SLASH - MADE IN STOKE(COMPLETO)

Made in Stoke é o segundo álbum ao vivo (CD e DVD) do guitarrista Slash , em parceria com o vocalista Myles Kennedy.O show foi gravado na sua cidade natal Stoke-On-Trent Assista

SLASH E MYLES KENNEDY ELEITOS OS MELHORES DO ANO PELA LOUDWIRE MUSIC AWARDS 2012

Slash e Myles Kennedy ganharam em duas categorias na Loudwire Music Awards 2012! . Confira

GUITAR WORLD: EDDIE VAN HALEN, O MELHOR GUITARRISTA DE TODOS OS TEMPOS

Eddie Van Halen foi eleito o maior guitarrista de todos os tempos pela publicação estadunidense Guitar World.Confira a lista

STEVE VAI: OUÇA THE STORY OF LIGHT

Ouça o novo álbum de Steve Vai, "The Story Of Light". O trabalho sairá pela Favored Nations Entertainment, o selo que Vai abriu em 1999.".Ouça

BON JOVI: "BANDA APRESENTA MÚSICAS DO NOVO DISCO"

Foi ao ar na sexta-feira (25 DE JANEIRO), a apresentação da banda Bon Jovi, no BBC Radio Theatre, em Londres. Ouça

SLASH - APOCALYPTIC LOVE: OUÇA O ÁLBUM COMPLETO

Apocalyptic Love é o segundo álbum solo de estúdio do guitarrista. Slash começou a trabalhar em seu segundo álbum solo em junho de 2011, quando ainda estava na turnê de seu primeiro álbum solo. Ouça
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Slash - “A origem da famosa cartola”

Slash explicou sua escolha por usar cartola em uma entrevista antiga. 

O guitarrista escolheu usá-la nos palcos pois, “Você pode apertar bem, deixar o seu cabelo cobrindo o seu rosto e de certa forma se esconder por trás disso. Eu sempre fiquei um pouco nervoso na frente de multidões e isso me fez sentir mais confortável“.

 A respeito do chapéu escolhido, a cartola surgiu de uma expedição de ‘compras’ em Los Angeles’: “Eu fui em uma loja em Melrose em Los Angeles e vi a cartola, e imaginei, ‘isso é legal’. E nós tínhamos um show naquela noite, então eu estava realmente procurando por alguma coisa para usar nesta noite.” O guitarrista admite ter roubado a cartola. Essa história foi contada em detalhes ao ser entrevistado por Amanda Christine Miller para o The Huffington Post em 2007.

Eu sempre tive uma queda por chapéu; realmente completa o visual. Por volta de 1985, no início da carreira do Guns N’ Roses, antes de termos contrato com alguma gravadora, eu estava em Melrose procurando por algo legal para usar no show daquela noite no ‘The Whiskey’. Eu não tinha dinheiro algum, significava então que tinha que ser algo que eu pudesse roubar. Então eu fui até uma loja chamada ‘Retail Slut’ e vi essa cartola, e ela praticamente me chamou. E você sabe, quando se decide que realmente gostou de algo, não há volta: você precisa daquilo. Eu a coloquei e ela ficou legal, mas então eu pensei, ‘como se rouba uma cartola?’, não é algo que você pode colocar no bolso. Então eu peguei-a e sai da loja, andei metade da quadra e ninguém me seguiu, daí vi que havia conseguido escapar com ela.

“Antes de ter ido àquela loja eu havia pego um cinto (também roubado) de uma loja chamada ‘Leather Treasures’. Eu voltei para o apartamento onde eu vivia com o Axl na época e a cartola era bem legal, mas parecia muito simples. Então eu tive aquele famoso momento da lâmpada brilhando: peguei o cinto, cortei no meio, e coloquei-o em volta da cartola. E aquilo se tornou minha assinatura. Ela tem várias finalidades: uma aparência legal, me ajuda a escapar da exposição pública pois eu posso me esconder por trás dela, e é a solução perfeita para os dias de ‘cabelo ruim’. Tenho usado desde então.”

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Slash - “Apocalyptic Love World Tour 2012”

A turnê de Slash "Apocalyptic Love World Tour 2012" iniciou-se dois meses antes do lançamento do seu mais recente álbum, no dia 23 de Março em Toronto, Canadá. 

A partir daí, até à sua conclusão, Slash, Myles Kennedy e The Conspirators (Slash, Myles Kennedy, Todd Kerns, Brent Fitz, Frank Sidoris) visitaram 21 países em seis continentes.

Durante a turnê de quase 9 meses promovendo o disco "Apocalyptic Love", tocaram 14 das 15 músicas do álbum versão deluxe, deixando apenas "We Will Roam" de fora dos set lists. Abaixo você encontrará algumas estatísticas da tour deste ano.

Onde eles tocaram?: um total de 112 concertos em 105 cidades. 
Inglaterra, Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Chile, França, Holanda, Canadá, Líbano, Luxemburgo, México, Nova Zelândia, Estados Unidos, Alemanha, Escócia, Suécia, Suíça, Uruguai, Venezuela, Itália.

O que eles tocaram?: Um total de 43 músicas de seis álbuns, oito covers e 2 solos.

Appetite For Destruction (Guns N' Roses): 
"It's So Easy", "Mr. Brownstone", "My Michelle", "Nightrain", "Out Ta Get Me", "Paradise City", "Rocket Queen", "Sweet Child O' Mine", "Welcome to the Jungle", "You're Crazy"

 Use Your Illusion II (Guns N' Roses): 
"Civil War"

 Slash (Slash):
"Back From Cali", "By the Sword", "Doctor Alibi", "Ghost", "Nothing to Say", "Promise", "Starlight", "Watch This", "We're All Gonna Die"

 Apocalyptic Love (Slash): "Anastasia", "Apocalyptic Love", "Bad Rain", "Carolina", "Crazy Life", "Far and Away", "Halo", "Hard & Fast", "No More Heroes", "Not For Me", "One Last Thrill", "Shots Fired", "Standing in the Sun", "You're a Lie"

It's Five O' Clock Somewhere (Slash's Snakepit):
"Beggars & Hangers On"

Ain't Life Grand (Slash's Snakepit): "Been There Lately", "Just Like Anything", "Mean Bone", "Speed Parade" 

Contraband (Velvet Revolver): "Dity Little Thing", "Fall to Pieces", "Slither", "Sucker Train Blues"

Outros (covers e solos):
"Communication Breakdown" - Led Zeppelin 
"Mississippi Queen" - Mountain
"Nice Boys" - Rose Tattoo
"Oh Canada" - Calixa Lavallée 
"Rise Today" - Alter Bridge
"School's Out" - Alice Cooper
"Simple Man" - Lynyrd Skynyrd 
"Strangehold" - Ted Nugent 
"Blues Jam" - Guitar Solo
 "Godfather Theme - Guitar Solo 
"Only Women Bleed - Intro

Curiosidades:
 O menor público (1.100 pessoas): Phoenix Concert Theatre, Toronto (Canadá)
O maior público (21.000 pessoas): Estádio Malvinas Argentinas, Buenos Aires (Argentina)

 Bandas de abertura:
Black Label Society, Edguy, Foxy Shazam, Ginger Wildheart, Lovehammers, Porn Queen, Tremonti 

Artistas convidados: Angry Anderson, Gilby Clarke, Alice Cooper, Lemmy Kilmeister, Duff McKagan, Andrew Stockdale, Mark Tremonti, Zakk Wylde

