
SLASH - MADE IN STOKE(COMPLETO)

SLASH E MYLES KENNEDY ELEITOS OS MELHORES DO ANO PELA LOUDWIRE MUSIC AWARDS 2012

GUITAR WORLD: EDDIE VAN HALEN, O MELHOR GUITARRISTA DE TODOS OS TEMPOS

STEVE VAI: OUÇA THE STORY OF LIGHT

BON JOVI: "BANDA APRESENTA MÚSICAS DO NOVO DISCO"

SLASH - APOCALYPTIC LOVE: OUÇA O ÁLBUM COMPLETO
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Slash - “Apocalyptic Love World Tour 2012”
A turnê de Slash "Apocalyptic Love World Tour 2012" iniciou-se dois meses antes do lançamento do seu mais recente álbum, no dia 23 de Março em Toronto, Canadá.
Durante a turnê de quase 9 meses promovendo o disco "Apocalyptic Love", tocaram 14 das 15 músicas do álbum versão deluxe, deixando apenas "We Will Roam" de fora dos set lists. Abaixo você encontrará algumas estatísticas da tour deste ano.
Onde eles tocaram?: um total de 112 concertos em 105 cidades.
Inglaterra, Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Chile, França, Holanda, Canadá, Líbano, Luxemburgo, México, Nova Zelândia, Estados Unidos, Alemanha, Escócia, Suécia, Suíça, Uruguai, Venezuela, Itália.
O que eles tocaram?: Um total de 43 músicas de seis álbuns, oito covers e 2 solos.
Appetite For Destruction (Guns N' Roses):
"It's So Easy", "Mr. Brownstone", "My Michelle", "Nightrain", "Out Ta Get Me", "Paradise City", "Rocket Queen", "Sweet Child O' Mine", "Welcome to the Jungle", "You're Crazy"
Use Your Illusion II (Guns N' Roses):
"Civil War"
Slash (Slash):
"Back From Cali", "By the Sword", "Doctor Alibi", "Ghost", "Nothing to Say", "Promise", "Starlight", "Watch This", "We're All Gonna Die"
Apocalyptic Love (Slash): "Anastasia", "Apocalyptic Love", "Bad Rain", "Carolina", "Crazy Life", "Far and Away", "Halo", "Hard & Fast", "No More Heroes", "Not For Me", "One Last Thrill", "Shots Fired", "Standing in the Sun", "You're a Lie"
It's Five O' Clock Somewhere (Slash's Snakepit):
"Beggars & Hangers On"
Ain't Life Grand (Slash's Snakepit): "Been There Lately", "Just Like Anything", "Mean Bone", "Speed Parade"
Contraband (Velvet Revolver): "Dity Little Thing", "Fall to Pieces", "Slither", "Sucker Train Blues"
Outros (covers e solos):
"Communication Breakdown" - Led Zeppelin
"Mississippi Queen" - Mountain
"Nice Boys" - Rose Tattoo
"Oh Canada" - Calixa Lavallée
"Rise Today" - Alter Bridge
"School's Out" - Alice Cooper
"Simple Man" - Lynyrd Skynyrd
"Strangehold" - Ted Nugent
"Blues Jam" - Guitar Solo
"Godfather Theme - Guitar Solo
"Only Women Bleed - Intro
Curiosidades:
O menor público (1.100 pessoas): Phoenix Concert Theatre, Toronto (Canadá)
O maior público (21.000 pessoas): Estádio Malvinas Argentinas, Buenos Aires (Argentina)
Bandas de abertura:
Black Label Society, Edguy, Foxy Shazam, Ginger Wildheart, Lovehammers, Porn Queen, Tremonti
Artistas convidados: Angry Anderson, Gilby Clarke, Alice Cooper, Lemmy Kilmeister, Duff McKagan, Andrew Stockdale, Mark Tremonti, Zakk Wylde
Set list médio:
01. Halo - (Slash, Apocalyptic Love)
02. Nightrain - (Guns N' Roses, Appetite For Destruction)
03. Ghost - (Slash, Slash)
04. Standing in the Sun - (Slash, Apocalyptic Love)
05. Back From Cali - (Slash, Slash)
06. Been There Lately - (Slash's Snakepit, Ain't Life Grand)
07. Mr. Brownstone - (Guns N' Roses, Appetite For Destruction)
08. Rocket Queen - (Guns N' Roses, Appetite For Destruction)
09. One Last Thrill - (Slash, Apocalyptic Love)
10. Not For Me - (Slash, Apocalyptic Love)
11. Doctor Alibi - (Slash, Slash) [Todd Kerns no vocal]
12. Out Ta Get Me - (Guns N' Roses, Appetite For Destruction) [Todd Kerns no vocal]
13. No More Heroes - (Slash, Apocalyptic Love)
14. Starlight - (Slash, Slash)
15. Godfather Theme - (Guitar Solo)
16. Anastasia - (Slash, Apocalyptic Love)
17. You're a Lie - (Slash, Apocalyptic Love)
18. Sweet Child O' Mine - (Guns N' Roses, Appetite For Destruction)
19. Slither - (Velvet Revolver, Contraband)
20. Fall to Pieces - (Velvet Revolver, Contraband)
21. Paradise City - (Guns N' Roses, Appetite For Destruction)
Informações:GunsNRoses.com.pl
Postado por Universo Rock'n Roll às 15:04 0 comentários
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Homem queria 50 mil dólares por carteira de motorista do guitarrista Slash
Postado por Universo Rock'n Roll às 11:39 0 comentários
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As guitarras favoritas de John Frusciante
Fotos por Neil Zlozower:
