SLASH - MADE IN STOKE(COMPLETO)

Made in Stoke é o segundo álbum ao vivo (CD e DVD) do guitarrista Slash , em parceria com o vocalista Myles Kennedy.O show foi gravado na sua cidade natal Stoke-On-Trent Assista

SLASH E MYLES KENNEDY ELEITOS OS MELHORES DO ANO PELA LOUDWIRE MUSIC AWARDS 2012

Slash e Myles Kennedy ganharam em duas categorias na Loudwire Music Awards 2012! . Confira

GUITAR WORLD: EDDIE VAN HALEN, O MELHOR GUITARRISTA DE TODOS OS TEMPOS

Eddie Van Halen foi eleito o maior guitarrista de todos os tempos pela publicação estadunidense Guitar World.Confira a lista

STEVE VAI: OUÇA THE STORY OF LIGHT

Ouça o novo álbum de Steve Vai, "The Story Of Light". O trabalho sairá pela Favored Nations Entertainment, o selo que Vai abriu em 1999.".Ouça

BON JOVI: "BANDA APRESENTA MÚSICAS DO NOVO DISCO"

Foi ao ar na sexta-feira (25 DE JANEIRO), a apresentação da banda Bon Jovi, no BBC Radio Theatre, em Londres. Ouça

SLASH - APOCALYPTIC LOVE: OUÇA O ÁLBUM COMPLETO

Apocalyptic Love é o segundo álbum solo de estúdio do guitarrista. Slash começou a trabalhar em seu segundo álbum solo em junho de 2011, quando ainda estava na turnê de seu primeiro álbum solo. Ouça
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sábado, 7 de julho de 2012

Joe Satriani & Steve Vai - “O auge da guitarra”

Entrevista feita com os dois guitarristas virtuoses juntos, em um hotel no Rio, na passagem do G3 pelo Brasil, no final de 2004. 
Um foi professor do outro. Separados, são dois grandes ícones da guitarra, sinônimo de perfeição, apuro técnico e muita sensibilidade. Juntos, como super heróis, eles convidam um terceiro guitarrista, e sob a alcunha de G3 saem pelo mundo fazendo inesquecíveis jam sessions. Eles são Joe Satriani e Steve Vai, que já duelaram, em pleno palco, com Yngwie Malmsteen, Eric Johnson, Kenny Wayne Shepherd e Michael Schenker, entre outros.

 No final de 2004 , a dupla esteve no Brasil junto com o veterano Robert Fripp, que, como tal, teve que suar a camisa para acompanhá-los. Ao mesmo tempo, enquanto Satriani já tocava as músicas que estão no  álbum, “Is There Some Love In Space?”, Steve Vai se preparava para lançar o primeiro disco de músicas inéditas em cinco anos, “Real Illusions: Reflections”, que saiu no final de fevereiro nos Estados Unidos.

Flagramos a dupla na manhã do dia do show que eles fariam no Rio, e conversamos sobre como funciona o G3, o mito de que guitarristas são egocêntricos, e, claro, sobre os trabalhos individuais de ambos. Confira: 

Como vocês formaram o G3? 
Joe Satriani: Eu tinha a ideia de fazer jams sessions com outros guitarristas. Depois de reclamar durante algum tempo com os nossos empresários, decidimos fazer algo, criando nosso próprio festivalzinho, no qual poderíamos fazer jams todas as noites.

Você teve a ideia e chamou o Steve, ou vocês estão juntos desde o começo? 
Satriani: Começou comigo e outros músicos que tinham o mesmo empresário que eu. Guardamos a ideia por um tempo, até que chegássemos num consenso de como a coisa deveria ser. A primeira pessoa que chamamos foi o Steve, e ele ficou em todas as formações.

Como vocês definem a formação do G3? 
Satriani: Depende muito de quem está disponível. Às vezes chamamos pessoas diferentes e as coisas também funcionam. Talvez, um dia, podemos fazer um G4. O Robert Fripp deu essa sugestão de voltarmos a este formato, que fizemos em 97, quando ele abriu o show, e Steve e eu fizemos o G3, com o Kenny Wayne Shepherd.

