surge uma grande interrogação: o que um cético pode falar sobre religião, qual será a base ideológica que Waters esconde na manga? Ou é só uma campanha de marketing? Resta-nos aguardar para ver. Assim como foi entre John e Paul, espero que haja um diálogo entre Waters e Gilmour.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Roger Waters: show para ser vivido, visto, ouvido e sentido (RJ - 29/03/12)

Pouco mais de 32 anos após lançar o álbum “The Wall” com seus ex-companheiros de Pink Floyd, Roger Waters hipnotizou o público carioca na última quinta-feira (29), no Estádio do Engenhão, com seu poderoso e impressionante show de homenagem ao clássico disco da banda progressiva.

Com a casa cheia, Waters relembrou a juventude de toda uma geração e apresentou o trabalho de um dos grupos mais significativos da história do rock para outra. Desta forma, pais, filhos, netos e afins, viram o mais representativo integrante do Pink Floyd, junto com David Gilmour, subir ao palco montado no Engenhão às 21h30, depois de meia hora de atraso, para apresentar na íntegra as canções que compõem o disco duplo.
Sendo assim, Waters começou a apresentação com “In the Flesh” enquanto era ovacionado pela plateia do Rio de Janeiro. Ao mesmo tempo, o espetáculo visual também dava seu ponto de partida com um festival de pirotecnia. Isso somado a um avião que sobrevoou o público de uma ponta a outra do Engenhão e se chocou contra o gigantesco muro, que faz alusão às questões pessoais de Waters abordadas no álbum de 1979. Nesse momento, uma grande “explosão” tomou conta do cenário e os fãs vibraram de empolgação. “The Thin Ice” deu sequência ao show e emocionou a plateia ao exibir no telão fotos e fichas de vítimas do ódio e da injustiça disseminada pelas diversas guerras travadas ao redor do mundo ao longo da história.

Em seguida veio “Another Brick in the Wall Part I”, que, claro, marcou o momento de maior entusiasmo da plateia. Já na segunda parte da faixa, crianças do coral da Escola de Música da Rocinha entraram no palco para cantar os famosos versos de “Another Brick in the Wall” enquanto que um enorme boneco inflável representava a figura do professor referida na letra. Toda garotada da maior favela do Rio de Janeiro vestia uma camiseta escura com os dizeres “fear build walls” (“o medo constrói paredes”, em português”). Em seguida, na execução de “Mother”, Waters impressionou, e emocionou, ao, sincronizadamente, cantar a música ao vivo enquanto o telão reproduzia um vídeo de 1980 dele interpretando, também no “modo” acústico, a mesma canção. O resultado: lágrimas do público no Engenhão.

Waters então, em bom português, falou sobre a felicidade de estar no Brasil e também dedicou, mais uma vez, seu show ao brasileiro Jean Charles, assassinado pela polícia londrina em 2005 ao ser confundido com um terrorista.Enquanto isso, Waters seguiu entretendo e envolvendo seus fãs com outras faixas como “Goodbye Blue Sky”, “Empty Spaces” e “Young Lust”. Tudo aliado às magníficas e psicodélicas projeções no muro.
Assim, uma hora depois do início do show, chegava o momento do intervalo da apresentação. 20 minutos depois, pouco antes de 23h, o cantor voltou ao palco para dar continuidade a belíssima noite.“Hey You” era a faixa da vez e também foi outro inesquecível momento do show. O muro continuava cobrindo inteiramente o palco e o público apenas escutava a interpretação de Waters. Já em “Is There Anybody Out There”, dois tijolos foram retirados e era possível ver o ex- Pink Floyd através do espaço aberto no muro.

Em “Nobody’s Home”, Waters surgiu sentado em uma poltrona numa espécie de sala de estar que ocupava um espaço aberto maior entre os tijolos. Mais tarde, o cantor veio ao centro do palco e, à frente do muro, regeu a plateia em “Comfortably Numb”. Os solos de guitarra do músico da banda de Waters durante a canção também empolgou a o público, ao mesmo tempo em que impressionantes efeitos visuais se desenhavam no muro.
O show seguiu com “The Show Must Go On”, “In the Flesh” e “Run Like Hell”. Já em “Waiting for the Worms” e “The Trial”, a banda que acompanhava Waters se juntou ao músico na frente do muro. As projeções perfeitas na parede e a utilização de elementos extras em diferentes pontos do palco absorviam tanto a atenção dos fãs que era praticamente impossível perceber a movimentação dos músicos no centro do palco.

Depois da execução de “The Trial” o muro finalmente veio abaixo e a apresentação de Waters se encaminhava para o último número. Antes, o ex-Pink Floyd puxou um grito de “olê, olê, olê” para os fãs, ao lado de seus músicos. Então veio uma interessante versão de “Outside the Wall”, com direito a ukelele, banjo e acordeão. Em seguida, Waters e banda agradeceram ao público. Enquanto isso, o cantor apresentava músico por músico, na medida em que os mesmos iam deixando o palco.