Fonte: Universo Frusciante
Postado por Universo Rock'n Roll às 20:55 2 comentários
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Loudwire: site elege 10 melhores músicas dos Chili Peppers
10. "Suck My Kiss" - 'Blood Sugar Sex Magik' (1991)
09. "Brendan's Death Song" - 'I'm With You' (2011)
08. "Californication" - 'Californication' (1999)
07. "Knock Me Down" - 'Mother's Milk' (1989)
05. "Breaking the Girl" -'Blood Sugar Sex Magik' (1991)
04. "By the Way" - 'By the Way' (2002)
03. "Give It Away" - 'Blood Sugar Sex Magik' (1991)
02. "Scar Tissue" -'Californication' (1999)
01. "Under the Bridge" do álbum 'Blood Sugar Sex Magik' (1991)
Fonte: Blog RHCP Brasil
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Red Hot Chili Peppers - “Leverage Of Space”
Postado por Universo Rock'n Roll às 14:44 0 comentários
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O incidente de Montreal, com Metallica e Guns N’ Roses
Fonte: Van do Halen
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Iron Maiden - mascote Eddie nas Olimpíadas de Londres
O pôster é com o mascote da banda, Eddie em celebração aos jogos olímpicos de Londres de 2012 (que se iniciam hoje) é digno de menção.
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Steve Vai: “foto de arsenal de guitarras do músico”
Fonte:Whiplash
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Encontrada ponte que inspirou “Under The Bridge” do RHCP
O escritor Mark Haskell Smith diz ter encontrado a ponte retratada da música “Under the Bridge”, um dos clássicos do repertório do Red Hot Chili Peppers. Com tal descoberta, Smith conseguiu desvendar um mistério que durou por 20 anos.
De acordo com o site Vulture, Smith diz que a ponte está localizada no “MacArthur Park”, região central de Los Angeles. Ele revelou ter chegado ao local após ler atentamente a autobiografia de Anthony Kiedis, “Scar Tissue”. No livro, o cantor diz que o local está no cruzamento da “Sixth” e da “Union”, duas avenidas da cidade próximas ao parque. O escritor também dá garantias de que, ao contrário das outras pontes adjacentes, essa do “McArthur Park” é a única que sugere o clima introspectivo perceptível na música.
Juntando várias peças, desde as memórias de Anthony em seu livro, até letras de canções da banda Thelonious Monster (cujo vocalista Bob Forrest é amigo de longa data da banda), Mark Haskell Smith foi atrás e descobriu onde fica essa tão famosa ponte. Após uma vasta pesquisa em guias e bancos de dados da cidade, ele chegou a 3 opções em potencial. Após um pouco de pesquisa, chegou a conclusão. É uma ponte no MacArthur Park, usada para passagem de pedestres abaixo do Wilshire Boulevard.
Mark ainda diz: “Lá dentro, parecia um projeto de escola de arte que foi pintado ao longo de décadas de marcações…” Hoje, a ponte está bem cuidada e o parque está bonito. Mas na época a situação ali era outra. Um lugar cheio de usuários de drogas e pichações.
Na autobiografia, segundo o UOL, o cantor revelou que a letra da música surgiu a partir de um sentimento de desorientação e isolamento. Esse sentimento provocou lembranças de seu relacionamento com as drogas e do dia em que passou por debaixo da ponte na companhia de traficantes.
Mesmo com toda a teoria explicada por Mark, só teremos certeza absoluta sobre a ponte quando o próprio Anthony Kiedis resolver confirmar. Até lá, vamos continuar com essa eterna dúvida.
Veja a matéria completa no site: Vulture Finds the bridge from Under The Bridge.
Fonte: RHCP Brasil / Universo Frusciante
Postado por Universo Rock'n Roll às 19:01 0 comentários
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John Frusciante: Curiosidades sobre o guitarrista
Histórias que você talvez já tenha lido de alguns fatos divertidos e curiosos sobre a vida e a carreira de John Frusciante.
» John começou a tocar guitarra cedo, mas desistiu por um tempo porque seu professor não podia lhe ensinar o solo de "Stairway to Heaven", mas voltou a tocar aos 11 anos de idade.
» Aos 13 anos John costumava ir em lojas de instrumentos músicais e todo mundo achava ele o máximo porque ele sabia tocar muitas músicas do Hendrix.
» Até os 17 anos John nunca tinha usado drogas.
- Na epóca que John cheirava cocaína ele dizia que por causa do sentimento e da imagem do rock 'n' roll, bissexualidade e drogas eram as duas coisas que ele associava ao rock.