Set list médio:
01. Halo - (Slash, Apocalyptic Love)
02. Nightrain - (Guns N' Roses, Appetite For Destruction)
03. Ghost - (Slash, Slash)
04. Standing in the Sun - (Slash, Apocalyptic Love)
05. Back From Cali - (Slash, Slash)
06. Been There Lately - (Slash's Snakepit, Ain't Life Grand)
07. Mr. Brownstone - (Guns N' Roses, Appetite For Destruction)
08. Rocket Queen - (Guns N' Roses, Appetite For Destruction)
09. One Last Thrill - (Slash, Apocalyptic Love)
10. Not For Me - (Slash, Apocalyptic Love)
11. Doctor Alibi - (Slash, Slash) [Todd Kerns no vocal]
12. Out Ta Get Me - (Guns N' Roses, Appetite For Destruction) [Todd Kerns no vocal]
13. No More Heroes - (Slash, Apocalyptic Love)
14. Starlight - (Slash, Slash)
15. Godfather Theme - (Guitar Solo)
16. Anastasia - (Slash, Apocalyptic Love)
17. You're a Lie - (Slash, Apocalyptic Love)
18. Sweet Child O' Mine - (Guns N' Roses, Appetite For Destruction)
19. Slither - (Velvet Revolver, Contraband)
20. Fall to Pieces - (Velvet Revolver, Contraband)
21. Paradise City - (Guns N' Roses, Appetite For Destruction)

Informações:GunsNRoses.com.pl

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Homem queria 50 mil dólares por carteira de motorista do guitarrista Slash

Um homem tentando vender uma carteira de motorista de Slash apareceu no mais recente episódio da série Pawn Stars, do History Channel. 
A atração mostra a rotina dos funcionários das lojas de quinquilharias Gold & Silver Pawn Shop, que compra e vende esse tipo de artefato. Perguntado sobre como conseguiu a licença, o homem disse:

Um bom amigo a tinha há anos. Ele conseguiu com uma namorada, que trabalhava em um bar. Consegui quando tinha 18 anos e usei de maneira falsa até os 21”.

Travis queria 50 mil dólares pela peça, mas teve uma oferta de apenas mil.
Se isso valesse tanto, o próprio Slash fingiria perder uma vez por mês e faria uma nova, para vender a anterior”, disse o empregado da loja, Austin Russell. O episódio pode ser visto na íntegra aqui.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

As guitarras favoritas de John Frusciante

Outtakes de uma seção de fotos que o John fez em 2009 para Vintage Guitar. Em destaque algumas das guitarras preferidas do John.

[...] Frusciante recentemente terminou seu último disco solo, The Empyrean - Um álbum conceitual no qual ele usou uma vasta gama de equipamentos vintages¹. Ele estava feliz em explicar seu processo criativo para a gravação das faixas e graciosamente permitiu à Vintage Guitar total acesso para olhar muitas das suas guitarras favoritas. Embora ele não se considere um colecionador, ao longo de anos Frusciante adquiriu um impressionante arsenal de instrumentos, preferindo as Stratos pré-CBS como sua escolha de guitarra tanto em palco, como em estúdio.


Fotos por Neil Zlozower:

Frusciante MainFender Stratocaster
St. George XK121969 Gibson Les Paul Custom
Gretsch White FalconRickenbacker 365 Deluxe
Gibson ES-175Gibson ES-335
ender Stratocastersmid '50
61 n Fiesta Redhis 1962 Fender Jaguar
Martin 0-15Circa 1961 Gibson SG/Les Paul Custom
Fender Bass VIPrecision Bass

Como você descreveu, há muitas atmosferas diferente, e soa como se houvessem diferentes montagens para cada canção. O que você estava usando para alcançar os sons?JF: Tão amplamente como guitarras e efeitos, em todas as minhas gravações solo no passado, eu nunca usei o mesmo artifício que eu uso nos Chili Peppers. Nos Chili Peppers, eu sempre tenho uma Marshall Major, Marshall Jubilee, e minhas velhas Fender Stratocasters. Minha Strat principal é uma Sunburst ’62, minha segunda favorita é uma Sunburst ’57 (nota da edição: colocações sugerem que a Strat é na verdade uma ’55) e minha terceira é uma Red ’61. É interessante, a relação entre o tom quando você toca uma guitarra elétrica acusticamente e quando você toca através de um amplificador. Há definitivamente uma correlação entre como ele soa acusticamente e como ele soa através de um amplificador. Esta é minha guitarra de som mais acelerado, acusticamente e plugada. É muito acerca da maneira como ele vibra quando você toca notas diferentes. Naquela guitarra, há certas lamúrias onde você ouve um som refletido [não consegui traduzir essa frase melhor que isso]. Ela tem que fazer com as origens no passado, mas é interessante como algumas guitarras têm certos pontos de acesso nelas e certos locais parece que vibram mais que outros. É tudo coisa que dá a ela personalidade. Eu gosto de trabalhar e explorar coisas assim. Ela te dá um caminho para a viagem ao invés de apenas ter todas as opções e nenhum lugar para ir. É como ter uma liberdade sem limites, mas não saber o que fazer com ela.

Então as guitarras deste álbum foram uma daquelas três Strats e, nas partes acústicas, um Martin todo-mogno. Para amplificadores, eu estava usando ambas Major e Jubilee. Eu usei um Fender Bassman em umas poucas coisas também. Nos últimos anos eu busquei profundamente o que eu posso fazer com uma Marshall e uma Strat, tão amplamente quanto feedback, tom, e coisas como pedais wah. Pelo fato de estar entre sintetizadores, eu comecei a aproximar as ferramentas na configuração básica de uma guitarra com distorção, wah, barra whammy, e amplificação. Eu comecei realmente a procurar aquilo como parâmetros, assim como knobs em um sintetizador. Apenas há maneiras de produzir sons diferentes. Para este, eu quis usar o mesmo mecanismo que uso nos Chili Peppers, porque esta é a parte de mim que eu tenho posto no maior tempo de desenvolvimento.

Fonte: Universo Frusciante

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Loudwire: site elege 10 melhores músicas dos Chili Peppers

O site Loudwire elaborou uma linda com as 10 melhores músicas do Red Hot Chili Peppers. Confira as que foram escolhidas pelos editores do site:

10. "Suck My Kiss" - 'Blood Sugar Sex Magik' (1991)
O Red Hot Chili Peppers pode ter seguido um lado mais comercial em volta de "Blood Sugar Sex Magik", mas "Suck My Kiss" ainda tinha energia e ferocidade como em alguns de seus primeiros álbuns. A faixa é impulsionada pelo jeito agressivo de Flea tocar o baixo, enquanto Anthony Kiedis entrega letras excessivamente amorosas com uma pitada de sacanagem.

09. "Brendan's Death Song" - 'I'm With You' (2011)
"Brendan's Death Song" é uma música nova, mas faz nessa lista um exemplo de uma banda de ligação, deixando as emoções aumentarem como uma experiência traumática em perfeita harmonia. O grupo escreveu a canção em homenagem ao falecido Brendan Mullen. Anthony Kiedis disse que a música saiu instantaneamente depois de entregar a trágica notícia para seus companheiros de banda, e sua voz em particular, atinge níveis emocionais nunca antes ouvidos nos registros da banda.

08. "Californication" - 'Californication' (1999) 
A faixa-título do álbum 'Californication', definitivamente mostra um lado dance-com-as-sombras da banda. O grupo investiga a natureza superficial da sociedade moderna, com referências como em "Space may be the final frontier / But it's made in a Hollywood basement" ("O espaço pode ser a fronteira final / Mas é feito num porão de Hollywood") e "Pay your surgeon very well to break the spell of aging" ("Pague seu cirurgião muito bem para quebrar o feitiço do envelhecimento"), lamentando um mundo cada vez mais plástico. 