Set list 1:

1- In the Flesh?
2- The Thin Ice
3- Another Brick in the Wall Part I
4- The Happiest Days of Our Lives
5- Another Brick in the Wall Part II
6- Mother
7- Goodbye Blue Sky
8- Empty Spaces
9- What Shall We Do Now?
10- Young Lust
11- One of My Turns
12- Don't Leave Me Now
13- Another Brick in the Wall Part III
14- The Last Few Bricks
15- Goodbye Cruel World

Set list 2:

1- Hey You
2- Is There Anybody Out There?
3- Nobody Home
4- Vera
5- Bring the Boys Back Home
6- Comfortably Numb
7- The Show Must Go On
8- In the Flesh
9- Run Like Hell
10- Waiting for the Worms
11- Stop
13- The Trial
14- Outside the Wall


segunda-feira, 26 de março de 2012

Roger Waters se apresenta em POA e emociona público

Porto Alegre foi a primeira capital a acolher o fundador do Pink Floyd. Show conta com efeitos audiovisuais e um muro de 137 metros de largura.

Aguardado por fãs que acampavam do lado de fora do Estádio Beira-Rio desde quinta-feira (22), o músico Roger Water subiu ao palco em Porto Alegre exatamente às 20h40 deste domingo (25) levando ao público ao delírio já nos primeiros acordes de "In the Flesh". A música abriu a turnê brasileira de "The Wall", que passará ainda por Rio de Janeiro e São Paulo. Na sequência, "The Thin Ice" chamou a os cerca de 30 mil fãs para a ópera-rock que viria a seguir, entre pirotecnias, um cenário de 55 toneladas, imagens psicodélicas e bonecos infláveis.

"Dedico o concerto a Jean Charles e sua família pela luta pela verdade e justiça e a todas as vítimas do terrorismo de Estado", disse o carismático Roger waters, em português. Ele abriu a ópera-rock com In The Flesh?, seguida de Thin Ice e Another Brick in the Wall. Já nas primeiras músicas, o público pode sentir uma profusão de vozes, sons e explosões em diversos cantos do estádio, que ajudaram a envolver os fãs no ambiente intimista e sombrio do álbum, tocado na íntegra.

"Em 1978, eu achava que o muro era sobre mim. Estava errado. Não é sobre mim, mas sobre Jean Charles e sobre tantos outros", confessou ele. À medida que o show avançava, o muro ia sendo construído, até que se tornou um imenso projetor de altíssima definição. Algumas animações, como o contato voraz entre duas flores - alusão ao afeto e disputa dos sexos masculino e feminino - em Empty Spaces, resgataram o conceito psicodélico do filme, exibido pela primeira vez em 1982.

Waters encerrou o lado A do espetáculo projetando a fase decisiva da vida de Pink (Bob Geldof), personagem central do The Wall, e os dilemas que ele enfrentaria até se libertar de todos os muros que o prendiam, numa viagem autobiográfica emocionante: escola, morte do pai, casamento frustrado, depressão, abandono e guerra. Mais de 30 anos após o lançamento do disco, o baixista procurava mostrar que os conflitos permanecem vivos e apenas mudaram de cara, causando dor a diversas nações do mundo.Derrubem o muro!

Ao fim do primeiro bloco, com Good Bye Cruel World, o muro era uma barreira que separava completamente público e banda, com “Hey You”, deixando o público em êxtase.

Os bonecos gigantes do professor, da mãe opressora e da mulher vingativa retratavam os demônios enfrentados pelo roqueiro em busca de identidade, superação dos traumas e uma vida menos vazia. Como no filme, o personagem se entrega e dá adeus em Comfortably Numb, ressurgindo a seguir como o líder de uma seita estranha, comandada por ele próprio.

As crises encenadas por Waters e potencializadas nas projeções e músicas chegam ao ápice no julgamento do cantor, em The Trial, onde ele é condenado a expôr os seus sentimentos para um mundo ávido por censurá-lo. É a vazão para o desfecho da história de Roger Waters e de um mundo que segue em guerra, como o baixista ressalta magistralmente nas duas horas de The Wall.

Depois de julgar e condenar, a corte animada de The Wall manda destruir os tijolos e conclama o público a gritar junto "derrubem o muro, derrubem o muro!" Os tijolos vêm abaixo e os músicos tocam sobre as ruínas com acordeom e trompete a amena Outside the Wall. Em 29 de março e 1º e 3 de abril, os próximos muros serão destruídos no Rio de Janeiro e São Paulo, respectivamente.

Setlist:
In The Flesh?
The Thin ice
Another Brick in the Wall Part 1
The Happiest Days of Our Lives
Another Brick in the Wall Parte 2
Mother
Goodbye Blue Sky
Empty Spaces
What Shall We Do Now?
Young Lust
One of my Turns
Don't Leave Me Now
Another Brick in the Wall Part 3
The Last Few Bricks
Goodbye Cruel World

Intervalo de 20 minutos

Hey You
Is There Anybody Out There?
Nobody Home
Vera
Bring the Boys Back Home
Comfortably Numb
The Show Must Go On
In The Flesh
Run Like Hell
Waiting for the Worms
Stop
The Trial
Outside the Wall

Fotos:
Vídeos:


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