- "A noite passada no show do Jane's Addiction na Califórnia, foi a primeira vez que eu fiz uso de heroína. Eu estava tão deprimido depois de ter saído dos Chili Peppers e tinha tantas coisas acontecendo na minha mente que eu não poderia resolver. O mundo parecia ser apenas esse lugar feio. Minha percepção das coisas foi completamente invertida em torno de onde tudo o que já foi bonito agora era feio. Eu não conseguia obter qualquer prazer em estar vivo mais. Usava heroína e cocaína o tempo todo, assim eu me sentia eu mesmo novamente." Revelou John Frusciante sobre a primeira vez que usou heroína .
» A primeira vez que John realmente viajou numa música foi ouvindo Kiss. Diz ele: "Eu fui para um mundo mágico. E as drogas foram juntas."
» Em 1997, John só tinha 12% do sangue que deveria ter.
» Durante o período afastado do Red Hot Chili Peppers (1992-1997), John fez algumas pinturas.
» Após ter saído de algumas clínicas de reabilitação, por várias vezes, com várias recaídas, John decide se internar em um hospital o qual passa internado por mais de um mês, uma vez que estava fraco, debilitado, com com várias deformações coporais, e com a perda dos dentes, resultados de uma dosagem excessiva de drogas, principalmente a heroína, em 1998.
» A gravação do álbum "Niandra LaDes e Usually Just A T-Shirt" foi feita porque John dizia que existia poucas músicas boas na época. "Os jovens encontram música boa hoje em dia, mas eles aceitam algo que não tem a mesma vibração como Da Vinci. Boa música, como Jane's Addiction ou Jimi Hendrix, coisas desse calibre... Possuem o mesmo efeito de Da Vinci na minha cabeça. Há uma coisa em comum com todos esses artistas de todos os tempos. E nenhuma banda de hoje realmente tem isso."
» "Niandra LaDes e Usually Just A T-Shirt" foi dedicado à filha de Flea , Clara, e uma ex-namorada de John, Toni Oswald.
» John disse que teve experiências sobrenaturais durante seu periodo de drogas.
» Quando o RHCP estavam gravando o álbum "Stadium Arcadium" (2006) na antiga mansão com a fama de ser "assombrada" onde também gravaram o álbum "Blood Sugar Sex Magik" (1991), John disse que lembrou o que sentia naquela época: "Houve seres de inteligência superior controlando o que eu estava fazendo, e eu não sabia como falar sobre isso ou explicá-la... era muito claro pra mim que a música estava vindo de algum lugar que não seja de mim".
Os dias mais felizes da vida de John Frusciante
- "Estar no Red Hot Chili Peppers é algo que me faz estar muito agradecido. Fazendo música com amigos e tendo a energia ímpeta de um público que me apoia, têm feito desses últimos 5 anos em que estou na banda, os mais felizes da minha vida."
- No dia 1º de Janeiro de 1999, John parou de usar drogas: "Depois disso, fiquei limpo por um tempo e tive a forte sensação de que eu estava finalmente recomeçando a viver."
e os piores...
- "O ano de 1999, quando eu tinha 27, foi o pior da minha vida, muitos artistas de quem eu gostava morreram com essa idade. Quando eu fiz 28, foi uma espécie de renascimento, porque eu tinha quase certeza de que eu morreia com 27 anos."
» Já livre das drogas, John fez sessões de ioga e dieta exclusivamente baseada em healthy food.
- O álbum "To Record Only Water For Ten Days", de 2001, representou um ponto de virada na carreira do jovem guitarrista. Era um disco vigoroso, bem cantado, repleto de poesias sombrias, que revelava um Frusciante capaz de ser um grande compositor e um vocalista de performance apaixonada e primorosa. Em entrevista daquele ano, ele diz: "Eu não preciso tomar drogas. Eu me sinto muito mais 'alto' por todo o tempo, agora, por causa do tipo de 'momentum' que uma pessoa pode conseguir quando simplesmente se dedica a algo que realmente ama. Eu nem mesmo considero tomá-las, elas são completamente idiotas.
» Quando John deixou a banda pela 1ª vez, disse que houve muitos motivos e que antes de tudo a banda já sabia que ele ia sair desde um ano antes.
- "Na primeira turnê americana, eu estava andando num parque com Flea depois de uns 2 meses viajando. Me senti mal e eu chamei minha namorada, mas as regras da banda era de não levar nossas namoradas nas turnês porquê a gente ficava mais com elas do que com a banda. Eu ficava feliz quando subia no palco e olhava pra Flea, para Chad, ou olhava para os meus amplificadores, ou ouvia o som que eu estava tocando. Mas também ficava triste. Então eu falei com Flea de sair depois daquela turnê. Quando estávamos no parque, ele disse: "Mas o que você gosta na banda?". Eu disse: "Não, nada. Não tem nada que eu goste na banda.” Ele disse: "Nada?", e eu disse: "Nada, exceto o fato de tocar com você, porque eu amo você. Esse é o único motivo de eu estar na banda, porque eu adoro tocar com você." Foi quando ele disse: "Cara, se você não está feliz, não deve continuar na banda."