Em geram dizem que guitarristas são egocêntricos. Como vocês lidam com isso quando tocam juntos?
Steve Vai: Isso é uma generalização. O G3 é uma grande oportunidade que nós temos de tocar com outros músicos, é uma inspiração, porque isso me empurra a dar o máximo de mim. Quando eu vou para o palco com outros guitarristas, seria um idiota se tentasse competir, porque todos têm seus próprios estilos e a razão de eles serem bons é porque construíram esses estilos.

 Entre os caras que já tocaram com vocês, qual foi o mais difícil de trabalhar?
Vai: Eu não tive dificuldades com ninguém. Uma das coisas sobre este projeto é que o G3 não é só habilidade em tocar guitarra e trazer o que aprendeu com o tempo, mas a habilidade em improvisar.

Satriani: Nunca tivemos nenhum tipo de problema com os integrantes. Em geral, se há problemas, é porque um ou outro não tem o que precisa para fazer o show, então é o trabalho dos produtores checar se todos têm o que precisam. Somos nós que o convidamos, é nossa responsabilidade nos certificarmos se ele está à vontade. Todos são diferentes, especialmente se for um músico que não está acostumado a tocar com outras pessoas. Steve e eu estamos acostumados com isso, e ainda assim soa estranho tocar com um guitarrista que não teve a experiência de tocar com outros músicos.

De outro lado, com qual dos convidados vocês se identificaram mais?
Vai: Eu me sinto à vontade tocando com o Joe, talvez mais do que com qualquer outro músico com o qual já toquei. É algo que me leva de volta a quando eu tinha aulas de guitarra com ele. Eu nunca toquei com nenhum outro músico que tinha dado tão certo.

Satriani: Eu e o Steve nos sentimos à vontade tocando um com o outro. Estamos num nível de confiança tão bom que podemos tentar empurrar um ao outro tão longe quanto podemos ir, fazendo coisas que não fazíamos antes.

Vocês já sabem quem vai tocar com o G3 depois dessa temporada com o Robert Fripp?
Satriani: Sempre temos dois ou três cenários para o G3. É difícil saber qual vai funcionar. Mas nós ficamos quietos até definirmos tudo.

 Joe, você lançou o álbum “Is There Some Love In Space?” nesse ano, como tem sido a turnê? Satriani: Fizemos alguns shows, com essa mesma banda. Mas a primeira turnê que fizemos foi na Europa, com o G3, com o Robert. Metade do set list já é com o material novo. Depois tocamos com o Deep Purple, nos Estados Unidos. 

Em outubro fizemos a parte da turnê sem bandas de abertura, tocando num show de três horas, quase todo o disco, e algumas músicas obscuras que eu não costumo tocar. Daqui voltaremos ao formato anterior para uma semana e pouco nos Estados Unidos, e depois Austrália e Nova Zelândia.

Você concorda que as músicas desse álbum não são tão velozes como antes? 
Satriani: Às vezes você não quer esse tipo de música mais veloz. Quando eu estava compondo as músicas desse disco, observei o andamento delas, á medida em que ia fazendo. Quando você faz algo rápido, faz sons que talvez nem fiquem tão bons, e pela rapidez não percebe. O disco é definitivamente de rock, mas com um ritmo de “blues rock”, então os andamentos não ficaram tão velozes e nem tão lentos, mas médios. Um bom exemplo é a faixa título. Ela tem um “punch” bem rock, e o solo é bem rápido e interessante, porque a música tem seu próprio andamento. O mesmo aconteceu em “Searching”.

Você cantou em duas músicas, pretende cantar mais de agora em diante? 
Satriani: Eu gravo umas 15 músicas instrumentais e duas ou três com vocais para cada projeto. No final, eu verifico quais ficaram melhores. Se o material cantado fizer parte do grupo das boas músicas, ele deve fazer parte do disco. Nesse caso, todos que estavam envolvidos gostaram das duas músicas com vocal. E encaixou certinho com a ideia que eu tinha que tinha que ser uma espécie de disco de rock misturado com blues elétrico.