A música chegou a ficar na 1ª posição tanto nas paradas da Mainstream Rock quanto na Modern Rock Tracks.

07. "Knock Me Down" - 'Mother's Milk' (1989) 
 Ainda se recuperando da morte do guitarrista Hillel Slovak, o Red Hot Chili Peppers recebeu dois novos membros, Chad Smith e John Frusciante. Anthony Kiedis estava saindo das clínicas de reabilitação e escreveu essa canção sobre a sua saída, sabendo que poderia até ter morrido.

06. "Dani California" - 'Stadium Arcadium' (2006) 
A personagem de Dani California foi criada por Anthony Kiedis, ainda em "Californication" e continuou sua jornada em 2002 com o single "By the Way", mas em 2006 com "Stadium Arcadium", o vocalista usou a personagem como uma representação de muitas mulheres que ele conheceu em sua vida e criou uma música completa em torno dela. 

O vídeo mostra a banda representando diferentes épocas e gêneros da música que influenciou seu estilo. O grupo viria a ganhar o Grammy de Melhor Canção de Rock e Melhor Performance de Rock.

05. "Breaking the Girl" -'Blood Sugar Sex Magik' (1991) 
"Breaking the Girl" mostra o vocalista Anthony Kiedis mergulhando em sua vida pessoal. O vocalista revelou em sua autobiografia. "Scar Tissue", que a canção era sobre o relacionamento conturbado com sua ex-namorada, e também a relação que seu pai tinha com as mulheres. A faixa é impulsionada pela bateria de Chad Smith, e o baixo hipnótico inicialmente e mais tarde agressivo, de Flea.

04. "By the Way" - 'By the Way' (2002) 
"By the Way" está na lista das 10 Melhores Músicas do Red Hot Chili Peppers por sua capacidade de mostrar os pontos fortes da banda. A linha de guitarra de John Frusciante demonstra um estilo melodico com drive, enquanto Chad Smith e Flea entregam um som bem polido na bateria e no baixo.

 03. "Give It Away" - 'Blood Sugar Sex Magik' (1991) 
 Se existe uma guitarra e uma batida de bateria que diz exatamente como uma a banda é, "Give It Away" é a música do Red Hot Chili Peppers. Embora as letras podem parecer sem sentido, o grupo revelou ao "Behind the Music" do VH1, que a faixa vem da ideia de que quanto mais você entrega, mais você recebe, então por que não entregar tudo. Kiedis diria mais tarde que a sua namorada na época, Nina Hagen, inspirou a letra, depois que ela deu a ele uma jaqueta que ele gostava.

02. "Scar Tissue" -'Californication' (1999) 
"Scar Tissue" é uma obrigação nesta lista. A faixa viria ser o primeiro single da banda, que marca o retorno do guitarrista John Frusciante à formação da banda, depois de lidar com problemas de abuso de drogas. A faixa em si conta com temas como vida e ressurreição, o que reflete não só o retorno de Frusciante, mas as habilidades dos membros da banda em lidar com o passado. O apelido também serviria como título para futura biografia de Anthony Kiedis.

01. "Under the Bridge" do álbum 'Blood Sugar Sex Magik' (1991)
 A música que impulsionou a banda para o estrelato foi também aquela em que Anthony Kiedis mostrou sua alma para todos verem. A faixa fala sobre vício do vocalista em heroína e seu auto-isolamento, ao entrar no mundo drogas. A letra inicialmente faz parte de um poema, e o produtor Rick Rubin teria convencido o vocalista a explorá-lo como uma canção.



Fonte: Blog RHCP Brasil

sábado, 22 de setembro de 2012

Red Hot Chili Peppers - “Leverage Of Space”

Música gravada ao vivo durante a turnê By The Way. Show realizado no Hyde Park, Londres em 2004. A versão de estúdio dessa música nunca foi lançada.

sábado, 11 de agosto de 2012

O incidente de Montreal, com Metallica e Guns N’ Roses

O Metallica e o Guns N’ Roses eram as duas bandas mais populares de Rock na América – e até mesmo no mundo -, graças principalmente ao sucesso dos lançamentos do “Black Album” e do disco duplo de “Use Your Illusion”, em 1991, correspondentes aos grupos citados anteriormente e respectivamente.
Por sorte, o Metallica era uma das poucas grandes bandas do gênero que não tinham desavenças com o Guns N’ Roses (especialmente com o vocalista Axl Rose). Dessa forma, surgiu a Guns N’ Roses/Metallica Stadium Tour: uma turnê conjunta, com as duas bandas assumindo o headline, pela América do Norte. A tour durou de 17 de julho até 6 de outubro de 1992.

 Mas não é sobre a turnê em geral que este texto fala. É sobre o seu incidente mais curioso, que ocorreu há exatos 20 anos – 8 de agosto de 1992 – no Stade Olympique da cidade de Montreal, Canadá.

Durante o show do Metallica (mais precisamente na introdução da música Fade To Black), o frontman James Hetfield sofreu queimaduras de segundo e terceiro graus em seus braços, mãos, pernas, costas e rosto, principalmente na parte esquerda do corpo. O acidente, causado graças a uma confusão relacionada ao novo sistema de pirotecnia, fez com que Hetfield ficasse no local onde sairia uma chama de aproximadamente 4 metros.

Segundo relatos dos integrantes, o ocorrido foi tão grave que James poderia ter falecido. Após Hetfield ser levado para o hospital, Lars Ulrich foi até o microfone principal e anunciou o fim do show do Metallica, passando para a próxima atração, o Guns N’ Roses.

Vale ressaltar que, para o resto da turnê, o guitarrista John Marshall (Metal Church), que já havia sido roadie da banda no passado, assumiu o posto da guitarra rítmica enquanto James Hetfield se recuperava e apenas cantava nos shows. Marshall também fez isso no passado: em 1986, teve que tocar guitarra em algumas datas porque o frontman havia sofrido um acidente enquanto andava de skate.

Repertório do Metallica na noite de 08/08/1992: 
01. The Ecstasy of Gold (Ennio Morricone song)
02. Creeping Death
03. Harvester of Sorrow
04. Welcome Home (Sanitarium)
05. Sad But True
06. Wherever I May Roam
07. Of Wolf and Man
08. For Whom the Bell Tolls
09. The Unforgiven 1
0. The Shortest Straw
11. Bass/Guitar Solos
12. Fade to Black

Trecho do incêndio de James Hetfield + performance de Nothing Else Matters, com John Marshall, duas semanas após o ocorrido
Os problemas não pararam por aí. Um longo atraso precedeu a performance do Guns N’ Roses. Além dos costumeiros problemas de Axl Rose com seu relógio, o acidente anterior prejudicou a dinâmica da troca de palco. O público começava a ficar inquieto, mas a entrada da “banda mais perigosa do mundo” acalmou os ânimos dos presentes. Não por muito tempo.

O início da apresentação foi tocado “na marra”, pois os amplificadores de retorno não estavam devidamente programados para a banda. Ou seja, os músicos não conseguiam ouvir o que tocavam. Aparentemente, isso não foi resolvido e por volta dos 40 minutos de performance, Axl Rose alegou problemas de garganta e deixou o palco, forçando o show a acabar naquele momento.

O problema com a garganta era verídico, segundo Lars Ulrich, que relatou em entrevista à MTV na época que o incômodo foi uma constante para Rose nas quatro datas anteriores.