Mas ele disse aquilo e eu esqueci, sabe? E um ano depois, eu realmente saí."
» John já namorou Toni Oswald (que viajava com ele na turnê do BSSM), Milla Jovovich, Stella Schnabel (filha do autor da capa do álbum By the way) e Emily Kokal. Atualmente John está casado com Nicole Turley.
» John gosta de gatos. Em entrevista de 2004, ele disse que ele ia amar ter um gato, mas que ele não poderia ser um bom pai, porque ele viaja muito. Eventualmente, ele acabou ficando com dois gatos e os seus nomes são Aztec e Maya.
» John não sabe dirigir.
- Uma vez comprou um Cadillac só por causa de seu cinzeiro enorme; quando foi dirigir, quase atropelou um pedestre.
» John já participou de um projeto para crianças que se chama "Children Of Future".
- John também doou todo o seu cabelo que ele raspou em março de 2004 para "Locks Of Love". Nessa época o cabelo dele era quase na altura da cintura. Ele fez o mesmo em novembro de 2006.
» John quase entrou pra banda de Frank Zappa, antes de entrar pros Chili Peppers, porque Frank Zappa não aceitava dependentes químicos em sua banda.
» GI do The Germs (1979) é para o John o melhor álbum já lançado.
» Se pudesse ter feito/escrito qualquer solo de guitarra, John disse querer ter escrito Tangerine - Led Zeppelin III (1970).
» Tem uma frase do John exposta no Múseo dos "Beatles" em Liverpool.
Trascrita: "Os Beatles nos mostraram que quatro pessoas podem ser uma, com um equilíbrio perfeito como nos quatro elementos. O macrocosmo e o microcosmo todas as coisas como uma só."
» No tumulo de Johnny Ramone tem uma mensagem de John Frusciante escrita: "As good a friend as there ever was".
» Na cerimônia em homenagem à inauguração do monumento em homenagem ao Johnny Ramone em 2005, no Hollywood Forever Cemetery, contou com dircursos emocionantes de grandes fãs do Johnny, incluindo a de John Frusciante.
- O seu trabalho é reconhecido pela revista americana Rolling Stone, que lhe concedeu o 18º lugar da lista dos "100 Melhores Guitarristas de Sempre".
- John Frusciante foi eleito o melhor guitarrista dos últimos 30 anos pela rádio BBC 6 do Reino Unido em 2010.
Fonte: Universo Frusciante
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O acidente que tirou as pontas dos dedos de Tony Iommi
Tony Iommi, guitarrista do Black Sabbath, perdeu a ponta de dois dedos da mão direita em um acidente. Ele trabalhava em uma fábrica.
Seu trabalho era soldar chapas que um colega cortava usando uma máquina. Um dia, quando seu companheiro faltou, Tony tentou operar sozinho a máquina e cortou a ponta de seus dedos anular e médio. Ele juntou os pedaços e levou ao hospital, mas não foi possível fazer o reimplante. A princípio não haveria muito problemas na hora de tocar, mas Tony é canhoto e sua mão direita trabalha no braço do instrumento. Ele usa próteses no lugar da ponta dos dedos e prefere encordoamentos mais macios por conta do problema.
Antes do Black Sabbath eu costumava trabalhar numa fábrica. Um dia, quando eu coloquei a minha mão em uma das máquinas, ela desceu e acabou cortando as pontas dos meus dedos fora. Eu achei que não iria tocar nunca mais. Fiquei muito triste. Mais tarde, um empresário me trouxe uma gravação de Django Reinhardt (um ícone do jazz, que tocava apenas com três dedos) e isso realmente me fez voltar a tocar.
Times Online: Como o acidente afetou o seu modo de tocar?
Aquilo definitivamente mudou o meu estilo. Eu tive que encontrar formas diferentes para tocar os acordes e fazê-los soar bem. (Os médicos do) hospital me aconselharam a parar de tocar, mas eu não aceitava isso, então tive que arranjar um jeito para tocar confortavelmente. Eu fiz essas pontas de dedo usando um pedaço de garrafa que eu tinha derretido e que fui modelando ao redor do meu dedo. Foi um método meio rústico, mas funcionou para mim.
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RHCP: 20 anos do lançamento do single “Under The Bridge”
Ontem, 10 de março completou-se 20 anos do lançamento do single “Under The Bridge”, uma das músicas de maior sucesso dos Chili Peppers.
Kiedis, inicialmente, não sentiu que "Under the Bridge" caberia no repertório do Red Hot Chili Peppers e estava relutante em mostrá-la a seus companheiros de banda até o produtor Rick Rubin implorar para fazer isso. O resto da banda foi receptivo às letras e escreveram a música também.
A canção se tornou um sucesso mundial, chegando ao número dois na Billboard Hot 100 e platina depois certificada pela Recording Industry Association of America. O sucesso do single foi ampliado com o lançamento de seu vídeo, que era freqüentemente tocado em canais de televisão de música. Ele ganhou o "Prêmio de escolha da audiência" e "Vídeo Revelação" em 1992, no MTV Video Music Awards.