Você acha que algumas músicas “pedem” vocais?
Satriani: Eu sempre penso em fazer com que o som da guitarra e as estruturas da melodia soem como vocais. Se eu não consigo, começo a pensar que a música precisa de vocal. Mas eu sempre me surpreendo, quebrando minhas próprias regras. Tudo pode acontecer e dar certo.

Steve, você está para lançar um novo álbum…
Vai: Sai no dia 22 de fevereiro, se chama “Real Illusions: Reflections”. É o primeiro de uma trilogia. O Joe já ouviu, quer falar algo sobre o disco?

Satriani: É um grande álbum e eu estou tentando ouvir de novo, ainda não me familiarizei. Eu gosto do material na parte em que há uma integração entre as partes rítmicas de guitarra e a música como um todo. Há várias músicas em que isso acontece e eu gosto desse tipo de trabalho. Alguns títulos eu ainda não decorei, mas há uma música, “Building The Church”, que é a minha favorita.

O que mais você pode adiantar, Steve?
Vai: São 11 músicas, é um disco do Steve Vai, outro presente de Deus. Acho que se você está na minha posição, você é muito sortudo, pelo fato de estar lançando discos há 20 anos, e as pessoas ainda estão interessadas em ouvir, porque sempre me desenvolvi. E temos a sorte de não precisar de grandes sucessos de rádio para nos manter.

Você não gostaria de comentar algo sobre uma ou outra música? 
Vai: Neste disco eu usei esta banda que está comigo no G3, Jeremy Colson na bateria e Billy Sheehan no baixo. Este disco é bem o tipo de coisa que eu faço, talvez eu esteja indo um pouco mais fundo. Mas eu não sou o tipo de cara que fica descrevendo a música em detalhes.

Publicada na Dynamite 81, de março de 2005.
Fonte: Rock em Geral

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Joe Satriani: guitarrista fala sobre o Van Halen

Em uma recente entrevista para a Classic Rock Revisited perguntou-se ao guitarrista Joe Satriani se ele ouviu o novo álbum do Van Halen, "A Different Kind Of Truth", e qual foi sua opinião sobre o novo trabalho do Van Halen

"Eu estava conversando com o Sammy Hagar (vocalista do Chickenfoot/ex-Van Halen) sobre o disco outro dia. Eu disse, 'Sabe, Sam, eu devo te parabenizar pelo sucesso duradouro do Van Halen. É algo de que o Mike Anthony, (baixista do Chickenfoot/ex-Van Halen) e você deviam se orgulhar'. O Mike e o Sam foram pelo menos tão bem sucedidos, senão mais, do que quando o Dave Lee Roth, esteve na banda. Se você ligar em qualquer estação de classic rock, vai ouvir o mesmo Van Halen tanto da era Sammy quanto da era de David Lee Roth.

Por mais desconfortável que possa ter sido para aqueles caras tentar acertar os negócios entre eles, do meu ponto de vista, eu sou só um cara e eu gosto de tudo.

Se eu ouvir o Eddie Van Halen e o Alex Van Halen tocando juntos, então eu vou até o fim imediatamente.Acho que tanto o Dave e o Sam trouxeram coisas interessantes para a musicalidade do Eddie, pois ele compôs tipos diferentes de músicas com cada um. O Dave é mais versátil e o Sammy é mais rock. Para mim, simplesmente ter um novo disco com o Eddie Van Halen — eu já gosto. Quando você pensa que sentimos falta dele por tanto tempo – o crime é que nós não temos três álbuns novos."

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Joe Satriani: "Quero levar o Chickenfoot à América do Sul"

Joe Satriani, um dos guitarristas mais respeitados e inovadores no mundo de hoje, anunciou recentemente o lançamento do filme Satchurated:. Live In Montreal".

O DVD foi gravado ao vivo durante a turnê Satriani's The Wormhole."Satchurated" foi produzido por Mike Fraser e Satriani e será lançado em 10 de abril através da Epic Records.