 Repertório do Guns N’ Roses na noite de 08/08/1992: 
01. It’s So Easy
02. Mr. Brownstone
03. Live and Let Die (Paul McCartney & Wings cover)
04. Attitude (Misfits cover)
05. Nightrain
06. Perfect Crime
07. Bad Obsession
08. Double Talkin’ Jive
09. Civil War 

As apresentações das bandas headliners, que costumavam durar pouco mais de quatro horas, não passaram de duas horas dessa vez. Os fãs, revoltados, começaram uma confusão no local e saíram pelas ruas quebrando tudo. 

Carros foram virados, janelas foram quebradas e estabelecimentos comerciais foram saqueados por toda a cidade, além da tentativa de promover incêndios. Nem mesmo as autoridades de Montreal conseguiram conter o ato de vandalismo com eficácia. Além da destruição material, 13 populares e três policiais foram feridos.

Fonte: Van do Halen

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Iron Maiden - mascote Eddie nas Olimpíadas de Londres

Apesar de não ser uma imagem oficial e sim "fan-made", por – mais um- admirador do mais glorioso item de exportação a sair da Inglaterra no século XX, o Iron Maiden. 

O pôster é com o mascote da banda, Eddie em celebração aos jogos olímpicos de Londres de 2012 (que se iniciam hoje) é digno de menção.
O autor é registrado no site Deviantart.com

sábado, 30 de junho de 2012

Steve Vai: “foto de arsenal de guitarras do músico”

Esse é o estúdio do guitarrista virtuose Steve Vai, que já tocou com bandas e artistas como Alcatrazz, Whitesnake, Frank Zappa e David Lee Roth.
Seu "cantinho de criação", o Harmony Hut (Cabana da Harmonia), está repleto de guitarras de inúmeros modelos. Além deste, o músico de 52 anos tem outro estúdio, o The Mothership(A Nave Mãe).Várias Ibanez JEMs - essas com a "pegada de macaco", com ele mesmo chama - podem ser vistas. O paraíso de qualquer guitarrista, não?

Fonte:Whiplash

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Encontrada ponte que inspirou “Under The Bridge” do RHCP

O escritor Mark Haskell Smith diz ter encontrado a ponte retratada da música “Under the Bridge”, um dos clássicos do repertório do Red Hot Chili Peppers. Com tal descoberta, Smith conseguiu desvendar um mistério que durou por 20 anos. 

Quem nunca se perguntou sobre onde fica a tão famosa ponte, que embala a letra de uma das maiores canções da história? Em entrevista para a Rolling Stones em 1992, Anthony Kiedis se recusa a divulgar a localização da ponte: “É no centro, mas não é importante. Eu não quero que as pessoas fiquem olhando para isso”.

 De acordo com o site Vulture, Smith diz que a ponte está localizada no “MacArthur Park”, região central de Los Angeles. Ele revelou ter chegado ao local após ler atentamente a autobiografia de Anthony Kiedis, “Scar Tissue”. No livro, o cantor diz que o local está no cruzamento da “Sixth” e da “Union”, duas avenidas da cidade próximas ao parque. O escritor também dá garantias de que, ao contrário das outras pontes adjacentes, essa do “McArthur Park” é a única que sugere o clima introspectivo perceptível na música.

 Juntando várias peças, desde as memórias de Anthony em seu livro, até letras de canções da banda Thelonious Monster (cujo vocalista Bob Forrest é amigo de longa data da banda), Mark Haskell Smith foi atrás e descobriu onde fica essa tão famosa ponte. Após uma vasta pesquisa em guias e bancos de dados da cidade, ele chegou a 3 opções em potencial. Após um pouco de pesquisa, chegou a conclusão. É uma ponte no MacArthur Park, usada para passagem de pedestres abaixo do Wilshire Boulevard.

 Mark ainda diz: “Lá dentro, parecia um projeto de escola de arte que foi pintado ao longo de décadas de marcações…” Hoje, a ponte está bem cuidada e o parque está bonito. Mas na época a situação ali era outra. Um lugar cheio de usuários de drogas e pichações.

 Na autobiografia, segundo o UOL, o cantor revelou que a letra da música surgiu a partir de um sentimento de desorientação e isolamento. Esse sentimento provocou lembranças de seu relacionamento com as drogas e do dia em que passou por debaixo da ponte na companhia de traficantes.

 Mesmo com toda a teoria explicada por Mark, só teremos certeza absoluta sobre a ponte quando o próprio Anthony Kiedis resolver confirmar. Até lá, vamos continuar com essa eterna dúvida.
Veja a matéria completa no site: Vulture Finds the bridge from Under The Bridge. 
Fonte: RHCP Brasil / Universo Frusciante

domingo, 13 de maio de 2012

John Frusciante: Curiosidades sobre o guitarrista

Histórias que você talvez já tenha lido de alguns fatos divertidos e curiosos sobre a vida e a carreira de John Frusciante.

» Antes de ingressar no Red Hot Chili Peppers, John praticava violão até 15 horas por dia.

» John começou a tocar guitarra cedo, mas desistiu por um tempo porque seu professor não podia lhe ensinar o solo de "Stairway to Heaven", mas voltou a tocar aos 11 anos de idade.

» Aos 13 anos John costumava ir em lojas de instrumentos músicais e todo mundo achava ele o máximo porque ele sabia tocar muitas músicas do Hendrix.

» Até os 17 anos John nunca tinha usado drogas.
- Na epóca que John cheirava cocaína ele dizia que por causa do sentimento e da imagem do rock 'n' roll, bissexualidade e drogas eram as duas coisas que ele associava ao rock.

- "A noite passada no show do Jane's Addiction na Califórnia, foi a primeira vez que eu fiz uso de heroína. Eu estava tão deprimido depois de ter saído dos Chili Peppers e tinha tantas coisas acontecendo na minha mente que eu não poderia resolver. O mundo parecia ser apenas esse lugar feio. Minha percepção das coisas foi completamente invertida em torno de onde tudo o que já foi bonito agora era feio. Eu não conseguia obter qualquer prazer em estar vivo mais. Usava heroína e cocaína o tempo todo, assim eu me sentia eu mesmo novamente." Revelou John Frusciante sobre a primeira vez que usou heroína .

» A primeira vez que John realmente viajou numa música foi ouvindo Kiss. Diz ele: "Eu fui para um mundo mágico. E as drogas foram juntas."

» Em 1997, John só tinha 12% do sangue que deveria ter.

» Durante o período afastado do Red Hot Chili Peppers (1992-1997), John fez algumas pinturas.

» Após ter saído de algumas clínicas de reabilitação, por várias vezes, com várias recaídas, John decide se internar em um hospital o qual passa internado por mais de um mês, uma vez que estava fraco, debilitado, com com várias deformações coporais, e com a perda dos dentes, resultados de uma dosagem excessiva de drogas, principalmente a heroína, em 1998.

» A gravação do álbum "Niandra LaDes e Usually Just A T-Shirt" foi feita porque John dizia que existia poucas músicas boas na época. "Os jovens encontram música boa hoje em dia, mas eles aceitam algo que não tem a mesma vibração como Da Vinci. Boa música, como Jane's Addiction ou Jimi Hendrix, coisas desse calibre... Possuem o mesmo efeito de Da Vinci na minha cabeça. Há uma coisa em comum com todos esses artistas de todos os tempos. E nenhuma banda de hoje realmente tem isso."

» "Niandra LaDes e Usually Just A T-Shirt" foi dedicado à filha de Flea , Clara, e uma ex-namorada de John, Toni Oswald.

» John disse que teve experiências sobrenaturais durante seu periodo de drogas.