"Under the Bridge" permitiu que os Red Hot Chili Peppers entrassem no mainstream. David Fricke da Rolling Stone disse que a canção "inesperadamente levou a banda no Top 10", enquanto Philip Booth de The Tampa Tribune comentou que era uma "bonita, ondulante" o seu sucesso levou, em parte, a saída do guitarrista John Frusciante, que preferiu viver sozinho longe de todo sucesso da banda. A canção tornou-se uma inspiração para outros artistas, e continua a ser um componente seminal do movimento de rock alternativo do início e meados da década de 1990.
O vídeo da música foi dirigido por Gus Van Sant, que fotografou a banda durante a sua estadia no "The Mansion" e desde a direção de arte do Blood Sugar Sex Magik.
Agradecimentos: Universo Frusciante
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Eddie Van Halen: "Eruption foi um acidente"
O site Rollingstone.com publicou em junho de 2008 uma entrevista com o lendário Eddie Van Halen, que falou sobre o desenvolvimento de sua técnica
"Meu irmão e eu fomos forçados a ter aulas de piano, e isso não era divertido para mim. Eu ouvia música na minha cabeça, mas não conseguia tocá-la. Então eu comprei para mim uma bateria, e de algum modo convenci meu irmão Alex a ter aulas de guitarra flamenca. Eu entregava jornais para pagar pela bateria, e enquanto eu estava arremessando jornais, Alex se tornou melhor na bateria que eu, então eu disse, 'OK, vá se ferrar. Eu vou tocar sua guitarra'”.
Rollingstone.com: Você acabou fazendo um cover de outro clássico dos anos sessenta, “You Really Got Me” dos Kinks, no primeiro álbum.
"Nos nossos shows, nós costumávamos tocar essa e 'All Day and All of the Night' e, você sabe, só alguns sons semi-obscuros de rock antigo. Eu sempre gostei de pegar musicas antigas e transformar um aviãozinho em um jato. Para mim é assim que 'You Really Got Me' soa. A nossa é como whooosh (risos)".
Rollingstone.com: Sua guitarra rítmica é mal avaliada.
"Os músicos de verdade me respeitam mais por minhas bases que pelos meus solos, pois solar é fazer algo difícil, se mostrar – a não ser que você esteja realmente improvisando sobre a melodia da música. Mas na verdade eu sou muito mais um guitarrista base porque eu sou o único guitarrista da banda, então eu tenho que fazer ambos. Sempre acreditei sinceramente que uma música tem que ser boa sem que tenha vocal. Sabe, ouça Beethoven para compreender. Não há vocais".
Rollingstone.com: “Eruption” foi uma música desenvolvida ao vivo au longo dos anos?
"Não, não, não. Nós gravamos nosso primeiro álbum no Sunset Sound em Hollywood, e estávamos nos aquecendo para uma apresentação no fim de semana no Whisky. E eu estava apenas ensaiando e aconteceu do (engenheiro de som) Donn Landee gravar isso. Nunca foi planejado dela estar no álbum. Então a gravação no álbum era uma coisa totalmente louca. Foi só um acidente. Aconteceu dele estar gravando".
Eruption
"Eruption" é um solo de guitarra, escrito e realizado por Eddie Van Halen. Eruption muitas vezes aparece em muitas listas de "maiores solos de guitarra".
"Eruption" começa com uma breve introdução acompanhada de Alex Van Halen na bateria e Michael Anthony no baixo.
Inicialmente, "Eruption" não foi considerada como uma canção para o álbum do Van Halen, pois era apenas um solo de guitarra de Eddie tocava ao vivo nos clubes, mas Ted Templeman ouviu-a no estúdio em que Eddie estava ensaiando e decidiu incluí-la no álbum. Eddie lembrou:
"Eu nem sequer sei tocá-la direito. Há um erro no início dela. Para este dia, sempre que ouço isso, eu sempre penso: 'Cara, eu poderia ter tocado melhor'"
Postado por Universo Rock'n Roll às 18:34 2 comentários
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Red Hot Chili Peppers: Versão interativa de “Look Around”
Você é o diretor. Você controla a câmera. Isso são 3 minutos e 37 segundos de cenas inéditas de cada um dos quartos. Além do clipe, também é possível visualizar fotos e vídeos com depoimentos dos integrantes da banda e equipe durante as filmagens através de itens clicáveis na imagem.
Então clique, arraste e "olhe ao redor"!
Assita o clipe original: Look Around
Postado por Universo Rock'n Roll às 18:20 2 comentários
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RHCP: Significado das músicas de Stadium Arcadium por John Frusciante e Anthony Kiedis
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Dani California:
AK: Eu quis dar continuidade à estória de Dani (que apareceu no Californication e no By The Way). Ela é a filha de um policial sulista - uma garota de mente criminosa que prospera em uma catástrofe, mas desta vez ela conhece seu fim.
Snow ((Hey Oh)):
AK: Pessoalmente, minha favorita. A letra diz (juntamente com o refrão 'I really can't go to that well no more') que nunca é tarde para mudar a sua vida, por mais fodido, sujo e destruído você estiver. Uma camada fresca de neve sempre pode cair e tornar o chão sujo em puro.