Assista o Trailer de 'Satchurated'


Em entrevista a Noisecreep, Satriani falou sobre a noite que gravou o show para o filme e sobre os planos futuros, pensando em trazer o Chickenfoot para à América do Sul. Confira alguns trechos abaixo:

Joe, na noite em que gravou o show para o filme foi muito emocionante para você. 
Fale sobre isso.
Naquela noite, era o primeiro aniversário do falecimento de minha mãe. Foi muito difícil para mim. Não dormi na noite anterior e era um desastre emocional. Após o show, eu não tinha certeza do que tinha acontecido. Mas eu sabia que havia uma intensidade emocional. Ela estava lá comigo. Foi uma noite muito complicada, mas eu nunca vou esquecê-la. Estou contente por termos capturado a forma como o fizemos. Ah, e a banda teve uma noite incrível também. Como sempre, eles adicionaram energia especial.

Como serão os próximos meses para você?
Estou preparando uma turnê de G-3 com Steve Vai e Steve Lukather. Estaremos indo para Nova Zelândia e Austrália em meados de março. Então eu saio com Chickenfoot para uma turnê pelos EUA. Mas então, minha missão é fazer com que Chickenfoot vá para América do Sul - mais do que qualquer coisa.

Por quê?
Acredite ou não, Hagar nunca visitou a América do Sul - por isso temos de levá-lo lá!

Confira a entrevista(em inglês) em: Noisecreep

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Joe Satriani explica por que não entrou no Deep Purple

O mundo do rock instrumental agora tem sua cota de virtuoses, com Steve Vai, Yngwie Malmsteen e Paul Gilbert em meio a estrelas por todo o mundo.

Mas quando a cena começou, ela era baseada em um homem e seu desejo de tornar o rock em uma forma de arte. Esse homem era Joe Satriani e três décadas depois, ele continua no topo do rock instrumental.

Apesar de guitarrista da primeira turnê solo de Mick Jagger e de ter entrado na brecha deixada por Ritchie Blackmore no Deep Purple, o começo da carreira de guitarrista de Satriani foi como professor. Suas aulas ajudaram a formar carreiras de muitos guitarristas incluindo os hoje amigos próximos de Satriani, Steve Vai e Kirk Hammet do Metallica.

Quando a estrela de Vai começou a brilhar tocando com David Lee Roth, ele falava de Satriani pra todos que ouvissem.

Enquanto essas declarações iam ganhando ritmo, o segundo disco de Satriani, "Surfing With The Alien" deixou muitos hits e foi o primeiro álbum instrumental de rock a figurar bem nas paradas por muitos anos. Satriani se sente privilegiado de estar no topo do rock instrumental: "É realmente excitante e isto possibilitou que muitos outros guitarristas surgissem".

Enquanto ele desenvolvia uma uma reputação como guitarrista notável, Satriani se viu em um dilema - quando Ritchie Blackmore deixou o Deep Purple, a banda chamou-o para se tornar um membro oficial. Foi uma decisão difícil.

"Eles eram, e são, uma grande banda e funcionam como uma grande e funcional unidade de rock, e eu era um artista solo que fazia coisas das quais as pessoas gostavam. Se eu tivesse entrado, eu teria que diminuir esse meu lado pra me tornar um membro do Purple e dar a eles o tempo e o respeito que eles mereciam e eu realmente não estava pronto pra isso".

"E, é claro, eu estava preocupado em ter Ritchie Blackmore nos meus ombros. Eu era e ainda sou um grande fã de sua música e você realmente não pode substituir alguém como ele".

"Eu falei sobre isto com Steve Vai e ele disse: 'Joe, se puder evitar, nunca entre em uma situação onde você estiver substituindo alguém famoso, onde os fãs e os jornalistas estarão sempre lhe comparando com o outro cara. Então parece que foi a escolha certa. Eu apenas não era o cara que devia integrar o Deep Purple".

sábado, 14 de janeiro de 2012

Guitar World de Abril - 2010

John Frusciante saiu em uma matéria sobre acordes, além de ter sido citado por Joe Satriani quando perguntado sobre o que ele achou da saída de John dos Chili Peppers
                                                    (edição de Abril de 2010 da Guitar World).