» Quando o RHCP estavam gravando o álbum "Stadium Arcadium" (2006) na antiga mansão com a fama de ser "assombrada" onde também gravaram o álbum "Blood Sugar Sex Magik" (1991), John disse que lembrou o que sentia naquela época: "Houve seres de inteligência superior controlando o que eu estava fazendo, e eu não sabia como falar sobre isso ou explicá-la... era muito claro pra mim que a música estava vindo de algum lugar que não seja de mim".

Os dias mais felizes da vida de John Frusciante
- "Estar no Red Hot Chili Peppers é algo que me faz estar muito agradecido. Fazendo música com amigos e tendo a energia ímpeta de um público que me apoia, têm feito desses últimos 5 anos em que estou na banda, os mais felizes da minha vida."

- No dia 1º de Janeiro de 1999, John parou de usar drogas: "Depois disso, fiquei limpo por um tempo e tive a forte sensação de que eu estava finalmente recomeçando a viver."

e os piores...
- "O ano de 1999, quando eu tinha 27, foi o pior da minha vida, muitos artistas de quem eu gostava morreram com essa idade. Quando eu fiz 28, foi uma espécie de renascimento, porque eu tinha quase certeza de que eu morreia com 27 anos."

» Já livre das drogas, John fez sessões de ioga e dieta exclusivamente baseada em healthy food.
- O álbum "To Record Only Water For Ten Days", de 2001, representou um ponto de virada na carreira do jovem guitarrista. Era um disco vigoroso, bem cantado, repleto de poesias sombrias, que revelava um Frusciante capaz de ser um grande compositor e um vocalista de performance apaixonada e primorosa. Em entrevista daquele ano, ele diz: "Eu não preciso tomar drogas. Eu me sinto muito mais 'alto' por todo o tempo, agora, por causa do tipo de 'momentum' que uma pessoa pode conseguir quando simplesmente se dedica a algo que realmente ama. Eu nem mesmo considero tomá-las, elas são completamente idiotas.

» Quando John deixou a banda pela 1ª vez, disse que houve muitos motivos e que antes de tudo a banda já sabia que ele ia sair desde um ano antes.
- "Na primeira turnê americana, eu estava andando num parque com Flea depois de uns 2 meses viajando. Me senti mal e eu chamei minha namorada, mas as regras da banda era de não levar nossas namoradas nas turnês porquê a gente ficava mais com elas do que com a banda. Eu ficava feliz quando subia no palco e olhava pra Flea, para Chad, ou olhava para os meus amplificadores, ou ouvia o som que eu estava tocando. Mas também ficava triste. Então eu falei com Flea de sair depois daquela turnê. Quando estávamos no parque, ele disse: "Mas o que você gosta na banda?". Eu disse: "Não, nada. Não tem nada que eu goste na banda.” Ele disse: "Nada?", e eu disse: "Nada, exceto o fato de tocar com você, porque eu amo você. Esse é o único motivo de eu estar na banda, porque eu adoro tocar com você." Foi quando ele disse: "Cara, se você não está feliz, não deve continuar na banda."
Mas ele disse aquilo e eu esqueci, sabe? E um ano depois, eu realmente saí."

» John já namorou Toni Oswald (que viajava com ele na turnê do BSSM), Milla Jovovich, Stella Schnabel (filha do autor da capa do álbum By the way) e Emily Kokal. Atualmente John está casado com Nicole Turley.

» John gosta de gatos. Em entrevista de 2004, ele disse que ele ia amar ter um gato, mas que ele não poderia ser um bom pai, porque ele viaja muito. Eventualmente, ele acabou ficando com dois gatos e os seus nomes são Aztec e Maya.

» John não sabe dirigir.
- Uma vez comprou um Cadillac só por causa de seu cinzeiro enorme; quando foi dirigir, quase atropelou um pedestre.

» John já participou de um projeto para crianças que se chama "Children Of Future".
- John também doou todo o seu cabelo que ele raspou em março de 2004 para "Locks Of Love". Nessa época o cabelo dele era quase na altura da cintura. Ele fez o mesmo em novembro de 2006.

» John quase entrou pra banda de Frank Zappa, antes de entrar pros Chili Peppers, porque Frank Zappa não aceitava dependentes químicos em sua banda.

» GI do The Germs (1979) é para o John o melhor álbum já lançado.

» Se pudesse ter feito/escrito qualquer solo de guitarra, John disse querer ter escrito Tangerine - Led Zeppelin III (1970).

» Tem uma frase do John exposta no Múseo dos "Beatles" em Liverpool.
Trascrita: "Os Beatles nos mostraram que quatro pessoas podem ser uma, com um equilíbrio perfeito como nos quatro elementos. O macrocosmo e o microcosmo todas as coisas como uma só."

» No tumulo de Johnny Ramone tem uma mensagem de John Frusciante escrita: "As good a friend as there ever was".

» Na cerimônia em homenagem à inauguração do monumento em homenagem ao Johnny Ramone em 2005, no Hollywood Forever Cemetery, contou com dircursos emocionantes de grandes fãs do Johnny, incluindo a de John Frusciante.

- O seu trabalho é reconhecido pela revista americana Rolling Stone, que lhe concedeu o 18º lugar da lista dos "100 Melhores Guitarristas de Sempre".

- John Frusciante foi eleito o melhor guitarrista dos últimos 30 anos pela rádio BBC 6 do Reino Unido em 2010.

Fonte: Universo Frusciante

terça-feira, 20 de março de 2012

O acidente que tirou as pontas dos dedos de Tony Iommi

Tony Iommi, guitarrista do Black Sabbath, perdeu a ponta de dois dedos da mão direita em um acidente. Ele trabalhava em uma fábrica. 

Seu trabalho era soldar chapas que um colega cortava usando uma máquina. Um dia, quando seu companheiro faltou, Tony tentou operar sozinho a máquina e cortou a ponta de seus dedos anular e médio. Ele juntou os pedaços e levou ao hospital, mas não foi possível fazer o reimplante. A princípio não haveria muito problemas na hora de tocar, mas Tony é canhoto e sua mão direita trabalha no braço do instrumento. Ele usa próteses no lugar da ponta dos dedos e prefere encordoamentos mais macios por conta do problema.

Em entrevista ao Times Online em 2006, ele falou sobre seu problema.
Times Online: Qual foi o ponto em sua vida que mudou a sua carreira com a guitarra?
Antes do Black Sabbath eu costumava trabalhar numa fábrica. Um dia, quando eu coloquei a minha mão em uma das máquinas, ela desceu e acabou cortando as pontas dos meus dedos fora. Eu achei que não iria tocar nunca mais. Fiquei muito triste. Mais tarde, um empresário me trouxe uma gravação de Django Reinhardt (um ícone do jazz, que tocava apenas com três dedos) e isso realmente me fez voltar a tocar.

Times Online: Como o acidente afetou o seu modo de tocar?
Aquilo definitivamente mudou o meu estilo. Eu tive que encontrar formas diferentes para tocar os acordes e fazê-los soar bem. (Os médicos do) hospital me aconselharam a parar de tocar, mas eu não aceitava isso, então tive que arranjar um jeito para tocar confortavelmente. Eu fiz essas pontas de dedo usando um pedaço de garrafa que eu tinha derretido e que fui modelando ao redor do meu dedo. Foi um método meio rústico, mas funcionou para mim.

domingo, 11 de março de 2012

RHCP: 20 anos do lançamento do single “Under The Bridge”

Ontem, 10 de março completou-se 20 anos do lançamento do single “Under The Bridge”, uma das músicas de maior sucesso dos Chili Peppers.