Charlie:
AK: Charlie é a sua imaginação, um espírito que vive em sua mente. Ou poderia ser uma garota ou talvez cocaína. A cocaína não foi a inspiração, mas algumas pessoas pensam que foi.
Stadium Arcadium:
AK: É sobre um tipo de sentimento religioso quando a banda e os fãs se tornam um só. Que nem quando eu fui ver Jah Wobble e PIL em 1979. Esta é a minha primeira memóriade uma experiência quase-religiosa em um show. E anos depois aquela porra de banda tentou roubar nosso baixista!
Hump De Bump:
John: A velha canção do Red Hot, American Ghost Dance, tem praticamente a mesma linha de baixo. É tipo a segunda parte. Flea tocou trompete nela, o que é ótimo, então, eu não senti que nós estávamos depravando o mundo de um grande tocador de trompete.
She's Only 18:
AK: É sobre uma garota que nasceu nos anos 80 e não gosta dos Rolling Stones. A partir daí a estór ia se desenvolve totalmente randomicamente. Tem o melhor solo de guitarra do John que você pode ouvir ficando auditivamente excitado pelo o que ele está fazendo.
Slow Cheetah:
AK: "Esta foi inspirada na minha ex, Yohanna. Ela se parecia como uma onça. É sobre a euforia de todas as experiências da vida, até mesmo as ruins."
Warlocks:
John: Eu gosto desse principalmente pelo título. Soa como uma coisa meio Led Zepellin ou Rush, ou algo parecido. Este é o problema com as bandas de hoje. Eles querem ser o Joy Division. Eu amo Joy Division. Mas as pessoas precisam adicionar algo novo.
C'mon, Girl:
AK: Eu estou olhando para os meus dias de loucuras no passado e avaliando o preço.
Wet Sand:
AK: É sobre um cara que acredita na criação divina discutindo com uma garota, um trem desgovernado que acredita na evolução. Eles discutem e não conseguem se reconciliar.
Hey:
AK: A canção chave. Ela te leva ao lugar de antes de você nascer e depois que você morre. É sobre colocar pra fora aquela coisa que você tem estado dependente mas ela tem te matado.
John: Isto soa como The Eagles? Eu não tenho interesse pelo som do Eagles. Em termos de harmonia, eu prefiro os Beach Boys. Muitas pessoas estão notando as palavras religiosas de Anthony, mas ele não tem ido à Igreja, pelo que eu saiba.
Tell Me Baby:
John: Um semi-rap old school no estilo Chili Peppers. Kiedis, completamente num estilo Casanova perguntando, "Me diga, garota, você está sozinha?", dá à música um tom de um jantar calmo, seguido de Monarch Of Glen que não estavam incluídos na agenda.
Hard To Concentrate:
AK: Eu compus essa música {com um subjetivo de casamento proposital} pro Flea pois ele encontrou uma mulher com quem ele quer estar junto para sempre."
21st Century:
AK: Quando o Bush tomou o poder, meu consolo foi, ok, nós temos um império do mal agora. Talvez isso seja bom. Às vezes você tem que acertar bem embaixo embaixo antes das pessoas preceberam que algo rpecisa ser feito. A linha 'leia-me uma escritura e eu irei retorcê-la' é uma espécia de comentário pro Bush. Mas também pra mim.
She Looks To Me:
AK: É sobre uma garota que eu conheci há 2 anos atrás, assim que finalizei "Scar Tissue" (bio). Ela estava estava se auto-destruindo por causa das drogas. Eu estava namorando com ela e isso se tornou disfuncional. No final, eu acho que adquiri um amor paternal por ela. Ela estava em um lugar escuro e traiçoeiro e eu quis salvá-la.
Readymade:
John: Eu memorizei nota por nota e cada detalhe de um solo de 10 minutos do Hendrix. Ele nunca repetiu a si mesmo. Eu estou tentando não repetí-lo.
If:
John: Flea que a compôs. Eu estava numa fase Folk, escutando Steeleye Span, Fairport Convention e Joan Baez, então eu toquei um 'guitar slide' nela. Os backing vocals são como a ponta do chapéu de "Brandy", que tem os melhores arranjos de backing vocals.
Makes You Feel Better:
AK: Eu não quero soar como uma bichina mas nós fazemos as pessoas se sentirem melhor. Nós fazemos. As pessoas me param o tempo todo pra dizerem que os Chili Peppers mudaram a vida delas. Nós subimos em algo bem alto e trouxemos isso pra baixo para as pessoas.
Animal Bar:
John: O título original era Neu! porque o Flea queria escrever algo {Krautrock} naquele estilo. Eu usei um sitetizador modular na minha guitarra. Eu a terminei como Kraftwerk. Eu a fiz pra Bjork. Ela disse que a guitarra é chata e que ninguém tinha feito algo tã original. Eu vi que aquilo como um desafio.
So Much I:
John: So Much I me recorda a segunda música que fizémos com meu amigo Guy Picciotto, do Fugazi e seu estilo de tocar guitarra, mesmo achando que isso foi algo trazido pelo Flea.