SÉTIMA MAIOR, O ESTILO DE JOHN FRUSCIANTE
Misturando uma sétima maior com uma tríade maior obtendo um acorde com 7ª maior (1 3 5 7). Esse exemplo de sétima maior nos dá o som da clássica balada do Red Hot Chili Peppers, Under The Bridge. Você pode usar o seu polegar para simular as notas do baixo, como o ex-guitarrista John Frusciante fazia.





Entrevista de Joe Satriani falando sobre a saída de John Frusciante do Red Hot Chili Peppers. A pergunta sobre a saída de Frusciante dos Peppers foi perguntada em tom de brincadeira e no começo foi respondida também em tom de brincadeira, mas com o passar das palavras foi ficando mais séria. Confira:
GW: Josh Klinghoffer assumiu recentemente o lugar de John Frusciante no RHCP. Então me diga, por quê você não pegou o lugar?

Satriani: (Risos) É mesmo, por que não, né? Eu tinha tudo pra fazer isso: sempre toco músicas do RHCP no backstage, torcendo pra Chad entrar com a bateria. Na verdade, eu fiquei muito chocado com a notícia que John tinha parado novamente. Eu achava que o Stadium Arcadium tinha sido um recorde fantástico que realmente mostrou sua capacidade. É o álbum mais "John Frusciante" de todos os álbuns da banda. Chad nunca comentou que John estava saindo, pelo menos não pra mim. Esse é um grande acontecimento pra banda. Vamos ver o que acontece.

Créditos: Universo Frusciante

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

G3: Live in Denver (2003)

G3: Live in Denver é um DVD ao vivo do G3 , a banda em turnê em que Joe Satriani e Steve Vai convidam outro guitarrista para vir turnê com eles. Em 2003, Yngwie Malmsteen foi o escolhido. Junto com este DVD, um álbum duplo-CD foi lançado, G3: Rockin' in the Free World. . O DVD foi gravado no Fillmore Auditorium, em Denver, em 20 de outubro de 2003. Apesar do nome na caixa do DVD, quando tocaram, o título que aparece na tela é "G3: Live From Denver" em vez de "G3: Live in Denver".

Setlist

Joe Satriani
"Satch Boogie"
"The Extremist"
"Starry Night"
"Midnight"
"The Mystical Potato Head Groove Thing"

Steve Vai
"I Know You're Here"
"Juice"
"I'm the Hell Outta Here (Feat. Tony Macalpine)"

Yngwie Malmsteen
"Evil Eye"
"Baroque 'n' Roll"
"Acoustic Guitar Solo"
"Adagio"
"Far Beyond the Sun"
"Amazing speed"

The G3 Jam
"Rockin' in the Free World"
"Little Wing"
"Voodoo Chile (Slight Return)"

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

G3: retornando com Satriani, Steve Vai e Steve Lukather

Joe Satriani - fundador do G3 Tour Concept tem sido um herói da guitarra no mundo todo desde seu álbum de 1987 Surfing With The Alien . Ele é reconhecido como um dos guitarristas mais técnicos e respeitado na história do rock.


Sua carreira começou, ensinando alguns dos guitarristas “tops” do rock dos anos 80 e 90, como Kirk Hammet do Metallica e o virtuoso Steve Vai. Depois de um vários álbuns solo aclamado pela crítica, em 1996, Joe Satriani embarcou no primeiro showcase da turnê do G3, que se tornou um sucesso instantâneo.

Tocando ao lado de Joe Satriani, é o seu ex-aluno Steve Vai , virtuoso guitarrista, com mais de 15 milhões de discos vendidos em seu crédito. Steve Vai é aclamado no mundo do rock e além de sua facilidade de tirar o fôlego na guitarra é um músico único . Seu virtuosismo já lhe rendeu doutorados honorários da Berklee College of Music, e mais uma dúzia de indicações ao Grammy. Trabalhando ao lado de nomes como Frank Zappa e David Lee Roth, ele se tornou um nome familiar.