A música Under The Bridge foi lançada em 10 de março de 1992 como o segundo single do quinto álbum de estúdio do Red Hot Chili Peppers, Blood Sugar Sex Magik. O vocalista Anthony Kiedis escreveu a letra para expressar um sentimento de solidão e desalento, e para refletir sobre drogas e seu impacto sobre sua vida.

Kiedis, inicialmente, não sentiu que "Under the Bridge" caberia no repertório do Red Hot Chili Peppers e estava relutante em mostrá-la a seus companheiros de banda até o produtor Rick Rubin implorar para fazer isso. O resto da banda foi receptivo às letras e escreveram a música também.

A canção se tornou um sucesso mundial, chegando ao número dois na Billboard Hot 100 e platina depois certificada pela Recording Industry Association of America. O sucesso do single foi ampliado com o lançamento de seu vídeo, que era freqüentemente tocado em canais de televisão de música. Ele ganhou o "Prêmio de escolha da audiência" e "Vídeo Revelação" em 1992, no MTV Video Music Awards.

"Under the Bridge" permitiu que os Red Hot Chili Peppers entrassem no mainstream. David Fricke da Rolling Stone disse que a canção "inesperadamente levou a banda no Top 10", enquanto Philip Booth de The Tampa Tribune comentou que era uma "bonita, ondulante" o seu sucesso levou, em parte, a saída do guitarrista John Frusciante, que preferiu viver sozinho longe de todo sucesso da banda.

A canção tornou-se uma inspiração para outros artistas, e continua a ser um componente seminal do movimento de rock alternativo do início e meados da década de 1990.

O vídeo da música foi dirigido por Gus Van Sant, que fotografou a banda durante a sua estadia no "The Mansion" e desde a direção de arte do Blood Sugar Sex Magik.
Red Hot Chili Peppers - Under The Bridge

Agradecimentos: Universo Frusciante

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Eddie Van Halen: "Eruption foi um acidente"

O site Rollingstone.com publicou em junho de 2008 uma entrevista com o lendário Eddie Van Halen, que falou sobre o desenvolvimento de sua técnica

Rollingstone.com: Como você começou a tocar guitarra?
"Meu irmão e eu fomos forçados a ter aulas de piano, e isso não era divertido para mim. Eu ouvia música na minha cabeça, mas não conseguia tocá-la. Então eu comprei para mim uma bateria, e de algum modo convenci meu irmão Alex a ter aulas de guitarra flamenca. Eu entregava jornais para pagar pela bateria, e enquanto eu estava arremessando jornais, Alex se tornou melhor na bateria que eu, então eu disse, 'OK, vá se ferrar. Eu vou tocar sua guitarra'”.

Rollingstone.com: Você acabou fazendo um cover de outro clássico dos anos sessenta, “You Really Got Me” dos Kinks, no primeiro álbum.
"Nos nossos shows, nós costumávamos tocar essa e 'All Day and All of the Night' e, você sabe, só alguns sons semi-obscuros de rock antigo. Eu sempre gostei de pegar musicas antigas e transformar um aviãozinho em um jato. Para mim é assim que 'You Really Got Me' soa. A nossa é como whooosh (risos)".

Rollingstone.com: Sua guitarra rítmica é mal avaliada.
"Os músicos de verdade me respeitam mais por minhas bases que pelos meus solos, pois solar é fazer algo difícil, se mostrar – a não ser que você esteja realmente improvisando sobre a melodia da música. Mas na verdade eu sou muito mais um guitarrista base porque eu sou o único guitarrista da banda, então eu tenho que fazer ambos. Sempre acreditei sinceramente que uma música tem que ser boa sem que tenha vocal. Sabe, ouça Beethoven para compreender. Não há vocais".

Rollingstone.com: “Eruption” foi uma música desenvolvida ao vivo au longo dos anos?
"Não, não, não. Nós gravamos nosso primeiro álbum no Sunset Sound em Hollywood, e estávamos nos aquecendo para uma apresentação no fim de semana no Whisky. E eu estava apenas ensaiando e aconteceu do (engenheiro de som) Donn Landee gravar isso. Nunca foi planejado dela estar no álbum. Então a gravação no álbum era uma coisa totalmente louca. Foi só um acidente. Aconteceu dele estar gravando".

Eruption

"Eruption" é um solo de guitarra, escrito e realizado por Eddie Van Halen. Eruption muitas vezes aparece em muitas listas de "maiores solos de guitarra".

"Eruption" começa com uma breve introdução acompanhada de Alex Van Halen na bateria e Michael Anthony no baixo.

Inicialmente, "Eruption" não foi considerada como uma canção para o álbum do Van Halen, pois era apenas um solo de guitarra de Eddie tocava ao vivo nos clubes, mas Ted Templeman ouviu-a no estúdio em que Eddie estava ensaiando e decidiu incluí-la no álbum. Eddie lembrou:

"Eu nem sequer sei tocá-la direito. Há um erro no início dela. Para este dia, sempre que ouço isso, eu sempre penso: 'Cara, eu poderia ter tocado melhor'"

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Red Hot Chili Peppers: Versão interativa de “Look Around”

O Red Hot Chili Peppers lançou hoje (6 fevereiro de 2012) uma versão interativa do vídeo de Look Around. A versão interativa permiti aos telespectadores alternar entre os quartos individuais de Anthony Kiedis, Chad Smith, Flea e Josh Klinghoffer.

Você é o diretor. Você controla a câmera. Isso são 3 minutos e 37 segundos de cenas inéditas de cada um dos quartos. Além do clipe, também é possível visualizar fotos e vídeos com depoimentos dos integrantes da banda e equipe durante as filmagens através de itens clicáveis na imagem.

Então clique, arraste e "olhe ao redor"!
Assita o clipe original: Look Around

domingo, 5 de fevereiro de 2012

RHCP: Significado das músicas de Stadium Arcadium por John Frusciante e Anthony Kiedis

O vocalista Anthony Kiedis e o ex-guitarrista John Frusciante explicaram o significado das músicas do álbum Stadium Arcadium, marcado por ser o último com John na guitarra, é o nono álbum de estúdio da banda Red Hot Chili Peppers, lançado em 5 de maio de 2006 através da Warner Bros. Records. O álbum ganhou sete indicações ao Grammy Award em 2007, incluindo um prêmio de Melhor Álbum de Rock. Foi o maior número de indicações que a banda acumulou em seus 25 anos de carreira.
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Jupiter

Dani California:
AK: Eu quis dar continuidade à estória de Dani (que apareceu no Californication e no By The Way). Ela é a filha de um policial sulista - uma garota de mente criminosa que prospera em uma catástrofe, mas desta vez ela conhece seu fim.

Snow ((Hey Oh)):
AK: Pessoalmente, minha favorita. A letra diz (juntamente com o refrão 'I really can't go to that well no more') que nunca é tarde para mudar a sua vida, por mais fodido, sujo e destruído você estiver. Uma camada fresca de neve sempre pode cair e tornar o chão sujo em puro.

Charlie:
AK: Charlie é a sua imaginação, um espírito que vive em sua mente. Ou poderia ser uma garota ou talvez cocaína. A cocaína não foi a inspiração, mas algumas pessoas pensam que foi.

Stadium Arcadium:
AK: É sobre um tipo de sentimento religioso quando a banda e os fãs se tornam um só. Que nem quando eu fui ver Jah Wobble e PIL em 1979. Esta é a minha primeira memóriade uma experiência quase-religiosa em um show. E anos depois aquela porra de banda tentou roubar nosso baixista!