Storm In A Tea Cup:
John: Esta costumava ser chamada de Public Enemy. Eles também inspiraram "Get On Top" do Californication, e são similares. É um verdadeiro ataque intenso do Red Hot, um pouco do passado.
We Believe:
John: Alguns garotos da igreja da minha mãe vieram cantar nela. Eu estou tocando guitarra bem fora do tempo dos outros instrumentos - novamente influenciado pelo Method Man (Wu-Tang Clan) e pelo GZA. Se eu paguei as crianças? Não, elas não foram pagas com dinheiro!
Turn It Again:
John: Ela foi originalmente chamada de Talking Heads por que ela me lembrava eles. Eu amo esta música porque Flea toca nela. Este foi seu primeiro instrumento antes do Punk Rock dominar sua mente.
Death Of A Martian:
John: Anthony compôs uma música sobre o Martian, cachorro do Flea que morreu. Eu estava fazendo os backing vocals para esta música quando o Anthony chegou em mim e disse que seu cachorro, Buster havia morrido. Isso foi incrivelmente emocional. Recenmetente, eu ganhei 2 gatos, Aztec e Maya, então eu sei muito bem como a morte de um animal pode ser dolorosa.
Fonte: Universo Frusciante
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Joe Satriani explica por que não entrou no Deep Purple
O mundo do rock instrumental agora tem sua cota de virtuoses, com Steve Vai, Yngwie Malmsteen e Paul Gilbert em meio a estrelas por todo o mundo.
Apesar de guitarrista da primeira turnê solo de Mick Jagger e de ter entrado na brecha deixada por Ritchie Blackmore no Deep Purple, o começo da carreira de guitarrista de Satriani foi como professor. Suas aulas ajudaram a formar carreiras de muitos guitarristas incluindo os hoje amigos próximos de Satriani, Steve Vai e Kirk Hammet do Metallica.
Quando a estrela de Vai começou a brilhar tocando com David Lee Roth, ele falava de Satriani pra todos que ouvissem.
Enquanto essas declarações iam ganhando ritmo, o segundo disco de Satriani, "Surfing With The Alien" deixou muitos hits e foi o primeiro álbum instrumental de rock a figurar bem nas paradas por muitos anos. Satriani se sente privilegiado de estar no topo do rock instrumental: "É realmente excitante e isto possibilitou que muitos outros guitarristas surgissem".
Enquanto ele desenvolvia uma uma reputação como guitarrista notável, Satriani se viu em um dilema - quando Ritchie Blackmore deixou o Deep Purple, a banda chamou-o para se tornar um membro oficial. Foi uma decisão difícil.
"E, é claro, eu estava preocupado em ter Ritchie Blackmore nos meus ombros. Eu era e ainda sou um grande fã de sua música e você realmente não pode substituir alguém como ele".
"Eu falei sobre isto com Steve Vai e ele disse: 'Joe, se puder evitar, nunca entre em uma situação onde você estiver substituindo alguém famoso, onde os fãs e os jornalistas estarão sempre lhe comparando com o outro cara. Então parece que foi a escolha certa. Eu apenas não era o cara que devia integrar o Deep Purple".
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John Frusciante: trecho escrito pelo guitarrista sobre sua saída dos RHCP
Em seu blog e Myspace, John Frusciante escreveu um breve esclarecimento sobre sua saída dos Red Hot Chili Peppers.
“Quando eu saí da banda, há mais ou menos um ano, estávamos num hiato de tempo indefinido. Não houve drama ou raiva, e os outros caras foram muito compreensivos. Eles apóiam eu fazer qualquer coisa que me faça feliz e eu também os apóio.
Colocando de um modo simples, meus interesses musicais me levaram a outra direção. Voltando à banda, e durante meu tempo com ela, eu estava muito animado em explorar as possibilidades musicais numa banda de rock, e em fazer isso com essas pessoas em particular. Há poucos anos, comecei a sentir essa animação novamente, mas dessa vez me animei em fazer um tipo de música diferente, sozinho, e sendo meu próprio engenheiro.
Eu realmente amo essa banda e o que fizemos. Eu entendo e valorizo que meu trabalho com eles signifique tanto pra muita gente, mas eu tenho que seguir meus interesses. Para mim, a arte nunca foi algo feito como se fosse uma responsabilidade. É algo que faço porque é divertido, animador e interessante. Nos últimos doze anos, eu mudei como artista e como pessoa, em tal grau que fazer mais coisas nos termos em que eu vinha fazendo com a banda seria ir contra minha natureza. Não tinham escolhas envolvidas nessa decisão. Eu simplesmente preciso ser o que eu sou, e tenho que fazer o devo fazer.
Com amor e gratidão a todos vocês.”
Fonte: Universo Frusciante - Myspace
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Artigos Relacionados:domingo, 4 de dezembro de 2011
Tony Iommi: guitarrista explica como tocar "Paranoid"
A Guitar World bateu um papo em 2008, com o lendário guitarrista do Black Sabbath, Tony Iommi, onde o tema foi o álbum seminal de 1970, “Paranoid”.