Unido com Joe Satriani & Steve Vai no palco, é Steve Lukather , membro fundador da Toto, que já venderam mais de 30 milhões de discos no mundo inteiro. Steve Lukather vem vindo a fazer registros por 35 anos ou mais, gravou oito álbuns solo.

Saiba mais sobre a turnê do G3 »»

domingo, 25 de setembro de 2011

Joe Satriani fala sobre o Chickenfoot III


Em entrevista ao Artsit Direct, Joe Satriani falou sobre novo álbum do Chickenfoot.

Você sente que o Chickenfoot está com mais cara de banda? Tudo funcionou melhor que da primeira vez?

Definitivamente. No primeiro disco, mal nos conhecíamos. Nos juntávamos por dois ou três dias, gravávamos e nos despedíamos. Só nos encontrávamos meses depois e repetíamos o processo. Levou um ano para compilar tudo. Dessa vez fizemos tudo diferente. Excursionamos juntos e aprendemos mais um sobre os outros.

Seus riffs e solos se entrosaram com os vocais de Sammy. Há uma conexão especial entre vocês?

Foi algo que me esforcei para alcançar e fico feliz que tenha notado. Sammy e eu juntávamos as partes, criando algo único. Jimmy Page fazia isso muito bem no Led Zeppelin.

Mais informações: Blog Van do Halen

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Joe Satriani e Steve Vai: juntos em show beneficente

Os lendários guitarristas Joe Satriani e Steve Vai serão destaque em um show beneficente no House of Blues em Hollywood para ajudar o veterano da indústria da música e amigo Cliff Cultreri a pagar despesas médicas.

O show beneficente para Cliff será realizado no domingo, 10 de julho, e trará performances de Satriani e Vai bem como convidados especiais, incluindo Dweezil Zappa, Orianthi, Brendan Small e Tony MacAlpine, entre outros.

Cliff Cultreri é o executivo que descobriu Satriani e Vai, bem como muitos outros artistas populares quando trabalhava na Relativity Records e Koch Entertainment. Hoje ele está sofrendo de doença auto-imune nos tecidos conjuntivos que está atacando simultaneamente seu sistema imunológico, ocorrência de 1 em 100 milhões que causa fortes dores e debilidade física.

Ao longo dos anos Cultreri trabalhou com artistas diversos como Peter Frampton, Megadeth, Anthrax, The Cure, Modern English, e muitos outros.

A história de Culteri com Satriani e Vai é particularmente especial. Ambos guitarristas falaram exclusivamente ao Noisecreep sobre quão grande foi o papel de Cultreri em suas vidas profissionais e pessoais. "Desde que o conheci, eu sabia que ele era minha alma gêmea", disse Satriani. "Quando eu comecei, ninguém curtia 'rock instrumental.' O Cliff foi um mentor para mim, lutando para que eu conseguisse contrato, lutando pelo gênero que eu tocava – ele é o melhor amigo que qualquer artista poderia ter. E no mais ele é um viciado em equipamentos como eu então nós ainda conversávamos o tempo todo sobre guitarra e outros equipamentos. Mas sem ele, eu não sei como o 'Surfing With The Alien' teria saído. Ele simplesmente entendia. Não há ninguém como ele."

Nessa época, Satriani era professor de guitarra de Vai havia dois anos. Uma vez que Cultreri ajudou para que o inventivo trabalho de Vai visse a luz do dia, Vai disse que implorou a ele que ouvisse Satriani também. Satriani ri da lembrança. "Conheço o Steve desde quando ele tinha 12 anos, então nós éramos muito próximos. Ele realmente me fez um favor trazendo o Cliff à minha música. Sabe lá onde eu estaria hoje sem essa ajuda do meu melhor aluno."