Hump De Bump:
John: A velha canção do Red Hot, American Ghost Dance, tem praticamente a mesma linha de baixo. É tipo a segunda parte. Flea tocou trompete nela, o que é ótimo, então, eu não senti que nós estávamos depravando o mundo de um grande tocador de trompete.

She's Only 18:
AK: É sobre uma garota que nasceu nos anos 80 e não gosta dos Rolling Stones. A partir daí a estór ia se desenvolve totalmente randomicamente. Tem o melhor solo de guitarra do John que você pode ouvir ficando auditivamente excitado pelo o que ele está fazendo.

Slow Cheetah:
AK: "Esta foi inspirada na minha ex, Yohanna. Ela se parecia como uma onça. É sobre a euforia de todas as experiências da vida, até mesmo as ruins."

Warlocks:
John: Eu gosto desse principalmente pelo título. Soa como uma coisa meio Led Zepellin ou Rush, ou algo parecido. Este é o problema com as bandas de hoje. Eles querem ser o Joy Division. Eu amo Joy Division. Mas as pessoas precisam adicionar algo novo.

C'mon, Girl:
AK: Eu estou olhando para os meus dias de loucuras no passado e avaliando o preço.

Wet Sand:
AK: É sobre um cara que acredita na criação divina discutindo com uma garota, um trem desgovernado que acredita na evolução. Eles discutem e não conseguem se reconciliar.

Hey:
AK: A canção chave. Ela te leva ao lugar de antes de você nascer e depois que você morre. É sobre colocar pra fora aquela coisa que você tem estado dependente mas ela tem te matado.

Mars
Desecration Smile:
John: Isto soa como The Eagles? Eu não tenho interesse pelo som do Eagles. Em termos de harmonia, eu prefiro os Beach Boys. Muitas pessoas estão notando as palavras religiosas de Anthony, mas ele não tem ido à Igreja, pelo que eu saiba.

Tell Me Baby:
John: Um semi-rap old school no estilo Chili Peppers. Kiedis, completamente num estilo Casanova perguntando, "Me diga, garota, você está sozinha?", dá à música um tom de um jantar calmo, seguido de Monarch Of Glen que não estavam incluídos na agenda.

Hard To Concentrate:
AK: Eu compus essa música {com um subjetivo de casamento proposital} pro Flea pois ele encontrou uma mulher com quem ele quer estar junto para sempre."

21st Century:
AK: Quando o Bush tomou o poder, meu consolo foi, ok, nós temos um império do mal agora. Talvez isso seja bom. Às vezes você tem que acertar bem embaixo embaixo antes das pessoas preceberam que algo rpecisa ser feito. A linha 'leia-me uma escritura e eu irei retorcê-la' é uma espécia de comentário pro Bush. Mas também pra mim.

She Looks To Me:
AK: É sobre uma garota que eu conheci há 2 anos atrás, assim que finalizei "Scar Tissue" (bio). Ela estava estava se auto-destruindo por causa das drogas. Eu estava namorando com ela e isso se tornou disfuncional. No final, eu acho que adquiri um amor paternal por ela. Ela estava em um lugar escuro e traiçoeiro e eu quis salvá-la.

Readymade:
John: Eu memorizei nota por nota e cada detalhe de um solo de 10 minutos do Hendrix. Ele nunca repetiu a si mesmo. Eu estou tentando não repetí-lo.

If:
John: Flea que a compôs. Eu estava numa fase Folk, escutando Steeleye Span, Fairport Convention e Joan Baez, então eu toquei um 'guitar slide' nela. Os backing vocals são como a ponta do chapéu de "Brandy", que tem os melhores arranjos de backing vocals.

Makes You Feel Better:
AK: Eu não quero soar como uma bichina mas nós fazemos as pessoas se sentirem melhor. Nós fazemos. As pessoas me param o tempo todo pra dizerem que os Chili Peppers mudaram a vida delas. Nós subimos em algo bem alto e trouxemos isso pra baixo para as pessoas.

Animal Bar:
John: O título original era Neu! porque o Flea queria escrever algo {Krautrock} naquele estilo. Eu usei um sitetizador modular na minha guitarra. Eu a terminei como Kraftwerk. Eu a fiz pra Bjork. Ela disse que a guitarra é chata e que ninguém tinha feito algo tã original. Eu vi que aquilo como um desafio.

So Much I:
John: So Much I me recorda a segunda música que fizémos com meu amigo Guy Picciotto, do Fugazi e seu estilo de tocar guitarra, mesmo achando que isso foi algo trazido pelo Flea.

Storm In A Tea Cup:
John: Esta costumava ser chamada de Public Enemy. Eles também inspiraram "Get On Top" do Californication, e são similares. É um verdadeiro ataque intenso do Red Hot, um pouco do passado.

We Believe:
John: Alguns garotos da igreja da minha mãe vieram cantar nela. Eu estou tocando guitarra bem fora do tempo dos outros instrumentos - novamente influenciado pelo Method Man (Wu-Tang Clan) e pelo GZA. Se eu paguei as crianças? Não, elas não foram pagas com dinheiro!

Turn It Again:
John: Ela foi originalmente chamada de Talking Heads por que ela me lembrava eles. Eu amo esta música porque Flea toca nela. Este foi seu primeiro instrumento antes do Punk Rock dominar sua mente.

Death Of A Martian:
John: Anthony compôs uma música sobre o Martian, cachorro do Flea que morreu. Eu estava fazendo os backing vocals para esta música quando o Anthony chegou em mim e disse que seu cachorro, Buster havia morrido. Isso foi incrivelmente emocional. Recenmetente, eu ganhei 2 gatos, Aztec e Maya, então eu sei muito bem como a morte de um animal pode ser dolorosa.

Fonte: Universo Frusciante

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Joe Satriani explica por que não entrou no Deep Purple

O mundo do rock instrumental agora tem sua cota de virtuoses, com Steve Vai, Yngwie Malmsteen e Paul Gilbert em meio a estrelas por todo o mundo.

Mas quando a cena começou, ela era baseada em um homem e seu desejo de tornar o rock em uma forma de arte. Esse homem era Joe Satriani e três décadas depois, ele continua no topo do rock instrumental.

Apesar de guitarrista da primeira turnê solo de Mick Jagger e de ter entrado na brecha deixada por Ritchie Blackmore no Deep Purple, o começo da carreira de guitarrista de Satriani foi como professor. Suas aulas ajudaram a formar carreiras de muitos guitarristas incluindo os hoje amigos próximos de Satriani, Steve Vai e Kirk Hammet do Metallica.

Quando a estrela de Vai começou a brilhar tocando com David Lee Roth, ele falava de Satriani pra todos que ouvissem.

Enquanto essas declarações iam ganhando ritmo, o segundo disco de Satriani, "Surfing With The Alien" deixou muitos hits e foi o primeiro álbum instrumental de rock a figurar bem nas paradas por muitos anos. Satriani se sente privilegiado de estar no topo do rock instrumental: "É realmente excitante e isto possibilitou que muitos outros guitarristas surgissem".

Enquanto ele desenvolvia uma uma reputação como guitarrista notável, Satriani se viu em um dilema - quando Ritchie Blackmore deixou o Deep Purple, a banda chamou-o para se tornar um membro oficial. Foi uma decisão difícil.

"Eles eram, e são, uma grande banda e funcionam como uma grande e funcional unidade de rock, e eu era um artista solo que fazia coisas das quais as pessoas gostavam. Se eu tivesse entrado, eu teria que diminuir esse meu lado pra me tornar um membro do Purple e dar a eles o tempo e o respeito que eles mereciam e eu realmente não estava pronto pra isso".