Iommi: “Eu acho que a razão de ter uma gravação tão boa foi o longo tempo que tivemos para trabalhar o material. Estávamos tocando sete sets de 45 minutos por dia em um velho e empoeirado clube na Suíça para um pequeno grupo de pessoas. Este esquema de ensaio por seis semanas nos dava ânimo. Também nos deu a oportunidade de experimentar mais, pois tínhamos apenas musicas suficientes para um set e não sete. Nos deu a chance de fazer muita coisa e rearranjar musicas já existentes”.
Guitar World: Como foi o processo de gravação deste disco?
Iommi: “Nós gravamos em poucos dias em um pequeno estúdio, Regent Sound, na Inglaterra, usando um gravador de oito pistas. Foi como gravar em uma garagem. Colocamos um microfone na frente da cabine, e eu toquei a faixa original com a banda, fizemos um 'overdub' e pronto. Pra nós foi como se estivéssemos fazendo um show. Concluímos que alguns dias seriam mais que suficientes para gravar e mixar todo o álbum".
Guitar World: O que te fez usar os amplificadores Laney?
Iommi: “A razão é bem simples. Laney era de Birmingham, e eu também. Era uma nova empresa que estava começando ao mesmo tempo que nós, em 1968. Foram muito úteis para nós, fizemos um trabalho em conjunto. Nós deram toda amplificação que precisávamos.”
Guitar World: Você tocou uma Stratocaster no primeiro álbum do Sabbath, mas mudou para Gibson SG no “Paranoid”.
Iommi: “Isso aconteceu porque minha Strat quebrou enquanto ainda estávamos gravando o primeiro álbum. O captador quebrou, e naquela época não tinha peças de reposição. Minha SG era a segunda guitarra. Estava sempre por perto, e eu nunca tinha realmente tocado com ela. E de repente tive que me habituar a utilizá-la. Desde então só uso ela”.
Guitar World: Pode nos ensinar como tocar o riff de abertura da “Paranoid”?
Iommi: "Claro. Vejo muitos guitarristas tocar este riff na sétima casa, mas não é como faço. Eu toco na décima segunda casa. Isto porque o acorde nesta posição soa bem mais sombrio que o tocado na sétima casa".
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Artigos Relacionados:segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Foto clássica: Axl Rose e seu 'tijolão' celular
A revista inglesa Classic Rock, em sua seção "Photo Pass – The History Behind The Photo", imprimiu a descrição do fotógrafo estadunidense Mark Weiss para uma foto que fez com o ainda jovem vocalista do Guns N' Roses, Axl Rose em 1988.
A foto, que pertence a uma sessão que foi amplamente divulgada na imprensa mundial da época, traz Axl usando seu celular ao lado de um telefone público, e como o próprio fotógrafo diz, tornou-se icônica com o tempo.
Seguindo a foto, uma tradução do texto de Weiss.
“Eu comecei a tirar fotos do Guns N’ Roses em 1986, quando eles estavam acabando de entrar pro movimento. Depois disso eu cultivei minha relação com eles fazendo sessões de fotos ao vivo e fora do palco. Por volta de 1988, eles eram superastros, e eu acabei em Los Angeles por alguns meses, quando a intenção era ficar apenas alguns dias. Então eu entrei em contato com a gravadora deles, a Geffen, e perguntei se seria possível tirar algumas fotos da banda. A banda sugeriu que nos encontrássemos no «restaurante» Sunset Grill, e no dia todos eles apareceram. Como de costume, Axl estava atrasado.Mark Weiss começou a tirar fotos de shows «sem permissão» ainda adolescente. Sua primeira foto publicada foi de Steven Tyler do Aerosmith na revista estadunidense de rock Circus em 1978. Desde então ele tem trabalhado como fotógrafo de turnê para artistas como Ozzy Osbourne, Mötley Crüe e Metallica, e fotografou ou foi diretor de arte de capas de vários discos de sucesso.
Eu fotografei o resto da banda, mas na hora que Axl apareceu, era tarde demais pra fazer qualquer coisa com ele. Mas ele se desculpou, e ficou combinado de que eu faria algo com ele sozinho no mesmo local no dia seguinte.
Dessa vez ele foi pontual. Ele só queria passar um tempo no Sunset Grill, mas eu fiz com que ele posasse um pouco. Daí ele disse que tinha que ir lá fora fazer uma ligação no celular dele – e você tem que se lembrar que naquela época os celulares eram algo muito novo.
Eu fui até o lado de fora com ele, ainda tirando fotos. Daí eu vi o telefone público, e tive essa ideia. Fiz com que ele se apoiasse nele, enquanto usava seu celular. Foi muito simbólico para a nova tecnologia, e a velha tecnologia e como as coisas estavam mudando.
Eu também o persuadi a me deixar fazer algumas ligações naquele celular – a primeira vez que eu jamais usei um. Eu liguei pra Zakk Wylde e Sebastian Bach, e disse que um dia eles poderiam dar sorte e ter um telefone daqueles.”
Postado por Universo Rock'n Roll às 17:28 1 comentários
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