Para Vai, era uma jogada óbvia. "O Joe ainda é meu mentor", disse Vai ao Noisecreep. "Tocávamos por horas naquela época, ficávamos fazendo Jam sem parar no quintal dele. Um professor incrível, então eu faria de tudo para ajudar mais pessoas a ouvi-lo."

Quanto a Cultreri, Vai diz que ele nunca conheceu nenhum outro executivo de empresa que sequer chegue perto dele. "O music business tem uma reputação, até certo ponto, verdadeira, graças a um monte de tipinhos realmente mesquinhos que só estão aí pelo dinheiro", disse Vai. "O Cliff era diferente. Ele era totalmente pelo artista e pela música. Ele é tão apaixonado com música que era sempre como estar com outro músico, não com um executivo. Ele está sofrendo tanto hoje. As contas vão se amontoando mas ele continha seguindo em frente, como ele sempre fez. É o amor da música que faz ele prosseguir então para o Joe e eu, isso é uma oportunidade verdadeira de fazer diferença. Nós o amamos, simples assim."

Além desse extraordinário show (que os dois guitarristas disseram que contará com algumas grandes surpresas), Satriani, Vai e outros doaram vários itens para serem leiloados nessa noite. Entre esses itens, está uma guitarra JEM de 20º aniversário assinada por Steve Vai comemorando toda a linha de guitarras Ibanez. Steve usou essa guitarra durante sua String Theories Tour em 2007 e na música indicada ao Grammy 'Now We Run,' que está no DVD vencedor de disco de platina 'Where The Wild Things Are.' Outros itens leiloados incluem uma guitarra Joe Satriani JS1000 de com arte personalizada, uma guitarra Joe Satriani JS1200 autografada por todos os músicos e uma guitarra Paul Gilbert autografada.

Os preços dos ingressos começam em $75 para o público em geral e estão à venda no momento. Um número limitado de pacotes VIP e Platinum VIP estão disponíveis nos sites satriani.com e vai.com.

As portas serão abertas às 19:00 e o show terá início às 20:00.

terça-feira, 31 de maio de 2011

G3 - Guitarristas


G3 é uma turnê musical periódica no qual se reunem três grandes guitarristas da atualidade para apresentarem suas composições solo. É um evento criado pelos guitarristas fenômenos Joe Satriani e Steve Vai, que geralmente participam das turnês. Algumas das turnês incluem gravação ao vivo de um álbum.


Participações:


1996:
Joe Satriani,Eric Johnson e Steve Vai entraram em turne em outubro de 1996. A tour rendeu o DVD/VHS&CD: G3 Live In Concert gravado em novembro de 1996, no Northrop Auditorium em Minneapolis, Minnesota.

2001 e 2002:
Joe Satriani, Steve Vai e John Petrucci saíram em turnê pela América do Norte.

2003:
Joe Satriani, Steve Vai e Yngwie Malmsteen fizeram turnê pela América do Norte e gravaram um dos shows como um álbum ao vivo (G3 Live: Rockin In The Free World).

2004:
Joe Satriani, Steve Vai e Robert Fripp saíram em turnê pela Europa e América do Sul, a qual passou pelo Brasil.

2005:
Joe Satriani, Steve Vai e John Petrucci saíram em turnê pelo Japão e Estados Unidos e gravaram um show em Tóquio, lançando-o como G3: Live In Tokyo.

2006:
Joe Satriani, John Petrucci e Eric Johnson saíram em turnê pela América Latina e Austrália.

2007:
Joe Satriani, John Petrucci e Paul Gilbert começaram no dia 14 Março em Phoenix a turnê pelos Estados Unidos, que se estendeu até o mês de Abril.

Assim como em outras turnês do G3 houve participações de convidados especiais. Os guitarristas Neal Schon (Journey), Gary Hoey, George Lynch (Dokken e Lynch Mob), Billy Gibbons (ZZ Top), Kenny Wayne Shepherd, Robert Fripp (King Crimson) e Brian May (Queen).

Veja abaixo o vídeo da banda, tocando Litlle Wing, do Jimi Hendrix, na turnê de 2003

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