"E, é claro, eu estava preocupado em ter Ritchie Blackmore nos meus ombros. Eu era e ainda sou um grande fã de sua música e você realmente não pode substituir alguém como ele".

"Eu falei sobre isto com Steve Vai e ele disse: 'Joe, se puder evitar, nunca entre em uma situação onde você estiver substituindo alguém famoso, onde os fãs e os jornalistas estarão sempre lhe comparando com o outro cara. Então parece que foi a escolha certa. Eu apenas não era o cara que devia integrar o Deep Purple".

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

John Frusciante: trecho escrito pelo guitarrista sobre sua saída dos RHCP

Em seu blog e Myspace, John Frusciante escreveu um breve esclarecimento sobre sua saída dos Red Hot Chili Peppers.


“Quando eu saí da banda, há mais ou menos um ano, estávamos num hiato de tempo indefinido. Não houve drama ou raiva, e os outros caras foram muito compreensivos. Eles apóiam eu fazer qualquer coisa que me faça feliz e eu também os apóio.

Colocando de um modo simples, meus interesses musicais me levaram a outra direção. Voltando à banda, e durante meu tempo com ela, eu estava muito animado em explorar as possibilidades musicais numa banda de rock, e em fazer isso com essas pessoas em particular. Há poucos anos, comecei a sentir essa animação novamente, mas dessa vez me animei em fazer um tipo de música diferente, sozinho, e sendo meu próprio engenheiro.

Eu realmente amo essa banda e o que fizemos. Eu entendo e valorizo que meu trabalho com eles signifique tanto pra muita gente, mas eu tenho que seguir meus interesses. Para mim, a arte nunca foi algo feito como se fosse uma responsabilidade. É algo que faço porque é divertido, animador e interessante. Nos últimos doze anos, eu mudei como artista e como pessoa, em tal grau que fazer mais coisas nos termos em que eu vinha fazendo com a banda seria ir contra minha natureza. Não tinham escolhas envolvidas nessa decisão. Eu simplesmente preciso ser o que eu sou, e tenho que fazer o devo fazer.

Com amor e gratidão a todos vocês.”

Fonte: Universo Frusciante - Myspace

domingo, 4 de dezembro de 2011

Tony Iommi: guitarrista explica como tocar "Paranoid"

A Guitar World bateu um papo em 2008, com o lendário guitarrista do Black Sabbath, Tony Iommi, onde o tema foi o álbum seminal de 1970, “Paranoid”.

Guitar World: “Paranoid”, o álbum divisor de águas do Black Sabbath, é considerado por muitos o mais fino trabalho da banda.

Iommi: “Eu acho que a razão de ter uma gravação tão boa foi o longo tempo que tivemos para trabalhar o material. Estávamos tocando sete sets de 45 minutos por dia em um velho e empoeirado clube na Suíça para um pequeno grupo de pessoas. Este esquema de ensaio por seis semanas nos dava ânimo. Também nos deu a oportunidade de experimentar mais, pois tínhamos apenas musicas suficientes para um set e não sete. Nos deu a chance de fazer muita coisa e rearranjar musicas já existentes”.

Guitar World: Como foi o processo de gravação deste disco?

Iommi: “Nós gravamos em poucos dias em um pequeno estúdio, Regent Sound, na Inglaterra, usando um gravador de oito pistas. Foi como gravar em uma garagem. Colocamos um microfone na frente da cabine, e eu toquei a faixa original com a banda, fizemos um 'overdub' e pronto. Pra nós foi como se estivéssemos fazendo um show. Concluímos que alguns dias seriam mais que suficientes para gravar e mixar todo o álbum".

Guitar World: O que te fez usar os amplificadores Laney?

Iommi: “A razão é bem simples. Laney era de Birmingham, e eu também. Era uma nova empresa que estava começando ao mesmo tempo que nós, em 1968. Foram muito úteis para nós, fizemos um trabalho em conjunto. Nós deram toda amplificação que precisávamos.”

Guitar World: Você tocou uma Stratocaster no primeiro álbum do Sabbath, mas mudou para Gibson SG no “Paranoid”.

Iommi: “Isso aconteceu porque minha Strat quebrou enquanto ainda estávamos gravando o primeiro álbum. O captador quebrou, e naquela época não tinha peças de reposição. Minha SG era a segunda guitarra. Estava sempre por perto, e eu nunca tinha realmente tocado com ela. E de repente tive que me habituar a utilizá-la. Desde então só uso ela”.

Guitar World: Pode nos ensinar como tocar o riff de abertura da “Paranoid”?

Iommi: "Claro. Vejo muitos guitarristas tocar este riff na sétima casa, mas não é como faço. Eu toco na décima segunda casa. Isto porque o acorde nesta posição soa bem mais sombrio que o tocado na sétima casa".

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Foto clássica: Axl Rose e seu 'tijolão' celular

A revista inglesa Classic Rock, em sua seção "Photo Pass – The History Behind The Photo", imprimiu a descrição do fotógrafo estadunidense Mark Weiss para uma foto que fez com o ainda jovem vocalista do Guns N' Roses, Axl Rose em 1988.


A foto, que pertence a uma sessão que foi amplamente divulgada na imprensa mundial da época, traz Axl usando seu celular ao lado de um telefone público, e como o próprio fotógrafo diz, tornou-se icônica com o tempo.

Seguindo a foto, uma tradução do texto de Weiss.
“Eu comecei a tirar fotos do Guns N’ Roses em 1986, quando eles estavam acabando de entrar pro movimento. Depois disso eu cultivei minha relação com eles fazendo sessões de fotos ao vivo e fora do palco. Por volta de 1988, eles eram superastros, e eu acabei em Los Angeles por alguns meses, quando a intenção era ficar apenas alguns dias. Então eu entrei em contato com a gravadora deles, a Geffen, e perguntei se seria possível tirar algumas fotos da banda. A banda sugeriu que nos encontrássemos no «restaurante» Sunset Grill, e no dia todos eles apareceram. Como de costume, Axl estava atrasado.

Eu fotografei o resto da banda, mas na hora que Axl apareceu, era tarde demais pra fazer qualquer coisa com ele. Mas ele se desculpou, e ficou combinado de que eu faria algo com ele sozinho no mesmo local no dia seguinte.

Dessa vez ele foi pontual. Ele só queria passar um tempo no Sunset Grill, mas eu fiz com que ele posasse um pouco. Daí ele disse que tinha que ir lá fora fazer uma ligação no celular dele – e você tem que se lembrar que naquela época os celulares eram algo muito novo.

Eu fui até o lado de fora com ele, ainda tirando fotos. Daí eu vi o telefone público, e tive essa ideia. Fiz com que ele se apoiasse nele, enquanto usava seu celular. Foi muito simbólico para a nova tecnologia, e a velha tecnologia e como as coisas estavam mudando.

Eu também o persuadi a me deixar fazer algumas ligações naquele celular – a primeira vez que eu jamais usei um. Eu liguei pra Zakk Wylde e Sebastian Bach, e disse que um dia eles poderiam dar sorte e ter um telefone daqueles.”
Mark Weiss começou a tirar fotos de shows «sem permissão» ainda adolescente. Sua primeira foto publicada foi de Steven Tyler do Aerosmith na revista estadunidense de rock Circus em 1978. Desde então ele tem trabalhado como fotógrafo de turnê para artistas como Ozzy Osbourne, Mötley Crüe e Metallica, e fotografou ou foi diretor de arte de capas de vários discos de sucesso.

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